Textos para Amigas

Cerca de 25386 textos para Amigas

⁠ELA É PRA SEMPRE

Eu sei que eu errei
Fiz meus olhos vagarem
Em outra mulher
E sem querer esqueci minha Mulher

A minha tão digna
Uma mina tão limpa de água
A 'minha' de fé
O meu presente divino

Mais uma vez
Ela vai e me perdoa
Devo escolher por Aquela que eu amo

Você é o colírio que lava meus olhos
Meu óculos de descanso
Tudo o que eu preciso ver

DATA: 22/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ

Inserida por linjetico

⁠PRINCESA A CAVALO

Eu vi você chegar de cavalo
Cheia de autoridade
Vi os seus pés tocarem no chão
E veio até mim

Me deu um beijo puro de mais pra mim
Eu ouvi tantas vozes
Falando comigo
Com toda a harmonia

Como santa
Foi embora de cavalo
E me deixou inflamado de amor

O sono fugiu de mim
Ouvi um galope na madrugada
Mas era só a poesia que chegava

DATA: 23/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ

Inserida por linjetico

⁠CARENTE

Te liguei ontém
E você não atendeu a chamada
Eu me senti fraco e sozinho
Eu chorei

Você sabe
Que algumas vezes preciso mais
Do que em outras
E não há outra como você

Eu preciso de você
Só você pode me salvar
Me tirar da solidão

E sem você eu perco a direção
Me ensina a ser tão forte quanto você é
E me ponha a salvo para sempre

DATA: 24/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ

Inserida por linjetico

⁠No calor do momento e da aventura na realeza.
⁠O fascínio de uma beleza em si quando estamos na realeza e no trono banhados em ouro como estrelas cintilantes do universo podemos apreciar a beleza e o encanto dos jardins do palácio de Queluz que nos transmite pela alma. De manhã os teus lábios são doces e frescos como a brisa do vento de Queluz, à tarde o teu calor como um vulcão e o teu suor do teu corpo doce como o mel e o amor.
À noite olhamos para os céus da Realeza e sentimos a tua essência pura e especial como o encanto da lua cheia e das estrelas e do universo a dançar de fascínio e alegria.

Inserida por ricardo_felix_1

⁠Sydney


Um fantasma de Esparta
A visão, o ato sequencível
Tudo parece como moldes
O aquisicional se torna interposto
Palavras, visões, talvez um recheio ocidental
É isso, o perímetro desnorteável
Tudo parece, tão confuso
Não é velha abundante
Júpiter dá as caras
O visível soterga, o ponto austral
O viverdar aprisiona o mormeio sedento
O transparecível, o apetrecho coligário
O molde sazonal do tempo interposto
Tudo se coliga, não é irmão (Yes or No?)
Fábulas pequenas, núcleos do tamanho de uma selva
O coligário, o vertejar insólito
Carreira interposta, permissível
Claro, contragulando suas gotas
O vendaval se torna imaginável
Talvez, irresolvível
Claro, apreendendo os de Sydney
Meu momento '' Você disse alguma coisa sobre os soviéticos? ''
O medo nossa posição
O ato I, o ato da ''lms''
Sim, os taberneiros de plantão
Sussurre sua voz, não é altivo
O mundo pertence os sádicos
A carrocinha dá seus pulos
O que quero é solavancar suas ideias
Discípulos de Judá, ordem e progresso
Ou diria, perda e chantagem
Assinado por ele, o monstro da dúvida

Inserida por felipe_boaventura

⁠ele é do tipo que causa um impacto bom só de olha-lo
É o moreno mais lindo que já vi
Ele chama a atenção toda para ele ao chegar em algum lugar
Ele é do tipo irritado mais ao mesmo tempo o tipo romântico do coração de manteiga ,
Ele é o zangado mais chatinho ,mais também o amoroso ao extremo
Pra ele sempre é 8 ou 80 ,não tem meio termo
Ele é de intensidade ,recíproco
Eu o amei primeiro,mais é ele quem me ama mais e mais a cada dia
Nosso amor é puro e verdadeiro
E isso é o que me enche de alegria
Podemos ter momentos de brigas e discussões,mais isso é normal como qualquer outro casal que se ama
Ele é o meu pudinzinho,meu docinho,meu amorzão . AMO O MEU MORENO do fundo do meu coração 😏❤

Inserida por ana_ruth

⁠Enxame do Infinito

A assolação da rentável voz
O perímetro do lago suburbano
As masmorras sepultam
O larapiar infinito
Tudo se reduz a pó
A normandia enclausurada
A trépida governância do reino
A verdade, e o enxame do infinito
As profusões áridas
O enxame envolve nossos prastes
O vertejo insano
O contragular insinuante
As veredas prossiguantes
As verdades por trás do sepulto nominoso
O viveiro atenuante
O ponto do halterofilismo acachapante
A dúvida no decálogo oxigenável
O ponto pressuposto
A cortina gélida
O orifício simples das mãos reenvoltantes
O seturpe da dúvida promíscua nossos ares
O mormeio sedizente
O apetrecho da insônia
O caráter rebuscado
Do domínio assolto da irrefutável e clamurada voz

