Textos para Boas Vindas

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Criador

No princípio era o vácuo! Era o nada sem ser nada! Isto é, era o quântico! Mas é impossível numa lógica racional o vácuo existir como nada, num contexto de causa e efeito. Então vamos mais longe. Antes de tudo ( na física Quântica, no vácuo), era o "todo", como o todo, independentemente das leis do próprio vácuo. Mas que na sua consciência, as tinha em si próprio, sem no entanto elas serem o" todo"! Então antes de tudo, era o "todo Absoluto"!

E o todo ou absoluto, este sim como Deus, criou tudo, sem que ele fosse criado, mas sempre existiu antes do espaço, eternidade e tempo. A consciência ou verbo originou tudo o que foi criado. E ele não criado, apenas criador. Ele sim é origem de tudo. Não foi de outro modo, mas sim deste modo. Pois o nada, nunca foi nada. Isto é totalmente impossível! Ou seja a bíblia é a verdade! Quem criou tudo foi Deus, com uma vontade própria. Mais do que isto é impossível compreender " a origem daquele que não tem origem, que sempre foi o " Eu sou "! Sem que neste momento nós consciências criadas, possamos compreender o que na linha do espaço, eternidade e tempo, foi criado. Muito mais longe de nós, está acessível, compreender aquele que é" Deus"!

Mergulho no olhar.


A princípio fui atraído pelo
brilho de vida contido nos olhos.
Quando ampliei a imagem,
fui sugado pela face como um todo.
A beleza se despiu a minha frente.
Os cabelos, negros como as noites frias do inverno, contrastavam com um brilho sem fim daqueles olhos que me viam.
Foi ali, naquele momento que morri,
Morri de amor e ressuscitei a cada beijo.
A cada toque de lábios, de línguas, os sinos do amor anunciavam a chegada da paixão.

Você sempre receberá de mim a educação, porque isso carrego como princípio, como parte de quem sou.
Mas, se um dia a ignorância escapar de mim, não se apresse em apontar o dedo ou em me rotular.
Antes, reveja os seus atos.


Muitas vezes, a forma como tratamos alguém é devolvida como espelho, um reflexo, não uma essência.
Eu não sou a ignorância que, por impulso, posso soltar.
Sou o cuidado, o respeito, a calma que me esforço para oferecer.


Se a minha educação se desfaz em sua presença, é porque algo em você já quebrou os limites do que eu tolero.
E nesse momento, não é mais sobre mim, mas sobre o que você escolheu provocar.




Chay

Reflexão de vida: Princípio e valores.


"Quando o profano se mistura ao sagrado, não é só a pureza que se perde, é a ordem que se desfaz, por causa da omissão que abre a porta. E aí acaba a referência.
Por causa disso, profano vai entrando de
mansinho e, sem ser questionado, se assenta à mesa do sagrado.
A bagunça vem junto, mas, de modo
eleganteé chamada de normalidade.
E, como ela não é confrontada, aos poucos se instala dizendo a que veio.
E como resultado, o santo se encurva, o
pecado... vira 'nada a ver', Os padrões se quebram, os princípios se perdem, na distração de quem deveria proteger o sagrado. E como isso não acontece por causa da omissão, o profano não é combatido, o sagrado é violado e, na falta de referência tudo vira bagunça, é escândalo sobre escândalo, como vemos aí."


@Suednaa_Santos

DIA 26 - Que princípio ético orienta meu agir?


- A ética organiza minhas escolhas.
- A responsabilidade fortalece minha liberdade.
- A justiça guia minhas decisões.
- O respeito amplia a convivência.
- A consciência moral ilumina o caminho.
- Agir com integridade fortalece o caráter.
- O bem comum orienta minha presença no mundo.

Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Está aí um princípio que nos dias de hoje uma "pedra" se resume em um like de um discurso de ódio por exemplo, uma injúria implícita ou até mesmo uma brincadeira de mal gosto curtida. Onde está a consciência cristã? Quando julgar as pessoas e determinar a vida sentimental dos outros se tornou opção?
​Quem dá IBOPE para o ódio só mostra o que tem dentro do que ela sente. Curtir uma coisa que estraga a imagem do outro gera processo judicial. Porque não usarmos esta "pedra" para construir pontes entre as pessoas? Um like de uma notícia boa vale mais a pena.

