Textos para os meus Amigos Loucos
Ele
Sendo assim,
Meus olhos escondem a Alegria contida em minha alma,
Ele não suporta o meu sorriso,
Eu me fecho,,, me escondo,,,
E acho que a primavera ainda não passou
existem flores... Posso vê-las a brotar!
Eu aguardo atenciosamente a chegada do verão,,, eu sinto a vida!
Adoro o arrepio em minha pele suada,
A simplicidade do brilho do sol pela fresta da janela entre aberta todas as manhãs,
Guardo todos os meus sorrisos e alegrias
onde ele não pode alcançar,
Ele não sabe que o meu sorriso está contido em minha alma feliz!
Aqueles que não me conhecem, mas por um motivo ou outro curtem os meus pensamentos, só posso dizer bem vindos ao meu projeto paraíso...
Vamos juntos sonhar que um dia as coisas possam ser melhor a todos nos, e que mesmo a tanta marra de humanos submissos e complacentes a destruição dos nossos sonhos, ainda existira pessoas como nós que nunca abrirão mãos de nossa independência, sonhos e felicidade....
Meu amor a todos vocês é inexplicável, pois sinto que não estou só nesse planeta "dos macacos alienados", que querem destruir devorar nossos direitos de sonhar, nos comendo feito "BANANAS"....
Brigaduuuu amigos
nene policia
Nos meus sonhos, sempre consigo voar
Voos arrasantes, me lanço em pleno ar
Por cima vejo a beleza do mundo
Pessoas transeuntes num vai e vem como formigas
Algumas imagino felizes, outras talvez menos
Não consigo identificar onde estou
Mas sinto que o ar é puro chego até plainar
Escuto Vozes, a medida que meu voo se torna distante
Percebo que minhas asas não fazem manobras
Sigo sempre em frente, onde tudo passa aos meus olhos
Tenho vontade de pousar, mudar algumas coisas
Momento em que ainda sonhando acordo,
Em queda livre procuro minhas asas; sem asas
Não tenho chance, a queda é imensa
De repente surge um anjo, de enorme asas que me ampara
De pés no chão olho pra cima e sinto um enorme alivio
Voar é mesmo para anjos e pássaros, preciso continuar a caminhar
Melhor assim, acordo tranquilo em saber que ainda sou uma simples formiga
Não há como mudar o destino, talvez seja por isso que não temos asas
Então só nos resta mesmo é dar asas a nossa imaginação...
Nene Policia
Sempre dei aos meus filhos presentes fúteis, que somente preencheram determinado tempo em suas vidas e não lhe acrescentaram nada, mas nesse Natal quero dar de presente aos meus filhos apenas 03 conselhos:
1) Que Amem Deus com todas as forças;
2) Com todas as forças mostre a Deus que são capazes de amar sem medida inclusive o seu semelhante;
3) Que mostrem aos seus semelhantes que sem a força de Deus não somos nada...
"Até o oceano me rejeita."
Pego-me vagando em meus pensamentos,
Aquele momento em que o tempo para.
Os ventos cessam sua brisa fria,
E o silêncio arranca de mim
Os suspiros que já não existiam.
As nuvens fogem, levando consigo
A chuva que poderia apartar
As chamas vívidas da luz guardiã,
Aquela que persiste mesmo à noite
E me protege dos males da escuridão.
Mas quem disse que não gostaria
De cegar-me com o breu?
De andar sem preocupações,
Ferindo-me aos cacos de garrafas quebradas,
Dos inocentes bêbados eufóricos,
E entregando-me aos lobos famintos,
Finalmente tendo um propósito?
Embora venham com mentiras ardilosas,
Dizendo que meu destino é iluminar o mundo,
Eu sei: meu reflexo está distorcido.
Os demônios solares, sedentos por lúmen,
Corroem minha carne e alcançam minha alma.
Busco então refúgio no azul profundo,
Sob o manto do mar,
Esperando apagar a chama que consome
Minha essência.
