Textos para os meus Amigos Loucos
Eu não peço fidelidade, não peço que fique . Meus olhos não podem ver quando está longe, não posso sentir se esteve em outro colo.
Mas sinto quando outro corpo te deseja, e sim minha carne treme de ciúmes, minha boca saliva querendo soltar palavras ofensivas e dizer q vc é meu. Mas logo me recomponho e recolho ao meu lugar, se não estiver bom para mim, sou eu que preciso sair e não te obrigar a se retirar.
Não sei até quando vou aguentar te ver sendo desejado sem poder me expressar.
Andando sobre as sombras, sem poder me iluminar com trocas de olhares em público.
Não costumo fazer alarde, quando perceber já estou indo. Me dói mais ficar do q estar longe.
Um peso q preciso medir, uma escolha difícil de fazer.
Eu faço por mim, por nós, por não odiar, por aceitar q seu lugar é aqui. Rodeado de olhares amorosos, e em 5 meses uma nova eu estará nascendo em vc novamente.
Tudo outra vez, seu coração batendo, suas inseguranças, e a paixão q sente tão repentina.
Logo vc descobrirá q nunca amou de tal maneira quanto a ama, a próxima!
Eu serei apenas lembrança.
PARA VOCÊ QUE NUNCA VI, MORTO DESCONHECIDO
Ouço os gritos da família em meus ouvidos...
... ... ...
Acenderam-se as luzes, pois se fez noite.
Mas o corpo que repousa, morto, na calçada
Não vê luz, não a sente e nem a toca.
A noite cristalizou-se no eterno
E as cores, longe de seu cérebro,
Esqueceram-se de voltar!
Arrepios...
Algo vaga pelo ar.
Eu bem sinto!
Mas onde está o ser que há minutos nos sorria?
Corpo é corpo...
Mas a alma, meu Deus – se ele existe –
Por onde anda?
Arrepios...
Algo vaga pelo ar.
Eu sinto!
Sinto?
A alma bateu à minha porta.
Atendi.
Penetrou-me um sopro
E passos invisíveis perderam-se no horizonte!
1975 (retornando da faculdade)
BRASIL DE MEUS SONHOS
Brasil, o Brasil, um país adorado e idolatrado,
país da boa gente, do povo camarada,
da honestidade irrefutável de um povo soberano,
da moral inabalável, desta gente amável.
País da democracia, do respeito à cidadania,
das políticas sociais e culturais com respeito às massas populacionais,
da política do povo e para o povo, voltada para o bem comum,
do entusiasmo de seus políticos para proteger a justiça acima de tudo.
Que país maravilhoso, que vive somente em meus sonhos.
Um sonho doce e suave, onde busco refúgio da triste realidade,
pois vivo em um país marcado pela irregularidade e impunidade,
onde o pobre sempre será o mais prejudicado,
e o rico sempre será exaltado.
MY MIND
Este mundo é tão profano,
Sempre me leva ao engano,
Sempre julgam meus pecados,
Mas todos estão marcados,
No fim somos só escravos,
Pagando por nossos atos.
Tão perdido pelo mundo,
Me sentindo um imundo,
Vagando e me odiando,
Minha mente viajando.
Perdido nos pensamentos,
Sempre à beira da loucura,
Atrás de meus fragmentos,
A procura de uma cura.
Levo a vida na carona dos meus sonhos
Passageiro de desejos inviáveis
Sigo a vida na euforia dos meus contos
Viajante de enredos impossíveis
Vivo a vida na garupa dos meus feitos
Possuinte de entrechos memoráveis
Cumpro a vida na penumbra dos meus tombos
Transeunte de desfechos detestáveis
Corpo
Da cor dos meus sonhos
contorno bem desenhado
Passeio pelas curvas
Olhar aflito , desejo , paixão
Me detenho contemplando os mirantes
Estão nas colinas e nos prados
As suaves paisagens escondidas
Sugerem que eu fique ali
Perscrutando os montes e os bosques
Absorvendo o frescor que acalenta a alma
Pensamentos sobem
pelas colunas cilíndricas , orgânicas ,
Que sustentam a obra divina
A perfeição imperfeita de cada traço
Rabiscado com giz feito de mel
Adoça o sentir e embriaga os olhos
Os lábios aprisionados
um palmo abaixo do ponto onde
o início da vida se fez presente
Se escondem
querendo ser encontrados
Enrubecidos pulsam febris
Encontro ali
o universo do deleite dos sentidos
Escalo um pouco mais este monumento
As forças me faltam
Me percebo afetado
pelo querer permanecer ali
adormecer na cama macia , quente , convite ao eterno
Mas sigo
Deslizo pela plana pele
Posso ver o vai e vem do ar
entrando e saindo
contemplo a abertura entre dois montes
Perfeitamente dispostos, níveos ,
observo as coroas que adornam
o topo de cada um deles
A respiração
acelerada acusa que o desejo
quase não pode mais ser contido
Resisto.
