Textos e poemas
Minha Londrina...meus pés vermelhos...terra dos meus filhos...terra que me acolheu...terra que me perdir... terra que me prendeu... terra que renasci...terra que já foi do café..hoje terra dá música...terra da moda...terra da mulher
"Seu motorista toque o carro
Me tire desse lugar
Me leve logo motorista
Pro outro lado de lá
Não vou cortar o meu cabelo, não
Só pra dar o que falar
Eu não sou gato de Ipanema
Sou bicho do Paraná"
AMOR (1)
Hoje é noite de ficar pensando em você
Hoje é noite de repetir seu nome sem cessar
No silêncio das horas sem fim
Alimentando dentro da alma uma esperança
A esperança de ver você com seu sorriso
Que você tem nos teus doces lábios
E este seu lindo olhar
Que brilha mais que as estrelas do céu
Passa o tempo, passa tudo
Só não este imenso amor que sinto por você
no meu coração, sempre haverá um espaço
Que você deixou marcado
Eu e você, dois corações
Batendo num só ritmo
Duas almas que se encontraram
Que se entregaram
Que se entenderam
Pensei que amor fosse apenas
Desejo, contato de lábios, de corpo e de mãos
Mas você me ensinou muito mais que isto
Aprendi com seu amor
Que o verdadeiro sentimento vem de dentro
Das profundezas da alma, do fundo do coração
ORIGINAL ESCRITO EM 26/09/1987
(Outro dia, apartamento do Logan)
Logan: Oi...
Veronica: Primeiro, deixe-me dizer que eu sinto muito por fugir ontem à noite daquele jeito. Eu estava um pouco confusa e precisava organizar meus pensamentos, pensar no que você disse.
Logan: Veronica...
Veronica: Me deixa colocar isso pra fora! Eu não quero perder você da minha vida também. E eu não estou dizendo que estou pronta para mergulhar de novo em qualquer coisa, mas... Depois da formatura vamos combinar de nos ver, ver onde isso nos leva. Lembra o que você disse sobre nossa relação ser épica?
Logan: ...
Veronica: Oh deus...
Logan: Ontem à noite foi um borrão.
Srta Casablancas: É o nosso serviço de quarto? Não, apenas Veronica Mars. Que decepção... Vamos, vamos deixá-lo limpo. Tchau Veronica.
Logan: Veja, seja lá o que eu disse, eu... você deve saber...
Veronica: Pare!!
Encanto
Se eu pudesse libertar
A luz que existe em seu olhar
Do frio dessa solidão sem fim
Se alguém pudesse adivinhar
O que fazer, o que falar
Um encanto pra fazer o amor surgir
Trazer você de vez pra mim
O tempo vai passar
E eu sei pra sempre vou levar
O seu amor por onde eu for
Você nasceu pra mim
Só pra mim
Então vem pra mim
Vem pro meu coração
Eu vou guardar o meu amor
Eternamente pra você
Um dia eu sei que vai olhar pra mim
Então enfim vou ser feliz
O tempo vai passar
E eu sei pra sempre vou levar
O seu amor por onde eu for
Você nasceu pra mim
Só pra mim
Então vem pra mim
Vem pro meu coração.
Cisne Branco
(Hino da Marinha de Guerra do Brasil)
Qual cisne branco que em noite de lua
Vai deslizando no lago azul
O meu navio também flutua
Nos verdes mares de norte a sul.
Linda galera que em noite apagada
Vai navegando no mar imenso
Nos traz saudades da terra amada
Da Pátria minha em que tanto penso.
Quanta alegria nos traz a volta
À nossa pátria do coração
Estava cumprida a nossa derrota
Temos cumprido nossa missão
Linda galera que em noite apagada
Vai navegando no mar imenso
Nos traz saudades da terra amada
Da Pátria minha em que tanto penso
Qual linda garça
Que aí vai cruzando os ares
Vai navegando sob um belo céu de anil
Minha galera também vai cortando os mares
Os verdes mares, os mares verdes do Brasil
Quanta alegria nos traz a volta
À nossa pátria do coração
Estava cumprida a nossa derrota
Temos cumprido nossa missão
Linda galera que em noite apagada
Vai navegando no mar imenso
Nos traz saudades da terra amada
Da Pátria minha em que tanto penso.
Autoria:
Antonino M. do Espírito Santo
Benedito X. de Macedo ♫♫♫♫
Uhuhuhuh é o amor
Uhuhuhuh é o amor
Uhuhuhuh é o amor
Uhuhuhuh é o amor
Seu amor foi só um sonho meu
Só acordei quando me disse adeus
Ilusão ver tudo terminar
O sonho acabou mas sempre vou te amar
Estou com saudade dos carinhos teus
Tudo que rolou entre voce e eu
Agora veja tudo terminou
Voce foi embora só restou a dor
Uh amor
Oque é o amoooor ?
