Textos inteligentes
Talvez eu venha a envelhecer rápido demais. Mas lutarei para que cada dia tenha válido a pena. Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer da vida. Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei. Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais. Mas jamais irei me considerar derrotado. (...) Talvez um dia o sol deixe de brilhar. Mas então irei me banhar na chuva. (...) Talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas. Mas não terei vergonha por este gesto.
Nós seres humanos quando vemos nossas crenças e nossos ídolos serem ameaçados, por algo que possa contradizer as suas crenças e suas adorações, se sentem ofendidos... Logo aquilo que me fascina e me identifica me faz de alguma forma me sentir conectado, de tal forma que se o objeto de identificação sofrer alguma ameaça é como a mim mesmo. Chego a conclusão que não somos diferentes de animais que vivem em manadas ou grupos com matizes de líderes influenciadores de grupo... Mas a diferença que para nós humanos o controle mental é muito forte no campo das ideias já que os indivíduos são ligados por laços de identificação ideológica, que em última instância caem no apego emocional. E na imaginação de acredita que aquela imagem que tenho do meu ídolo é a perfeita. Quando essa imagem tem a possibilidade de ser destruída isso gera um comportamento de raiva.
Com efeito, relativamente à natureza, a experiência dá-nos a regra e é a fonte da verdade; no que toca às leis morais a experiência é (infelizmente!) a madre da aparência e é altamente reprovável extrair as leis acerca do que devo fazer daquilo que se faz ou querer reduzi-las ao que é feito.
Em consequência disso, quem lê muito e quase o dia todo, mas nos intervalos passa o tempo sem pensar nada, perde gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo – como alguém que, de tanto cavalgar, acabasse desaprendendo a andar. Mas é este o caso de muitos eruditos: leram até ficarem burros.
O orgulhoso conhecimento do privilégio extraordinário da responsabilidade, a consciência dessa rara liberdade, desse poder sobre si mesmo e o destino, desceu nele até sua mais íntima profundeza e tornou-se instinto, instinto dominante – como chamará ele a esse instinto dominante, supondo que necessite de uma palavra para ele? Mas não há dúvida: este homem soberano o chama de sua consciência...
Neste mundo, onde se joga com dados chumbados, um homem precisa ter um temperamento de ferro, com armadura à prova dos golpes do destino, e armas para enfrentar homens. A vida é uma longa batalha; temos de combatê-la a cada passo; e Voltaire com toda razão diz que, se temos sucesso, é à ponta da espada, e que morremos com a arma na mão.
Nosso destino dispõe de nós, mesmo quando ainda não o conhecemos; é o futuro que dita as regras do nosso hoje. Supondo que nos seja permitido, a nós, espíritos livres, ver no problema da hierarquia o nosso problema: somente agora, no meio-dia de nossas vidas, entendemos de que preparativos, provas, desvios, disfarces e tentações o problema necessitava, antes que pudesse surgir diante de nós, e como tínhamos primeiro que experimentar os mais diversos e contraditórios estados de indigência e felicidade na alma e no corpo, como aventureiros e circum-navegadores desse mundo interior que se chama "ser humano".
Só o presente é verdadeiro e real; ele é o tempo realmente preenchido e é nele que repousa exclusivamente a nossa existência. Dessa forma, deveríamos sempre dedicar-lhe uma acolhida jovial e fruir com consciência cada hora suportável e livre de contrariedades ou dores, ou seja, não turvá-la com feições carrancudas acerca de esperanças malogradas no passado ou com ansiedades pelo futuro.
Passemos revista aos instintos e virtudes do filósofo, instinto de dúvida, de negação, de expectativa, analítico, aventureiro, investigador, experimentador, comparativo, compensador de imparcialidade, objetivo, sine irae et studio; não foi isto por muito tempo contrário a todas as exigências da moral e da consciência?
Bom dia! Esta dica que vou falar é para aqueles que agradecem a Deus e nunca levantam do seu conforto para lutar por seus objetivos, pois conheço muitas pessoas assim. Elas têm fé, sim, mas lhes falta coragem para enfrentar o desconhecido e os desafios da vida, pois com fé e sem disposição são apenas pessoas sem objetivos de vida.
