Textos Escritos por Paulo Mendes Campos
Live In
Fico feliz por você e por mim.
Faço a sua diversão e a minha.
Somos essa diversão.
Feliz aniversário!
Feliz você já é.
Parabéns? Pra mim e pra você, pois um não pode sem o outro.
O Produtor nunca poderá fazer algo, se não se tiver um público.
Obrigado, a você nome de anjo.
A você no meio de nomes e listas.
Obrigado a quem nem vai.
Obrigado a todos pela existência, plena e perfeita.
Obrigado por existir!
Parabéns JR. - 25/07/2008
Já são 4 e não mais 1.
Já se foram três e ano que vem são 5.
Já corremos e corremos contra o tempo em todo o momento.
Em toda a fase.
Lutamos mais do que alguns, por esta lei que tanto ansiamos.
O nosso tempo é curto e a Vida embora achamos que ela é eterna não é.
Seremos sempre lutadores !
Lutadores - 09 julho 2008
Tudo que quiz, foi ser o que sou.
Adoro a vida, e assim me fiz sozinho para melhor comprende-la...
Somos amigos?
Não sei...
Mas, se quisermos podemos transformar essa tristeza em plena felicidade.
Até a próxima, eu poderia dizer...
Nem sei.
Só sei que quero que todos que gostam ou não, de mim... Que sejam felizes ! Sim muito felizes.
Só quis descobrir a felicidade da vida, e ainda não encontrei...
13 março 2008
Muitas coisas acontecem...
O tempo passa...
O trabalho esgota até o ultimo segundo de tempo...
Sorrir com sinceridade...
Brincar, mesmo cansado!
Os amigos renovam nossa energia, por isso; trabalho com eles em varias tarefas...
A responsabilidade chega...
E ela vem junto ao conhecimento.
Nosso trabalho esta ali...
Onde menos esperamos, mas ele esta ali.
Ficamos a fitar ele por alguns minutos até que esses minutos se tornem em horas...
O tempo corre; e você nem nota.
Os amigos se duplicam, ou melhor, se triplicam...
Mais a amizade de sinceros e bons amigos fica ali, onde você sabe que ela está...
Tudo passa...
Até os problemas mais graves.
Eu sei...
Eu já passei, e ainda passo...
Quem não passa?
Caixa lotada de perguntas...
E a responsabilidade?
Vem antes ou depois de uma sobriedade fora do comum?
As paginas que escrevo, um dia ao certo serão apagadas.
Mas, antes disso...
Serão lidas por milhões.
E se tudo isso mesmo, quiser que as palavras permaneçam, elas permanecerão.
Se ligue no futuro...
Viaje e fotografe...
Tudo e todos, dos mais diferentes ângulos.
Caminhe...
E observe; o tudo e o nada nas coisas tão simples da vida.
Você ai do outro lado...
A ti sem ao menos lhe conhecer...
Te desejo a alegria, pois com ela se multiplicará incansavelmente, junto aos teus amigos.
Te desejo paz, pois ela é muito necessária.
Lhe desejo as coisas boas da vida, para que aprenda, antes mesmo de errar.
SEJA FELIZ, AME SEM VER A QUEM !
02/06/2007 - Tempo e vida
Não me de formulas CERTAS ,
Porque eu não espero acertar SEMPRE.
Não me mostre o que ESPERA de mim,
porque eu vou seguir meu coração...
Não TENTE me fazer ser quem eu não SOU.
Não me convide á ser igual...
por que sinceramente eu sou DIFERENTE.
Não sei amar pela metade...
Não sei viver de mentira...
Não sei voar de pés no chão...
Sou SEMPRE eu mesmo...
Mas com certeza não serei o MESMO para SEMPRE.
*...Muito pra uns,pouco pra outros,...Mas o suficiente pra mim mesmo!!!*
**Não acredito que a INVEJA alheia possa interferir em nossas vidas.... Ninguém tem o poder de nos destruir. A não ser, nós mesmos...**
07 maio 2007
A esperança que vive em mim
Não temos tempo para conversar, bem que gostaria tanto...
Não tivemos tempo para nos entender, pois só sabemos dizer que não servimos um para outro.
Nos encontramos por acaso, em algum lugar da cidade.
Você sempre sorrindo, e eu serio.
Você com seus amigos e eu com os meus.
Trocamos olhares, sorrimos um para o outro.
Não tivemos a mínima ideia, que poderíamos ter casado.
E simplesmente isso não aconteceu, pois fomos egoístas, ao tal ponto de não encarar, á realidade de nossos corações.
Fomos apaixonados e ainda somos, um pelo outro.
Isso... Pode-se mentir?
Passou-se o tempo e isso perdura, dentro de nos.
Como uma paixão que não se inflamou.
Entender isso, para muitos é complicado, mais para nós...
Não!
O tempo passa e nos encontramos, novamente.
Parece um filme que já foi visto, mais com outra aparecia.
Porque isso? Nos perguntamos.
