Textos de Saudades de um Amor
*Lírico Soneto*
Tum...
Tum tum...
Tum tum...
Assim se faz a mais bela das melodias que um dia eu pude escutar.
O som que vem de dentro do peito, do sublime soneto que me postes a criar.
Quando jovem me criei, por alguém me apaixonei ao primeiro olhar.
Por fim me casei, meus filhos criei sem ao teu lado estar.
Pois por mais bela que seja a vida, tão injusta e corrosiva seu coração ela fez parar.
Até hoje me lembro, o quão calmo se tornou o tempo quando ele pouco a pouco parou de pulsar.
Me debrucei sobre teu peito, afim de ouvir pela última vez este soneto que agora nas estrelas eis de brilhar.
Linda Mulher
Por uma linda mulher eu me apaixonei,
Acho que foi pelo olhar e o sorriso que me encantei
No inicio era bom e a gente ficava
Hoje em dia, ela nem olha mais na minha cara
Se apaixonar por que? se o que vale é viver
Tomei vergonha na cara
E agora não vou me iludir.
Mas uma coisa eu garanto
Ela é demais
E não há quem se apaixone
Beijo caloroso
Corpo gostoso.
E quem sabe um dia a gente se reencontre
Fora isso, só mesmo de longe.
Ela parece tão legal, tão concentrada, tão tranquila, mas seus olhos permanecem fixos no horizonte. Você acha que sabe tudo que há para saber sobre ela imediatamente após conhecê-la, mas tudo o que você acha que sabe está errado. A paixão flui através dela como um rio de sangue.
Ela só desviou o olhar por um momento, e a máscara caiu, e você se apaixonou. Todos os seus amanhãs começam aqui.
Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.
Espera-me pelas manhãs vazias,
nas tardes longas e nas noites frias,
e, outra vez, quando o calor voltar.
Aí, nunca deixes de me esperar!
Espera-me, ainda que, aos portais,
as minhas cartas já não cheguem mais.
Ainda que o Ontem seja esquecido
e o Amanhã já não tiver sentido.
Espera-me depois que, no meu lar,
todos se cansem de me esperar.
Até que o meu cachorro e o meu jardim
não mais estejam a esperar por mim!
Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.
Não dês ouvidos nunca, por favor,
àqueles que te dizem que o amor
não poderá os mortos reviver
e que é chegado o tempo de esquecer.
Espera-me, ainda que os meus pais
acreditem que eu não existo mais.
Deixa que o meu irmão e o meu amigo
lembrem que, um dia, brincaram comigo
e, sentados em frente da lareira,
suponham que acabou a brincadeira…
Deixa-os beberem seus vinhos amargos
e, magoados, sombrios, em gestos largos,
falarem de Heroísmo ou de Glória,
erguendo vivas à minha memória.
Espera-me tranquila, sem sofrer.
Não te sentes, também, para beber!
Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.
Esperando-me, tu serás mais forte;
sendo esperado, eu vencerei a morte.
Sei que aqueles que não me esperaram
– que gastaram o amor e não amaram –
suspirando, talvez digam de mim:
“Pobre soldado! Foi melhor assim!”
esses, que nada sabem esperar,
não poderão jamais imaginar
que das chamas eternas me salvaste
simplesmente porque me esperaste!
Só nós dois sabemos o sentido
de alguém poder morrer sem ter morrido!
Foi porque tu, puríssima criança,
tu me esperaste além da esperança,
para aquilo que eu fui e ainda sou,
como nunca, ninguém, me esperou!
Hoje é o dia daquelas que nos deram carinho e atenção...
...que nunca nos deixaram de cantar uma canção...
...que nos amaram antes mesmo de nos conhecer...
...que por amor muitas noites de sono tiveram que perder.
Hoje é o dia daquelas que nos ensinaram tudo...
...que por nós moveriam mundos e fundos...
...que nos colocaram no mundo e nem pensaram na dor...
...que nos mostraram o verdadeiro amor.
Hoje é o dia das que infelizmente não são eternas...
...o dia das mais especiais...
...o dia das mais amadas...
...o dia das mais queridas...
...o dia das melhores amigas.
Esta noite foi perfeita
Fiz magia com receita
Queimei o passado sombrio
Varri a sujeira da alma escura
Afastei as pedras com ternura
Adicionei muito perdão
Invoquei elementais
E todos os seres de luz
Abri um circulo sagrado
Revestida de forte magia
Me alimentei de pura energia
No caldeirão virou cinzas minha velha mania
E delas renasci para um novo dia
Entre Mim e Ela
Entre mim e ela
Existe um oceano
Peixes, algas, cavalos marinhos
E estrelas do mar.
Entre mim e ela
Existe um céu
Inúmeras estrelas
E uma lua minguante.
