Textos Lindo de Amor
Felizes festas... que o Senhor Jesús esteja sempre em nossos corações dando nos paz, amor, saúde e prosperidade. Que Sua misericordia nos alcance com Sua graça, paire e permaneça sobre nós, transformando-Se em guia permanente, presente e Onisciente iluminando nossos caminhos através da maravilhosa jornada da vida. Renovando, renascendo e realizando nossos sonhos e muito mas ainda concretando cada sonho dEle projetado em nós."
—By Coelhinha
"Não espere o Ano Novo pra demonstrar mas amor, mas carinho, mas atenção com o próximo, que muitas das vezes, tudo o que esta pessoa precisa pra amenizar a dor das lutas do dia a dia... é você ouvi-la ou simplesmente estar ai. Pratique o: Faça para o próximo o que você gostaria que fizesse pra você(literalmente)."
—By Coelhinha
"Tentamos julgar de alguma forma o que é ou não amor verdadeiro, ou até o que é amor, e na sociedade em que vivemos encontrar carinho desanexado de bens materiais, tornou-se quase raro, mas existe, e isso é lindo de se ver, acreditar que ha amor além do ódio, em meio a desventura, dor e desamor, mesmo vivendo nesse drama do sistema que conduz, podemos ser melhores ao amar, podemos crescer com o amor, viver e ser feliz. Atrair-se pelo que encontra no externo, talvez não seja errado, mas o amor atrai-se pela essência do interior, e assim passa admirar o completo!!! Estou apaixonada pela vida, por Deus, por ter nos permitido amar, e acreditar que em meio a tanta guerra e desamor, podemos ter esperança de sentir algo maior que é o dom de amar. Entregar o nosso melhor a alguém e a Deus pelo simples fato de doar parte de nós a quem amamos."
—By Coelhinha
❝Amor não é exigências, é doação. É dar tudo e nada pedir.
Amar é dar sem preocupar-se em receber. Não é pedir, mas proporcionar felicidade. É querer ver a felicidade do outro sem preocupar-se com a sua própria. Se o seu amor não encaixa nesta descrição. Você não ama, é mero interesse egoísta pessoal.❞
—By Coelhinha
"O que me liberta é o amor de Deus, esse amor incondicional, maior, que não pede nada, que cuida, que está sempre ao nosso lado. Eu não preciso explicar os motivos para acreditar em Deus, eu só olho para o céu e sinto o amor dEle em mim, nos lugares e isso vale a pena. Ele é incrível, sem Ele não somos nada, tudo fica sem graça, sufocado. Não quero viver longe desse amor, longe do amor que me guia, da mão que me segura e me sustenta. Te amo, Deus, infinitamente e mesmo que as palavras sejam poucas, o sentimento é o maior possível. Poderia escrever o maior livro do mundo, dá milhares e milhares de voltas ao redor da Terra e seria pouco, porque o que tens feito por mim, é inexplicável. Te amo, amo, amo, amo jesus, simples e forte assim."
—By Coelhinha
"Quando formos glorificados, não precisaremos mais dos recursos deixado pelo Amor (Cristo), pois estaremos nEle sem objeções circunstanciais. Não precisaremos de profecia, nem mais das línguas; mas enquanto isso não acontece, não viveremos o Amor (Cristo) sem essas FERRAMENTAS que também foram deixadas por Ele para que pudéssemos enfrentar as influências que tentam todo tempo nos tirar do propósito!"
—By Coelhinha
"Meu peqe completa HOJE 15 anos. São 15 primaveras de um fruto sincero do amor de Deus para nós. Filho este que fizemos planos antes mesmo de te gerar e você nasceu. Agora os planos não são mais com a MATERNIDADE, mas com o quanto queremos que você seja mais e mais feliz, com o seu JEITINHO meigo, sincero que eu já conheço bem, para se tornar um adulto cheio de sonhos e princípios. Parabéns filhote, você é o orgulho da mamãe, do papai, do irmãozao, de toda família Martinez e da família Coelho!"
—By Coelhinha
"Vejo pessoas dando amor e mais importância aos que já partiram do que os que ainda estão vivos. LÁSTIMA. A palavra de Deus diz em Mateus 8:22
"JESUS, PORÉM, DISSE-LHE: SEGUE-ME, E DEIXA OS MORTOS SEPULTAR OS SEUS MORTOS". Enquanto sepultamos dia após dia os mortos, deixamos de dar amor aos vivos para quando morrerem." #forte
—By Coelhinha
"Foi no nascimento de Cristo que Deus disse "SIM" a toda humanidade: SIM ao amor, SIM ao perdão, SIM à misericórdia, SIM à alegria, SIM à justiça e SIM à igualdade. Lembre-se disso e tenha um Feliz Natal e um próspero Ano Novo de realizações e maravilhas de milagres em nome de Jesus Cristo!"