Outrora, foi visto que simplesmente, não havíamos vivenciado tudo o que queríamos.
Mais porque? Por que não permitimos?
Porque nosso país, é mais preconceituoso, do que nos mesmos?
São muitas questões...
E o que me dói tantas e tantas vezes, é por que EU, tenho que suportar essa benditas questões?
Não creio que o meu fim, será ficar sozinho, e triste.
Já pensei que e repensei que ao teu lado era o meu lugar.
Mais acreditar nisso, talvez seja somente para mim, uma possível esperança.
Esperança de quê?
Esperança de amar, uma pessoa até nas horas impossíveis de suportar alguém.
Esperança de construir uma vida plena de paz, e amor.
Esperança de viver com simplicidade.
Esperança de Amar e saber que és Amado.
Esperança de não trair, pois, se sabe que á alguém, á tua espera.
Esperança de ter alguém com quem contar, na dor, na tristeza...
Esperança de saber que á melhor coisa do mundo, é ter escrito esta carta.
A ti meu eterno amor...
22 fevereiro 2007
Será que á humanidade, poderia entender que, o caminho para a PAZ, é simplesmente o AMOR ?
O Amor, é a presença de Paz que tanto buscamos!
A PAZ está em EXTINÇÃO !
Meninos são arrastados....
Amigos são tirados do convívio, sem a menor explicação.
As autoridades não conseguem controlar essa Guerra social.
Devemos fazer o quê ?
Lutar, mais sem armas e sim com flores !
19 fevereiro 2007
Estado significa opressão
O Estado é o responsável pela opressão do cidadão e de forma ditatorial estabelece uma série de determinações ditas “civilizadas” para impor a vontade de uma minoria sobre uma maioria.
Não é a forma de governo que é opressiva. É a existência de um governo que é opressivo.
Tanto nas ditaduras, democracias, teocracias, monarquias ou oligarquias, o cidadão comum não participa das decisões de como quer viver. Uns poucos eleitos determinam, que um determinado estilo de vida é evoluído, e impingem esta norma aos demais.
A diferença entre as teorias capitalista e socialista não libertam o cidadão do jugo de um Estado todo poderoso determinando o que é certo e o que é errado.
O dilema materialismo /religiosidade como forma de expressão do Estado, ao invés de libertarem a consciência do cidadão, o escraviza na tirania daqueles que detém ou querem chegar ao poder. Tanto os Estados laicos como os teocráticos são idênticos na dominação do cidadão, só diferem na retórica de apresentação ideológica, - um oprime em nome de uma divindade e outro com a bandeira da democracia.
O que determina que um Estado seja ditatorial ou democrático é a forma com que ele oprime a Nação. O primeiro usa até a força física para inibir o que possa extinguir sua força e o segundo usa a doutrina democrática para a mesma finalidade. E, para justificar o uso de uma dessas armas, todas as formas de governo são coniventes em fazer crer que o cidadão aprende pelo amor ou pela dor e alternam estes instrumentos na condução dos desígnios do Estado.
A opressão pela imposição da força, de certa forma, é mais autêntica; pois é mais visível, menos maquiada e não consegue dominar o foro íntimo do cidadão. A doutrina democrática é maliciosa, invade a inteligência de cada indivíduo e o manipula para mantê-lo em um torpor intelectual que impede uma visão realista daquilo que ele almeja.
O primeiro passo, para a dominação da doutrina democrática, é criar denominações que catalisem reações comportamentais que influenciem no arbítrio do individuo. É o conto da roupa nova do rei, só os puros e inteligentes conseguem enxergá-la; os impuros e estúpidos não têm esta capacidade. Assim, um legalista, portanto um cidadão de bem não contesta a validade de uma lei, que, afinal, foi votada pelos seus legítimos representantes. Quem não respeita o soberano império da lei é um marginal, um detentor de alguma sociopatia, e precisa de algum tipo de tratamento para se adequar aos desígnios do Estado. É certo marginalizar, punir ou declarar doente e submeter a alguma terapia quem acha uma lei injusta?
O que é ser puro, inteligente, legalista, cidadão de bem e legitimo representante? Ou, o que é ser impuro, estúpido, marginal ou sociopata? Porque o império da lei é soberano? Estas palavras não são usadas de forma irrefutáveis, são contextualizadas dentro de uma retórica usada para aprisionar o indivíduo em um comportamento imposto pelo Estado.
A democracia é um fundamento que afronta a liberdade humana, é uma figura retórica sem um significado real, um substantivo abstrato. Se fossemos conceituar o significado contextual desta palavra chegaríamos à conceituação de ditadura da maioria. Por exemplo: - Em uma democracia teórica, se houvesse uma comunidade de 100 pessoas para decidir a construção ou não de uma ponte para atravessar um rio e, 51 nadadores decidissem que não em detrimento a 49 que não soubessem nadar, a ponte não seria construída. Isto é liberdade? Mas, na realidade a doutrina democrática não é usada como uma justificativa legal para a usurpação do direito e do dever do cidadão de participar dos destinos da Nação? Sendo assim, democracia e usurpação não acabam tendo o mesmo significado?
