Textos grandes: longos e gigantes para copiar
Fico muito feliz, que cada vez mais vejo os povos originários fomentando novas batalhas, enfim tenham chegado em conjunto, vindos inteiros para as lutas sociais pelo direito pleno de suas culturas, suas artes, identidades e ancestralidades. Agradeço particularmente as vozes de todas mulheres guerreiras, que sempre buscaram o melhor para todas as crianças da tribo. Agradeço a energia feminina da terra. Sinto me gratificado, por pequenos passos que dei e incentivei a alguns índios e índias neste sentido por estas lutas de ressignificação artística, social e cultural ao longo dos tempos para que o mundo todo passasse a ser uma aldeia só e resgate moral de seus direitos das escolhas na liberdade.
Qualquer lugar que não preserva e honra sua historia e seus grandes personagens do passado, nunca poderá ter futuro e perde todo o aprendizado social, politico e religioso contra os graves erros. Vive toscamente a deriva da própria sorte, por que nada aprendeu com o tempo e distancia se cada vez mais, de ser chamada de soberana, viva e civilizada.
Entre meus grandes mestres na minha busca ao entendimento interior, estão os ensinamentos aprendidos em uma das Escolas filosófica mística grego-armênio, conhecida como escola do quarto caminho, que difunde o verdadeiro pensamento místico, religioso e psicológico do mestre russo George Ivanovich Gurdjieff. Legou nos, em sua obra difundida entre escolhidos, um modelo de conhecimento esotérico interior com o viés de uma metodologia para o desenvolvimento da consciência humana. Gurd para os que entenderam e aplicam a maquina humana, o tem como um "despertador" de homens. Uma fonte confiável, vem pela obra de um de seus discípulos direto, o pensador russo Peter Ouspensky, - " Em Busca do Milagroso: Fragmentos de um Ensinamento Desconhecido."
Hoje diante a indicação de beatificação de um homem santo, me transborda uma felicidade infinita e da mui saudosa amizade na convivência com meu amigo e confessor de inúmeras conversas com o amigo monge beneditino, no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Dom Estevão Bettencourt um dos mais preparados exorcistas que conheci dentro do meio católico apostólico romano e um servo de Deus com uma bondade e compreensão infinita. Nossa amizade se iniciou, quando fiz parte do MESB, Movimento de Encontros do São Bento na época que teci amizades profundas com Dom Marcos Barbosa, Dom Emanuel, Dom Joao Evangelista Junot, Dom Tadeu, entre tantos outros dons na Abadia de São Bento no RJ, da Bahia e de SP. Em tempo, a expressão latina beneditina "Ora et labora" eterniza se.
Minha amizade com Noêmia e Maurício do Valle, filhos da artista me legou um saber na obra da Rosina. Sendo os dois, dos quatro filhos da artista, a convivência e a afetividade comigo, tem um peso maior, pois representam em si a historia de Rosina Becker do Valle. Essa amizade explica como Barradas, tive acesso privilegiado e legítimo às obras guardadas pela família, desde os anos de formação. Alguns destes trabalhos deixadas aos filhos e hoje em posse e propriedade legal de Ricardo V. Barradas, registram o momento em que Rosina, incentivada por Ivan Serpa no MAM-RJ, iria se tornar uma das principais pintoras naïf do Brasil. Para o mercado, por estas obras terem vindo diretamente dos filhos confere a Barradas o nível máximo de confiabilidade de proveniência deste acervo.
Entre minhas historias das noites cariocas, me lembro bem do saudoso amigo o grande cronner Jamelão, como gostava de ser chamado. Sempre ouvia ele a cantar nos fins de noite no antigo Café Nice, na Avenida Rio Branco no centro do RJ. Todo embecado de smoking no ápice da elegância masculina. Conhecido internacionalmente como black-tie que eu falava para ele que era alugado na Casa Rolas que ficava na Avenida Augusto Severo, mas ele sorria e negava, e ele me falava carinhosamente com ar de deboche, sai fora moleque.
Grande parte da produção artística dos novos artistas plásticos joalheiros e do próprio precursor do conceito da arte jóia assinada no Brasil, se perdeu. Muito por que nunca existiu uma publicação e catalogação dos contrastes e marcas destes artista que na sua grande maioria usavam a prata, madeiras e gemas sem muita cristalização e materiais orgânicos petrificados. Sendo assim, com o advento do comercio irregular no Brasil, de metais preciosos advindos do "garimpo do asfalto" as jóias de prata, pelo metal e materiais em si, passaram a ter pouco valor e vergonhosamente eram acumuladas a centenas para levarem ao fogo. Muita vezes eu e Caio, comentávamos este triste destino, raro algumas exceções.
A grande dificuldade acadêmica de um estudo fiável mais profundo sobre a cultura cigana ou melhor falando sobre a cultura Rom e Sintos consiste no dialeto universal do povo que é apenas oral não tem uma escrita formal. Sendo assim o Rom, romany, romans, ou romani sendo uma língua indo-ariana, originária do norte da Índia, falada pelo povo Rom e outros grupos ciganos na Europa e nas Américas. Este dialeto, é proveniente do grupo lingüístico indo-europeu do norte da Índia e do Paquistão, tais como o sânscrito, o prátcrito, o maharati e o punjabi. Hoje dentro dos estudos antropológicos modernos, correlacionam o dialeto Rom sendo originário do sânscrito e do punjabi falados no antigo continente Hindu, antes da separação que criou o Paquistão.
