Textos grandes

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Juan Miró e Paul Klee são as mais fortes referencias da arte moderna brasileira. Muitos dos grandes artistas modernistas se inspiraram em uma obra isolada destes grandes mestres e por identificação as tornaram tema de grande parte de sua obra, copiando, recriando, repaginando, colorindo, transformando e explorando a seu modo peculiar por infinitas vezes. Mas mesmo assim, por vaidade não revelam a ninguém sua fonte inspiradora sempre muito mais fácil dizer que chegou por sonho.

Enquanto eu ainda respiro, existe recomeço. Aprendi que a vida não espera grandes viradas de calendário; ela oferece pequenos começos todos os dias. Às vezes acordo com o coração pesado, outras com esperança nova, mas em qualquer caso ainda há caminho. Recomeçar virou um gesto simples: levantar, respirar fundo e tentar de novo. Não preciso que tudo esteja perfeito, só preciso estar viva. E enquanto houver fôlego em mim, haverá sempre uma nova chance de continuar.

A grande discussão que acompanha a humanidade há milhares de anos é justamente esta: se Deus é amor, como devemos agir para refletir esse amor no mundo? Porque, independentemente da crença de cada um, boa parte do sofrimento causado aos seres humanos, aos animais e à natureza realmente vem das decisões que nós mesmos tomamos.

Uma das grandes verdades da vida: as pessoas sempre vão procurar motivos para colocarem você para baixo, não valorizarem o esforço que você faz para ser feliz e também tentar fazer os outros felizes. O infeliz sempre vai querer ver você também infeliz! Por isso, seja feliz, transborde amor e positividade!

Sabe, o que nos faz tropeçar não são as grandes rochas que encontramos no caminho, mas, as pequenas pedrinhas. Temos o péssimo hábito de não valorizarmos os pequenos passos que damos. E muitas vezes nos colocamos para baixo, por se comparar sempre com os outros. Esquecemos que nada surge do nada, as grandes obras foram feitas nos pequenos detalhes, até criar forma. Você é um vencedor, forte e guerreiro, não por que criou o mundo, inventou o avião, ou encontrou a cura para o câncer. Mas, por continuar fazendo o seu mundo girar, é escolha nossa todo dia acordar, levantar e ir viver, se alimentar, cuidar do nosso corpo para que ele continue tendo vida. Só chegamos do outro lado, quando do lado de cá impulsionamos a passada, e isso exige um querer e um esforço nosso. Então valorize isso, lembre-se de ser grato pelo mínimo, um dia você não sabia sequer falar, andar, hoje você corre, até controla uma máquina que te mantém em movimento. Se apegue a isso e seja grato. Se você chegou até aqui, é por que você fez isso acontecer.⁠

Sintonize seu coração para que o universo possa te mandar ondas de muita paz, amor e felicidade. Quando isso acontece, o próprio universo se encarrega de criar um escudo para que todo o mal existente não seja capaz de chegar até o seu coração, tornando sua vida livre para que o amor possa então fazê-lo a pessoa mais feliz do planeta.

Acredite na sua felicidade e ela acontecerá. Batalhe por tudo aquilo que almeja na vida, e se for merecedor, Deus proverá. As vezes nem tudo que desejamos é o melhor pra gente, mas a vida requer de todos nós constante força de vontade e determinação. Então não desanime nunca e coloque sempre fé e esperança em tudo que fizer.

A Vontade de Deus é a Felicidade Perfeita e o Verdadeiro Propósito de Vida, oferecendo Paz, Amor e Alegria interior. Viver alinhado com esse Propósito exige renunciar ao egoísmo, ao pecado e aos apegos materiais, encontrando Refúgio e sentido na Confiança em Deus. A verdadeira felicidade é interior, divina e inabalável. P.G

A meu ver, não existem pessoas tristes ou felizes. Esses são estados de humor e, como tal, são voláteis. Ninguém é 100% uma coisa só o tempo todo. As pessoas sustentam ou não esses estados emocionais, conscientes disso ou não. Uma desilusão não superada faz a tristeza permanecer por mais tempo; um relacionamento em sua melhor fase faz a felicidade permanecer por mais tempo. Mas isso passa. - Rob Sings

Entre meus grandes mestres na minha busca ao entendimento interior, estão os ensinamentos aprendidos em uma das Escolas filosófica mística grego-armênio, conhecida como escola do quarto caminho, que difunde o verdadeiro pensamento místico, religioso e psicológico do mestre russo George Ivanovich Gurdjieff. Legou nos, em sua obra difundida entre escolhidos, um modelo de conhecimento esotérico interior com o viés de uma metodologia para o desenvolvimento da consciência humana. Gurd para os que entenderam e aplicam a maquina humana, o tem como um "despertador" de homens. Uma fonte confiável, vem pela obra de um de seus discípulos direto, o pensador russo Peter Ouspensky, - " Em Busca do Milagroso: Fragmentos de um Ensinamento Desconhecido."

Hoje diante a indicação de beatificação de um homem santo, me transborda uma felicidade infinita e da mui saudosa amizade na convivência com meu amigo e confessor de inúmeras conversas com o amigo monge beneditino, no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Dom Estevão Bettencourt um dos mais preparados exorcistas que conheci dentro do meio católico apostólico romano e um servo de Deus com uma bondade e compreensão infinita. Nossa amizade se iniciou, quando fiz parte do MESB, Movimento de Encontros do São Bento na época que teci amizades profundas com Dom Marcos Barbosa, Dom Emanuel, Dom Joao Evangelista Junot, Dom Tadeu, entre tantos outros dons na Abadia de São Bento no RJ, da Bahia e de SP. Em tempo, a expressão latina beneditina "Ora et labora" eterniza se.

