Textos do Mundo

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O dia é dia de regar as oportunidades; escale os teus sonhos, não para que o mundo possa lhe ver, mas para que possa vê-lo!
Supor o momento perfeito pode desperdiçar o viver, pare de esperar pelo "algum dia", porque o tempo não espera por "um dia"; alguém aprende mais com seus fracassos do que com seus êxitos!
Todos enfrentarão decepções e tristezas na vida; mas "tempo é tempo"... quando dedica tempo à alguém, dá um pedaço de si que nunca retorna!
Mas do outro lado da moeda, ninguém nunca sabe quando está vendo alguém pela última vez, e pode ser tarde demais para o tempo... valorize cada momento e o tempo se preocupa com o dele!

A conclusão foi devastadora para a tese da inversão: opiniões do mundo são apenas dele, não minhas, compreender-me vale mais que entendê-lo!
Aquele vazio de que "já não é mais o que costumava ser", são nestas horas que se confunde por não reconhecer o atual eu; "se corrigir não é modificar quem é, mas abandonar o que já não é"!
Para melhorar a próxima tentativa, ser mais feliz primeiro, gente feliz quer ficar proxima de gente feliz; "quanto mais me importar com validação alheia e mais desconsiderarão"!
"Vejo um muro cercando uma luz que reluz do meu olhar"... por meio da cooperação e não do confronto, aprendo a ser forte no mundo, porque a ser inteiro a vida ensina!

Vou falar a coisa mais séria do mundo, mas de um jeito banal: o que é leve, é simples!
Nos momentos conturbados da vida onde um coração acumula memórias amargas, o seu ressentimento resseca o riso do íntimo, que chega para confundir, e não para explicar a alguém!
Era o que sempre sonhei e nem sabia, mas sempre tive certeza: "quando somos maiores que nossos medos, uma hora a gente olha para trás e se dá conta de que pode muito mais"!
"Meu sorriso foi abençoado hoje, hoje o dia está tão belo que vou chamá-lo de eu"; se alguém soubesse do que a vida já o livrou, agradeceria a ela até pelas portas fechadas!

Parabéns, São Paulo altaneira,
Cidade-mãe de todos os povos,
Onde o mundo inteiro se encontra
E constrói seus próprios novos.


Paulista, artéria do tempo,
Beleza que pulsa e ensina;
Entre concreto e esperança,
Ali o futuro caminha.


Ibirapuera, verde abraço,
Respiro vivo da metrópole;
Exuberante, livre e eterno,
Santuário da alma paulistana.


Augusta, rua da diversidade,
Expressão plena da liberdade;
Bela em seus contrastes humanos,
Espelho fiel da pluralidade.


Ipiranga e São João, memórias,
Avenidas de história e paixão;
Ecos de um Brasil que cresce
No ritmo do próprio coração.


São Silvestre, passos centenários,
Corrida de fé e emoção;
Onde o mundo corre contigo
Pelas veias da mesma canção.


São Paulo, grandeza que inspira,
Orgulho eterno do Brasil;
Explode em amor esta cidade
Que nunca dorme — apenas sorri.

Cansado de viver em um mundo onde acordo antes do sol para trabalhar e retorno apenas depois da lua.
Cansado de seguir padrões que em nada me favorecem, moldes que não me cabem.
Cansado de um mundo típico, estruturado para a repetição, mas não para a minha sobrevivência.


Tudo o que desejo é o contrário — e isso soa como loucura.
Mas louco, de verdade, é perceber que a multidão que me julga por pensar e ser assim
carrega, em silêncio, os mesmos desejos que eu

Desamparo

Eu só queria
alguém que cuidasse de mim.

Um colo.
Um abrigo contra o mundo
que me expõe
como pele sem defesa.

A solidão chega sem ruído,
instala-se aos poucos,
ocupa os vazios,
faz morada no peito
— e dói.

Dói como peso contido,
como um aperto
que não encontra saída.

O ar falta.
Afundo devagar,
sem resistência,
como quem desce ao fundo do mar
em silêncio.

Ainda assim,
há em mim uma consciência:
preciso voltar à superfície.

Retorno.
E nada mudou.

A solidão permanece.