Escorrego através de uma via estreita
Contorno a última encosta
Duas luzes brilhantes
alcançam meus olhos
Coincidência de intenções,
lágrimas excitadas embaçam as pupilas
Não existem palavras
Nem tempo
Já não há mais pensamentos
Apenas a emoção do estar , do querer ficar
A moldura das duas dobras carnudas se expande ,
o carmim latejante
já não esconde a branca cadeia marfínea que enfeitam e iluminam
os abraços da alma
Na apoteose da viagem
uma enxurrada de prazer e felicidade inunda o instante
O sabor morno dos fluídos hidrata a alma
Que agora extasiada ,
se deixa absorver sem pressa
e calmamente repousa
sobre o manto macio
que envolve seu corpo.
Quando te conheci meus olhos estavam cheios de lagrimas,
enquanto você me acalmava,
uma coisa estranha senti,
depois de muito tempo me acostumei,
meus sentimentos não demonstrei,
mas agora não dá mais pra guardar oque eu imaginava,
ao seu lado não queria mais saber de nada,
gosto de escutar você falar mesmo se for poucas palavras,
o amor não da para descrever com palavras,
e o que eu sinto por você é mais que palavras,
as vezes acho que a vida é uma historia sem fim,
mais com você tenho meu final feliz.
Ao longo dos meus quase 35 anos de vida — sendo quase 20 deles dedicados à militância na Esquerda — já tive inúmeros embates com colegas da Direita. São pessoas inteligentes, que defendem seus ideais, posicionam-se contra a criminalidade e também lutam pelo bem social do povo, principalmente do mais pobre.
Entretanto, há cerca de 10 anos surgiu uma nova direita que parece pensar apenas em si mesma. Muitos de seus representantes passaram a apoiar pautas que beneficiam investigados e condenados, e recentemente articulam a aprovação de uma chamada “Anistia Ampla e Irrestrita”.
Além disso, defendem a chamada “PEC da Blindagem”, que, na prática, funcionaria como um escudo jurídico para proteger políticos de responsabilização por seus atos. Trata-se de uma proposta altamente questionável e que ameaça os princípios constitucionais de igualdade e responsabilidade perante a lei. Importante destacar que apenas uma parcela minoritária da esquerda votou a favor dessa medida, o que demonstra divisão mesmo dentro do campo progressista.
Se essa proposta avançar no Senado, o resultado poderá ser o fortalecimento de esquemas criminosos já infiltrados na política, enfraquecendo ainda mais a confiança da sociedade nas instituições democráticas.
É preciso também notar que, entre setores da Direita, existem diferentes perfis: alguns buscam aprofundar o debate político com base em estudo e conhecimento, enquanto outros preferem recorrer à desinformação e à manipulação de fatos. Esses últimos representam um risco ainda maior, pois conhecem a realidade, mas escolhem distorcê-la para proteger determinados interesses.
Nosso país sempre viveu em meio à polarização política. Contudo, a atual conjuntura é especialmente perigosa: há parlamentares que tentam aprovar medidas claramente inconstitucionais para privilegiar grupos e indivíduos que deveriam ser responsabilizados por seus atos. Esse tipo de movimento coloca em xeque não apenas a democracia, mas também a própria noção de justiça e cidadania no Brasil.
A liberdade de cometer meus próprios erros é o que eu sempre quis.
Menses - Game of Thrones
Por que o caos não é poço, é uma escada.
Escada ao qual, descer me olha, e olhando, cada vez eu desço, um dia a mais, que dias são esses?