Juan Miró e Paul Klee são as mais fortes referencias da arte moderna brasileira. Muitos dos grandes artistas modernistas se inspiraram em uma obra isolada destes grandes mestres e por identificação as tornaram tema de grande parte de sua obra, copiando, recriando, repaginando, colorindo, transformando e explorando a seu modo peculiar por infinitas vezes. Mas mesmo assim, por vaidade não revelam a ninguém sua fonte inspiradora sempre muito mais fácil dizer que chegou por sonho.
Feliz será o dia que a sociedade das aparências deixe de julgar o certo e o errado pela perfil da silhueta. Muitas vezes a verdade está no que nos incomoda ao olhar e tudo que nos agrada, estão recobertos de ilusões, mentiras maquiadas resplandecentes de luzes artificialmente. Começamos a compreender a vida, o justo e o perfeito como ela é quando deixamos de sermos do rebanho, uma parte insólita e cômoda da maioria.
Temos muitas opções para ser feliz nessa vida. Sem estresse, sem preconceito, sem drama e sem perder a razão. O importante é se libertar das algemas que nos prenderam a uma ideologia, que se enraizou até a alma. Mas com paciência e tranquilidade, vamos nos limpando, purificando e conseguindo atravessar essa fronteira em busca da esperança, do progresso, da liberdade, da união e da paz🙏
A vida se baseia no calor. Se partes da tristeza à alegria sentirás o calor da felicidade, se fores desta alegria para a tristeza enxergarás a eterna amargura do abismo gelado. O que queima dentro de você te mantém vivo nas tempestades frias da vida. O sentindo, nada mais então seria, do que o tipo de combustível e comburente que permites consumir.
"A grande ironia da nossa democracia: a imprensa usa a sua liberdade para escolher a qual senhor vai servir. Uma mídia livre deveria dar voz à igualdade, mas quando se torna porta-voz de interesses privados, ela se escraviza pelo poder. O resultado? O eleitor fica cego e o debate vira um teatro. Liberdade sem ética é apenas uma coleira invisível."
O justo é feliz, abençoado e bem-sucedido, porque ele evita a felicidade transitória, insegura e passageira do mundo, porque ele não anda, não pára e não se acomoda com o caminho, as escolhas e os estilos de interesses dos pecadores, transgressores e escarnecedores, nos quais retiram todas as suas alegrias, bênçãos, decisões e demais propósitos do seu coração.
As guerras são uma demonstração de corações cheios de contendas e ódio que geram grandes sofrimentos e perdas entre os próprios homens, onde os mais fortes dominam os mais fracos, os egoístas invejam os mais ricos, os ignorantes afrontam os sábios, provocando a miséria, a fome e a destruição de seus semelhantes, cujos povos, com suas ambições, infâmias e consequências, serão julgados e culpados por uma disciplina superior.
“A felicidade pertence ao presente, pois o passado já se dissolveu e o futuro ainda não se revelou. Ser feliz no agora é um ato de sabedoria: é reconhecer que viver não pode ser adiado. Quem se permite alegrar-se com o que é e com o que tem, neste instante, já participa da felicidade que busca, enquanto caminha, com prudência e coragem, em direção ao que ainda virá.”
Enquanto caminhava feliz a beira mar, num barco sem fundo, tropecei na perna de um velho cego, sentado em pé num dos cantos de uma parede oval que filosofava sobre a vida, lendo um grosso livro de Matemática de apenas uma capa que dizia: a terra é redonda como uma bola Triangular que gira parado no sentido anti-horário, e... terminando a sua longa leitura, o velho cego e mudo, fechou o grosso livro e dormiu caminhando numa cama feita de madeira de pedra e disse: - Sou um pobre sonhador.
Toda grande obra foi, um dia, considerada impossível. Antes do reconhecimento, vieram as recusas. Antes dos aplausos, o silêncio. Antes da vitória, as quedas. Não permita que um "não" defina o seu destino. Cada porta fechada fortalece o caráter, amplia a visão e prepara você para oportunidades maiores. A história não é escrita por quem nunca falhou, mas por quem jamais desistiu. Persevere com fé, caminhe com coragem e continue construindo. O mundo sempre acaba reconhecendo aqueles que tiveram a ousadia de acreditar quando ninguém mais acreditava.
"Você que visitou um mosteiro, uma catedral ou um grande templo: ao sair pela porta, já olhou para a rua e parou para pensar por que ostentar cúpulas de ouro, mármores raros e adornos valiosos, enquanto crianças imploram por um pão na calçada? Você observou uma fé sem alma, erguida de pedras para o invisível, ignorando quem dorme no papelão. Onde está a fé e a humanidade dessa religião?"
A meu ver, não existem pessoas tristes ou felizes. Esses são estados de humor e, como tal, são voláteis. Ninguém é 100% uma coisa só o tempo todo. As pessoas sustentam ou não esses estados emocionais, conscientes disso ou não. Uma desilusão não superada faz a tristeza permanecer por mais tempo; um relacionamento em sua melhor fase faz a felicidade permanecer por mais tempo. Mas isso passa. - Rob Sings