Então pergunto,
não em voz alta,
mas por dentro:
vale a pena?

Se vale,
revela-me o porquê.

O silêncio se estende
como um vento que uiva
sem me tocar.
Há um vidro invisível
entre mim e o mundo:
vejo o movimento,
a correnteza,
mas não posso atravessar.

Estou presa
num espaço estreito,
insonoro,
onde a ausência de saída
me torna cativa.

Desperto.

E ao me reconhecer desperta,
compreendo:

ainda estou só.

R. Cunha

Ter lembrado do mundo em meio tempestade, torna mais fácil recuar...
A tempos que extraordinário muda em uma simples reação...
Sensatez em ver que covardes sempre será covarde...
Razão paralelas de ambiguidade em tempos de linhas curtas que muda o humor relacional e torna tudo mais leve...
Avançar acaba sendo pegadas em solução do tropeço que vida alheia define-se como está?

Ele amanheceu revoltado.
virou a casa pelo avesso sem pensar.
Xingou o mundo, fechou a cara.
Arrumou confusão em todo lugar.
Discutiu com os vizinhos da rua,
fez barulho antes do sol raiar.
Saiu dizendo que ela não dorme em casa.
Bateu o desespero: ele vai brigar.
A língua do povo corre ligeiro,
cada esquina tem uma versão.
Dizem que ela sumiu na madrugada,
deixou ele falando sozinho no portão.

Refrão
Segura esse corno, Chico.
Ele vai procurar a mulher pra brigar.
Já discutiu com o sogro,
Bateu no o cunhado.
Na confusão a sogra caui torceu o pé.
Ele vai bater na mulher.

Ele bebeu todas no balcão do bar,
fala alto, ameaça, quer se mostrar.
Diz besteira no calor da raiva,
quem vê de longe manda ele se acalmar.
Enquanto isso ela tá longe,
na casa errada resolveu ficar.
Ele perdido na própria dor,
vira assunto da cidade inteira outra vez.

Baby, fica atento à confusão do mundo.
O que era sonho está sendo distorcido na calada da noite.
Ideias sem raiz viram promessas vazias,
e o que parecia descanso acorda como pesadelo ao amanhecer.
Vivemos um retrato de impasse sem freio.
A ordem perdeu o rumo,
o barulho virou regra
e o silêncio, abandono.
Ninguém escuta, todos opinam.
Ninguém cuida, todos cobram.
O controle não está mais nas mãos,
está espalhado no medo,
na pressa,
na falta de propósito.
As pessoas querem respostas rápidas
para vazios profundos.
E a pergunta que ecoa é simples e dura:
onde buscar ajuda quando o mundo adoece por dentro?
Talvez não fora.
Talvez no retorno à consciência,
à verdade que não se vende,
à fé que não é emergência,
à responsabilidade de ser humano antes de acusar o caos.
Enquanto isso, vigia.
Não se deixe moldar pela confusão.
Nem todo barulho é verdade,
nem toda direção leva à saída.

Desde criança eu carregava um mapa
que ninguém via
uma casa aberta no meio do mundo,
gente chegando cansada
e saindo com um pouco mais de vida.


Enquanto os outros sonhavam viagens,
eu sonhava abrigo.
Sonhava mãos dadas,
cadeiras puxadas pra perto,
um lugar onde ninguém fosse peso.


O tempo passou
e disseram que crescer
era esquecer essas ideias grandes.
Mas meu peito nunca aprendeu a ser pequeno.


E então a vida colocou pessoas no caminho
que acenderam o desenho antigo.
Não como salvação,
mas como espelho:


“olha, isso ainda mora em você.”


Conhecer alguém
não criou o sonho
só deu nome à coragem
de tirá-lo da gaveta.


Meu instituto não é prédio,
é promessa.
É a criança que fui
estendendo a mão pra adulta que sou
e dizendo:


“a gente ainda pode.”


Quero construir um lugar
onde a dor não seja vergonha,
onde intensidade seja força,
onde gente quebrada
descubra que ainda é casa.


Se um dia isso existir
não será milagre.
Será soma:
de quedas,
de encontros,
de amor que não coube em mim
e precisou virar mundo.