Os que não conseguir subir, o tempo passa, deteriora, reconstruí-lo, me apavora.
Informação nenhuma eu tenho, sobre o caos, a escada, feita cal, do que é feito? Já não lembro, dito e feito, quem a fez? Eu não sei, só desci, se me lembro não subir.
Não é queda, não é prática, ela é rápida e costumeira, levantar-se nem que eu queira.
Frente a frente tenho medo, já contei, nenhum segredo.
Absurdamente assustadora, já é noite? ou é dia? Me cintila de agonia. São luzes, são cores, são feixes luminosos, é o cansaço que me bate, é a pancada que me arrasta.
Minha direção é caos, claro, não quero ficar, mas, também não tenho forças para voltar.
Senta, pensa, se refaz, gaste o tempo que gastar. O poço existe é fato, é real, espaço, a tempos que ele é visto, há tempos não bem quisto. E o que importa, é grito.
Mais ainda há tempo, querer sair. Mas, se ainda é tempo, da pra fugir. Mas, se não der tempo eu fico aqui.
O caos é laço, é cais, é porto, não se refaz, de longe olho, vem tempestade, coragem ausenta, meu ser imprensa, não posso mais.
Quero armadura, coragem pura, se é bondade, se é voraz, se é fraqueza, ainda mais.
Mas, tem um jeito, por ele almejo, no tempo certo, na minha maneira, e do meu método, caminhos, carreira.
Vai se montando, vai por vielas, minha alma salta, chorei por ela, então eu vejo, longisco e fosco uma aquarela.
Meu rosto brilha, meu eu, devora, pensar me gasta e que demora, são erros, pague, são seus, não rasgue. Avista a luz, formas e gestos, sou eu num encontro com a bela fera, criei temores, passei por guerras, que eu criei, bela novela.
De vez ou outra, meu ser revela, subindo escada, desci por ela, aprisiono um eu de antes, agora olho, ser ofegante, não mais estou, sair da cela.
Marcio Ribeiro
O dia da terapia
Hoje eu vivi mais um dos meus dias, apenas deixei as horas passar, mas, também foi dia de terapia.
Pela primeira vez eu tremi durante aquela uma hora, eu cheguei a ter momentos de choro, quanto mais eu falava era pior. Os olhos da minha psicóloga concentrados em mim eram desafiadores. Eu senti medo, angústia, dor, questionamentos, parecia estar numa redoma, preso em mim.
Sai da terapia e ainda tremendo voltei pra casa, aqui estou agora, sem quase nada, sem fazer nada, apenas pensativo no quão inútil me tornei, por não achar solução para tudo que me apavora, para o caos que me aprisiona.
Vem a noite e tomarei meus medicamentos, os quais vão me “apagar” por algumas horas enquanto espero pelo novo dia, não sei o que tem lá, talvez eu nem queira estar lá.
P.S Lembrando agora, hoje não “comi nada,” uma laranja e alguns copos d’água.
Difícil conviver com esses demônios, monstros que as pessoas criaram e eu deixei que colocassem na minha vida.
Utopia ou Distopia?
Em meus devaneios abstratos, sondei um mundo diferente:
Onde borboletas e pássaros nadavam no oceano acima das montanhas,
e os peixes voavam nas nuvens sob nossos pés.
Onde o Sol coruscava, frígido,
e o lume tórrido da Lua evaporava o mel das abelhas.
Onde a dor era conforto,
e o choro ditava alegria.
Onde os ricos eram paupérrimos,
e o dinheiro somava à miséria.
Onde a fome era lenda,
e a fartura brindava com equidade.
Onde a corrupção era mito,
e a honestidade se via em cada esquina.
Onde a cor não definia padrões,
e o preconceito rastejava na lama.
Onde a guerra era ficção,
e a paz adejava como poesia.
Onde a morte, desempregada,
implorava por esmola à porta da vida.
Teus cabelos ondulam nas noites de meus sonhos,
onde os Orixás sussurram que devo tomar cuidado
para não me perder em teus encantos de sereia.
Mas eu não dou ouvidos às advertências
e sigo enfeitiçado por teu olhar,
sedento por teus lábios,
desejando ardentemente
mergulhar nos prazeres do teu corpo.