Inserida por felipe_boaventura

⁠Mormeio Sedutor

É o impreciso, o molde original
A calúnia das memorias nocionárias
O molde salpinquista
No norteio difagoso
Mais um notoreio irredutível
Pare, de viverdar alucinações
O ponto sulpista, o molde famigerável
O acesso ilusionável, exclama as memórias enfadonhas
O precipício politizante
O acerto de minha fidedigna morada
A verdade afunila o destino introjetante
O meio algoz, da copiosa morada
O dilatar explencível, o mormeio sedutor
O vertejar adnominoso
O vil propagar algoz, no detenter provisional
É isso, uma alucinação
A vereda impensiária
Os discipulos algozes, notorizam seus campos
Mais um cântico alarial, no reembosque altivo
Deidaro, em sangritudes da nobreza que aficciona
A membrana enfadonha do politicismo correto
No corredor trafegado pela assolação solstenguida
As penumbras catacumbam a voz no período introjetor
O molde desfaz a permissão alarapial
O congélito suscinto, o fardamento ostentosa
E a conjectura austral, do cálice mormático nupcial

Inserida por felipe_boaventura

⁠Anéis do Tempo

O epicentro da destruição, habita no azar destrutivo
As moradas retumbam, na glória do continente sagaz
O inicio, o tempo, para se desenvolver
E ir repulsando em busca do solavancar territorial
O precipício busca seus donos
Para um prato rebuscado de alvenarias
Nas casas falsas, dos sórdidos
A blasfêmia entravia na jugular da cidade
O repulso normandista, nossas áureas no chute urbano
Os rebuscos nomináveis, o passado insólito
Na ponta visional, dos nutrientes do vento
O som mágico, aprisiona a saturação tardal
O lírico cântico boreal, soterra a imagem
Que devolupa, as investidas suscintas
No núcleo fadado da verdade, e da fulgurose maléfica
O precipício insano, nossas veias
A fulgurose dita o princípio da postergação
O desvio do ressarcir protuberante
A licitação te incrimina
No magistério conclamitoso, onde os anéis do tempo
Desaparecem como um fidedigno cortar de asas
O sinédrio escapa no perímetro atemporal
A alegria, a sinergia, o covalescer esbabacado
Protubera, em enxames gotejantes
Onde o imposto dessa sina, goteja em lares verídicos
O papel desemboca, em um controle supremo
As visões, notorizam seu fato, na jugular penetrante
O introspectar categórico, oniscia o detrime desolável
O calafrio afunila, com o núcleo repensivo
A prisão assolta, o coterme do destino
O jingle da manhã, assolta as peripécias permissívas
No dilatar assertivo, impostolado pelo repensar da memória

Inserida por felipe_boaventura

⁠AO LADO DELA

Andar do teu lado
De mãos dadas pela rua
Pelas ruas
Dividir comigo a sua graça

E com toda a sua graça, você me leva
E o tempo não leva
A nossa lembrança
E ela permanece no tempo

Eu me sinto perfeito
Quando estou bem pertinho de você
Sempre que estou bem perto

Quero te prender a mim
Como um talismã sobre o meu coração
Você me dá proteção

DATA: 28/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ

Inserida por linjetico

⁠NA CARRUAGEM DO MEU CORAÇÃO

Para me mostrar a Verdade
Você veio
Minha Excelência
A Majestade do meu coração

Você corrigiu a minha vida
Me chamou de vida
E a vida me abraçou
Para nós se fez uma linda estrada

Eu deslizei pelos seus cabelos longos
Com a minha esquerda
Pelo seu rosto com a direita

Num piscar de olhos eu vi
Toda a eternidade da sua beleza
E a leveza dos teus passos

DATA: 30/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ

Inserida por linjetico

AGOSTO
O Mês do fogo e da paixão ardente, quando estamos às 7h da manhã a ver o esplendor do nascer do sol no Tejo com a vista indescritível para as lezírias e a desfrutarmos do aroma do café e a sentirmos o cheiro único e húmido da neblina das planícies ribatejanas e vilanfranquenses⁠ como se fosse o cheiro e o toque do amor e da aventura recheada de paixão a cair dos céus de vila franca e a nos adoçar a lingua gostosamente.
O cheiro do orvalho, a nos entrelaçar os olhos e vermos a carpa e a sardinha bailar pelas correntes do Tejo.
Que gostosa , cheirosa e maravilhosa que tu és Agosto só de sentirmos o teu cheiro único como o jardim de jasmin.