Na democracia, o cidadão é condicionado para optar e não para participar. Em uma lista de nomes, ele opta quem vai governar os destinos da Nação, mas, não participa. Transfere sua cidadania para um desconhecido que conquistou sua preferência por meio de um discurso retórico cheio de promessas que dificilmente serão cumpridas.
A soma destes desconhecidos, que recebem de cada cidadão um mandato para representá-lo, compõe o que chamamos de Estado e decidem o que é melhor para a Nação (ou para eles mesmos) sem uma participação expressa dos eleitores, pois estes se pronunciaram uma só vez, quando votaram, e, não existe nenhuma garantia de que os eleitos cumprirão com os anseios de quem lhes entregou o mandato.
A garantia que o cidadão pode punir os desmandos de seus representantes pelo voto é uma mentira mal-intencionada. O tempo que se leva para extirpar o mau político não consegue evitar os desastres que ele possa causar.
A dicotomia entre o Estado e a Nação é inevitável, pois os detentores dos mandatos, se agirem dentro do estrito cumprimento do que acreditam ser seu dever, tentam interpretar os anseios do povo. Mas esta interpretação é deturpada pelas crenças e vivências individuais de cada um deles, e não refletem necessariamente aquilo que os seus eleitores pensam. Agora, quando estes agentes usam o mandato para benefícios pessoais, já não existe somente uma separação e sim a criação de duas entidades distintas e antagônicas. - O Estado de um lado e a Nação de outro lado-.
Nas civilizações antigas, quando uns poucos tinham tempo para exercer atividades intelectuais, e a maioria absoluta tinha como prioridade a sobrevivência, era necessário que a minoria intelectualizada dirigisse a maioria. O Estado era o cérebro e a Nação o corpo. Bastava que os governantes agissem no interesse do povo, e a lucidez de poucos beneficiaria os anseios da maioria.
Na atualidade, a maioria das pessoas é alfabetizada, as mulheres não são mais propriedades dos pais ou dos maridos: - são seres independentes, intelectualizados e com existências e perspectivas vivenciais individuais-, um préadolescente tem a oportunidade de acesso a muito mais informações de que todos os pensadores gregos tiveram em toda a vida, os anseios do povo não se restringem em estar alimentado e ter um teto e vestes para se abrigar das intempéries. Apesar de não ter uma clareza na consciência, cada indivíduo quer exercer de maneira efetiva a sua liberdade, e com isso, participar plenamente dos destinos da humanidade.
O obstáculo para a plenitude do indivíduo é a pregação nociva de que o Estado é o representante do cidadão. Na verdade, o Estado é a garantia de que uma minoria, privilegiada por uma doutrina ultrapassada e demagógica, determine a maioria como agir para ser um cidadão probo, inteligente e quantos tantos outros adjetivos que possam ser necessários para comprar suas consciências.
O cidadão é o legitimo representante da Nação
Para formar um cidadão pleno não é necessária uma doutrina retórica que constranja o indivíduo a agir conforme o que alguns acham correto. É preciso dividir a responsabilidade de crescer como Nação, e garantir que todos tenham o direito e dever de construir e usufruir daquilo que for construído. E, a única forma de ser uma Nação é agindo em prol do bem comum.
Quando cada indivíduo se conscientizar que seus atos podem beneficiar ou prejudicar o bem estar de todos, e que, por isso, é responsável pela sua comunidade, estará criado os alicerces de uma Nação na acepção mais nobre desta palavra.
Os cidadãos organizarão um sistema em que cada grupo de, digamos, mil indivíduos, que convivam por proximidade geográfica (ex: bairro), escolherão entre eles, doze porta vozes. Estes, por sua vez, se reunirão em grupos de, talvez, cem e escolherão doze representantes que participarão de um grupo determinado de pessoas escolhidas da mesma maneira. E sucessivamente, como se fosse uma pirâmide, até chegar ao topo, onde teria doze escolhidos para o conselho de administração, e não um governo. E estes serão os responsáveis pela administração (dos anseios do povo), do patrimônio e do planejamento da Nação.
Os representantes, de qualquer escalão, poderão, a qualquer momento, ser substituídos, de acordo com a vontade da maioria dos seus representados, pois o poder pertence ao povo e pelo povo é exercido. Ou seja, a vontade popular é soberana o tempo todo e não a cada eleição.
A Garantia dos direitos e deveres
Não está na hora de detectarmos quais indivíduos são úteis, quais são inúteis e quais são nocivos para a construção de uma Nação justa? Os úteis não seriam os verdadeiros Cidadãos e, por isso, teriam a plenitude dos direitos preservados? Os inúteis não deveriam ser ajudados a se tornarem úteis e, enquanto não o fossem terem somente os direitos básicos assegurados? E os nocivos, não teriam que perder todos os direitos e serem banidos do convívio social?