Uh amor oque é o amor
Uh amor
Oque é o amoooor ?
Só vai responder quem já se apaixonou
Ilusão ver tudo terminar
O sonho acabou mas sempre vou te amar
Agora veja tudo terminou
Voce foi embora só restou a dor
Uh amor
Oque é o amoooor?
Uh amor oque é o amor
Uh amor
Oque é o amoooor?
Só vai responder quem já se apaixonou
Ilusão ver tudo terminar
O sonho acabou mas sempre vou te amar
Agora veja tudo terminou
Voce foi embora só restou a dor
Uhuhuhuh é o amor
Uhuhuhuh é o amor
Seu amor foi só um sonho meu
Só acordei quando me disse adeus
Ilusão ver tudo terminar
O sonho acabou mas sempre vou te amar
Estou com saudade dos carinhos teus
Tudo que rolou entre voce e eu
Agora veja tudo terminou
Voce foi embora só restou a dor
Uh amor
Oque é o amoooor ?
Uh amor oque é o amor
Uh amor
Oque é o amoooor ?
Só vai responder quem já se apaixonou
As cidades mineiras de Carvalhos e Alagoa mexeram muito comigo desde que as conheci, motivo pelo qual quero registrar o "refrão" de Alagoa que é Älagoa, essa terra danada de boa, onde desce a garoa e os seus rios não deixam por menos. Onde a geada não cai ã toa o friozinho nos faz tremer, mas dá prá aguentar.
Isso é Alagoa, terra danada de boa.
Até onde esse sopro me leva eu não sei, talvez não saiba nem ao mais onde estou, mas sei onde quero chegar, não vem de mim. Vou ver o mar enquanto o céu aberto me abrir os olhos, vou tomar banho de chuva no frio da meia noite, lavar minha pele daquilo que me diverte, me distrai, eu sei, conheço quem verdadeiramente me ama, conheço Quem também.
Meus olhos vermelhos de choro, entorpecidos de vida, minha vida que escorre.
A lua está sorrindo, você não vê?
que Tudo nos abençoe.
Desculpa, eu sei que não faz sentido te escrever agora e já faz tempo desde que esse sentido sumiu. (…) Mas é que hoje tem tanta gente aqui e ninguém me vê… Você me viu num momento desses e é do seu olhar que eu sinto falta. Do mundo parando só pra você ser meu. (…)
Desculpa, eu sei que te incomodo ligando sem parar no seu celular pra dizer nada. Mas sua voz faz a corrida maluca do meu cérebro parar. Cura minhas náuseas da angústia de não saber. E você é tão educado, tão carinhoso. Finge que não atrapalho e pergunta se pode me ligar depois…
(…)
Eu não deixo você seguir em frente, não é?
(…)
Não desiste de mim. Por trás de tanta indecisão tem alguém que precisa de companhia mesmo fingindo que não. Tem alguém que odeia todo mundo num segundo e chora de saudades de todos no segundo seguinte. E de você principalmente. Desculpa. Eu realmente não queria ser assim pra você.
LEVÍTICO é o Terceiro Livro de Moisés
Começa com Ös holocaustos.
1.E chamou o Senhor a Moisés, e falou com ele da tenda da congregação, dizendo: 2. "Fala aos filhos de Israel. e dize-lhes:Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, oferecereis as vossas ofertas de gado, de vacas e de ovelhas".
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Eu só posso ser uma descontrolada, tresloucada. Só posso sentir uma paixão assolapada …por ti.
Não sei de ti…não te vejo…não te quero. Não sei. Não vejo…não quero!!!
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Não te quero, só porque não te vejo…
Não te vejo porque não te procuro…e não te procuro, porque sei o quanto te destabilizo se o fizer…
Não sei de ti…não te vejo... não te quero. Não sei. Não vejo…não quero!!!
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Traidoras...
Elas voltaram.
Ou talvez sempre tenham estado aqui, e eu fingisse que não as sentia. Talvez me tenha acostumado à sua presença e tenha passado os últimos tempos sem lhes dar grande importância.
Aprendi a finta-las. Deixei-as estar como que adormecidas. Descobri como as manter enfraquecidas…como que anestesiadas. Como se não estivessem aqui.
Por momentos acreditei que finalmente pararam de me atormentar. Deixei de sentir aquele odor constante e teimoso que se entranha no corpo e nos oferece sofrimento. Por instantes acreditei que se tinham ido, que se perderam por aí num outro corpo qualquer e esqueceram o caminho de volta.