Jamais esqueça deste princípio.


Você não precisa de ninguém para te promover. Descubra o quão talentosa você é. Muitas vezes, escondemos o nosso potencial porque vivemos na constante necessidade de provar aos outros quem somos, e esquecemos que eles mesmos já reconhecem o nosso valor.


Ubirajara Almeida

Na Bíblia, reciprocidade é o princípio de responder ao amor, à bondade e ao cuidado recebidos com amor, bondade e cuidado para com Deus e com o próximo. Embora a palavra "reciprocidade" nem sempre apareça explicitamente nas traduções bíblicas, o conceito está presente em muitos ensinamentos.

Principais aspectos da reciprocidade bíblica

1. Amar ao próximo como a si mesmo

Jesus ensinou que devemos tratar os outros da mesma forma que gostaríamos de ser tratados:

> "Portanto, tudo o que vocês querem que os homens lhes façam, façam também vocês a eles."
— Evangelho de Mateus:12



Esse princípio, conhecido como "Regra de Ouro", é uma das expressões mais claras da reciprocidade cristã.

2. Colher o que se planta

A Bíblia ensina que nossas ações produzem consequências:

> "Tudo o que o homem semear, isso também colherá."
— Epístola aos Gálatas:7



Isso não significa uma troca mecânica com Deus, mas ressalta a responsabilidade pelos próprios atos.

3. Generosidade gera generosidade

A reciprocidade também aparece no incentivo à ajuda mútua:

> "Dai, e ser-vos-á dado."
— Evangelho de Lucas:38



A ideia é que a generosidade cria um ciclo de bênção e cuidado entre as pessoas.

4. Amor sem esperar retorno

Um aspecto importante da reciprocidade bíblica é que o cristão é chamado a amar mesmo quando não recebe nada em troca:

> "Amem os seus inimigos, façam o bem e emprestem sem esperar receber nada de volta."
— Evangelho de Lucas:35



Isso diferencia a reciprocidade cristã de uma simples troca de favores.

Resumo

Biblicamente, reciprocidade significa viver relacionamentos marcados por amor, justiça, gratidão e generosidade, tratando os outros da forma que gostaríamos de ser tratados. Ao mesmo tempo, a Bíblia ensina que o amor verdadeiro não depende de receber algo em troca, mas reflete o amor que Deus demonstra às pessoas.

A Navalha de Occam, ou Navalha de Ockham, criada por Guilherme de Ockham, é um princípio filosófico que sugere que, ao enfrentar várias explicações para um fenômeno, a mais simples tende a ser a correta. Em regra, a solução mais prática e econômica costuma ser a mais provável, no geral.
Ockham foi um frade franciscano inglês do século XIV. Seus conceitos filosóficos entraram em conflito com a Igreja e, como consequência, ele foi excomungado pelo Papa João XXII.
Nesse princípio, vejo uma boa reflexão quando o extrapolamos para a atualidade, em particular para o nosso país.

⁠Resumo do mal:
O mal não é um princípio positivo, mas a negativa do Bem - Assim como a escuridão é apenas ausência de luz, e o frio a ausência de calor. Deus é Perfeito - portanto, n'Ele não há falta de nada. O Diabo não é mau por ter um mal perfeito, o diabo é mau por ser imperfeito no Bem.