As regras de convivência devem assegurar os direitos e os deveres individuais para que todos tenham oportunidade do pleno exercício da cidadania. O mérito por atos que melhorem a qualidade de vida dos concidadãos ou o crescimento da Nação devem ser reconhecidos e revertidos em algum tipo de benefício. Os atos que prejudicam a sociedade ou, um determinado indivíduo injustamente, serão coibidos.
A lei não pode constranger a liberdade do cidadão, deve garantir os direitos básicos da coletividade e dos indivíduos de forma inequívoca. A ação penal não é uma vingança da sociedade contra quem violou seus direitos(criminosos), mas, tem que assegurar à sociedade que, os violadores de suas regras não vão reincidir nesta prática. Os limites para garantir que um transgressor não voltará a infringir as normas da Nação devem ser proporcionais ao delito.
É óbvio que manutenção dos direitos dos infratores não pode competir com o direito à saúde, educação e bem estar das crianças e cidadãos. Se o custo financeiro para sustentar a “dignidade” do transgressor for maior que o benefício de um cidadão ao acesso a saúde, ou de uma criança a preparar-se para a plena cidadania por meio da educação, é porque existe um erro nas prioridades. É um absurdo que quem participe ou represente o futuro da Nação morra por falta de médico, tratamento ou remédio e uma pessoa nociva a convivência social tenha esses direitos assegurados. Afinal, quem abdicou de sua dignidade foi quem, desdenhando do direito alheio, transgrediu as normas que asseguram o bem estar do seu próximo.
Desservir a educação ou a saúde para manter os delinqüentes com ditos “direitos humanos” não deveria ser revisto?
É evidente que motivos psicológicos, psiquiátricos ou outros que levaram o indivíduo a transgredir devem ser estudados. Mas, com o objetivo de buscar mecanismos que inibam situações que produzam estas motivações, e assim, evitar que outros indivíduos transgridam pelos mesmos motivos. Mas, não é óbvio que a tolerância baseada nestes aspectos realimenta estas motivações e produzem novos transgressores?
A quantificação de como é prejudicial uma determinada infração deve ser a única medida para a ação repressora da Nação. O cargo, profissão, idade ou classe social pode explicar para o acadêmico as motivações do infrator, mas, diminuem a nocividade do ato? Quem é assassinado por um adolescente fica ”menos morto” que quem for assassinado por um adulto?
O infrator não tem que ser responsabilizado criminalmente e civilmente pelo dano causado? Quem mata ou incapacita um arrimo de família, além de cumprir a sua pena pelo crime, não deveria de assegurar que a família prejudicada mantivesse o padrão de vida e as perspectivas que teria se a vítima estivesse integra? Ou o ladrão, o destruidor de patrimônio alheio, além da pena, não deveria de indenizar integralmente as vítimas inclusive pelos prejuízos indiretos (lucro cessante, perda de oportunidade, inadimplência etc.)?
Colocar na cadeia um ladrão ou um estelionatário e não forçá-lo a restituir o prejuízo a vitima não pode parecer, para alguns, um bom investimento a longo (às vezes não tão longo) prazo?
Para cumprir com as responsabilidades cíveis o transgressor não deveria ter seu patrimônio seqüestrado ou na impossibilidade disso, trabalhar e ter o fruto do seu trabalho revertido aos prejudicados até o limite do prejuízo, independente do tempo da condenação criminal?
O servidor público que desvia verbas para finalidades diversas, não pode, indiretamente, estar condenando à morte um paciente que não receber o remédio ou o tratamento adequado por falta de verbas? E se sim, ele não deveria ser réu de homicídio? O ilícito e o desonesto não deveriam ser sinônimos?
A lei deve garantir os direitos individuais, proteger a Nação e regular as relações entre os cidadãos. Não se podem conceber leis que beneficiem pessoas ou grupos em prejuízo dos diretos dos outros. O direito é lógico e pontual. -O primeiro direito individual é a vida. A vida de dois é mais importante que a vida de um. - Será que podemos permitir que o direito de manifestação de muitos tire o direito á vida de um ou que o direito a recreação de muitos interfira no de saúde de poucos? Ora, vida é vida, saúde é saúde e recreação é recreação. A relação de coisas iguais é pontual, a relação de coisas diferentes tem que ser hierárquica. O que vale mais: a vida, a saúde, o direito de ir e vir? Isto é a sociedade que deve decidir. Na história houve sociedades em que a honra era mais importante que a vida. Um pensador afirmou que daria a vida pelo direito de qualquer pessoa declarar o que quisesse, mesmo se ele não concordasse com o que foi declarado. Os caminhos da Nação devem ser decididos pelos cidadãos.
Interpretar as leis de forma retórica, para obter benefícios ilegítimos, em detrimento de diretos alheios, não é uma violência contra os prejudicados e, conseqüentemente, contra a Nação?
