Textos do Mundo
Se as crianças fossem trazidas ao mundo apenas por um ato de pura razão, a raça humana continuaria a existir? Um homem preferiria ter tanta simpatia pela geração vindoura, a ponto de poupá-la do fardo da existência? Ou, de qualquer forma, não se encarregaria de impor esse fardo a sangue frio.
Em um mundo de 90% de sofrimento, 9% de incerteza e 1% de "felicidade", que é o mundo no qual "vivemos", o criador do mesmo não tem a mínima condição de ser perfeito e quem ainda diz o contrário, não passa de um ignorante que não "saboreou" a vida em seus extremos.
Sua missão nesse mundo vai muito além de ter a melhor casa, o melhor carro, a melhor roupa ou o corpo mais bonito. Sua missão nesse mundo é se tornar um espírito melhor, buscando o amor em suas mais variadas manifestações. Passar uma vida buscando coisas que não nos aumentarão como seres espirituais que somos é desperdiçar uma oportunidade que muitos estão esperando para ter, é adiar mais ainda o nosso objetivo, deixando de desenvolver as qualidades próprias que um espírito foi criado para ter. A verdadeira felicidade que buscamos não faz parte desse mundo, então as coisas desse mundo não podem ser vistas como prioridades. Priorize tudo aquilo que te acrescente como espírito e estarás mais próximo da felicidade.
Nessa encarnação felizmente não precisarei dizer aos meus filhos que o mundo naquela época só compartilhava coisas ruins, pois as pessoas, devido a falta de consciência, não tinham noção da dimensão do PRESENTE que lhes foi dado. Quem sabe numa próxima eles viverão num mundo mais consciente, onde a vida de fato é valorizada!
A consciência requer que saiamos da condição de vítimas para a condição de imperfeitos. Num mundo de provas e expiações não existem vítimas, existem pecadores que transgrediram as Leis Divinas e estão colhendo os frutos da sua imperfeição. Enquanto nos fizermos de vítimas para angariarmos um lugarzinho no céu, estaremos presos aos elos que nos ligam a ignorância primitiva do espírito. A consciência é o único e exclusivo meio que temos para dissolvermos esses elos que nos limitam, nos prendem e nos impedem de evoluirmos.
O problema não está em você querer conquistar o mundo e batalhar para ter a vida que acredita merecer. O problema está em você colocar tudo isso a frente dos verdadeiros motivos que nos trouxeram até aqui e acredite, as maiores e principais conquistas são aquelas que o dinheiro não compra e que, com absoluta certeza, não levaremos com a gente. Realmente chegou a hora de revermos nossas prioridades e passarmos a gastar nosso tempo e energia com aquilo que realmente importa e deixarmos que as leis do merecimento se encarreguem de nos prestigiar com aquilo que somente necessitamos.
Somos viajantes nesse mundo e como bons viajantes as únicas coisas que retornam conosco são as lembranças e a saudade. Essa analogia nos faz refletir que a verdadeira morada é aquela que o espírito reside e, se encarnado o espírito tem seu prazo de validade, nesse mundo ele é apenas um viajante. As verdadeiras bagagens que levamos conosco são realmente aquelas que o dinheiro não compra e que são eternas.
Não se prenda as coisas materiais desse mundo, pois fracassamos quando nos desviamos dos verdadeiros motivos que nos trouxeram até aqui. A verdadeira riqueza é aquela que não é palpável e a verdadeira felicidade, que é uma faculdade do espírito, se com o espírito não segue, não pode ser chamada de felicidade. Conquiste aquilo que os olhos não vêem e o dinheiro não compra, pois todo o resto são apenas restos de algo que se perderá até mesmo nas lembranças.
Jesus veio ao mundo para ensinar que o AMOR é o ÚNICO caminho. Se você ainda insiste em dizer que sua meta de vida é alcançar algo material ou um corpo perfeito, o caminho que você percorre é ilusório e não te levará a lugar algum. Reveja suas prioridades, não se desvie do caminho a qual todos nós estamos destinados.
Compreender que por esse mundo ainda passaremos enquanto nossas ações forem diferentes de tudo aquilo que falamos, já é um passo para a mudança de tudo aquilo que precisamos modificar em nós. Como podemos ter a pretensão de querer "um lugar ao céu" se nem com nós mesmos conseguimos ser verdadeiros! Onde a pureza habita não existem véus!
