Textos de Teatro
Sejamos senhores do nosso destino, e nos permita viver e sentir os prazeres e alegrias desse teatro da vida que não se tem chances de fazer ensaios. E sobre o olhar atento, criterioso e protetor do Criador dai glórias por todas as experiências fascinantes vividas que no trem do tempo parte e jamais retorna.
Teatro não serve para nada, pensam alguns, e literatura é elitismo, pensam outros, e na verdade não pensam, porque é no teatro e na literatura que encontramos a transgressão possível e a provocação necessária. O mundo não anda fácil nem digerível. É homem-bomba explodindo em festas de casamento, é corrupção pra tudo que é lado, é muito desamor travestido de prazer, é uma urgência de ser feliz que impede a construção da felicidade mesma, que é mais vagarosa. Para onde estão indo todos nesta correria? Não sou a única que ainda vive, em certos aspectos, na era da pedra lascada, mas corro igual, porque se parar, me atropelam. Regurgitar: vomitar. Fagia: comer. Então regurgitofagia é simplesmente expelir o inútil e voltar a se alimentar do que precisamos. E do que precisamos? Anote aí, é pouca coisa: silêncio, arte e amor.
"A essência do teatro é o encontro. O homem que realiza um ato de auto-revelação é, por assim dizer, o que estabelece contato consigo mesmo. Quer dizer, um extremo confronto, sincero, disciplinado, preciso e total – não apenas um confronto com seus pensamentos, mas um encontro que envolve todo o seu ser, desde os instintos e seu inconsciente até o seu estado mais lúcido."
O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
A vida é um teatro mascarado,Um carnaval de Veneza.Odiando a verdade dita e amando mentira bem contada,Angústia que me segue,e o desejo por ela me faz Don Juan.Porém sem ela eu arriscaria mais ou viveria com menos complexidade,Somos grandes atores cheios de máscaras e sobretudos estilosos,Se enganando e te enganado e o seu eu enganado,A esperança trás motivos e metas trazem resultados. Quando a conquista vem ,tudo se torna sem sentido e nessa horas perceba-se que somos reféns dos nossos desejos.
“Comecei a atuar praticamente quando era criança. Sempre estive nas peças de teatro da escola, cantando e atuando, então consegui um acordo para gravar. A coisa de cantar deu certo. Eu queria apenas tentar outra vez e ser criativa de todas as formas que posso.” (Em entrevista a agência Associated Press, 04/2007)
O tempo do teatro é o do eterno retorno, é nietzscheano, é o tempo do amor. (Quando você está na cama com uma pessoa, você não tem "tempo". Você sai do tempo, entra num outro.) É a mesma coisa com a arte. Não tem sentido ficar nesse tempo de agenda. Aí você sai do teatro e não foi modificado, ficou no tempo linear, o do Ocidente, do relógio.
Imagine um filme,uma novela, um teatro, somente com seu protagonista. Imagine como seria se não existissem os vilões,os engraçados, os não muito importantes, aqueles que são companheiros em todos os momentos, e os que são falsos ao extremo. Uma só pessoa não faz história. É preciso somar. Somar almas,somar sorrisos,somar brigas, desculpas, choros, alegrias, momentos de crise, de comemorações... Soma de momentos, pessoas e sentimentos! A vida é sempre mais, nunca menos! Do mesmo modo que na ficção, nossa vida não teria o menor sentido sem aqueles que estão ao nosso redor. O par romântico, a família maluca, os amigos, os companheiros de trabalho... Então, obrigada a todos que de alguma maneira somaram em minha vida no ano de 2013. Obrigada pelas risadas, pela companhia, pela amizade, por existirem! Obrigada por fazerem o meu ano valer a pena, e por participarem de mais uma etapa da minha história.
Se muitos pudessem ver o teatro oculto do nosso espírito, não ficariam a exigir que nossos atos navegassem nos mares serenso da prudência. Se pudessem, ainda, devassar as cortinas que escondem nossas inquietações mais intimas veriam que a razão da emoção é a maior verdade de todas as verdades.
Só enquanto eu existir eu vou lembrar de você... destes versos em minha mente. Embalado pelo Teatro que sempre tem uma trilha certa pra cada ocasião. Disse que o universo pararia ontem à noite. Nada pode ser mais forte que o amor, nem o tempo. Quando estávamos indo embora, deparamos com a lua a nos olhar. Nem mesmo ela perde um capítulo. Lembra que eu disse que o Sol e a Lua são os olhos de Deus? A cena de ontem foi para ter a certeza de que Deus zela e cuida pra vivermos historias fantásticas. Cada momento contigo, amada minha, tem feito de mim um homem ainda melhor e mais vivo. Esse amor e esses cuidados me fizeram acordar em vários aspectos em mim. Aprender a acreditar que depois de uma decisão o melhor pode acontecer. Como agora que posso contemplar teus olhos de amor. Ainda não escrevi minha melhor poesia, porque jamais conseguiria descrever a grandeza da tua alma e dos teus atos. Cada dia mais apaixonado. Só enquanto eu existir vou amar você.
