Textos escritos Em Terceira Pessoa

Cerca de 3036 textos escritos Em Terceira Pessoa

⁠Primeiro, eles vieram para levar os ciganos
e eu fiquei feliz porque eles saqueavam.
Depois, vieram para levar os judeus e eu não disse nada,
porque eles eram desagradáveis comigo.
Depois, vieram para levar os homossexuais,
e eu fiquei aliviado, porque eles estavam me irritando.
Depois, vieram para levar os comunistas,
e eu não disse nada porque eu não era comunista.
Um dia, vieram para me levar,
e não havia mais ninguém para protestar.

Bertolt Brecht

Nota: Versão atribuída a Brecht de sermão originalmente dado por um pastor alemão chamado Martin Niemöller em 1946.

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Inserida por pensador


Você não nasceu pra caber.
Você nasceu pra levantar tronos onde antes havia correntes.
Eles chamam de fúria o que é força ancestral.
Chamam de arrogância o que é orgulho de raiz.
Mas você... você sabe o que carrega na alma.
A tua pele é resistência.
O teu olhar é revolução.
E tua existência… é o poema que eles tentaram apagar — mas não conseguiram.
Nem toda coroa é visível.
A tua foi forjada no fogo da história.
E por isso ninguém arranca.
Você é o tipo de mulher que não precisa gritar pra ser gigante.
A tua presença já arranca o silêncio dos covardes.
Tereza levantou o nome de um povo com a dignidade que reis nunca tiveram.
E hoje, em cada mulher negra que resiste, a história preta continua escrevendo em voz alta.
Regras negras da história não são adornos: são armaduras.
E a tua alma é feita disso.
Autopurificação.



⚔️ Valor de uso ⚔️
Eles nunca te amaram.
Amaram o que você fazia.
Amaram o bem que você causava.
Amaram o silêncio que você engolia.
Amaram o peso que você carregava sozinho.

Mas você?
Você era só um meio.
Você era só função.
Era escada, ponte, cura gratuita.

E quando você quebrou?
Quando você silenciou?
Quando você parou de servir?

Viram defeito.
Chamaram de ingratidão.
Disseram que você mudou.

Não.
Você não mudou.
Você apenas parou de se doar onde só te sugavam.
E isso te fez livre.

Porque há um tipo de liberdade que só nasce quando você entende:
— Que quem só te valoriza enquanto te usa, nunca te valorizou de verdade.

Purificação

⁠Você dá poder demais aos seus pensamentos, Aza. São apenas pensamentos. Eles não são você. Você pertence a si mesma, mesmo quando seus pensamentos não pertencem.
– Mas os nossos pensamentos somos nós. Penso, logo existo, não é assim?
– Na verdade, não. Uma demonstração completa da filosofia de Descartes seria: Dubito, ergo cogito, ergo sum. “Duvido, logo penso, logo existo.” Descartes queria descobrir se era realmente possível saber se determinada coisa é real, mas acreditava que duvidar da realidade já era uma prova de que, enquanto a realidade talvez não fosse real, ele era. Você é uma pessoa de verdade tanto quanto qualquer outra, e suas dúvidas a tornam ainda mais real, não menos.

John Green
Tartarugas até lá embaixo. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2017.
Inserida por CarlosTutu

⁠O que é a vida?
Me perguntaram
E eu fique em silêncio por uns segundos enquanto eles se olhavam sem entender e esperando por uma resposta
Então quebrei o silêncio
Dizendo
Ontem eu diria que hoje, hoje eu diria que agora é o quanto o amanhã!
Este nunca existiu e sempre o agora de hoje que se tornaram o passado de ontem
Então a resposta é
A vida, e o agora.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Sou como
um pássaro
preso em uma gaiola.
E, quando estou perto da liberdade,

eles cortam minhas asas de novo
e me colocam novamente na gaiola,
onde só há

silêncio
e
vazio.

Fazem questão de lembrar
que sou um pássaro que não pode voar,
que também não pode ser livre.