És Filha de Iebá,
dona de mistério e magia
que fascina todos os homens,
e os atrai como imã
para que te sirvam
e façam tudo o que você quer.
Alguns terão a delícia dos teus beijos,
outros viverão apenas a suspirar por ti.
Mas eu confio nos desígnios de Iemanjá
que atou nossos destinos
para que esta sede que me toma
seja saciada entre tuas coxas
onde hei de me encontrar
para te proporcionar o mais intenso ardor
em marés infinitas de prazer.
Com o passar dos anos e com a chegada dos meus 37 anos, a maturidade trouxe consigo uma compreensão mais profunda sobre minhas próprias necessidades e limites. Passei a identificar, de forma cada vez mais clara, a importância de preservar minha paz espiritual e, por esse motivo, tenho me abstido de prazeres momentâneos e superficiais. Estou em busca de conexões verdadeiras e profundas, que contribuam para a minha evolução pessoal.
Diante disso, optei por permanecer solteira até encontrar alguém cuja visão de mundo se alinhe à minha e que ressoe com a perspectiva de vida que venho construindo. Não estou em busca ativa, pois alcancei a plenitude em estar só e em apreciar minha própria companhia. Tenho escolhido não me envolver carnalmente com outras pessoas, pois acredito fielmente em valores que considero cada vez mais raros, como fidelidade, reciprocidade e integridade.
Somente me permitirei envolver novamente com alguém que desperte meu interesse de forma genuína e que respeite integralmente minha maneira de ser, agir e pensar. Almejo uma relação com alguém disposto a assumir-me e a assumir, de maneira consciente, todas as responsabilidades afetivas que esse compromisso exige. Portanto, só me envolverei novamente com alguém que deseje, comigo, construir uma família.
“Falo do que não vivo”
✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua
Em meus poemas,
falo de cigarros que nunca acendi,
mas sinto a fumaça deles
entrando na alma.
Falo de bebidas que não bebo,
mas conheço o gosto amargo
de quem tenta afogar o que sente
no fundo de um copo imaginário.
Falo de lágrimas que não caem,
porque já chorei demais por dentro —
lá onde ninguém enxerga,
mas tudo dói.
Falo de amor,
mesmo sem saber amar,
porque o amor é isso:
tentar entender o fogo
sem nunca ter tocado a chama.
Escrevo pra não morrer calado,
pra dar nome ao vazio,
pra fazer das palavras
o abrigo que o mundo me negou.
E talvez seja isso o que me salva —
mentir em versos
pra dizer a mais pura verdade.
Marcadores de sensação
Meus marcadores de sensação
não se prendem à imagem crua,
vão onde a vista não alcança,
onde a alma se insinua.
São pulsares no silêncio,
ecos de um sentir sem cor,
onde o olhar é só passagem
para o rastro do amor.
Eles vivem no arrepio,
no som que dança no ar,
no cheiro que conta histórias
que ninguém pode escutar.
Atravessam o olhar
como a luz atravessa o vidro:
sem pedir licença,
sem deixar o sentido perdido.
Meus marcadores são tempo,
memória viva a vibrar,
para além do que se enxerga,
onde só o sentir pode tocar.
Entre Cachos e Destinos
Entre os seus cachos soltos,
dançam meus sonhos proibidos.
Cada volta do seu cabelo
é um caminho onde me perco,
onde o mundo silencia
e só o seu nome faz sentido.
Nos olhos castanhos que carrega,
mora um pôr do sol que não me pertence.
Brilham tão perto…
mas o destino, ciumento,
me impede de tocá-los.
O amor que sinto por você
é daqueles que o tempo cala,
que o coração grita,
e que a alma eterniza.
Se o universo fosse gentil,
seríamos verso e rima,
seríamos encontro e abraço,
seríamos coragem e destino.
Mas sigo aqui — amando em silêncio —
porque há amores que não nascem,
apenas florescem no impossível.
E você…
é o impossível mais lindo
que meu coração já ousou amar.
Que em meus dias...