"As máscaras dos santos não santificam; escondem. No teatro social, muitos vestem o manto da fé para alimentar o ego, não a alma. Banaliza-se o sagrado quando a espiritualidade vira ornamento e não entrega. A hipocrisia se disfarça de virtude, e o nome de Deus ecoa nos lábios, mas não arde no coração."
"O teatro que encenas te frustras no silêncio de tua voz, mas grita nos seus pensamentos; No beijo sem sabor, no abraço sem calor e nas fantasias que sonha sozinha...Tu queres mais calor, beijo com ardor, abraço que domina e te faz suspirar de paixão....Teus lábios ardentes querem os meus, meus braços querem te envolver e te sentir nos arrepios suados, na emoção que tu só conheces nos sonhos que tu sonhas e no segredo de tua mente."
(...) Dizer que a "vida é uma peça de teatro" é ser literalmente mediano, a vida é um dom gratuito de Deus, portanto, não se deixe sufocar pelas decepções, ou marcas do passado, ela vai te derrubar, lapiar, deixar marcas, mas o objetivo é te lapidar para de fazer a forma perfeita de viver. Não acredite no destino ele é falso e ingrato...
Caminhamos rumo á lugar nenhum durante todo teatro da vida. Nos palcos nós interpretamos personagens, empregamos idéias e utilizamos vaidades, vitimização e como crianças de colo inventamos que precisamos de proteção, sem saber andar à sós no silêncio e na solidão, na beleza plena da vida.
”Durante a sua apresentação no teatro da vaidade, você ouvirá um som reproduzido pela sincronia do encontro das mãos, que durará em média 30 segundos, como forma de agradecimento aos seus esforços. Depois de ter renunciado uma vida inteira e se encantado com as mesquinharias que lhe venderam como doce enconto, essa é a recompensa do artista. Somente ele sabe o que lhe espera após o pagar das luzes e o silenciar das ridículas palmas, que se encantará aos idiotas. Esse tempo também vai passar.”
Tudo mentiras. A religião é um teatro dos horrores usando a imaginação desses com estórias lúdicas e metaforicamente, para com psicologias manipular todas as mentalidade com deficit cognitivos ou tríade oligofrenica estando infantis carentes de uma poderosa figura paterna e também doentes com as já descobertas 300 psicopalógicas.
"A vida é como o teatro, uns são coadjuvantes, outros protagonistas, porém aos que insistirem em serem meros personagens secundários, a vida só lhes proporcionará papéis irrisórios. Já para os que pretendem ser protagonistas, a estes sim, serão sempre conferidas as honras, os aplausos e o reconhecimento pelo brilhante desempenho naquilo que se pretende ser."
Sem Deus tudo não passa de um teatro onde o personagem esta perdido no caminho e acaba caindo em um buraco tão fundo que não se encontra o chão o que só aparece é a solidão que diz ser a companheira desta caminhada.Aflito e solitário segue então o personagem em uma estrada com um vazio no coração esperando algo que nunca aparecerá pois ele deixou o essencial para viver: Cristo!
Sabe... hoje estava a pensar. Como ás pessoas tem a capacidade de fazer de sua vida um teatro, mudando de personagem a cada coisa que acontece, a cada pessoa conhecida, mudando com cada um, ou com coisas que acontecem. Sendo um personagem diferente com cada situação. Fazendo mal para si mesmo com essa atitude, pessoa sem carácter, sem índole, criando um monstro dentro de si, que cresce a cada personagem que inventa, tornando suas mentiras cada vez mais monstruosas. Mas tenho uma certeza por fim, que não devemos ter pena dessas pessoas, que não são poucas. Devemos rezar por elas,para que,mesmo que não encontrem o caminho, que não possam ferir outras com suas palavras maldosas. E acredito que por mais que se possa ter muitos personagens nessa vida, que ele torna a fazer um teatro, não existe mentira, nem pessoa, que se possa esconder a verdade por toda a vida!
Televisão e teatro são muito diferentes.Eles trabalham músculos muito diferentes e eles são emoções muito diferentes... é diferente em todos os sentidos.Não há nada tão bom quanto ser capaz de contar uma história do começo ao fim na mesma noite,enquanto na televisão e no cinema voçe nunca conta a história cronologicamente.Portanto,há uma libertação no teatro e há uma conclusão que voçe se sinta cada noite que é mais gratificante que a coisa interminável de televisão onde voçe nunca tem certeza se voçe esta feito,ou que voçe tenha feito a coisa certa.