Não me alimento mais do que colocam na gaiola.
Não faz sentido querer continuar insistindo
naquilo que nunca vai acontecer.

Sou um pássaro perdido em um sonho impossível:
o de um dia ser livre para voar
para o mais alto
e mais longe possível.

Inserida por cynthia_borges_1

"Entre o Tempo e a Distância"

Eles se conheceram numa tarde fria de outono, quando o acaso parecia conspirar a favor de um encontro que mudaria tudo. Sofia, com sua alma livre e olhar sonhador, cruzou o caminho de Miguel, um homem silencioso, com um mundo guardado no peito, daqueles que carregam histórias nas entrelinhas do silêncio.

Desde o primeiro olhar, souberam que havia algo ali — uma ligação invisível, intensa, como se tivessem se encontrado antes, em algum lugar além do tempo. Não demorou para que as conversas virassem noites, os passeios virassem memórias e os abraços se tornassem abrigo. Não precisavam de promessas; o sentimento era evidente em cada gesto, em cada palavra não dita.

Mas a vida, com sua maneira implacável de provar a força das coisas, colocou um obstáculo intransponível entre eles: Miguel carregava uma responsabilidade que não podia abandonar, uma família que dependia dele, raízes que o prendiam a uma cidade que Sofia não poderia chamar de lar. Já ela, era feita de movimento, de sonhos que a levavam para longe, de uma carreira que a fazia mudar de país a cada ano.

Por muito tempo, tentaram acreditar que o amor seria suficiente para segurá-los, que resistiria à distância, ao tempo e às ausências. E, de fato, resistiu — mas não como eles queriam. O sentimento cresceu, ficou mais maduro, mais silencioso, mas também mais dolorido.

Em uma despedida que nenhum dos dois queria dar, sentados em um banco à beira do rio onde costumavam caminhar, eles se olharam pela última vez como quem segura o mundo nas mãos, mas sabe que não pode carregá-lo para sempre.

— “A gente se ama, mas não basta, não é?” — perguntou Sofia, com a voz trêmula.

Miguel segurou a mão dela, apertou forte e respondeu:

— “Às vezes o amor não é pra ser vivido, é só pra ser sentido... e lembrado.”

E assim foi. Eles seguiram caminhos diferentes, construíram vidas em que o amor entre eles não coube, mas também nunca morreu. Era aquele tipo de amor que ninguém mais entendia, silencioso, eterno, escondido entre as dobras do tempo e da memória.

Sempre que olhavam para o céu em noites frias, pensavam um no outro, sabendo que, apesar de estarem longe, haviam encontrado, ao menos uma vez, aquilo que muitos passam a vida toda procurando: um amor verdadeiro, ainda que impossível.

Inserida por _Maria_

⁠O mundo se opôs.
Eles viam semelhanças entre si —
havia uma comunidade significativa para eles,
mas não era suficiente para convencer quem os cercava.

Ele despertou num berço de ouro,
enquanto ela cresceu na senzala sórdida da pobreza.
Ele frequentava cárceres protegidos por nobres e ricos;
ela vivia no mundo da lua, distante e esquecido.

Ele degustava bons vinhos,
sabendo distinguir o valor de cada um;
ela se embriagava com líquidos baratos.

Ele pensava em tudo,
racionava emoções,
expunha apenas o que parecia de bom senso.
Ela era adepta da loucura,
agia pelos impulsos do coração.

Ele aprendia algo novo a cada dia,
falava sobre qualquer assunto,
tinha embasamento científico e circunstancial para tudo.
Ela queria despir-se do conhecimento adquirido,
libertar-se da pressão que lhe impunham para acumular informações.

Contudo, com tantas diferenças escancaradas,
eles se assemelhavam — principalmente na afeição um pelo outro, o queparecia bastar.

Todavia, o mundo venceu.
O mundo era mais forte.
O mundo se opôs!