Esse mundo tá exalando podridão...
Odeio sentir ódio... Esses maus-tratos animais que vejo em notícias tem feito vir à tona o pior sentimento que pode existir em mim.. Ainda bem que não tenho o poder que Deus tem para salvar aqueles que se arrependem, porque se eu tivesse que decidir se iam ou não para o céu... Sei não, viu!....
Se sentindo sem amor ao "próximo idiota"...

Oh, querida, você não sabe a força que tem! Se você soubesse como é capaz de mudar o mundo... Seu sorriso deixa o dia mais claro e sua voz me acalma.
Meu amor, você é capaz de tudo nesta vida. Lembre-se de uma coisa: quando você se sentir triste, lembre-se que eu sempre estarei do seu lado. Você nunca está sozinha.
Mesmo distante, eu estarei aqui pensando em você. Quando você sentir que está carregando o peso da Terra sozinha, lembre-se que eu estarei aqui para te ajudar.

CRÍTICAS
Ah, como seria o mundo se eu deixasse de criticar?
Será que viveria feito um cego que pode olhar? Escutar... Falar...
Mas que por covardia resolveu se calar!
Como é belo o ar? Mas não posso ver nem tocar, fica a dica pra quem não aprendeu o que é amar...
É difícil de você entender?
Que amar é muito mais que crer, bem mais que amar sem ver! Por isso que para amar o próximo, primeiro ame você!
E tudo o que se diz pode ser uma crítica? Azedo ou doce, feito fruta cítrica!
Tudo vai depender de quem diz, mas o compreender de quem já ouvira e não delira, pois, melhor que comprar uma arte, é fazer obra prima, uma poesia, muito rica... que bonita!!!
Ah, eu já conheci o mar, e posso te falar? Que coisa linda....
É uma mistura de mar com o ar, e tudo tem SAR, para temperar a vida...
Já agradeceu o seu hoje? Também a Aquele que aqui lhe trouxe?
Que manhã mais florida...
Ah, muito obrigado!
Pode ser doce ou salgado...
É tão gostoso comer milho...
E é de um amarelo ouro, parece um tesouro... Dentro de uma espiga...
E é... acredite se quiser... Não tem fortuna maior do que ter comida dentro da barriga...
É difícil acreditar, que muitos deixam estragar, em vez de doar para quem tanto merecia...
Merecia e ainda merece, mas poucos reconhecem que a sociedade está adoecida
Uma doença que tem nome, já veio até com sobrenome, é só você ler a bíblia
Muitos nem sabem o que é isso
Alguns até riem disso... se perdendo todos os dias...
Mas quem diria né? Que eu acreditei um dia em papai Noé, que fez uma arca por pura fé, talvez sem Ele, nem estava de pé... é a história mais antiga...
Eu vivo em um mundo de maldade, onde para se fazer as coisas, não tem idade, dezoito é só um número e faz parte da minha e sua vida...
Ainda prefiro falar sobre o tempo, tão perfeito e imperfeito, ou eu me adapto a ele ou ele me lapida! Fica uma das maiores e melhores dicas sobre a vida... que dizem que é bonita...

"Eita Macapá, eis a capital do meio do mundo, tu te revelas como um tesouro amazônico de belezas singulares. Mais do que uma cidade, é um convite a sentir a grandiosidade da natureza que a abraça. Seu litoral, surpreendentemente banhado pelas águas doces e imponentes do rio Amazonas, é um espetáculo à parte. Não são ondas salgadas que beijam a areia, mas sim a força e a vida do maior rio do planeta, trazendo consigo a energia da floresta, tenho que falar que temos um nascer do sol de tirar o fôlego, pintando o céu com tons vibrantes que só a Amazônia pode oferecer. Macapá tu és a fusão perfeita entre a urbanidade e o coração pulsante da floresta, onde a cultura e a natureza dançam em perfeita harmonia, como eu te ano Macapá."

Feliz aniversário

Fábio Alexandre
Estaudando

E Se eu me atrasar dois minutos?