O investimento que a Nação possa fazer no desenvolvimento de um individuo não teria que objetivar um retorno para a coletividade? O povo pagar por meio dos impostos a formação de um médico, cujo atendimento ser-lhe a negado não é antiético? Não seria justo que todos que se formassem em uma profissão liberal, à custa da Nação, trabalhassem por um período (quiçá quatro anos) como funcionário público, para devolver ao povo o custo da sua formação?
Os ganhos pecuniários por um indivíduo não deveriam ser limitados? O fato de uma pessoa ser um estereótipo de beleza ou ter habilidade artística ou desportiva, o torna merecedor de regalias inatingíveis até mesmo por outros gênios úteis para a humanidade? Um educador que promova a emancipação dos seus educandos ou um pesquisador que descubra a cura de uma doença é menos importante que o artista, o atleta ou a modelo?
Estas e outras questões deverão ser esmiuçadas pela sociedade para que seja encontrado um rumo que a Nação tomará para se tornar um reflexo vivo dos seus cidadãos.
Esta é uma palavra que a gente deveria colocar sob suspeita durante algum tempo. Quais são as coisas que a gente não faz porque realmente não tem vontade e quais aquelas que não fazemos porque são arriscadas? Eis um exemplo de risco que confundimos com “falta de vontade”: falar com desconhecidos. Seja um flerte, um simples contacto, um desabafo, raramente conversamos com estranhos. E sempre achamos que “foi melhor assim”.
Terminamos sem ajudar e sem sermos ajudados pela vida. Nossa distância nos faz parecer muito importantes, muito seguros de nós mesmos, mas, na prática, estamos passando longe dos milagres que os anjos colocaram em nosso caminho.
Quando me acovardar diante do percurso, ou empacar diante de um obstáculo, me de uma bordoada, e diga que foi por minha expressa ordem que tal atitude se fez necessário.
Ora, vivo dizendo para não desistir e acabo caindo na minha própria armadilha.
Deixe pelo caminho sementes de autoajuda, talvez precise delas no futuro.
Doce loucura
Quando for falar de amor, retire de sí tudo o que te prende á realidade, pois no amor quanto mais mágico, mais real, quanto mais insano, melhor se adapta á realidade do amor.
O amor é um sentimento um tanto adrupto, nos força á tomar decisões em que na mais pura sanidade jamais viria-mos tomar, dessa forma se torna ele dono de nós.
Como uma força envolvente, do tipo se tem noção, sem ter do que pode vir depois, é como se esperássemos o mais improvável das ações e, ainda assim, nos surpreendessem..
Repentino é o coração que forçado nunca se deixa levar por outra influencia se não a do amor, e mais uma vez como louco de desejo vem provar da loucura sem cura.
Como se nunca quisesse se curar, o amor rejeita qualquer tipo de remédio, se tomar alguma coisa é o mais puro veneno no qual deixa ainda mais louco de amor o coração apaixonado.
Como criança teimosa insiste em ficar, sem se importar com os perigos que podem vir e levar como vítima de seu desejo infantil, ou sentimento duentil.
Se doença de amor tiver cura que tome o antídoto quem quiser, eu vou é cair de frente nessa loucura delicosa, queria eu que nunca tivesse cura, viver da mais doce das loucuras.
Jogar pro alto a verdade, fugir da castidade e viver um amor de verdade, cúmplice do desejo, amigo da paixão, distante do abismo fugindo da solidão.
Se na vida sonhamos com o amor direitinho, como podemos evitá-lo? coração não se vende e nem se compra um amor programado, amar alguém de verdade, pode até ser um recalcado.
Entre linhas os sentimentos se perdem, ora, se no amor a loucura vem sem direção, como segurar uma vontade que nem por sí se segue então.
Ou fazer valer a saga de uma vaga semelhança que se opõe os sentimentos ao optar por jogar com toda força uma coisa que as vezes nem podemos suportar.
Sem direcionar, mas como se apontando para frente e lançando a semente do amor no coração, deixando-se envolver pela mais doce das loucuras, a loucura do amor.
Como chuva fina as emoções nos envolvem e se deixa pensar que é uma leve brisa ao vento, mas amor de verdade vem como um temporal derrubando tudo.
Desfalecendo qualquer opinião á respeito de sanidade, respeito ou vontade, amor que se preze tem que valer, tem que doer de saudade, somos felizes com essa realidade.
A paixão está diretamente ligada ao extremo do do existir, tão somente nos sentimos vivos quando amando de verdade, seriam loucos os que por amor se vem á perder.
Como a delícia dessa vida é o encanto de uma pessoa em que depositamos todo nosso mais bem querer, assim esperamos poder depositar sem sentimentos de rejeição.
Mas o que mata no amor é o sabor da indiferença, que se faz como uma onda de proporções gigantescas, tornando assim tão pequeno o que enorme parecia ser.
Em seu lugar somente ficaria os restos do amontoado de amor que outrora seria para ser eterno, amar é estar no paraíso olhando pro deserto.
Não tem diferença nas coisas que se compara com um simples olhar, se o próprio coração é quem toma as rédias e consegue enxergar somente o seu par.