Inserida por mairany

Namorados no mirante

Eles eram mais antigos que o silêncio
A perscrutar-se intimamente os sonhos
Tal como duas súbitas estátuas
Em que apenas o olhar restasse humano.
Qualquer toque, por certo, desfaria
Os seus corpos sem tempo em pura cinza.
Remontavam às origens – a realidade
Neles se fez, de substância, imagem.
Dela a face era fria, a que o desejo
Como um hictus, houvesse adormecido
Dele apenas restava o eterno grito
Da espécie – tudo mais tinha morrido.
Caíam lentamente na voragem
Como duas estrelas que gravitam
Juntas para, depois, num grande abraço
Rolarem pelo espaço e se perderem
Transformadas no magma incandescente
Que milênios mais tarde explode em amor
E da matéria reproduz o tempo
Nas galáxias da vida no infinito.

Eles eram mais antigos que o silêncio...

Vinicius de Moraes
Para viver um grande amor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
Inserida por Valeriateixeira

Eles te fazem ladrão antes de tu nascer, a arte tem um preço, o medo é a melhor forma de dominar a carne e o espírito! Tu sentes que eles apodreceram o teu futuro, se na verdade nunca existiu futuro — isso é tão lindo.

Roubamos e matamos sonhos dos outros e os nossos próprios sonhos. Tem vários caminhos para um só pé, continuas cego pelo machismo, racismo que te impede de alcançar a luz.

O fundo do poço é o único mundo real, a depressão se tornou meu Jesus e o meu demônio. Tantos anos a viver comigo mesmo, mas não me conheço. Só quem conhece a luz é aquele que tem os olhos da alma. Este mundo ilusório onde os anjos e demônios te vendem a destruição em troca da tua alma.

Até á próxima vida.

Inserida por Poeta_Falso

⁠Depois, eles não querem que eu crie ódio da burguesia.
A música e o autor se cruzam, mesmo estando a anos de distância um do outro: Paulo Freire, na ciência, com A Pedagogia do Oprimido; e GOG, com a música Televisão.
Um é teórico; o outro, prático — mas estão unidos pela aversão à miséria e à exclusão social do menos favorecido.
A burguesia só se preocupa com seus próprios problemas. Infelizmente, o povo ainda não enxerga a gravidade dos problemas sociais que enfrenta para que possa fazer a revolução social.
Temos os teóricos da academia científica e os teóricos da rua, que em suas músicas e poesias retratam a realidade de um povo.

Inserida por TarinMichael

⁠Eu sou o que restou depois da tempestade.

Eles me procuraram.
O quebrado.
O derrotado.
Aquele que caiu e não voltou.

Mas não encontraram.

Porque eu renasci no silêncio das noites frias,
nas calçadas onde ninguém me ofereceu abrigo,
na solidão que me forçou a conversar com meus próprios fantasmas.
Eles queriam que eu desistisse.
Mentiram, me traíram, me empurraram até o fundo... e eu fui.

Mas lá no fundo, eu descobri uma verdade:
quem aprende a andar no escuro,
descobre o que é confiar em Deus.

Antes de tudo desmoronar,
eu escrevi nas paredes do meu quarto como quem já sabia que o fim estava próximo.
Palavras como alertas.
Como profecias.
Como quem já tinha morrido em silêncio,
e deixou ecos no lugar de explicações.

Falei das orações.
Do amor que nunca foi verdadeiro.
Da distância que eu previa.
Eu previ o que fariam comigo.

Como um homem caminhando de braços abertos para a traição,
eu deixei acontecer.
Em silêncio.
Sem vingança.
Sem olhar para trás.

Porque há olhos que você nunca mais encara.
Porque há feridas que provam sua honra.

Eu não precisei gritar minha dor.
Não precisei provar nada.
A vida recompensa quem caminha com honestidade.

E eu ainda estou aqui.
Mais inteiro do que muitos que tentaram me destruir.
Eu fui importante — mesmo quando não reconheceram.
Fui espelho.
E espelhos quebram quem foge da verdade.

Aos que buscam meu nome,
que encontrem minha força.
Aos que desejaram meu fim,
que assistam ao meu recomeço.