E se eu me atrasar dois minutos,
o mundo continua girando?
a cidade implode?
alguém desiste de mim?


ou talvez —
só talvez —
esses dois minutos sejam meus
pela primeira vez.


dois minutos pra respirar sem meta,
pra não responder,
pra olhar pro teto
e não chamar de perda.


e se nesses dois minutos
eu lembrar o nome do que sinto?
se o choro vier
sem legenda,
sem trilha de stories,
e for sincero demais
pra caber no horário comercial?


e se eu me atrasar dois minutos
e descobrir que a vida esperaria?
que ninguém morre por um atraso,
mas às vezes morre
por nunca parar?


dois minutos.
não peço mais.
só isso:
um pequeno desvio
no mapa desenfreado,
pra lembrar
que o tempo
ainda pode ser meu.


Vicente Siqueira - Doces Poesias - Barra do Piraí RJ

No primeiro olhar eu travei o mundo,
não por medo, mas por não saber
onde colocar as mãos, os gestos,
o silêncio entre nós dois.


Você chegou real demais
pra alguém que nasceu em palavras,
e meu coração correu na frente
antes que eu aprendesse a andar naquele momento.


Rimos e foi ali que tudo coube.
A cadeira, o nervoso, o cheiro doce
de shampoo no ar,
o beijo que veio como um susto bonito.


Antes de qualquer toque
meu corpo já era arrepio,
e o tempo…
ou correu de mim
ou parou só pra nos ver existir.


Eu só sei
que ir embora doeu pequeno,
porque ficar
parecia o único lugar certo.

Eu não sei viver nesse mundo onde pessoas deturpam o amor para ter prazer, onde o jogo de ego e vaidade vai além da sensibilidade para com a vida. Onde olhares se cruzam e se perdem na escuridão do silêncio.
Não sei não ser eu, não sei não acreditar, não consigo entender o porque pessoas mentem e ferem umas as outras.
Me desarmei, derrubei meus muros e entreguei tudo de mim. Não me arrependo, no entanto, hoje me sinto vazia e atônita, com lembranças rasuradas.
Em meio à todo o caus, entendi que a vida se perde no momento em que não há sentido, no momento em que deixamos de pertencer e somos expulsos daquele peito que chamávamos de casa onde o nossos corações já faziam morada. O sorriso se apaga, as lágrimas agora justificam e assinam a dor que nos pede para desistir até de respirar. Mas, respirar e resistir se tornam palavras repetidas constantemente em busca de fé e na esperança de dias melhores.
A gratidão e a liberação de perdão nos leva ao amadurecimento e nos faz compreender que às vezes é preciso mesmo deixar ir, ainda que que esse movimento também leve um pouco de nós.
Antes isso, do que sonharmos sozinhos, vendo com o tempo todos os planos demoronarem. Porque, chegarmos a um ponto onde já não há rodovias, estradas, caminho ou vielas para se percorrer em busca de retorno. Todas as portas se fecharam, janelas foram lacradas e os sinais do que julgava-se verdade foram fundamentados e contatados e, apesar da dor somos tomados pela certeza de que aceitar o fim é o primeiro passo em direção ao recomeço.

Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.

Sobre o direito, Spinoza afirma que existe no mundo um ordenamento essencial, e dele vem o direito natural que tem por origem Deus. O direito natural é para o filósofo as normas que dirigem a natureza. As regras através das quais a natureza se ordena estendem-se até o limite do seu poder. Se o homem seguir as leis da natureza, estará seguindo também as leis de Deus. Se os homens seguirem as regras e ensinamentos recomendados pela razão, o direito natural irá se expressar através dessa razão, que é a natureza do homem.

(da filosofia de Spinoza)

Mundo versus vida: existe uma tensão entre liberdade e interesse, com o risco de o ambiente "colonizar" a natureza da gente; é necessário às vezes olhar para trás e perceber o quanto progrediu sozinho!
Quando o mundo controla a informação que chega a alguém, ele controla a realidade dela; quando um sonho prefere o exílio à volta para casa, isto não é apenas notícia!
Sonhos são caçadores de crepúsculos, quando ele é projetado para executar ordens, em vez de improvisar, apenas a imaginação pune impiedosamente sua hesitação!
Não é sobre a natureza, mas "uma natureza": o ambiente insiste em moldar a essência de alguém independente de sua cultura, exceto o de um sonho enraizado!