Mas fui fintada. Fintada por elas. Eu, que outrora me julguei protagonista da finta perfeita.
E hoje lá estão elas…acordadas, despertas e dispostas a corroer mais um pouco de mim.
Não sei ao certo se elas escolhem o momento para se declararem habitantes de mim própria, se me apanham fraquezas ou se sabem quando estou mais vulnerável a elas.
Sim…elas vivem em mim, e hoje devem sentir-se com um poder qualquer sobre a minha pessoa porque não me largam.
Mas eu não as quero. Não quero. Não as pedi. Não fui eu quem as acordou. E se acordaram por si só, não quis em nenhum momento alimenta-las.
Estão aqui, mas não as quero. Tapo os olhos para não as ver. Não as quero. São intrusas.
Traidoras. Quiseram lá saber da minha vontade. Como se estivessem este tempo todo à espreita. Como se soubessem que mais tarde ou mais cedo seriam rainhas no meu aglomerado de emoções.
Traidoras. Passeiam-se astuciosamente cá por dentro como se eu lhes pertencesse. São devastadoras. Parece que voltam sempre mais fortes depois de permanecerem muito tempo escondidas.
E aqui estão elas a vandalizar a minha alma de tal forma, que não sei se quem escreve este pequeno desabafo… sou eu… ou se são elas.
Elas…as saudades.
Sou feita de um conjunto de pessoas contraditórias, que me dão bilhetes grátis para a montanha russa de emoções e sentimentos que é a minha vida. E sinceramente prefiro esta montanha russa do que ser vazia de sensações, como muitas pessoas com as quais me vou cruzando aqui e ali que escolhem ser simplesmente racionais.
E quando assim é não acredito que haja muito espaço para emoções, ou pelo menos para as sentir no seu age. Muitas pessoas dirão que antes aniquilar o espaço que as emoções têm na nossa vida, do que não saber geri-las. Mas não será também isso de “aniquilar as emoções” uma capa que esconde a tal dificuldade em geri-las?
Lembrar-me de ti assim tão assiduamente deprime-me.
Não sei o que isto é, mas eu sempre disse que quando sentisse que me trarias algum tipo de sentimento negativo, te queria fora da minha vida.
Chegado esse momento é altura de arrumar a nossa história numa gaveta daquelas gigantes, fechar todos os guiões possíveis e lutar contra a possível vontade de os reabrir.
Um dia descobrimos que determinada pessoa faz uma descrição nossa tão próxima da realidade porque é parecida connosco.
E um dia também descobrimos que essa pessoa que nos apontou e criticou determinada postura, acaba por ter posturas também elas muito parecidas.
É tão fácil criticar os outros, apontar-lhes o dedo, dizer-se incapaz desta ou daquela atitude. E depois eu gosto de ver esses dedos indicadores a virarem-se no sentido inverso.
Achamos que não esperamos nada e quando damos conta estamos sempre à espera de alguma coisa. Depois somos confrontados com uma indiferença que não esperávamos.
Já não perco o meu tempo a tentar entender os enigmas, as coisas ocultas, as ligações secretas. São perguntas sem resposta. Ou talvez nem seja nada disto. Quem sabe as respostas são bem mais simples do que as perguntas, porém difíceis de acreditar? A seu tempo teremos consciência do que tudo isto significa. Vamos conhecer os fins, os objectivos e os propósitos. Já me ocorreu que fosse o destino a dar o ar da sua graça e pregar-me mais uma das suas partidas.
Já sei que haverá pessoas que vão dizer-me, que agora estou a culpar o destino de caminhos onde fui parar pelo meu próprio pé e sem qualquer mão do destino.
E provavelmente têm a sua razão… e eu…eu estou só à espera de encontrar a minha. Afinal estamos sempre à espera de alguma coisa. Alguma coisa que às vezes se traduz em alguém.
Uma estranha ofuscação dos sentidos. O arrepio instantâneo e abrupto. Na minha cabeça ecoam determinadas vozes. Conversas entoadas. Conversas em tom de segredo. Sorrisos naturais. Vidas cruzadas. Olhares penetrantes. Uma dança envolvente. Júbilos contagiantes. Vidas partilhadas. Escárnios de bem dizer. Beijos. Aqueles beijos. E um rosto com traços de menino a ser mimado pelas minhas mãos.
Novamente vozes. Não sei ao certo o que elas me dizem. Sei que me murmuram palavras múltiplas, e me sabem aqui a escuta-las. Sim, porque não é pelo facto de ter optado fechar os olhos a este sentir, que deixei de querer ouvir o que tem para me dizer. Ouço em silêncio.