Fora de controle a situação faz ficar, e a paixão como sempre vem á ganhar, não podemos lutar por uma coisa que pedimos para continuar, ficar a loucura, mesmo sem ter cura!.
O amor é um sentimento um tanto adrupto, nos força á tomar decisões em que na mais pura sanidade jamais viria-mos tomar, dessa forma se torna ele dono de nós.
Como uma força envolvente, do tipo se tem noção, sem ter do que pode vir depois, é como se esperássemos o mais improvável das ações e, ainda assim, nos surpreendessem.
O inferno não se farta!
O que acontece com o mundo??
O que estamos vivendo hoje é uma continuação do que há muito vem acontecendo, ou apenas estamos diante do acontecido, que nossos olhos viam-se á negar!!
Será que a humanidade não se dá conta do absurdo que o mundo está se tornando, estamos por um triz da nossa extinção pessoal, vivendo num mundo sem coração.
Imaginando-se que na lei da vida somente os mais fortes sobrevivem, e nas leis de Deus? quem irá sobreviver se os homens estão se condenando.
Seria difícil parar e pensar como estamos, tomar um pouco de sensatez diante do aglomerado da confusão, pois foi o que se tornou o mundo atual.
Meu Deus!! a violencia se tornou a mas bem sucedida margem de lucros que a mídia moderna encontra para satisfazer seu ego sangrento.
Mais parece uma propaganda do que um alerta, alerta de que estamos rumando para nossa desgraça total, vidas passaram á não valer mais nada, se valem, é muito pouco perto do que seja realmente a vida de um ser humano.
Estamos vivendo com loucos que não tem á menor noção do amor de um pai de família ou o valor de uma vida em que se joga todo nosso interesse no amor ao próximo.
Sinceramente o futuro me amedronta, se é que vamos ter , mais e mais as coisas vem se modificando e tudo se inclina para o lado do martírio, refletindo como num espelho todo nosso desespero.
Pessoas de bem não tem mais sossego, parece que vivemos em uma enorme prisão com animais nos rodeando e á qualquer hora podem nos atacar.
Sentimos uma enorme falta de segurança, vivemos como nos tempos de criança, temos medo do bicho papão que hoje nada mais é que a sombra do desconhecido.
Sombra essa que nos persegue, nos assombra, fazendo o pânico ser companheiro de todas as horas, como se fosse a única saída para o medo se acostumar com a situação.
Antigamente não se via tais coisas, a diferença está aí, não se encontra uma residencia sem grades, pois se o proprietário estiver mais posses, se torna assustador o aparato de segurança.
Somos vítimas das doenças, das catástrofes e muito mais agora da violencia que se tornou um pesadelo que começa apóis abrir-mos os nossos olhos ao amanhecer.
Passando pela vaga lembrança que eu tenho do meu passado podía-mos passear ao luar e conseguía-mos sorrir sem o lamento de um ente querido ter sido vítima da violencia ou um assalto á qualquer hora do dia.
Os Governantes parece que estão cegos e as autoridades de braços cruzados, parece que tem um interesse por baixo dessa salada azêda que hoje temos que digerir
É revoltante saber que estamos á mercê de canalhas que promovem o terror, fazendo de suas vítimas pessoas com trauma eterno.
Sinceramente eu lamento que tenha-mos chegado á esse ponto, pois eu não consigo enganar meu medo, que após ler jornais e assistir os noticiários, fica mais intenso.
Em outro ponto seria relevante tentar-mos viver como se nada estivesse acontecendo, pois na próxima esquina ou no próximo semáforo viesse ser a próxima vítima.
A vida pede passagem, temos muito que viver, quem sabe ainda haja uma reviravolta nesse termo, precisamos mostrar que a vida tem um poder maior que qualquer força em relação ao cotidiano violento, a sociedade em um modo geral precisa se reparar.
Se por um lado existem os meios e anseios violentos para nos empurrar contra aparede do desespero, por outro existe a vontade de viver e ser feliz sem a necessidade de estar-mos morando com o inimigo.
O céu é um lugar onde todos sonhamos chegar, um limite, uma herança, uma parada, mas é no inferno que moramos atualmente, inferno que fere, rouba e mata, inferno esse que nunca se farta!
Estrela Mágica
Imagina se cada um de nós tivéssemos uma estrela mágica lá no céu, e essa estrela fosse dirigida por nossa vontade ou necessidade!!
E se combinasse com nosso destino ou manipulasse a nossa vida, tipo nos influenciando, e fazendo o papel de gerente das nossas situações do dia a dia.
Como seria bom, e como seria perigoso, levando em conta que poderíams estar nas mãos de pessoas mal intencionadas, pois as pessoas em geral não estão totalmente dspostas á fazer o bem.
Tais situações seriam sim solucionadas, resolvidas e muitos problemas poderiam ser eles evitados, mas por outro lado poderíamos não ter Deus.
