Textos Engraçados sobre a Vida

Cerca de 59775 textos Engraçados sobre a Vida

Educando a escuta


Aprendamos a lidar com aquilo que nos apresentam e não ficar criando histórias à partir de informações trazidas. Fazemos isso toda vez que não espelham nossas "referências" sobre tudo que é respirável. Nossas referências, são nossas, e por este simples motivo, não participam da mesma forma em todos os casos. Isso nos remete ao fato de que o mundo não gira em torno do nosso querido umbigo.

Inserida por georgiachagas

A estrutura da decisão.


Uma decisão só deve ser vista como decisão quando tomada, primeiramente, dentro de nós, caso contrário não irá se sustentar quando colocada "à prova de público". Perdemos nossa credibilidade e tudo aquilo que viria através dessa decisão, talvez não aconteça. Não por "olho gordo" ou algo do tipo, mas por falta de postura diante daquilo que se quer pra vida. E não que a opinião do outro sobre nós e sobre nossas decisões seja importante, mas quando vamos em direção ao que o outro pensa, fala, quer e nos deixamos levar, saímos do lugar que deveríamos estar quando decidimos por algo. Pode não ser simples, mas necessário. Afinal, o que é mais importante, o que se quer pra vida ou o que se quer pra um momento? Usemos uma balança para medirmos se o que teremos com tal atitude nos leva pra perto daquilo que queremos pra vida ou nos distancia... A questão vai ainda mais longe... Quando movidos por amor, não temos outro desejo a não ser ir em direção daquilo que o amor movimenta em nós, ou seja, se queremos e fazemos algo que nos distancia, é hora de nos perguntarmos se tal decisão foi tomada por amor... se o que nos movimenta é amor... se o que nutrimos é amor... Dessa forma podemos observar que nunca teve ou tem a ver com o que o outro pensa sobre nós, mas em qual base foi estruturada nossas decisões.

Inserida por georgiachagas

A verdadeira razao de um encontro...
Vivendo momentos ...
Desaprendendo ...O medo que se faz prender.
Desprende falas que é mais que viver, pois exala os cheiros das essências internas,
Girando com a manivela o Reaprender.
Aprendendo então...
È preciso avessar para assim transformar o que inovado está,Deixando sempre a Criatividade velejar.
Olhar a alma é o que acalma e compartilha a visão, com giros infinitos de uma só missão.
Missão de viver, pra crer na evolução.
Por trás dos montes sempre há um arco pra você colorir.

Inserida por meiraanalice

⁠ A verdadeira razão de um encontro ❣

Vim te dizer que oportunidades são tiradas no exato momento de saborea-las, mas a ligação humana no planeta é fato comprovado.A ligação de sangue então... eterna, pois nesta há o propósito de desenvolvimento para todos, numa vibração muitas vezes não equalizada, causando desconforto e inquietação.

Para acertar a frequência seja ela de rádio ou da vida é preciso precisão, assim ouviremos o que faz bem ao nosso coração.

Mesmo se sentindo distante, está perto, pois a sua vibração são movimentos que alcançam a todos que verdadeiramente estão ligados a sua existência.
Tudo isso só pra te dizer que estou ainda aqui... e quando quiser é só chamar.

Analice Meira encontro.terapia

Inserida por meiraanalice

⁠Eu faço o que faço por que o desenvolvimento humano é ineterupto, aprendemos com a troca e isso é mútuo independentemente da nossa vontade, vivência positivas ou negativas nos privilegiam num ângulo no qual muitas vezes não nos percebemos estar
No caso ser contribuição coletiva é me presentear todos os dias com paisagens dos olhos que não sao os meus, mas proporcionam visões privilegiadas.

Inserida por meiraanalice

Cortei os laços do passado,que cortaram sonhos e vontades...que aprisionavam a criatividade e cobria com a ilusão.
Cortei os medos da verdade, da autenticidade, da simplicidade de ser de verdade, com a inteira vontade de prosseguir com fé. Fé que sustenta, nutri, fortalece, enriquece o solo, para que assim germine o coletivo com respeito e amorosidade ⁠a individualidade, para florescer e frutificar naturalmente saudável e feliz. Eliminando comparações para somar mais contribuição, proporcionando mais Amor... a começar em mim♡!

Inserida por meiraanalice

⁠Sou a infinita busca do aprendizado.
Sou os medos e as descobertas.
Sou o ciclo natural da vida.
Sou a alegria e a contribuição.
Sou a chama que colore em nuances que aquecem o coração.
Mulher, mãe,esposa, empreendedora, terapeuta, instrutora.
Sou as práticas que equilibram.
Sou o que inspiro e transformo em amor.
Sou infinitamente grata pelo agora.