Inserida por ricardo_felix_1

⁠Manhãs de Verão, em que o homem e a mulher acordam todos as manhãs e vivem a vida as vidas deles poeticamente, são pessoas puras e belas que adoram ver o nascer do sol.
O mundo já foi dos poetas e filósofos.
desfrutar de um café à beira mar/rio e no campo e sentirem a pureza da natureza, que até os pássaros e patos caminham e andam à sua volta a cantarem porque têm o prazer de estar ao lado de pessoas puras e únicas, homens e mulheres simples com vida simples são pessoas que amam o por do sol e as estrelas e ficam a beber vinho e a fazer amor à beira rio/mar e vivem a vida com paixão ardente e são insaciáveis na vida com amor e aventura.

Inserida por richard_felix

⁠A vida é mesmo imprevisível, rasteira e terrível.
Quando menos se espera tudo sai dos trilhos.
Não existe controle de nada isso é indiscutível.
Planos acabam, porque não existem atalhos.

A vida bate, maltrata, mas no fim ensina.
Não é fácil compreender essa dura jornada.
Quando estamos em uma situação inesperada.
É assim mesmo, pois a vida age na surdina.

Talvez seja melhor viver esse breve momento.
Sem esperar nada de ninguém a não de você.
Porque no final se evita ainda mais sofrimento.

E nessa inconstância que se vive a vida.
Vou levando sem achar nenhuma saída.
Sem saber qual será o fim desse destino.

Inserida por felipe_brendo

⁠PERDEU MANÉ
LETRA E MÚSICA : FÉLIX DI LÁSCIO

Perdeu Mané
Deixa eu tocar
A minha viola...

O jogo tá bom
Tá animado
Quem perdeu
Deixe o cercado

Não dá para descutir
O lance agora
É esquecer o passado

Tocar o barco
E seguir
Se bem que tem
Muita gente encabulado.

Repete todas.

Inserida por felixdilascio

⁠Me desculpem os pais (poesia)

Nasci em uma família matriarcal e matrilinear, aqui homem não tem vez! Mulheres sendo tias, primas, filhas, avós, tias avós, bisavós, noras, cunhadas: são mães de todos.

Não falo em feminismo, porque aqui em casa quem manda é mulher mesmo, a mãe é nosso objeto de devoção familiar e religiosa.

Às nossas grandes mães rendemos homenagens e temos gratidão, levamos presentes, flores e perfumes. Estejam elas assentadas no mar, nos rios ou no sofá de casa: aqui elas são divindades.
Minhas mães, no plural mesmo, são as raízes da Velha Árvore da Vida, que se fincam profundamente até o útero da terra e de onde retiram todo o nutriente que alimenta seus frutos: a família.

Mães ancestrais, mães devoradoras, mães imaculadas, mães protetoras, mães do céu, mães guerreiras, mães d'água... Mães.
Me desculpem os pais, mas é que aqui em casa, Mãe é Deus.

Inserida por felippepimenta

Florescer (poesia)

Apesar do medo, floresça.
Mesmo com obstáculos, floresça.
Em dias de frio, floresça.
Sob a chuva, floresça.
No sol escaldante, floresça.
À beira mar, floresça.
No topo da montanha, floresça.
Mesmo que lhe apanhem, tirem as pétalas, privem de água, luz e vida; insista e floresça.
Florescer é compreender que não importa o que o mundo faça comigo, eu seguirei colorindo e perfumando de amor todos os cantos e campos.

Inserida por felippepimenta

⁠Às vezes na vida as coisas apertam, nos sentimos pressionados, sufocados, encurralados e sem saída. Só que somos vida, movimento, flexibilidade, mutação e pulsação.
Podemos nos transformar, contornar e libertar.
Que aprendamos a circundar, transpor e saltar diante dos obstáculos, porque eles são como pedras inertes e odeiam nossa habilidade de fluir.

Inserida por felippepimenta

⁠Contrastópolis (poesia)

A cidade que me adoece e cura.
Que me machuca e afaga.
Me afugenta e acolhe.
Me odeia e ama.
Me corrompe e educa.
Me toma e dá.
Me endurece e sensibiliza.
Me rouba e enriquece.
Me desumaniza e empodera.
Me amaldiçoa e bendiz.
Sem ressentimentos.
São Paulo é o Templo Divino dos Contrastes e entre seus altares quero morrer e viver.

Inserida por felippepimenta

⁠⁠Em pleno mês de dezembro eu andava pelas planícies da Irlanda desfrutando a natureza e a sua energia pura de amor e aventura, e no momento eu me deparei com uma flor rara e charmosa que os seus olhos intensos como o fogo e cheios de brilho como um brilho de safira, e o seu sorriso contagiante e doce como o mel, me atrairam até a ti e ao teu coração, como o fruto proibido a entrar por mim a dentro como uma galáxia a se juntar a outra galáxia espiral e se tornarem numa só enorme galáxia pra todo o universo puder desfrutar e conspirar a favor com a sua beleza encantadora e bela que és tu anjo sem asas.
E juntos fomos pelas planícies da Irlanda até Dublin.

Inserida por richard_felix