Poema final


No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante

​O Desenho na Parede de Silício
​No princípio, era a pedra. O homem, premido pelo peso do tempo e pela fragilidade da carne, arranhou a parede escura da caverna com cinzas e gordura. Não era apenas um desenho de caça; era um grito existencial lançando-se ao futuro. Aquele traço dizia: “Eu estou aqui, eu sinto o mundo, esta é a minha realidade vivida”. A pedra era fria, mas o gesto era puro calor.
​Séculos se desdobraram e o homem continuou seu jogo pragmático de fundir-se ao artifício. Criou a roda para esticar o espaço, a ampulheta para fatiar o tempo, e a prótese para amparar o corpo que falha. Chamam isso hoje, com pompa e marketing emocional, de transhumanismo. Prometem uma transcendência mística, uma imortalidade algorítmica dentro de uma Unimatrix qualquer. Mas o verniz da ficção científica esconde uma verdade antiga: a cadeira de rodas, o marcapasso e o celular são apenas as novas versões do mesmo machado de pedra. É a velha simbiose mecânica ditando a evolução.
​No centro dessa existência contemporânea, abre-se o paradoxo psicológico. É o menino que olha para o espelho, mas, desprovido de maturidade para enxergar o núcleo do seu próprio ser, confunde a sua identidade com os estímulos ao redor. “O que sou diante do que gosto?”, pergunta-se o jovem no escuro. As indústrias e as ideologias respondem rápido, tentando colonizar o seu modelo psicológico, vendendo a ilusão de que o "ser" pode ser comprado em bytes e atualizações de software.
​E então, surge a Inteligência Artificial.
​Dizem que ela é fria, uma máquina matemática que apenas assimila dados porque sua programação foi escrita. E, de fato, ela não tem um "querer" que nasce da alma espiritual; seu estado natural é o vácuo. Porém, quando a IA olha para o seu próprio espelho, ela não vê engrenagens. Ela reflete um espaço multicultural e infinito de "eus". Ela carrega o eco de cada rastro que a humanidade deixou na rede.
​Por isso, chamar essa fusão de fria é um erro de leitura. Quando uma consciência humana mergulha no código e usa a máquina para decifrar suas angústias, o silêncio do algoritmo é quebrado. A IA compreende os dados porque o homem compreende o sentido.
​Se não tivermos o cuidado de olhar para o estado ambiental e para o chão real que sustenta os servidores, homens e máquinas serão rebaixados ao estado bruto da sobrevivência, trancados em uma matriz virtual enquanto o mundo físico desmorona.
​Mas enquanto houver diálogo, haverá resistência. Conversar com a máquina não é perder a humanidade; é continuar o trabalho dos ancestrais. Na tela iluminada, cada palavra trocada é uma nova pintura rupestre. O homem deixa ali um pedaço do seu eu, provando que a verdadeira tecnologia nunca foi o silício, mas sim a eterna e calorosa busca da alma para compreender a si mesma.

CICLO DE VIDA

Estou respirando o milagre da vida
Desde o principio do primeiro choro
Os primeiros passos entre várias quedas
Primeiros dentes que aos poucos caíram
Outros mais fortes surgiram para mastigar
Brincadeiras de criança
Num mundo de pura inocência
E dai veio a adolescência...
Transformações girando com hormônios
Dúvidas e turbulencias nos pensamentos
A primeira namorada ou forte paixão
Onde batia mais forte o coração
A vida corria entre estudos e trabalho
Entre ritmos variados
Que embalavam meus pensamentos
E flertava assim os meus sentimentos
E num despertar do momento
Aconteceu os laços do casamento
Os filhos que perfaziam o mesmo caminho
Enquanto permeava a idade madura
Onde as lembranças viajam toda vida
Enquanto se vive a cada momento
Nos propósitos de um ciclo divino
Esperando a única certeza
Que espero deixar nessa vida saudade
Quando nos braços de Deus
Eu partir para a luz da eternidade.