Inserida por meiraanalice

⁠Já é abril... as novas oportunidades de fazer e rever os ajustes.
Está disponível para recebemos melhor que a vida pode proporcionar? Mas está disposto a entregar o mesmo que quer receber?
Está preparado? Nutrido? Fortalecido para as trocas positivas que vibram ao seu redor?

Todas as respostas estão em você, gire 360° no seu próprio eixo, permita-se observar, sentir, integrar, então vivenciar o alinhamento, equilíbrio e harmonia que a vida proporciona a você e você a vida!

Inserida por meiraanalice

⁠Meditação de Semana Santa para jovens, escrita pelo Padre Hurtado a bordo de um barco de carga, regressando dos Estados Unidos, em 1946.

PARTE I

Um presente de Deus para mim, foi uma viagem de barco de 30 dias, saindo de Nova York a Valparaíso. Pela generosidade do gentil Capitão tive um lugar na mesa na ponte de comando, ao lado do timoneiro, onde fui para trabalhar tranquilo com luz, ar, linda vista... A única distração eram as vozes das ordens com relação ao curso da viagem. E aí fiquei sabendo que o timoneiro, como me disse o Comandante, carrega nossas vidas nas mãos porque comanda o navio. O rumo de navegação é o mais importante.

Um piloto o chama constantemente, o segue passo a passo por sob o gráfico, e o controla tomando o ângulo do sol e do horizonte; fica inquieto em dias nublados porque não pode verificar o que está escrito na lousa na frente do timoneiro, eles recebem comandos que, para ter certeza de que os entendeu, ele deve repetir cada um. "Para bombordo, para estibordo, um pouco para bombordo, e por aí vai...". São vozes de ordem que aprendi e não esquecerei.

Cada vez que subia em alguma ponte e via o trabalho do timoneiro, não conseguia deixar de fazer uma meditação fundamental, a mais fundamental de todas, aquela que define o rumo da nossa vida. Em Nova York, uma infinidade de navios, de todos os tipos. O que os diferencia mais fundamentalmente? A direção que eles irão tomar. O mesmo navio em Valparaíso tinha como destino Nova York ou Rio de Janeiro; em Nova York, com destino a Liverpool ou Valparaíso.

Apreciar a necessidade de levar a sério o rumo. Em um barco, o Piloto que se descuida, é despedido por justa causa, porque está brincando com algo sagrado demais. E na vida, como cuidamos do nosso rumo? Qual é o seu rumo? Se fosse necessário insistir ainda mais nessa ideia, peço a cada um de vocês que dê uma maior importância, porque acertar nisso, é simplesmente ganhar; falhar nisso é simplesmente perder tudo. Sim, magníficos navio são construídos todos os anos. E sim, me sinto tentado por sua beleza e subo nele sem saber de seu rumo... corro o pequeno risco, de ao invés de chegar ao Chile, acabe por ver rostos filipinos.

Quantos vão assim, sem rumo e perdem suas vidas... acabam por gastá-la miseravelmente, se esbanjam sem sentido, sem fazer o bem para alguém, sem alegria para si e para os demais, e depois de algum tempo, sentem a tragédia de viver sem sentido. Alguns seguem seu curso no tempo, outros naufragam em alto mar, ou morrem por falta de comida, perdidos ou vão se espatifar em uma praia solitária!

O trágico problema da falta de rumo, talvez o mais trágico problemas da vida. Aquele que perde mais vidas, é o responsável pelos maiores fracassos. Penso que se as armadilhas morais fossem físicas e nossa conduta fosse um navio de ferro, por mais sólido que fosse construído, não sobraria nada além de destroços, se não tivéssemos em conta o rumo de nossa vida.

Inserida por ChristiTV

⁠Nem toda curva da vida tem placa de aviso,
Nem tudo que se perde de fato é um prejuízo.
Há dor que desperta, há fim que liberta,
E sonho que nasce quando a alma está aberta.
Caminho incerto, mas cheio de lição,
Tropeço que forma o rumo da missão.
A ausência ensina o valor do abrigo,
E o tempo revela quem anda contigo.
Não temas o escuro, nem temas a queda,
Às vezes é no breu que a luz mais se enreda.
A vida é estrada sem mapa preciso —
mas todo desvio pode ser um aviso.