Eu sou o que restou depois da tempestade.
E o que restou… é indestrutível

⁠OS LOUCOS: ELES ESTÃO POR PERTO

Você já sentiu um frio na espinha ao notar a presença de alguém?
Alguém que deixa uma sombra na sua alma, como se soubesse segredos que você nunca ousou contar?
Talvez tenha sido na escola, entre risos abafados num corredor mal iluminado.
Ou numa conversa que te fez parar — como se o tempo tivesse dobrado sobre si mesmo.

Talvez você ainda não os tenha encontrado — o que seria uma pena.
Uma falha do destino.
Um vazio que você nem percebe.

Mas cuidado: eles estão aí.
E há quem os evite com um muxoxo arrogante, como quem teme o que não consegue controlar.

Sabe aquelas figuras que, sem jamais te conhecer, mudam o jeito como você vê o mundo?
Talvez por tê-las observado de longe, talvez por ter ouvido um sussurro sobre elas.

Uma coisa é certa: você as conhece.
E isso te assusta.
Elas, através da loucura, acabam encontrando os milhares de personagens que você finge não existir em si mesmo.

Há aqueles cuja loucura atravessou eras.
Moldaram gerações.
Suas vozes ainda sussurram em cantos escuros, evocadas com um misto de orgulho e temor.
Como fantasmas que nunca partem.

Eu sei disso.
Fui tragado por vários deles.
Não sei quando começou. Mas sei que é um caminho sem volta.

No início, achei que poderia apenas espiar.
Manter distância.
Ficar imune àquela febre que consome.

Mas a loucura deles é um veneno que não avisa: ela te pega, te envolve, te faz querer mais.
Porque veja bem: alguém que mergulha sozinho nos labirintos da mente,
Que enfrenta os dilemas mais antigos da alma humana,
Que desce ao abismo e volta com algo que te faz rir até doer, chorar até secar,
Ou abrir mão de certezas que você jurava inabaláveis…

Esse alguém não é como nós.

E quando, partindo de um canto esquecido deste planeta,
Eles atravessam fronteiras que não vemos,
Tateando o desconhecido,
Trazendo de volta uma chama que ilumina, que queima, que transforma — Tudo isso apenas com o poder de uma mente inquieta,
Organizando o caos em algo que prende crianças em sonhos,
Adultos em verdades cruas,
Ou canções que despertam em nós nostalgia, amor, e a transformação de um ambiente…

Você há de convir:
isso não é normal.

É perigoso.
É magnético.
É loucura.

Agora, aproxime-se.
Vou te contar um segredo.
Mas guarde-o com cuidado:

Eu me tornei um deles.
Sou um louco. Sou escritor.
E se você leu até aqui…
Bem-vindo ao jogo.

Num mundo onde o caos sussurra e a pressa nos arrasta, os livros se erguem como faróis — de silêncio e sabedoria.
Eles não são apenas páginas: são portais que os loucos abriram.
São abraços que acolhem, vozes que ensinam, espelhos que revelam.

Para cada coração inquieto, há um livro que espera, pacientemente, para ser descoberto.
E entre todos eles, a Bíblia — é o mais poderoso. ✨

A leitura é mais que um hábito.
É um refúgio.

Inserida por SergioJunior79

⁠nunca desista de seus sonhos, por mais que eles pareçam impossíveis. o mais importante é saber acordar e fazer do novo dia um instrumento de fé e conquistas. Sem luta não há vitória. Desejo à todos vocês uma quarta-feira super abençoada. Lembre-se Deus colocou esse dia em suas mãos.
Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel.
Hebreus 10:23
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.
1 João 1:9

Inserida por eugenia

⁠Sobre Relacionamentos


Relacionamentos não são feitos só de dias bons. Eles se constroem na soma dos gestos pequenos, das conversas difíceis, dos silêncios que precisam ser respeitados e dos reencontros que aquecem o peito.
Estar com alguém é escolher aprender — aprender a ouvir sem interromper, a pedir desculpas sem orgulho, a ceder sem se perder. É saber que nenhum vínculo verdadeiro sobrevive apenas de promessas bonitas; ele depende do compromisso diário de cuidar.
Relacionamento é espaço seguro e também espelho. É onde você descobre o melhor de si, mas também se depara com suas sombras. É ter coragem de mostrar vulnerabilidades e paciência de acolher as do outro.
Amar é muito mais que sentir. É decidir ficar quando seria mais fácil ir embora. É escolher ser gentil nos dias pesados. É acreditar que caminhar junto vale mais do que ter razão.