—By Coelhinha
Amor platônico
Terreno abandonado,
espaço baldio.
Dia amanhecido
casa abandonada
alma desolada.
Amar sozinho,
coração estarrecido.
Telhado cantante
amor de ilusão, paixão
de estudante.
Passarinhos soltos,
lua nova, deslumbrante.
A solidão aumentando
a paz vai acabando...
Olhos tristes, repletos
de sonhos vazios.
Desejos perdidos,
largados num terreno
da alma,
totalmente esquecidos.
Passamos uma vida inteira tentando explicar o que sentimos e o que chamamos de amor, em nossas buscas o cotidiano às vezes traz uma fadiga, é quando a nossa mente por sobrevivência busca no universo, algo que mexa com a nossa alma, e que aqueça os nossos sentidos e nos tome para si, a sensação de infinito sem cuidado de afetar o nosso sentimento nos domina...
só que o amor não tem explicação.
Vivemos num mundo de vaidade, de egoísmo, sem ter um tempo em especial para dedicarmos ao outro, e quando encontramos alguém que nos dá atenção, que nos escuta, quando esse alguém é delicado, centrado e vê a vida de um modo contente, nos encanta com uma palavra, um olhar, um jeito diferente... começamos a alimentar a esperança, de que encontramos a alma gêmea da gente. O amor quando desperta em nós, ele fica, mesmo se o outro não ficar.
O que chamamos de amor não é quem encontramos pelo nosso caminho, não é alguém que teremos para uma vida inteira, esse alguém pode até passar e para trás nos deixar, mas deixa em nós o ideal do que seria uma convivência de amor, de compreensão e da paciência de parar para prestar atenção no instante em que nos cruzamos, não importa de que forma foi, aquele momento mágico gruda de tal maneira na alma da gente, que nos marca como amor, e daí em diante sabemos que amamos aquela pessoa enquanto vivermos, mas a vida é assim, mostra a nós o que é... e quem é o nosso amor, mas não necessariamente viveremos uma vida juntos. Amor é para sempre, mesmo se seguirmos sozinhos, guardaremos aquele eterno gesto de carinho.
Sem explicar ou vivermos um amor, seguimos amando, e lembrando daquele olhar, em cada pássaro que canta, em cada dia frio de chuva, em cada melodia... ou olhando a lua, enquanto estamos sentados diante do mar, e a noite nos embriaga de desejo e de tanta vontade de perto dele, estar, e vamos vida à dentro com ele sonhando sem realizar. O amor não tem mesmo explicação, amamos tão somente.
Liduina do Nascimento
Asas do tempo
Sejamos uma leve poesia, ou um poema de amor, levados nas asas do tempo, feito as folhas secas… aos ventos, que partem em seus voos sem saber se irão voltar, (e retornarão?) Ou serão somente tímidas e simples sementes. Somos feito viajantes de uma era, deixando as nossas marcas, boas ou não.
A Sátira Escarlate
Em meu coração, onde o verde se veste em festa,
Nosso amor nasceu, uma piada indigesta.
Romeu e Julieta, farsa em dois atos,
Nossa paixão, risível em seus estratos.
Loucos varridos, num abraço apertado,
Pela sátira cruel fomos laçados.
O amor nos cegou, comédias sombrias,
E no palco da vida, a morte nos via.
Insano o querer, frenesi desmedido,
Um drama grotesco, jamais esquecido.
Um espetáculo vil, de risos macabros,
Onde os amantes caem, como bonecos fracos.
No século findo, a razão ditava,
Que o amor era entrave, que a alma embaraçava.
Psicológico erro, desvio profundo,
Das metas da vida, um estorvo imundo.
Assim nos amamos, na contramão da história,
Um gracejo amargo, de efêmera glória.
E a sátira implacável, no final da jornada,
Nos cobrou o preço: a vida roubada.
(Inspirado em Romeu e Julieta de William Shakespeare)
Além de tudo é o amor.
Além do amor é a consciência.
Além da consciência é a sensibilidade.
Com sensibilidade se tem consciência que gera amor.
Para a qualificação da presença de acordo com a natureza é necessário restaurar a sensibilidade através de estágios em silêncios, vagarezas, ausências, esvaziamentos e levezas para assim poder amar.
“O Segundo e a Eternidade”
Ah… senhorita… que o amor nos dure, ainda que por um átimo suspenso na vastidão da eternidade.
Há instantes que transcendem a métrica dos relógios e dissolvem-se nas frestas do absoluto. Foi o teu olhar cintilante como a reminiscência de um sonho antigo que interrompeu a marcha indiferente do tempo. Em um só segundo, o cosmos se deteve, perplexo diante da silenciosa liturgia do encontro.