O mesmo silêncio da ausência e das diferenças sombrias. Ausências forçadas ou não. Diferenças relevantes ou não.
Fico aqui, dada ao silêncio comum dos pensamentos confusos.
Quero estar sozinha. Agora e sempre que assim o desejar. Talvez uma certa solidão possa dar-me respostas.
O que eu não quero é ficar à espera. Tu sabes Inês, que eu nem sequer sei esperar.
Deixa-me dizer-te também, que não espero algo concreto deste meu sentir, porque se assim fosse, o mesmo já teria avançado para um estado chamado desespero emocional. E isso, muito obrigada, mas eu não quero. Prefiro a vibração, o calafrio, a excitação, do que voltar a ter medo dos meus sentimentos.
Talvez o tempo me mostre na devida altura o seu significado. Talvez o tempo me ajude a encontrar a definição para este meu sentir.
Por enquanto mantém-se assim… misterioso e indecifrável.
É assim que eu o quero e por hoje é assim que vai ficar…
de olhos fechados e em silêncio. Misterioso e indecifrável.
Tudo tem o seu tempo...
A vida, as pessoas, os sentimentos, e até as palavras. Tudo, sem excepção tem o seu tempo. Um prazo irrepreensível. Por vezes desconforme, misterioso, bárbaro, forasteiro e desconhecido.
Tudo tem o seu tempo e cabimento. Enervante, enigmático e oculto... mas indefinidamente decisivo e aperfeiçoado.
Porque tudo tem um tempo, excedemos e transpomos os padrões da nossa flexibilidade sentimental. São as emoções que ficam recessas, e nós que ficamos indefesos. Cansamo-nos do frágil e indolente demorar dos dias. Temos urgência, uma urgência intolerável, por vezes impertinente. Vivemos agitados e ansiosos por motivos que dizemos não conhecer. Até connosco somos desleais. Dizemos não conhecer causadores, porque optamos fingir que ignorámos.
Mas depois, nos refúgios, nos abrigos assustadores e nublados começam a sentir-se defesas e protecções.
Escapámos aos destroços e deixamos de nos prender a restos e ruínas de sentimentos.
A inconsciência é muitas vezes a principal causadora de determinados estados de loucura. Julgo que este pensamento seja comum a muitas pessoas. O pensamento de que são muitas as vezes que atingimos um estado de insanidade por culpa da nossa inconsciência.
A inconsciência, ou a cegueira. Depende de como gostamos mais de chamar-lhe. O ténue e maçador esforço de correr ao encontro do que ainda está para vir, sem tão-pouco perscrutar memórias e reminiscências.
Não sei ao certo o porquê da invasão destes pensamentos no meu cérebro. Ou talvez saiba. Talvez porque me vejo rompida e rasgada pela minha própria vida. Tanto que me apetece renunciar a certos pontos. Apetece-me. Mas não o faço. Em vez disso mantenho os meus sentidos aguçados, na expectativa de assim descobrir um outro ponto de partida, e desse modo anular episódios que me perturbam. Apagar os passos dados em falso, aqueles que me levaram num sentido que hoje está a parecer-me errado. Só que as memórias não se riscam, como se risca algum apontamento que não está bem definido. As minhas memórias não…pelo menos não no seu todo.
Então hoje remanescem as piores representações, os instantes de dúvida, a tortura de certos sentimentos. As tais imagens que gostava de extinguir por instantes, mas não sou capaz.
É geralmente neste ponto, em que a minha consciência se torna imoderadamente real para ser suportável, que me desmancho em alucinantes e impetuosas habilidades a fim de desviar essas imagens da minha vista. E também é comum nestes momentos fechar os olhos e preferir deixar de ver. E é igualmente aí que os meus actos e gestos perdem parte do sentido. Se é que alguma vez o tiveram.
Claro está que falo em acções específicas, que na verdade não me apetece especificar.
Apeteceu-me apenas partilhar convosco estes meus pensamentos. E talvez um de vocês, mesmo sem as ditas especificações consiga perceber o que realmente tentei dizer aqui nesta minha curta e confusa dissertação.
Dueto Dia das Mães
O porquê das Mães?
Por que Deus permite que as mães vão embora?
Mãe não tem limite, mãe não tem hora.
Por que minha mãe não tem coroa?
Rainha verdadeira não precisa disso.
Por que Deus se lembra de levá-la um dia?
Porque sabe que seus filhos estão em boa companhia.
Se um dia o sol parar de brilhar,
E o sol nunca mais aparecer é sinal que consegui te esquecer
Mas se isso não acontecer é sinal que ainda amo você.