Em nossas vidas Deus tem imensa influencia somente para o bem, e ficamos á mercês de nossa escolha mediante olhos atentos do nosso Deus.
Com uma estrela que seria algo mágico ficariamos sobre nossa vontade, mas sem nenhuma inflencia de nenhum ser para nos amparar.
Mas pensamos um pouco;...sai por aí perguntando se as pessoas não querem uma ajuda esotérica sobre suas vidas, a resposta com certeza vai ser um 97% de sim, o que não é bom.
Infelizmente tenho visto que as pessoas estão fugindo das suas causas naturais relacionadas a seu destino, e indo á procura do que realmente não tem nada á ver no sentido de resolução de seus problemas.
São pessoas que estão precisando muito de uma ajuda espiritual, ajuda de Deus em suas vidas, vida essa que está muito mais voltada para o lado errado da conciencia divina.
Não posso entender que sendo eu filho de um ser imensamente poderoso em sua magnitude, venha ser afetado por problemas relativamente pequenos.
Coisas que eu pessoalmente poderia resolver, sem precisar estar apelando para estrelhinhas mágicas ou entidades de esoterismo.
A confiança está dentro de cada um de nós e somos fortes o bastante pra resolver nossos problemas, e inteligentes o necessário para não nos meter nestes mesmos.
Com certeza seria mais fácil pedir á uma estrelhinha mágica resolver para sí, do que arregaçar as mangas e partir pra cima.
Eu tenho um dizer para isso:" As dificuldades Ensinam e Fortalecem, As facilidades Iludem e Enfraquecem", existem muitos ditados certos, esse é um deles.
Com a vida não da para se usar uma esponja e apagar tudo e começar denovo, se você errou o melhor á fazer é correr atrás e tentar consertar o erro.
Não existe meia palavra para a verdade, ou ela é verdade ou mentira, ou você corre pra se proteger ou fica na chuva, e quem vai pra chuva é pra se molhar.
Se estamos nessa vida, então viveremos ela, mas devemos viver da melhor maneira possível para que mais tarde não venhamos dizer "poxa o que eu fiz da minha vida!!"
Estrelhinha mágica não existe, mas existe Deus, e nele você pode confiar, podemos ter a certeza que no outro dia o sol vai brilhar, porque Deus é o todo poderoso.
Se consegue dominar um gigante , porque você não pode ser dominado, e poderia você também dominar seu sol, que é seu destino seu futuro.
Estrelhinha mágica, hoje quero que o grande amor da minha vida cruze meu caminho!!, como seria bom que isso acontecesse, mas não é bem assim que as coisas devem acontecer.
Como um parâmetro as coisas seguem uma rota totalmente traçada por Deus, que somente é permitida por ele, mas nós que traçamos nosso futuro.
A nossa estrelhinha mágica está na nossa vontade de vencer na vida em todos os sentidos, e temos que saber viver essa vida para poder vencê-la.
E depois quem precisa de estrela, se temos Deus na nossa vida e consequentemente a nossa maior benção que é a nossa vida.
Feliz é quem tem Deus em sua vida, e o aceita dentro dela, e está nas mãos dele, eu estou!!...e você??
A verdade é nua e crua, nada está acima dela, mas acredita, nem toda verdade deve ser dita de qualquer forma, (há sempre outras formas) porque o coração do homem é fraco demais.
Lembre-se de três grandes criações e aprenda com elas: os olhos (2), os ouvidos (2) e a boca (1).
Seja mais cauteloso/a possível com certas verdades que adoecem o coração!
''Mente Quebrada''
Minha mente, hoje, jaz fragmentada,
A ficha tardia enfim me alcançou,
Por cada escolha por mim mal traçada,
Numa avalanche que o tempo criou,
De decisões que a inércia omitiu,
E um labirinto que nunca cessou,
De mágoas que a minha mão mesma abriu,
Em um vendaval que me consumiu.
Eu tinha a ciência do passo correto,
Mas um torpor me impedia de agir,
Vivendo uma vida de rumo incerto,
Sem forças para lutar ou fugir.
E em meio ao mar desses rolos, um luto:
Minha mãe se foi, sem poder resistir,
Deixando em meu peito, por absoluto,
A culpa amarga como o pior fruto.
Na retina a cena final se demora:
Seu corpo na cama, exaurido, impotente,
O fôlego escasso que a vida evapora,
Um adeus sussurrado, tão subitamente.
E a dor me ensinou, com a sua pedagogia,
Que atalhos nos vendem um bem que só mente,
Pois a rota mais curta, na sua anarquia,
Conduz ao final de mais longa agonia.
Agora me restam três sombras potentes:
A triste solidão, o remorso profundo,
E um desalento por dias ausentes,
Que poderiam ter sido o meu mundo.
E ao céu eu pergunto, a esse Deus que concebo,
Se Ele enxerga este ser moribundo,
Ou se este anseio que em mim eu percebo
É o delírio final que a alma dá de cebo.