Nenhuma ciência decifra o segredo contido nesse breve estremecimento da alma. O toque, quando autêntico, converte-se em epifania; e o efêmero, subitamente, adquire a dignidade do perene. O amor, senhorita, é o único viajante que atravessa a fronteira entre o ser e o nunca mais e sobrevive.
Há paixões que não se perpetuam, mas deixam, na memória, o vestígio do inextinguível. Elas não se medem pela duração, mas pela intensidade com que rasgam o espírito. E talvez, ao findar o instante, reste apenas as chagas imaterial de algo que ousou existir.
Assim, se o destino for avaro em horas, que nos conceda ao menos um segundo aquele em que o teu olhar reconhece o meu e o universo, por piedade, suspende o próprio giro.
Porque, afinal…
Há amores que, mesmo breves, condensam o infinito e esse é o milagre silencioso que apenas o coração compreende.
Dizem que "o primeiro amor a gente não esquece".
Bobagem.
Inesquecível é aquela pessoa que vem e que fica. Não te deixa por nada.
Te arranca suspiros pela madrugada. E te mostra que, na vida, só um amor ocupa o coração. E então te faz entender que aquele tal "primeiro amor" era apenas paixão. <3
Apaixone-se por alguém que transe legal, mas que saiba fazer amor.
Alguém que chore contigo, mas saiba te fazer sorrir.
Alguém tire sua roupa e sua paciência, mas que possa te cobrir de carinho e te dê toda atenção.
Apaixone-se por alguém que seja diferente de toda essa gente igual que você conheceu.
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Nunca me disseram que a ausência de amor poderia cavar subterrâneos dentro da alma.
Apenas fui percebendo, dia após dia, que algo em mim se retraía sempre que o afeto era negado ou a presença me era retirada sem explicação. E assim nasceu o porão.
Um porão não se constrói de uma vez.
Ele começa como um canto escuro da memória, onde jogamos o que não sabemos lidar: o abandono, o desdém, as palavras não ditas, os olhares que desviaram de nós no instante em que mais precisávamos ser vistos.
E quando nos damos conta, já estamos vivendo ali dentro.
Silenciosamente.
No meu porão, não havia janelas.
Apenas lembranças repetidas como ecos:
“Você é demais.”
“Você exige muito.”
“Você espera o que ninguém pode dar.”
Um dia, desejei ser amado. Verdadeiramente.
E, em meu desejo, ofereci tudo o que havia guardado.
Entreguei minha sede, minha esperança, minhas cicatrizes.
Mas do outro lado, veio o silêncio.
Ou pior — uma rejeição educada.
E então, fiz o que aprendi a fazer: voltei para o porão.
Fechei a porta por dentro.
E culpei a mim mesmo por não ser digno das cores do outro.
Mas ali, no escuro, algo começou a mudar.
Percebi que a dor que tanto me esmagava, não era apenas pela ausência de amor…
Era pelo peso de ter construído minha identidade com base na validação alheia.
Era pela minha tentativa constante de provar que merecia ser amado.
E foi então que compreendi:
O porão não é um castigo.
É um chamado à reconstrução.
Um convite da alma para que deixemos de implorar luz dos outros… e comecemos a criar a nossa.
O arco-íris não se forma no porão porque não há janelas.
E não há janelas porque, por medo de sermos feridos, tapamos toda e qualquer fresta por onde o amor pudesse entrar — inclusive o próprio.
Agora eu sei.
Não é que ninguém quis me amar.
É que eu me abandonei na expectativa de ser salvo.
E a verdade é esta:
Não há arco-íris no meu porão…
porque fui eu quem escondeu o sol.
Mas hoje — hoje eu quero recomeçar.
Talvez eu ainda não saiba como abrir as janelas.
Mas já tenho nas mãos a chave do trinco.
E isso… isso já é luz.
Reflexão final:
Você não precisa de alguém que desça até os teus porões para te amar. Precisa, primeiro, ser quem decide não viver mais neles. A partir daí, tudo começa a mudar. O arco-íris não virá de fora. Ele nasce quando você ousa sentir orgulho da tua própria coragem — mesmo que ninguém esteja aplaudindo.
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo II
— O Amor que Ninguém Vê.
“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.
Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.
Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.
E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.
Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.
Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.
O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.
“Nenhuma dor é eterna. Toda sombra cede à luz do amor.”
Que saibamos, com coragem e ternura, olhar para dentro, reconhecer nossas sombras e acender em nós a chama da renovação. Pois a Reforma Íntima é o verdadeiro caminho da paz aquela que o mundo não pode dar, mas que o espírito em evolução pode alcançar.