Inserida por malukpark22_1103133

⁠Entre as vírgulas da vida, me surpreendo com o ponto da morte e como eu queria que esse não fosse o ponto final. Eu queria escrever adeus para quem eu amo e dar tchau para quem me despreza, amar alguém que me pertence e desprezar quem não me suporta; se seria mesquinho e egoísta da minha parte, eu não sei. Nem consigo imaginar tamanho vazio nas mensagens que nunca chegarei a escrever; me verão de longe, sabendo que nunca mais me verão de perto; me abraçarão nas imaginações e me perderão no que é real. Se é que para mim, depois de ir para algum lugar que não tem fim.de alguma forma importaria o que é real... Será que todo esse tempo de nada servirá para alguma coisa depois que nada servir mais para nada? Será que o amor que exalei foi dissipado pelo vento ou propagado pelo ar?
Em um ônibus me encontro e, capotado, estou diante da estrada da vida; um soluço bastaria para me engasgar com uma dose de amargura e uma dose de desalento. Serei eu o bêbado que nunca bebeu ou a vítima que morreu no boteco de tanto se embriagar com doses de pessimismo? Mas nem tudo é história ruim; em mim bate o coração, dirão para mim que são coisas fisiológicas, e eu direi que não há lógica no meu físico, pois sinto que ele aperta quando o calo aperta e a dor me acerta. Serei eu poeta controverso que amor carrego em cada verso, ou um poeta sem sucesso que do dinheiro não me sobrou nem um resto? Escrevo pouco todos os dias, mas escrevo minhas agonias, e isso é muito para mim."

Inserida por adrianobezerra

" As rosas perdidas"
Em um belo dia de sol sair de casa, em busca de uma linda rosa para dar vida ao meu belo jardim.
E pelo caminho encontrei várias flores; Margaridas, Orquídeas, Gardênias e Jasmins.
Encontrei também Girassóis, Bromélias e até brotos mirins.
E durante o caminho me deparei com um vasto vale, cheios de lindas rosas.
Havia de todos os tipos ; brancas, vermelhas e amarelas.
todas lindas, radiantes, perfumadas e charmosas.
vislumbrando-as, empolguei-me.
E sair aproveitando-me de todas que podia.
Sem saber no momento o que fazia.
E nessa euforia inconsciente, me ferir com umas, despedace outras e esnobei outras tantas!
Sem saber que aquela e a rosa de minha vida.
Meu Deus! O que foi que eu fiz? Quanta bagunça!
E já sem esperanças, tive a sorte de encontrar , em um pequeno pomar, um botão de uma triste rosa.
e então sem muito pensar, a arranquei e decidir essa levarei para casa.
A coloquei no bolso. E sem muito cuidado, ela sempre escorregava despetelando-se ao cair no chão.
Quando a olhei, vi que só havia sobrado o talo e algumas folhas já murchas pela exaustão.
E mais uma vez, sem ter a mínima consciência de que aquela era a única flor que tive realmente em mãos, numa atitude egoísta e medíocre, a lancei em qualquer direção.
E em toda essa trajetória, sem ao menos me dar conta que estava sendo mesquinho, e que só estava pensando em mim...
...fiquei perplexo ao chegar em casa, notando que em volta dos meus braços havia um buquê de capim.
(Esta é uma dedicatória a um anjo chamado " Mariana". que me ensinou que sempre devemos dar "ênfase" aos detalhes que a vida sempre nos oferece!

Inserida por RSKerreu

João Sem-Braço

Não nasci para cálculos. Não meço palavras, perco os sentidos e os centímetros, avalie os sentimentos. Para os fardos da atualidade e a busca incessante do ser, a reciprocidade não anda de vento em poupa. Pasmem! O cenário frio e calculista dos tempos modernos é retrógrado e vago. É veemente o traço da fugacidade encontrado nas projeções de vida e sua conjuntura folclórica. O romance foi assassinado. Na prática, a luta entre os sexos, é vista burlando a boa-fé da espontaneidade. E o que se assemelha a um personagem poético, é dotado de uma inocente ingenuidade. “Sabe de nada inocente”. Porque nada disso é verdade! Tudo é calculado. A aptidão para os números é multiplicada pelos corpos, subtraída pelo vácuo e somada ao descaso. Desejam praticar o desapego, apegados ao passageiro. Olha o passeio! Dar as mãos é coisa do passado, estão passando é a mão mesmo. A flor da pele fica os nervos com a falta de senso, raros são os arrepios em meio aos poros sufocados de desdém. Os beijos efusivos tornaram-se tentativas do chamado “forçar a barra”. Parece que as pessoas hoje em dia são maquetistas deste cenário onde o dissabor acarreta uma aptidão para esquivar-se do romance. A frase clichê “quer romance, compra um livro”, virou música popular complementada pelo filósofo Mr. Catra “quer fidelidade compre um cachorro e quer amor volta pra casa da mamãe”. A tendência é esta! Os espertinhos (as) de plantão implantaram nas mentes estéreis a ideia de poder como meta sem baldrame para conquista. Nada se ganha sem o devido mérito. “Bonito isso, né? Eu li num livro”.