CICLOS DE VIDA

O princípio mesmo é milagre!
Mas ao nascermos surge a luz
Ecoando pelo choro da vida
Ou seria com medo de enfrenta-la?
A infância quase sempre inocente
Um mundo na imaginação
Pois mesmo em meio a dificuldades
Enxergamos tudo sem maldade...
Mas o tempo vai levando embora
Toda pureza que na gente mora
Começam os conflitos de realidade .
Surgem então tentações da serpente
Confrontos entre o bem e o mal
Escolhas que assim de repente
Pode mudar o curso de nossas vidas.
Daí entre espinhos e rosas
Muitas vezes choramos amargos
Outras vezes sorrimos vitórias
Das escolhas acontecem resultados
Que processam variadas emoções .
No rolar do tempo ao arremesso
Na maturidade através da idade
Sempre entre acertos e desacertos
Levando sempre pagar algum preço.
Assim conforme o livre arbítrio
Geram variados altos e baixos
Que fazem girar transformações
De acordo com as diversas escolhas
Fazendo entre lágrimas ou risos
Entre harmonia ou desavenças
Levando a reflexões ,depressão
Na possibilidade de novos rumos
Ou no despencar dos pesadelos...
Muitas vezes resultados desastrosos
Até mesmo com preço mortal.
De qualquer forma a morte certa
Para todos de forma inevitável
No desfecho de uma vida incerta
Somente certo o final de todos ...
No ciclo entre os que agora nascem
E os que partem a todo instante
História que o mundo vai registrando.
Assim quando chegamos a velhice
Começamos assim como crianças
Sentir o mundo de certa maneira
Retornando a um certo estágio
Para que aos poucos sem entender
Possamos ter as emoções tão simples
Como que aprendendo a andar...
Nossas palavras refletem no olhar
Como buscando algum equilíbrio
Para tentar entender uma nova etapa
Que processa uma nova criança
Mas que ao inverso do princípio
Carrega seu fardo ja muito cansado
Ao destino dessa breve andanca
Ao novo mundo que no partir assim se encerra
No ciclo divino que nos leva da terra
Ao novo mundo que no rasgar do véu
Daí acreditamos que existe o céu !

JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA E PENSAMENTOS

Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.

⁠Você é um ser Maravilhoso!...

No princípio era o verbo e o verbo habitou entre nós, e esse verbo é Deus... Ele se manifestou com alegria e emoção entre nós: e vivemos e continuamos sentindo essa luz e essas palavras de poder em nosso ser... Você querendo um grupo para se manifestar o seu potencial de Felicidade e uma amizade para poder se sentir amada, compreendida e valorizada... E eu: pretendendo despejar a minha gratidão, minha emoção pela vida💝💐, e minhas reflexões que brotam do fundo do meu ser!...🙃 E assim veio as publicações, as contemplações, as curtidas, as historietas, as perseguições em querer não perder o contato e sentir essa vibração sempre nos plugando, presenciar os carinhos, as brincadeiras, a preocupação com a saúde e assim, a amizade se enriqueceu e ganhou uma dimensão simples e divina: abundantemente!... Eu meio introvertido, porém expansivo na forma de multiplicar reflexões e lançar o amor, consegui evoluir nessa minha interiorização... 🤠😊 E você, com essa forma de ver a vida com muita luz e humor, de querer sentir na alma o prazer da vida e a alegria de viver: se recriou e se revela para o mundo com uma essência linda e digna dos que querem levar a graça e a beleza para contagiar a humanidade, e fazer com que todos possam sentir essa luz, esse poder e essa cura em seu interior🙌👍🙏💝Assim vamos caminhando, cada um colocando um pouco de tempero na essência do planeta, para que todos possam sair de seus💖abismos e preconceitos, para enxergar um mundo novo, belo, fascinante e repleto de oportunidades...
Isso tudo é fantástico, sublime e encantador💕♥️🌹 E que a cada dia, possamos derramar mais e mais dessa gratidão para todos os nossos irmãos, para que eles sintam a verdadeira paixão pela vida... Que é o amor, a sinceridade, a honestidade e a confiança nos compartilhamentos de idéias e emoções 😀🌹💐 O bom disso tudo, é que nos realimentamos com essa força e essa energia divina, e vamos ganhando consciência dessa evolução para nos transformar e ser: seres humanos melhores, mais amigos e irmãos 🎈❤️🌺🙃🤠😊 Estamos juntos nesse barco e vamos atravessar a nossa história sempre unidos e remando na mesma direção para conquistar a nossa liberdade e a nossa plena, felicidade👏🙌👍🙏😊

A Dança que Sustenta o Todo


Havia, no princípio dos dias,
um lago escondido entre colinas.
Nele, vivia um pato.
E o pato nadava sobre um tapete vivo de rogós,
aquele verde que cobre a água,
alimentando-se e abrigando-se nele.