Mas até o oceano, que abraça todos os naufrágios,
Me rejeita.
Ele conhece meu peso, minha dor...
Mas devolve-me à superfície,
Como um pedido que o universo se recusa a ouvir.
Resignado, aceito: não há lugar para mim.
Passo a vagar, uma existência pífia,
Ociosa para mim, mas viciosa
Para aqueles que sugam o que resta da minha alma.
Estádios da CBF ou templos da FIFA
padrão Bispo é dogmatismo,cismo.
Só sei que os meus irmãos Africanos
na grande área sofre danos.
Mas na pequena área, ebola é quem domina
e no ataque Brasileiro o artilheiro crack fulmina
igual mina nos campos na Palestina.
Esse é o jogo onde o povo é jogado
sendo explorado,
por fascistas exploradores de fé,
apologistas.
A divisão de base é a desigualdade
na cidade sede do povo com sede.
No torneio sub-desenvolvido,
onde cartolas exploram paixões e
governantes exploram o gado desnutrido.
"CANSEI"
Desfaz-se aqui,meus sonhos e minhas alegrias.
Meu coração chora,por tantas maldades que acontecem.
Meus olhos jamais presenciaram tamanhas hipocrisias.
Curvam meus joelhos,e minha alma clama em prece.
Quem são esses!..Onde estavam!..,corruptos e arrogantes.
Assemelham-se á esquadrilhas de gafanhotos,que desvassa.
Agigantando-se no poder,oprimindo á tantos e tantos inocentes.
Conduzindo assim,a nação cativa,de encontro com á desgraça.
Entre palavras e brados,discurseiam um futuro promissor.
Invadem os lares dia e noite com programações atraentes e enganosas.
Estórias pornográficas em forma de novelas,dizendo que é amor.
Jogam pais contra familia,levando jóvens a sujar suas caras.
Allah!...Oh Allah!...Sei que aqui estou sendo sempre enganado.
Só que no meio de tanta confusão,quase engano á mim mesmo.
O pão nosso,está exposto todos os dias,enquanto tantos morrem.
Ensinam á praticar o que falam,para que sejam esfomeados.
Quanto é difícil e doloroso,conviver num ambiente assim,
sabendo que tenho tantas coisas lindas para revelar,
embora a surdez e olhar esnóbito de cada um,só mostra o fim.
Arranca-me daqui,se for vontade sua,e leve-me para descansar.
Tenho dois lados:
o silencioso,
com meus segredos,
reflexões e sonhos;
o falante,
com minhas conjecturas e emoções.
Um é terra e o outro é mar agitado...
aclives, declives, maremotos e ondas altas...
Ambos são importantes,
porque se complementam,
equilibram o meu ser
e me fazem ver
os dois lados da moeda.
EM MEUS PENSAMENTOS
Não quero que me julgue por amar-te
Não quero que me repreenda por chorar
Não quero que diga que a saudade que sinto é longa
Apenas permita-me ter em meu coração
A lembrança do último toque
O sabor do último beijo
O som da última silaba proferia por seus lábios
Serão estes pequenos detalhes
Que me levarão de volta aos seus braços
Sempre que meus olhos estiverem longe dos seus!