Não conto quantos anos se passaram, quantos 365 dias eu vivi. Porque, apesar de fazerem parte da minha vida e da minha história, eles se foram e nada posso mais fazer pra mudar ou para alterar o que aconteceu, nem o que não aconteceu. É tão natural dizermos: tudo passa. E isto é fato incontestável. Do bom ao ruim, do doce ao azedo, da alegria à tristeza, tudo passa. A relativização do que seja bom pra mim e do que seja ruim pra mim é equivalente: tudo passa na mesma proporção do passar, do ir embora, do se transformar num passado inalterável. A cada primeiro de janeiro, teremos mais um conjunto de 365 dias, novamente. Desses dias, tem-se o ano. O que você fez no ano que se foi, já foi. Mas, o que você irá fazer no ano que se inicia? Nunca se sabe! Planos, sonhos, desejos, todos nós temos. Realizações e fracassos, conquistas e frustrações todos nós iremos ter. Entretanto, está em nossas mãos o que fazer com tais resultados. Podemos escolher! Importante entender que tudo que nos acontece, tem o seu motivo, uma razão. É de extrema relevância sabermos separar o joio do trigo, como também compreendermos as entrelinhas de cada evento que ocorre. Assim, enquanto o sol chega pra clarear, as estrelas vêm pra brilhar. Enquanto a neve nos promove buscar dias aquecidos, o calor nos lança ao frescor das sombras. Enquanto o nascimento chega para nos fazer esquecer a morte, a morte nos faz lembrar que é preciso viver em vida. Enquanto a guerra vem pra separar, a paz vem pra juntar. Enquanto o amor é transformador, amar nos transforma no que melhor podemos ser. Portanto, que em meus dias e em todas as idas e vindas da vida, eu tenha levado amor e trazido amor comigo. Este é o único sentido de viver. Este é o meu sentido de ser feliz!
Choro
Choro pela vergonha que passo.
Com minhas mãos sobre meu olho,
pisco e sinto meus cílios a tocar-las.
Sentir algo ameniza o desgosto.
Conscientizo a existência da carne e do osso.
E no fim não respiro, eu sufoco.
Mesmo sentindo, eu duvido.
Mesmo chorando, eu questiono.
Percebo que a pele é a prisão.
Que prende o coração de querer,
de poder ser o alguém que deseja ser.
Menina dos meus desejos mais sinceros, profundos e insanos.
Desejo debruçar-me sobre os contornos da tua face meiga e serena, sentir meus dedos deslizarem suavemente por tua pele, enquanto teu suspiro me convida a continuar e assim embala a cena.
Com a mão direita, envolver teu pescoço e com a esquerda, percorrer teu corpo, explorando cada pedaço como quem descobre um tesouro.
Apertar, com vontade, tua cintura maravilhosa, deleitar-me em tuas curvas preciosas e me perder nas tuas silhuetas prazerosas.
Escrever palavras em teu corpo com a caneta dos meus lábios e, com o pincel das mãos, desenhar delícias nessas curvas que me tiram do sério. Chegar aos teus ouvidos e sussurrar palavras doces e provocantes; com os olhos, ler teus arrepios, e com os ouvidos, saborear teus gemidos.
Quero beijar teus lábios, subindo lentamente até a tua boca, enquanto me perco no tempo nesse intervalo.
Provar o suave e doce mel desses lábios, fazendo-te delirar em prazer e rendição.
Quero colar minha boca à tua, sentir teu corpo se entregar, enquanto tuas pernas repousam sobre meus ombros.
Menina, te quero. Te desejo!
Ismael Miranda
Terça-feira
Para hoje, que o caminho seja brando sob meus pés. Que haja belezas no caminho, e que eu seja capaz de vê-las. Que haja os degraus que me levem rumo ao meu crescimento, e que eu seja capaz de galgá-los. Que eu tenha sabedoria para cada conquista que anseio, e humildade para merecê-las. Que haja o tempo e o lugar certos para que eu possa ter meus momentos de refazimento. Que eu possa fazer o bem na medida de meus esforços e possibilidades, mas que a caridade ensinada pelo Senhor Jesus seja uma realidade em minha vida, em meus atos e palavras. Que Deus esteja presente em tudo em minha vida e que as aparentes impossibilidades tornem-se os milagres pelos quais clamo ao Senhor. Assim seja.
Josy Maria
Frases, textos e citações by Josy Maria