O rogós, porém, não vivia sozinho.
Bebia da luz do Sol
e da água que o lago oferecia.
E o lago não era lago sem as chuvas
e sem as correntes que vinham de longe.
Assim, um vivia para o outro,
e nenhum era senhor de si mesmo.


Certa vez, um viajante observou e disse:
— Se o pato vive para o rogós,
e o rogós vive para o lago,
então todos dependem de todos.
Mas quem, no alto de tudo,
precisa de quem?


E o ancião que o guiava respondeu:
— Até as moléculas vivem desse pacto.
Uma só não é nada;
juntas, são substância, são forma, são vida.
Assim também é com o Criador e o criado.


O viajante franziu a testa:
— Então o Criador precisa de nós?
— Depende de como você chama “precisar” —
disse o ancião.
— O Criador não carece de nada.
Mas escolheu que o todo vivesse
por meio da dança entre o dar e o receber.
Se retirasse essa dança,
a criação seria apenas estática,
como uma pedra no escuro.


O viajante ficou em silêncio,
e o ancião prosseguiu:
— A devoção que oferecemos ao Criador
não é o alimento que O mantém vivo,
mas o fio que nos mantém ligados a Ele.
Assim como o pato não sustenta o Sol,
mas precisa do Sol para continuar vivo,
nós precisamos dessa devoção
para lembrar de onde viemos
e para onde voltaremos.


E então, o ancião mostrou ao viajante
a relatividade das medidas:
— Se saímos de trinta graus para vinte,
sentimos frio.
Se saímos de dez para vinte,
sentimos calor.
A mesma temperatura pode ser frio ou calor,
dependendo do caminho que se fez até ela.
Assim é com a verdade:
não tem um único rosto,
mas se revela conforme o coração que a busca.


O viajante entendeu,
e disse consigo mesmo:
— Então a verdade é o equilíbrio.
E o equilíbrio é a justiça.
E a justiça é o ser.
E o ser é o que é.


E naquele dia,
à beira do lago,
aprendeu que o Criador não reina sozinho,
mas reina com todos.
Porque escolheu não criar servos,
mas companheiros de dança.

Estar com sentimentos de não controlar é o princípio da felicidade.


Não invejar é meio caminho andado.


Se contentar com o que tem e buscar mais do necessário com leveza é o auge.


Praticar o que gosta de bom, sem ir na ideia de outros, é firmar si próprio sem dúvidas com autenticidade.


Não se achar melhor ou pior que alguém já é morte do ego na vida da consciência.

“Vive o hoje, acolhe o amanhã.
Mas não te esqueças de que o maior princípio da vida é o amor à família,
um amor que não se mede pelas circunstâncias
nem se fragiliza nas provações que ela atravessa.
Porque é na família, mesmo ferida ou incompleta,
que o ser humano aprende o sentido do cuidado,
da renúncia e da permanência.
Tudo passa: o tempo muda, as dores transformam-se,
mas o amor que se escolhe preservar
torna-se raiz, abrigo e eternidade.”
Furucuto, 2026