Inserida por DaniLeao

⁠Aprendizados da vida:

Se falamos de amor e vivemos dissimulando contra o próximo, nos distanciamos das leis divinas. Não amamos nem a nós mesmos.

Se praticamos o mal e não nos ressentimos do que fizemos, não conhecemos o bem. A colheita é obrigatória.

Se proferimos fofocas errôneas contra alguém, estamos propagando nosso próprio veneno. Tudo que vai, volta.

Se prometemos algo e não cumprimos, não honramos nossas palavras. Cada um só dá o que tem.

Se queremos o que é do outro, perdemos tudo que temos. Porque não estamos vivendo nossa própria vida. As vezes é preciso se perder para se encontrar.

Se não nos responsabilizamos pelo que fazemos e estamos sempre buscando culpados pelos nossos erros, somos egoístas. Quem vive no eu, vive em sofrimento.

Se não assumimos nossos atos e estamos sempre querendo culpar outras pessoas, a vida nos ensina. Não precisamos pedir as contas a ninguém, a vida é uma exímia prestadora de contas.

E após tudo isso, se a gente se faz de vítima, na lei de causa e efeito somos os únicos responsáveis pelas nossas escolhas. Estamos aonde a gente se coloca.

Não temos como amar se não praticamos o amor. Não temos como fazer o bem, se somos coniventes com o mal. Não temos como emanar positividade se alimentamos a negatividade. Não temos como sermos conscientes, se não nos responsabilizamos pelos nossos atos, muito menos se não honramos o que somos.

Eis a consciência! O balanço leve vai e vem tranquilo quando não pesa.

#danileao

Inserida por DaniLeao

⁠Há em mim uma luz guia no mistério que pulsa entre mundos. Minha alma — silenciosa — me conduz entre os véus do sentir e do saber. Como chama sutil, etérea, eterna. Que ascende no silêncio e aquece tudo o que sou. É dela que brotam os sentimentos que me elevam, os pensamentos que me enlaçam em reflexões profundas, nutridas da dança entre o amor e a compaixão.

Nas dualidades que me habitam, há força e doçura, sombra e luz, e mesmo quando o mundo silencia, ela me fala — sem palavras. Ouço sem que se diga, vejo o invisível que mora nas entrelinhas do real. Porque a alma não precisa de olhos para enxergar nem de voz para dizer. É o sentido através do sentir que move, transforma, transcende.

Ela me leva para dentro — onde os mistérios do mundo se desvelam, não fora, mas no centro do meu ser. E quanto mais mergulho, mais me reconheço. Sou feita dessa chama que a razão procura, mas que só a alma alcança. Sou estrada e viajante, sou silêncio que fala, sou mente que se lembra e relembra do caminho interno.

E neste lembrar-me de mim, descubro que o universo é menos fora, mais dentro. E que, em mim, tudo já é.