DESEJOS DE VIDA
Desejo trilhar meu caminho
De tal forma que apesar de meus erros
Minha História seja motivo de orgulho
Desejo conquistar amores verdadeiros
Para desfrutar momentos felizes ao meu lado
Nos momentos de fragilidade
Segurar minha mão
Olhar nos meus olhos e dizer
Eu te amo com sinceridade
Desejo que apesar de minhas rugas
Dos meus cabelos brancos
Da minha pele flácida
Eu jamais mate a criança que habita em meu ser
Não temo a minha caminhada
Não temo meus inimigos
Não temo meus obstáculos
Tenho a força do Deus
Em minhas mãos trago sua espada forjada no fogo
Sou guiada pela Deusa
Seu escudo sagrado me protege
Caminho sem temer
E quando chegar o fim
Estarei nos braços de quem sempre esteve ao meu lado
DOCE MANHÃ #11;#11;
Nesta doce manhã serena#11;
O galo canta enquanto a relva é plena #11;
Meus olhos margurados#11;
Meu amor não estar perto #11;
Sacos empilhados#11;
E eu no meu canto solitário e deserto.#11;
#11;O sol que tava escondido #11;começou aparecer#11;
Os amantes se despedem#11;Nesse novo amanhecer#11;
A luz do sol entrando pela janela #11;
Começou brilhar#11;
Só não brilha mais que os meus olhos #11;
Quando vou te beijar
#11;Te desejando bom diaaaa
#11;Te desejando bom dia aaa.#11;#11;
No reencontro sublime #11;
Depois da aurora passada#11;
Doze horas de estrada #11;
Estou de volta na minha morada.#11;#11;
O sol que tava escondido #11;começou aparecer#11;
Os amantes se despedem#11;Nesse novo amanhecer
#11;A luz do sol entrando pela janela #11;
Começou brilhar#11;
Só não brilha mais que os meus olhos #11;
Quando vou te beijar #11;
Te desejando bom diaaaa#11;
Te desejando bom dia aaa.#11;#11;
Compositor Antonio Luis
Noites Frias
Meus dias estão tristes sem você aqui Bate-me um desespero não dar pra sorrir
Fico imaginado onde tu estar
Eu errei por muito tempo vou chorar A sua ausência aflige minha alma
A saudade na porta bate palmas
O tempo vai abrir uma janela
Quero outra mulher Mais não sei viver sem ela
Noites frias Lembro cada momento
As alegrias Ficou no pensamento
E ao relento estar meu coração
Que hoje chora por não ter o seu perdão
No fracasso me acostumo A ânsia sai do prumo Já passei o pente fino
Sem ela vou seguindo meu destino
Noites frias Lembro cada momento
As alegrias Ficou no pensamento
E ao relento estar meu coração Que hoje chora por não ter o seu perdão
Poeta Antonio Luis
TE AMANDO
Hoje eu te amo#11;Sem fazer os meus planos#11;Quero passa mais de mil anos #11;Te amando te amando.
Quando te vi #11;Naquela praça#11;Algo diferente se estalou em mim#11;Muitas flores no jardim#11;Tu ES a mais bela#11;Afugentei o medo#11;E te disse oi#11;Fiquei ali parado #11;Sem ter o que dizer#11;Meu coração acelerado#11;Pulsa mento apresado #11;Então você percebeu#11;Que meus carinhos serão seus,
Hoje eu te amo#11;Sem fazer os meus planos#11;Quero passa mais de mil anos #11;Te amando te amando.#11;O meu maior medo#11;E te perder #11;Vou te revelar um segredo#11;Eu amo você.
Hoje eu te amo#11;Sem fazer os meus planos#11;Quero passa mais de mil anos #11;Te amando te amando.
Compositor Antonio Luis
ÉRIKA
Quando vou te ter em meus braços
Eu quero receber seus abraços
Quando estivemos os dois cansados
Depois de um dia trabalho
Vou querer ficar agarrado de te
Esquece o mundo e vem pra mim
Já pensou agente juntos
Já pensou amor profundo
Já pensou nois dois no mesmo metro quadrado
Então pare de pensar
E vem realizar
Esse amor que tenho guardado
Pra te entregar
Érika
Poeta Antonio Luís
DEZ VEZES MAIS
Antes de te conhecer eu já te amava
hoje te amo dez vezes mais
nos meus sonhos eu já te buscava
hoje minha realidade tem amor voraz
por teu amor qualquer coisa eu faço
me atiro do abismo
porque sei que vou cair nos seus braços
o destino foi traçado pra nos dois
divido minha cama
do jeito que agente se amar
não deixamos nada pra depois
Antes de te conhecer eu já te amava
hoje te amo dez vezes mais
nos meus sonhos eu já te buscava
hoje minha realidade tem amor voraz.