Inserida por Vozqueninguem-ouve

"Ainda estou aqui"
Eles me viram cair,
e pensaram:
“Agora ele desiste.”

Me calaram com papéis,
me traíram com sangue,
me julgaram sem escutar.

Levaram meu nome,
meu sustento,
minha casa,
minha fé por instantes.

Mas não levaram tudo.
Porque uma coisa permaneceu:
eu.

Eu — o homem que escreve nas cicatrizes,
que empilha ruínas e chama de fundação.
O homem que sangra, mas não se curva.
Que não tem medo de dizer: “fui ferido.”

E mesmo que a justiça tenha preço,
minha verdade não está à venda.
Ela pulsa em cada verso,
em cada passo cansado,
em cada silêncio que não é rendição —
é força contida.

Eles pensaram que tinham vencido.
Mas esqueceram:
quem sobrevive à injustiça
aprende a renascer inteiro.

E eu?
Ainda estou aqui.
E agora, com voz.

⁠Meus sentimentos não passam de leve — eles rasgam, queimam, vibram na pele.
Tudo em mim sente demais, vive demais, doa demais. Deus me livre de atravessar essa vida de forma mecânica, anestesiada, e sem alma.
O que me torna tão humana é justamente essa vulnerabilidade em sentir tudo. Essa entrega sem defesas, essa coragem de sentir até o que machuca.
Porque até a dor, quando vivida por inteiro, me lembra que ainda estou aqui — viva, presente, pulsando.
E eu sou grata por isso.
Porque a vida é breve, e talvez essa seja a única chance que eu tenha de sentir tudo o que há pra sentir
eu sou profundamente grata por não ser feita de indiferença.
Pois ser indiferente seria desperdiçar o milagre de estar viva.

Inserida por sarahcastello

⁠⁠Os pais nunca entenderão a pressão da cobrança que eles fazem em vão
Nos esforçamos por notas e confiança
Porém, basta um erro que quem comanda é a desconfiança

Errar é humano, mas quando eu errei fui chamada de ingrata e errada
Depois os filhos se afastam e somos os culpados
Por não cuidarmos ou ficarmos com os adultos que nos criaram

Não notam o cansaço em nossos rostos, ou a solidão em nossa alma
Somente eles podem sofrer com o exaustão que viver causa

Acham que bens materiais irão substituir as violências emocionais radicais postas em nossa relação.
Porém, volto ao inicio, nunca entenderão como é as dores das decepções causadas por suas ações

Inserida por anonimo12352011


Eu perguntei para Deus, para as estrelas de Júpiter, Saturno e Urano o que eles queriam para o mundo. A resposta foi unânime: trazer paz, afinal, é o que todos desejamos. A paz é o que nos une e nos faz conseguir o que queremos de forma pacífica, sem conflitos. É o que nos traz alegria, esperança e o desejo de viver em harmonia.
nova frase de marcos poeta


Durante a Semana Santa, todos os poetas se dedicam intensamente à arte da escrita. Eles não apenas escrevem, mas se esforçam para criar algo que possa renovar nossos sentimentos e percepções. Em cada dia desta semana sagrada, eles tentam canalizar suas inspirações e pensamentos em palavras, acreditando que a poesia pode trazer uma nova luz para nossas vidas. Às vezes, eles podem ter apenas uma ideia parcial, mas, mesmo assim, persistem, pois sabem que cada palavra conta no grande tapeçário da poesia. Portanto, a Semana Santa torna-se mais do que apenas um período de reflexão religiosa - transforma-se em um período de renovação poética, onde todos os poetas se comprometem a escrever todos os dias.