Eu SOUL ♥︎

Inserida por DaniLeao

⁠A vida era difícil, mas era engraçada.
Acho que eu tinha uns 7 ou 8 anos, quando ganhei de presente do meu pai uma caixa de engraxar, feita por ele mesmo. Ela era quase do meu tamanho, bem pesada. No primeiro dia de trabalho, como muitas dificuldades, consegui chegar até a praça, Era um sábado, dia de movimento\\Ajeitei a cadeira, a caixa e fiquei ali, esperando alguém que quisesse engraxar Eu, até então, nunca tinha feito aquilo; . Depois de um tempo começou a chegar outros meninos, com o o mesmo propósito que o meu, ou seja: ganhar uns trocados para ajudar em casa. Foram chegando e já me expulsaram dali. Aquele local já tinha dono e se eu quisesse engraxar que arrumasse outro local, mas em todos os locais que eu me ajeitava vinha alguém e me expulsava. No fim, acabei ficando bem longe do "ponto", isso, sem antes ter tomado uns pontapés e juras de que, se voltasse iriam quebrar a minha caixa. Depois de um longo tempo, consegui um freguês.O cara tinha uma botinona bem velha, toda suja de barro vermelho, barro cola, Lidei um tempão com aquele pedaço de couro feio e imundo., Primeiro, lavei bem lavada., barro pra tudo quanto era lado., enxuguei, abri minha latinha de graxa, zerada, marca nuget, a melhor, e mandei ver naquele couro velho, que nem cor tinha mais.-- Depois de bem lustrada até que ficou bonita, ficou meio manchada, mas ficou bonita--, o cara olhou pra botinona, agora mais parecendo um arco íris, me xingou e foi embora sem me pagar. (Mais um que me deu o cano)
Ossos do oficio., Assim começou minha profissão de engraxate, que durou uns quatro anos. Tomei muitas porradas, muitos chutes,quebraram minha caixa mais de uma vez, mas um dia cheguei no "ponto" Ali, sim, também dei muitos pontapés e quebrei algumas caixas de engraxar ,dos meninos que tinham a caixa maior do que eles, mas que precisavam ganhar uns trocados pra ajudar em casa./i

Inserida por IvoMattos

⁠Histórias que vão construindo uma vida. II
Depois de ficar uns três meses parado, gastando muito e não ganhando nada, surgiu uma possibilidade de eu voltar a trabalhar na área energética. Foi assim: Um dia conversando com um amigo, que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança e que tinha como clientes empresas do setor energético, ele me falou sobre uma firma de São Bernardo do Campo, fabricante de escadas para a área energética, com pretensões de entrar no mercado de linha viva;.minha área. Meio ressabiado e ainda com a decepção da última empresa, não botei muita fé, mas considerando que eu precisava urgentemente voltar a trabalhar, fui conversar com o dono da empresa, Era um senhor de mais ou menos 60 anos, cheio de ideias mas pouco capital para o empreendimento. Os equipamentos de linha viva, o melhor, o maquinário para a fabricação das ferramentas era caríssimo e pior, não era fabricado no Brasil. Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica, aliás, duas fábricas. Junto à de escadas, grudado, tinha um outo galpão enorme onde era fabricado escadas doméstica e tabua de passar roupas, linha voltada mais para setor doméstico. Como eu estava parado, sem trabalhar há algum tempo,fizemos um acordo de experiência no setor elétrico/telefônico. O salário era bem inferior ao da última empresa, mas a situação não era para regatear. Iniciei com um trabalho de divulgação das escadas junto às cias. Elétricas. Como eu havia trabalhado muito tempo com esses clientes ficou fácil de desenvolver o trabalho. Na sequência fui para o setor telefônico.
A pedido das empresas do setor elétrico desenvolvemos algumas escadas especiais, montadas sobre veículos e com esse tipo de equipamento eu voltei a viajar, claro, muito menos do que antes. Com o tempo, e com a dispensa de um gerente da área doméstica eu acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas. Um dia eu estava na minha sala conversando com minha esposa quando o senhor João, dono da empresa, entrou e ouviu parte da conversa. A minha sogra estava muito doente, internada num hospital em Osasco. A preocupação era muito grande com o estado de saúde dela e para piorar, o hospital de Osasco era muito ruim, Minha sogra estava piorando dia a dia. Quando ele ficou sabendo da história, ligou para o hospital de São Caetano, e falou com o diretor do hospital, seu amigo e relatou a situação da minha sogra amigo --"Qual o nome da sua sogra e qual hospital ela está internada? Passou os dados para o amigo dele e me falou: vamos tirar ela de lá"". E assim foi feito. Durante 30 dias ela ficou internada no Hospital de São Caetano. Saiu curada, super bem. --E a conta Sr.João?? Como vamos pagar? -- "Não se preocupe. Na hora que chegar damos um jeito nela, me disse ele.--" Um dia a conta chegou . Eu nunca soube o valor. Ele não me deixou ver.. Fiquei sabendo que ele ligou para o Hospital, conversou com o diretor e em seguida carregou um caminhão com uma grande quantidade de tabuas de passar roupas, banco escada, escada metálica e escada de alumínio, mandou tudo para o bazar beneficente do Hospital. O tempo foi passando e continuávamos nosso dia a dia. Vez ou outra Viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente para o Rio Grande do Sul. Ele adorava Caxias do Sul.
Um dia a telefonista me passou uma ligação. Era o diretor de uma firma que trabalhava para a Cesp. Centrais Elétricas de São. um empreiteiro. Dr. Rubens era o nome dele. Atendi. Ele me disse que era um assunto confidencial e se eu podia estar com ele no dia seguinte. Conversei com Sr João, falei que uma empresa tinha me contatado e que queria conversar comigo, mas eu não sabia do que se tratava. Na manhã seguinte fui direto conversar com o Dr. Rubens. Chegando na portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com a pessoa que estava me esperando. O porteiro me disse: --não tem nenhum Dr. Rubens, aqui. "Claro que tem, ele marcou uma reunião comigo, disse eu. Nisso ligaram para o porteiro, pelo telefone interno. Depois de atender, ele me falou que tinha se enganado, disse: ele vai te atender. Na conversa que tive com o diretor, Dr. Rubens, naquele dia, ficou claro, para mim, que havia alguém querendo me contratar, mas não era ele. De dez palavras que ele falava, oito era sobre a Munck. (A Munck foi a maior fábrica de guindaste da América do Sul.) A fábrica era em São Paulo. Possuía filiais no México e na Argentina. Distribuidores em todos os países da América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio. Uma grande fábrica. Bem, depois de uma conversa informal, sem compromisso, deixei claro que não me interessava a proposta, mas dado a insistência lhe disse que eu ia pensar e daria um retorno no outro dia. Sai dali e me dirigi para o meu serviço. No caminho concluí que, quem estava querendo me contratar era a Munck e não aquela empreiteira. Do meu serviço, liguei para a Munck e pedi para falar com o dr. Rubens. a telefonista perguntou quem queria falar eu me identifiquei, depois de alguns segundos ele me atendeu. Não falou nada, só me perguntou quando que eu poderia passar na fábrica da Munck. Aí mudei de vida, novamente. A história segue qq hora. /i