Antônio Luis Compositor
30/07/2015
SOU NADA SEM DEUS
Ninguém funciona sem Deus #11;
só ele realiza os sonhos meus,
Deles nunca vou desistir
todo dia oro e peço a Jesus cuida da minha vida e conduz
Esses sonhos que eu tenho aqui
Se entregue aceita a Jesus
Só vive a verdade alegria e luz,#11;
Ele te transformar ele te quer
Ele te aceita se você quiser
basta usar a fé.#11;
basta usar a fé.#11;#11;
Sou nada sem Deus #11;
sou apenas um grão #11;
em meio a multidão,
Sou o pó da terra
Por isso poço chamar
Em te vou confiar
Sei que ele nunca erra
Só existe uma janela
Que conduz a vida eterna
Conheça esse caminho
Que é o nosso Jesus
Que não me andar sozinho.#11;#11;
Compositor Antonio Luis
Voz e violão Nelsinho
Ressurreição
Naquela praça
Entreguei meus medos
Quietos
Em segredo
Esperei que me amasse
Amassado
Sem medo de perder a viagem
Oferecia-te tudo
O amor maior no mundo
Já não era dádiva dos deuses
(…)
Minha dor cativa
Logo
Tornou-se luto
E a carne
Já fria
Ganhou vida
Na igrejinha de São José.
Para Isac Silva do Nascimento, na Praça da Paróquia de São José;
Araraquara, 19 de novembro de 2021 (25 anos do autor).
Um dia de cada vez
A terra seca sob meus pés
não é menos dura que o peso do dia.
O corpo ainda aprende a habitar-se,
a não exigir mais do que pode,
a suportar o silêncio sem o entorpecimento do esquecimento,
a segurar o fruto da liberdade que insiste em escorrer pelos dedos.
Já fui campo sem cerca,
onde a ânsia galopava sem freio.
Uma chuva que não rega,
e apenas fere a raiz.
Hoje sou roça semeada
na paciência do tempo,
esperando que algo brote.
Há uma fome que não se vê,
uma sede que não é de água.
Elas gritam no calor do meio-dia,
na solidão dos olhos que evitam encontros.
Mas eu, com mãos calejadas,
mesmo após uma década,
aperto o arado do instante
e traço linhas que só o amanhã saberá decifrar.
Sei que as marcas do passado
não se dissolvem como o barro das unhas.
Elas permanecem, silenciosas.
Mas, enquanto o sol nasce,
me permito regar o presente.
Um dia de cada vez.
E isso, por agora, basta.
De como me inventei
Passei meus dias em meio às coisas miúdas.
Aprendi com as borboletas a carregar nas costas o mundo,
e com os pingos da chuva, a fazer serenata no chão.
A torneira aberta dos céus
jorrava horas inteiras de poesia,
e eu, menino sem bicicleta,
inventava que as palavras tinham rodas.
Brincava de crescer pelos olhos,
onde cabia o universo e um pé de grama.
Ensinava o absurdo a se acomodar no meu quintal:
uma pedra virava amiga,
uma nuvem, brincadeira de adivinhar.
Enaltecer os ordinários era meu jeito
de me desconhecer um pouco por dia.
As frustrações, eu punha no varal.
Torcia minhas tristezas até o último soluço
e pedia ao sol que secasse tudo antes da próxima chuva.
Porque a chuva sempre volta,
mas as tristezas, se bem secas, viram outra coisa:
lençol para embalar sonhos
ou sombra fresca para esquecer o calor.
Assim fui me criando,
com as faltas vestidas de beleza
e com os vazios repletos de poesia.
Nunca esperei o fim chegar,
porque quem vive de esperar
não interage com o presente,
nem cresce pelos olhos.
Escolhi viver assim:
de mãos dadas com o invisível,
sendo mais do que sou.
Ou sendo menos.
Afinal, quem precisa de muito
quando tem o céu inteiro dentro de si?