Entre minhas historias das noites cariocas, me lembro bem do saudoso amigo o grande cronner Jamelão, como gostava de ser chamado. Sempre ouvia ele a cantar nos fins de noite no antigo Café Nice, na Avenida Rio Branco no centro do RJ. Todo embecado de smoking no ápice da elegância masculina. Conhecido internacionalmente como black-tie que eu falava para ele que era alugado na Casa Rolas que ficava na Avenida Augusto Severo, mas ele sorria e negava, e ele me falava carinhosamente com ar de deboche, sai fora moleque.

Grande parte da produção artística dos novos artistas plásticos joalheiros e do próprio precursor do conceito da arte jóia assinada no Brasil, se perdeu. Muito por que nunca existiu uma publicação e catalogação dos contrastes e marcas destes artista que na sua grande maioria usavam a prata, madeiras e gemas sem muita cristalização e materiais orgânicos petrificados. Sendo assim, com o advento do comercio irregular no Brasil, de metais preciosos advindos do "garimpo do asfalto" as jóias de prata, pelo metal e materiais em si, passaram a ter pouco valor e vergonhosamente eram acumuladas a centenas para levarem ao fogo. Muita vezes eu e Caio, comentávamos este triste destino, raro algumas exceções.

Fico muito feliz, que cada vez mais vejo os povos originários fomentando novas batalhas, enfim tenham chegado em conjunto, vindos inteiros para as lutas sociais pelo direito pleno de suas culturas, suas artes, identidades e ancestralidades. Agradeço particularmente as vozes de todas mulheres guerreiras, que sempre buscaram o melhor para todas as crianças da tribo. Agradeço a energia feminina da terra. Sinto me gratificado, por pequenos passos que dei e incentivei a alguns índios e índias neste sentido por estas lutas de ressignificação artística, social e cultural ao longo dos tempos para que o mundo todo passasse a ser uma aldeia só e resgate moral de seus direitos das escolhas na liberdade.

Qualquer lugar que não preserva e honra sua historia e seus grandes personagens do passado, nunca poderá ter futuro e perde todo o aprendizado social, politico e religioso contra os graves erros. Vive toscamente a deriva da própria sorte, por que nada aprendeu com o tempo e distancia se cada vez mais, de ser chamada de soberana, viva e civilizada.

Minha amizade com Noêmia e Maurício do Valle, filhos da artista me legou um saber na obra da Rosina. Sendo os dois, dos quatro filhos da artista, a convivência e a afetividade comigo, tem um peso maior, pois representam em si a historia de Rosina Becker do Valle. Essa amizade explica como Barradas, tive acesso privilegiado e legítimo às obras guardadas pela família, desde os anos de formação. Alguns destes trabalhos deixadas aos filhos e hoje em posse e propriedade legal de Ricardo V. Barradas, registram o momento em que Rosina, incentivada por Ivan Serpa no MAM-RJ, iria se tornar uma das principais pintoras naïf do Brasil. Para o mercado, por estas obras terem vindo diretamente dos filhos confere a Barradas o nível máximo de confiabilidade de proveniência deste acervo.

A grande dificuldade acadêmica de um estudo fiável mais profundo sobre a cultura cigana ou melhor falando sobre a cultura Rom e Sintos consiste no dialeto universal do povo que é apenas oral não tem uma escrita formal. Sendo assim o Rom, romany, romans, ou romani sendo uma língua indo-ariana, originária do norte da Índia, falada pelo povo Rom e outros grupos ciganos na Europa e nas Américas. Este dialeto, é proveniente do grupo lingüístico indo-europeu do norte da Índia e do Paquistão, tais como o sânscrito, o prátcrito, o maharati e o punjabi. Hoje dentro dos estudos antropológicos modernos, correlacionam o dialeto Rom sendo originário do sânscrito e do punjabi falados no antigo continente Hindu, antes da separação que criou o Paquistão.

Sempre estamos buscando sermos felizes : ter carro do ano, casa nova, mobílias, jóias, viagens, vestidos e sapatos caros, mas tudo é ilusão. Para sermos felizes precisamos de tão pouco,nem ter sorte, e sim opção de ser feliz. Para sermos felizes precisamos de valorizar e respeitar as pessoas que estão ao nosso redor , compartilhar o bem com elas, e a gratidão nos enche de esperanças fazendo nosso dia a dia melhor. Natalirdes Botelho

Em meu céu, a noite sempre é muito iluminada com uma lua cheia, bem clara e feliz. E as estrelinhas, cores de prata, ficam emaranhadas, olhando e piscando umas para as outras em conversinhas estrelares, que ouço bem baixinho mas não sei o que cada uma diz. Sei que todas as estrelinhas tem cinco pontas arredondadas, pois nada espeta e nem arranha, no meu manto celeste. A noite é feita para sonhar, colorir o céu de azul, claro e escuro mas sempre sem verniz.

Grande parte das jóias de crioula no Brasil, durante o período escravocrata nos séculos XVIII ao XIX, era uma forma característica de acumulo de posse, já que o sistema financeiro do império, não permitia que negros tivessem acesso. Sendo assim, era uma forma usual e popular de assemelhar valores, para que depois fossem usados, muitas vezes para comprar cartas de alforrias de parentes ainda escravizados. Por mais que historicamente, quase sempre usam o termo de escravidão no Brasil, eu particularmente não gosto, por que o que houve foi uma tração animal negra se os personagens em geral eram tratados e contabilizados como ativos animais dos proprietários rurais.