*CONCILIAÇÃO* Nesse mundo, devemos prestar atenção no que Jesus disse: "O que tens de fazer, fazei-o depressa!". O Mestre deixou claro que há coisas que urgem; e uma delas é o tempo de nos conciliarmos. Eventualmente deixamos passar tanto tempo, e tantos são os estragos, que ultrapassamos a barreira do próprio tempo de pedir perdão! (Victor Antunes)
*O SEXTO SENTIDO* Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições, nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos, se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos pela consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão, audição e o tato fundamental, nos locupletamos apenas materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências sensoriais que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. E assim vivendo, não vemos nada adiante, senão aquilo que nos toca; aquilo que nossas paixões doidivanas estão sorvendo. - Deus: o que é que estamos fazendo com o arbítrio e a inteligência criativa que recebemos da tua criação? (Victor Antunes)
*O SEXTO SENTIDO* (Victor Antunes) Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos através da consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão e audição, nesse tato fundamental, apenas nos locupletamos materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. Afinal, não vemos nada adiante, senão aquilo que identificamos nos 5 sentidos; só aquilo que nossas paixões doidivanas estão absorvendo. Por tudo isso e demais do que a propósito cogitarmos, haveremos de aceitar que não vemos a espiritualidade nos sentidos, nós apenas seguimos a orientação material da experimentação deles. O corolário óbvio é a cegueira da incompreensão e da dúvida; principalmente sobre a questão que nos martitiza: "- De onde a gente veio e para onde a gente vai?". Os sentidos revelam nossa existência; as respostas estão neles; na sensorialidade dos sentidos. Os sentidos nos revelam o pulsar da vida; uma existência sem limitações. Por isso é que devemos crer que Deus está neles, por tudo que experimentamos. Nossos sentidos são a proximidade de Deus; a revelação da existência do espirito Divino. O arbítrio e a inteligência criativa que recebemos é a vontade de Deus; nos vem por intuição; e a experimentação dos sentidos é a revelação dessa vontade; a própria origem e o ato motivacional da criação. Há de se concluir, pois, que o caminho da Luz existe; está nos nossos sentidos. O que a gente precisa aprender é apontar nessa direção. (Victor Antunes)
*Eventualmente, vendo os resultados políticos no Brasil e no mundo, principalmente pelos coeficientes de "grandeza" individuais dos candidatos e políticos eleitos, acabo por me convencer que há, de fato, um alto grau de retardamento mental em parte significativa da humanidade. Ninguém nunca me convence do contrário. Cruz credo!* (Victor Antunes)
Sabe qual é um dos motivos de existir tanta crueldade no mundo? É simples, quando se fala de amor em forma de poema, música, gestos e etc... as pessoas pensam que se está apaixonado. Ou seja, na minha humilde concepção entendo que falta tanta coisa dentro de cada ser, é muito chato perceber que não se pode ser verdadeiro sem ser julgado.
Procura-se pessoas aventureiras, alguém que enxergue o mundo de forma lúcida e fantasiosa, um ser que acredite na beleza dos sonhos e entenda o verdadeiro sentido de sua existência. Procura-se pessoas que estejam dispostas a fugir de todo padrão de normalidade sem tornar-se vulnerável. Ah senhores, procuramos por algo radiante, precisamos da verdade no olhar, do mágico, do inusitado... Precisamos de uma nova nação e, um pouco além, precisamos da realização de tudo aquilo de mora aqui dentro, dentro de nossas almas.
A escola sempre será a segunda casa para os pequenos de todos os cantinhos do nosso mundo... E para alguns ou até muitos, o primeiro lar, mas o mais importante disso é que fiquem bem, que desenvolvam; sejam cuidados e recebidos com zelo e dedicação profissional, para que estes ambientes tornem lugares de muito amor à uma vidinha, que necessita tanto do nosso afeto, atenção e empenho.
Jamais aceitarei viver em um mundo que tolere a escravidão humana. Esse fardo pesa como uma sombra insuportável sobre minha existência. Como suportar um mundo onde o espírito se curva diante de correntes, onde a dignidade humana é pisoteada em nome da ganância ou da apatia? Se a escravidão é o ápice daquilo que a humanidade pode oferecer, então que valor há em sua continuidade? Melhor seria abraçar, com uma fúria serena e definitiva, a extinção absoluta desta sociedade. Pois viver em tal sujeira é morrer a cada instante; preferível seria que o horizonte se desfizesse por completo, levando consigo o vil teatro que chamamos de civilização.
Sempre tive um sentimento profundo de repulsa diante do mal que infecta o mundo, uma maldade muitas vezes natural e inerente ao tecido da natureza. O sentimento de que nenhum deus bondoso permitiria tal estado de coisas, enxergar um sentido oculto em tudo isso é relativizar o mal. É estupidez e obscenidade. Não há um deus bondoso, a natureza grita incessantemente essa verdade, meu sentimento pessoal, instintivo, visceral, sincero — não admite que haja um sentido oculto, e isso basta para desprezar qualquer fé religiosa —. É desumano exigir fé num ser humano dotado de sentimento. Ver um inocente implorar por ajuda, ver a vida de um inocente ser despedaçada, e depois alegar que, no fundo, um deus tem razões suficientes para permitir o mal? Um coração de pedra pode crer nisso, mas eu não posso. Deus não foi feito para mim; esse monstro frio e bárbaro não tem a menor semelhança com os sentimentos que trago dentro de mim. Crer? Só no dia em que eu renunciar a minha humanidade.
Vivemos em um mundo em que tudo tem um preço, mas esquecemos da empatia. A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender seus sentimentos e necessidades. Por isso, ajudar quem realmente está precisando é um gesto de solidariedade e generosidade. Não devemos esperar nada em troca, porque o maior benefício é o bem-estar de quem recebe e de quem oferece a ajuda. Além disso, ajudar o próximo fortalece os laços sociais e contribui para a construção de um mundo melhor. Portanto, se eu não puder ajudar quem precisa, não faz sentido eu existir nesse mundo.
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