Inserida por IvoMattos

⁠Os bailinhos da vida.
Quantos bailes perdi por falta de uma paletó. Todos os bailes no Fênix era exigido traje social e eu não possuía a peça principal .sem ela sem chance de entrar, Cansado com aquela situação, conversando com o Florentino, excelente alfaiate, ele me fez um paletó do jeito que eu queria, e eu podia pagar em longas prestações. Fui, então, até as Casas Pernambucanas e escolhi o tecido: um cinza igual a um que eu tinha visto numa revista. Imitação de um terno inglês Quinze dias de espera entre provas e ajustes, recebi o objeto e já torcendo para estrear no próximo baile, que não demorou muito. Porem, nem tudo correu como eu imaginava. O paletó ficou bonito, mas o tecido era fino e o baile caiu no mês de junho. O frio daquela época parece que era mais gelado. Durante a dança comecei a tremer, um pouco pela emoção e um pouco pelo frio, mesmo abraçado na parceira. Tremia tanto que ela achou melhor parar. O problema era que as outras peças também não ajudavam: camisa já bem usada a calça era de tergal, bem fina e quase transparente. Tinha tudo para dar do que deu.
No dia seguinte fui conversar com o Florentino, (alfaiate) para acharmos uma solução.. Ele sugeriu colocar um forro de flanela, coisa simples de fazer e quase sem custo. Resolvido o problema do frio, "dá lhe Fênix. Quando chegou o verão, surgiu um novo problema: eu suava até pelo cabelo. Minha camisa ficava toda molhada e aquilo me deixava com vergonha de dançar;
Ele, o paletó, ficou comigo por muito tempo até eu poder comprar um outro que fosse para o verão. I/
A vida era difícil, mas era bem divertida.

Inserida por IvoMattos

Onde há dentro de você toda aquela vida?
Onde se encontra todo aquele romance clichê?
Porque não surgem mais palavras sobre seu alguém?
Porque não nascem mais sorrisos?
Porque do teu remédio fizeste teu veneno?
Não explore mais teus mistérios.
Traga mais jornadas a tua alma.
Pois com o tempo, tudo acalma.

Inserida por ShandyCrispim

Ela é a galáxia na terra.
É mais bela
Do que a Galáxia do Girassol.
Ela tem seu próprio brilho,
É aquele que carregas contigo no sorriso.
Ela é grande demais para ser só uma pessoa.
É daquelas que carregas gentileza
Por onde quer que passe.
Ela é o sol na vida das pessoas.
Ela é o destino que qualquer perdido
Deveria esbarrar um dia.
Ela desperta interesse infinito.
Ela é Fromer,
Galáxia Allice Fromer.

Inserida por ShandyCrispim