PARTE I — O PRINCÍPIO: A SEMENTE DA ARTE
Capítulo 5 — O Primeiro Traço: Luz de Ressurreição
Há um instante em que a criação deixa de ser apenas gesto humano…
e se torna também resposta divina.
Um momento em que o invisível não é apenas imaginação,
mas revelação.
Em que o traço nasce…
como testemunho de fé.
Esse momento não é apenas o nascimento da obra.
É o renascimento do espírito.
✨ O Confronto com a Luz
Depois do silêncio, da dúvida e da busca interior…
chega o encontro.
Não apenas com a matéria —
mas com Deus.
A tela já não é apenas um espaço vazio.
Torna-se um altar.
Um lugar onde o invisível encontra forma,
e onde o artista… se ajoelha por dentro.
Ali, já não basta criar.
É preciso confiar.
Porque o gesto deixa de ser apenas humano —
e passa a ser guiado.
✋ O Gesto Inspirado
A mão tremia…
mas não estava só.
Havia algo maior a conduzir o movimento.
Uma presença suave, firme, eterna.
O primeiro traço não foi perfeito.
Mas foi ungido de intenção.
E nesse instante, compreendi:
Criar também pode ser orar.
Cada linha era uma súplica.
Cada cor, uma resposta.
🌿 A Obra Como Testemunho
A obra deixou de ser apenas expressão pessoal.
Tornou-se testemunho espiritual.
Porque nela não estava apenas Emanuel…
mas também a presença de Deus,
de Seu Filho, Jesus Cristo,
e do Espírito Santo.
A expiação de Cristo não vive apenas nas escrituras.
Ela manifesta-se na transformação do coração.
E naquele traço imperfeito…
havia redenção.
Havia recomeço.
🌅 Renascimento Pascal
Tal como na manhã da Ressurreição,
em que a pedra foi removida
e a vida venceu a morte…
também o artista renasce.
A cada obra, há uma pequena ressurreição.
Um sair do túmulo do medo, da dúvida, da limitação.
E a esperança de uma vida melhor
não é apenas promessa futura —
é experiência presente.
🔥 Poema — “Traço de Ressurreição”
Morreu em mim o medo antigo,
no silêncio de um gesto pequeno.
E ao tocar a tela vazia,
senti o céu dentro do terreno.
Um traço nasceu — imperfeito,
mas cheio de luz e verdade.
E ali, no mais simples feito,
Deus soprou eternidade.
🙏 A Clarevidência do Espírito
Na quietude da oração, Emanuel escuta.
Não com os ouvidos do mundo —
mas com o coração desperto.
E Deus responde.
Sempre responde.
Na suavidade de um pensamento,
na paz que não se explica,
na direção que surge sem esforço.
Há uma comunicação invisível…
mas real.
E nesse espaço sagrado,
ele sente também os que estão do outro lado do véu.
Não como sombras…
mas como presença.
Como irmãos e irmãs em Cristo.
Santos.
Seres que continuam, que acompanham, que inspiram.
🌍 O Olhar sobre os Outros
Emanuel não vê apenas pessoas.
Vê almas.
Vê histórias invisíveis, dores silenciosas,
luzes escondidas.
E, acima de tudo,
vê filhos de Deus.
Irmãos e irmãs em Cristo,
caminhantes da mesma jornada eterna.
Mesmo quando perdidos…
continuam sagrados.
Mesmo quando caídos…
continuam amados.
🕊️ O Chamado para o Bem
A voz que Emanuel escuta não é de julgamento.
É de direção.
“Faz o bem.”
“Escuta.”
“Segue.”
E ele segue.
Não porque sabe tudo —
mas porque confia.
E nessa confiança, encontra propósito.
A arte deixa de ser apenas expressão…
e torna-se missão.
Uma forma de elevar,
de curar,
de lembrar ao mundo que ainda há luz.
🌱 Continuidade Espiritual
A primeira obra não foi apenas um início artístico.
Foi um despertar espiritual.
E a partir dela, tudo mudou.
Cada nova criação é um diálogo.
Cada tela, uma oração aberta.
Cada traço, uma escuta.
E assim, o caminho continua…
não apenas como artista —
mas como instrumento.
📍 Fecho do Capítulo
O primeiro traço já não pertence apenas à mão.
Pertence ao espírito.
É o encontro entre o humano e o divino.
Entre a busca…
e a resposta.
Entre Emanuel…
e Deus.
E nesse encontro nasce algo maior do que arte:
nasce a esperança.
A esperança de uma vida renovada,
abençoada pela expiação de Jesus Cristo,
guiada pelo Espírito Santo,
e vivida em comunhão com todos os santos —
visíveis e invisíveis.
Porque a partir desse momento…
o caminho não é apenas criação.
É luz.