Às três da manhã, quando a noite se adensa,
A dor se agiganta por dias inteiros,
Na asfixia de uma angústia imensa,
Com gritos que morrem, meus companheiros.
É quando a janela, em sua vil sedução,
Aponta um escape dos meus cativeiros,
E o fim se apresenta como a solução,
Um anseio de paz para o meu coração.
E tudo que eu peço, em meu desalinho,
Não é a fortuna, nem glória, nem palma,
Mas que o pensamento, em seu torvelinho,
Pudesse encontrar o silêncio e a calma.
Sabe? No mundo há tanta energia ruim. Há tanta gente ruim. Pessoas estão sempre a fazer mal a outras, estão constantemente a difundir ódio, tristeza e afins.
Ainda queres ser contribuinte activo de coisas negativas? Não seja. Seja um bom motivo na vida das pessoas, seja um bom motivo pra tua comunidade e espalhe a alegria que é o que te caracteriza 🦅
A mulher só permanece ao lado de quem tem a oferecer o que ela não tem, igualmente o homem.
A minha dica para hoje é:
- homens, não corram atrás de mulheres, foquem no seu próprio crescimento.
- Mulheres, emponderem-se e sejam mulheres de valores!
O resto você vai atrair naturalmente, pelo que te tornas!
Do Fundo do Poço, Eu Voltei
Ser trocado por outra pessoa. Se você já passou por isso, sabe que não é só sobre perder alguém — é sobre ser arrancado de um lugar que você achava seguro. É uma das dores mais brutais que um ser humano pode sentir. Uma espécie de morte em vida. Um terremoto emocional que te lança do céu ao inferno em questão de minutos.
Foi exatamente isso que aconteceu comigo. Um dia eu estava lá em cima, acreditando no amor, acreditando nela… e no outro, me vi no fundo de um poço escuro, frio e silencioso. Fui jogado lá. Por ela, por eles, não sei ao certo. Só sei que caí. E ao cair, me quebrei todo.
Não falo de fraturas físicas — falo da alma. Minha essência se dilacerou. Minha identidade foi esmagada. Eu mal conseguia me mover, apenas sentia. A dor era insuportável. E o mais cruel? Eu ainda esperava que ela descesse até ali e me estendesse a mão. Eu acreditei que ela viria. Esperei. Dias. Semanas. Mas ela não veio.
Enquanto eu agonizava, na minha mente se repetia a mesma cena: ela sorrindo ao lado dele, vivendo a vida como se nada tivesse acontecido. Enquanto eu apodrecia em silêncio, ela seguia. Sem olhar pra trás.
E foi aí, nesse abandono, que algo dentro de mim despertou. Eu me sentei, com dor, com dificuldade. E pela primeira vez, em meio ao caos, olhei para mim mesmo. Observei meus ferimentos emocionais. Vi o estrago. E mesmo em choque, entendi: se eu quisesse sair dali, teria que cuidar de mim. Ninguém viria me resgatar.
Comecei devagar. Juntei os pedaços. Recoloquei meus “ossos” no lugar. Costurei a carne rasgada da alma com as mãos tremendo. Sem anestesia, sem apoio, sem manual. Apenas coragem. E dor. Muita dor. Mas cada ponto que eu dava em mim mesmo era um ato de amor próprio.
Naquele momento, eu comecei a arrancá-la de dentro de mim. E foi o processo mais difícil da minha vida. Ela estava tão entranhada, que parecia que me desfazer dela era o mesmo que me desfazer de mim. Mas eu insisti. Cuidei das feridas, troquei os curativos com carinho. Me tratei como alguém digno de ser amado — por mim mesmo.
E assim, depois de muito tempo, percebi: eu estava pronto pra escalar. Mas não podia subir de qualquer jeito. Eu precisava estar forte. Preciso. Curado. E aos poucos, fui ganhando força. Fui entendendo onde me perdi, como me moldei pra agradar, como fui deixando de ser quem eu era só pra caber num espaço que nunca foi meu.
A jornada pra fora daquele poço foi longa. Cansativa. Exaustiva. Ainda estou em reabilitação. Ainda faço “fisioterapia emocional”. Mas hoje, eu posso dizer: eu voltei.
Mais forte. Mais consciente. Mais verdadeiro.
Eu não vejo mais o mundo com os mesmos olhos, mas talvez seja exatamente isso que me dá paz: saber que eu sobrevivi. Que eu fui o meu próprio herói.
E que agora, finalmente, sou eu quem cuido de mim.
O choro é uma auto-terapia, ela proporciona benefícios para tua saúde mental e física. O choro ajuda a aliviar o stress, libera o hormônios do bem-estar, restaura equilibrio emocional, ajuda o corpo a processar melhor as emoções, choro é um relaxante, fortalece as relações, elimina toxinas do sangue, lubrifica e limpa os olhos, reduz a pressão arterial e regula a temperatura no cérebro.
Não precisas se segurar se tiveres que chorar, mas tem cuidado, porque se for constante, será indício de depressão!