Vem olhar aqui nestes olhos escuros, te desafio a não sentir nada, te desafio a não se arrepiar quando olhar na maldade deles. Te desafio a não sentir saudade quando eu começar a te tocar com estes olhos, a tocar na tua alma e no teu sentimento. Um dia quando nossos olhares se encontrarem tu vai perceber que sou o tempo a sua volta, que sou o perfume que te atormenta e a saudade que não te deixa. No frio da noite mais escura tu vai saber que é meu olhar que tu busca. No escuro frio do seu quarto irá sentir que sou o único amor da sua vida. E que seu corpo arde de desejo pelo meu. Quando tu olhares nos meus olhos tu saberás que sou eterno.
Estou tirando forças de onde não tenho para continuar buscando ajuda. Saber que Jesus está comigo, é o maior consolo para meu coração! Dificultades, todos nós temos. Queria eu poder ser forte o suficiente para nem se quer pensar em desistir, mas são muitos anos de uma vida cinzenta, cheia de traições, humilhações e desprezo!
Se a morte fosse a dissolução total do homem, seria um grande lucro para os maus, depois da sua morte, estarem livres, ao mesmo tempo, de seus corpos, de sua alma e dos seus vícios. Aquele que ornou sua alma, não de um enfeite estranho, mas do que lhe é próprio, só este poderá esperar tranquilamente a hora da sua partida para o outro mundo.
De duas coisas uma: ou a morte é uma destruição absoluta ou ela é a passagem de uma alma para um outro lugar. Se tudo deve se exterminar, a morte será como uma dessas raras noites que passamos sem sonho e sem nenhuma consciência de nós mesmos. Mas se a morte é senão uma mudança de morada, a passagem para um lugar onde os mortos devem se reunir, que felicidade nele reencontrar aqueles a quem se conheceu! Meu maior prazer seria o de examinar, de perto, os habitantes dessa morada, e de aí distinguir, como aqui, aqueles que são sábios daqueles que creem sê-lo e não o são. Mas é tempo de nos deixarmos, eu para morrer, vós para viver.
Na sociedade atual, percebe-se uma crescente valorização das aparências e das superficialidades, em detrimento do desenvolvimento real e do cultivo de valores intrínsecos. Enquanto nos vangloriamos de nossas conquistas tecnológicas e avanços científicos, muitas vezes negligenciamos o verdadeiro progresso humano, como a empatia, a compaixão e a busca por uma convivência harmoniosa.
Teoria da Interconexão Cósmica: Acredito que cada corpo celeste no universo está interligado de maneira intrincada e que todas as galáxias, estrelas, planetas e até mesmo partículas subatômicas são interdependentes para a existência e funcionamento do cosmos. Assim como as células de um organismo vivo estão interconectadas para garantir a saúde e o equilíbrio, o universo é um imenso organismo cósmico em constante interação e harmonia. A Teoria da Interconexão Cósmica enfatiza a importância de respeitar essa interdependência, destacando que a saúde e o progresso de um elemento cósmico têm efeitos diretos e indiretos em todos os outros.
Bem que existe no mundo, aqui e ali, uma espécie de continuação do amor, na qual a cobiçosa ânsia que duas pessoas têm uma pela outra deu lugar a um novo desejo e cobiça, a uma elevada sede conjunta de um ideal acima delas: mas quem conhece tal amor? Quem o experimentou? Seu verdadeiro nome é amizade.
Vede, pois esses supérfluos! Roubam as obras dos inventores e os tesouros dos sábios; chamam a civilização a seu latrocínio, e tudo para eles são doenças e contratempo. Vede, pois, esses supérfluos. Estão sempre doentes; expelem a bílis, e a isso chamam periódicos. Devoram-se e nem sequer se podem dirigir.
“Às vezes, deito-me no travesseiro e fico imaginando como iria ser se você estivesse aqui. Exatamente, naquele momento, deitado ao meu lado. Poderia ser estranho, digo… Nós dois tão próximos. Eu sonho que um dia possamos ficar assim, como aquela coisa clichê de filmes românticos. Confesso que antes de você, não sabia o que era amor, mas não um amor comum. Um amor diferente, com brigas, tapas, beijos, carinho, ciúmes… É bom estar com você, mesmo que seja apenas 1h por dia, eu faria essas 1h por uma eternidade, às vezes, as coisas param do nada. É por causa de você, não é? É por causa de você que eu tenho coragem de levantar da cama.”