Entre mim e ela
Existe um multiverso
Inúmeros cometas, planetas
E um imenso vácuo.
Entre mim e ela
Existe uma multidão
Inúmeras vidas
E tanta gente em depressão.
Entre mim e ela
Existe a filosofia
Kant, Nietzsche, Hume, Platão
Poucas certezas e inúmeras indagações.
Dizem por aí que o tempo cura. Geralmente dizem isso quando estamos precisando que o tempo cure o agora, o inevitável, a falta de esperança. Dizem que a gente se perde com a distância e que esquecemos tudo o que foi construído. E que temos consciência do que estamos esquecendo.
É difícil esperar ou ter paciência para que as coisas se encaminhem. O jeito às vezes, é deixar que o tempo faça sua parte. Por quanto tempo? Não sei. Muitas vezes, apesar das minhas melhores escolhas e intenções, as coisas deram errado. E por outras vezes apesar de cruzar linhas que não eram permitidas, as coisas deram certo. O que eu sei é que hoje, apesar de não ter laços, também não tenho nós.
O tempo estava certo.
MENINA ATREVIDA
Ela Finge não o observar
Faz tudo discretamente
Manda mensagem subliminar
Quer entrar em seu inconsciente...
Chega e senta devagar
Querendo não chamar atenção
Esbarra em sua mão
Uma desculpa para lhe falar...
Usa a artimanha da timidez
Com certo toque de mulher
Quando oportuno, usa a mudez
Fica no ar: O que essa menina quer?...
Com voz doce e jeitinho meigo
E curvas de mulher
Ela sabe bem o que quer
E acende nele o desejo...
Olha que esperta essa menina
Usa a diplomacia na vida
Mas quando se sente atraída
Sabe ser bem atrevida.
A gente não desiste do que ama, desiste do que dói.
Considero que sumir é uma das decisões mais difíceis da vida, mas pior que sumir é sumir querendo ficar.
Sempre ouvi dizer que quem ama não desiste; e confesso que por um bom tempo, me agarrei incondicionalmente a essa afirmação. Entretanto, mudam-se os tempos, mudam-se as percepções, e a gente é forçado a sumir, porque já não há mais o que resgatar. Porque temos que aprender a levantar-se da mesa quando o amor não está mais sendo servido. A gente não desiste de todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, de todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, de todos os beijos e abraços que gostaríamos de ter dado e foram cancelados. A gente desiste mesmo é do que dói. Desistimos porque dói, fazer de alguém nosso tudo, e mesmo assim sentir-se um nada. Desistimos porque dói, entendermos e não sermos compreendido. Desistimos porque dói, amar e não ser correspondido. Ninguém desiste de amar, mas de demonstrar amor onde não é bem-vindo. Às vezes desistir não é um ato fraqueza e sim, de coragem. Coragem pra abrir mão, e parar de segurar em vão o que só machuca. É simples! No fundo, ninguém quer sumir, quer apenas que seja mútuo e verdadeiro.
Minha mulher-menina.
Ela é minha menina, minha mulher-menina, cheia de manias, minha maluquinha, que ama um carinho, tem um charme tão grande que nem ela sabe que o possui.
Linda, sabe ser uma boa ouvinte e uma boa companheira, brincalhona, mas tímida.
Ah, como ela é bela, tenho sorte de tê-la como minha mulher, como minha confidente, como minha companheira. Como tenho medo de perdê-la.
Dias sombrios...
Vivemos tempos difíceis. Tempos de superficialidade exagerada, ou, como definiu Bauman, de amores líquidos.
Nos dias de hoje, raros são os casos em que se observa uma amizade duradoura e sincera ou um relacionamento intenso e sólido ao mesmo tempo. São tempos de larga mudança nos valores sociais. A sociedade passa por uma de suas mais bruscas mudanças.
A velocidade com que a informação flui no mundo moderno, torna cada dia mais complexa a manutenção do que conhecemos por relações humanas. Pessoas são tratadas como objetos. Ao não terem mais serventia simplesmente descarta-se o supérfluo.
Valores éticos e morais que perduraram por séculos, cito como exemplo a ética kantiana – sintetizada em seu imperativo categórico -, tornam-se cada vez mais inviáveis de serem postos em prática.
Não vemos mais romantismo, o que vemos é a banalização da palavra amor em favor dos vários tipos de experiências superficiais praticadas pelos indivíduos hodiernamente.
Bauman fala de forma brilhante que:
"Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis [...] um é segurança e o outro é liberdade. Você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. [...]
Hoje, o que vemos na sociedade é a valoração excessiva do “o que você é”, no lugar do “quem você é”. Tempos de relações imediatas, pautadas no momento e no que podemos obter com isso. O imediato não existe mais, apenas o agora. Isso se aplica em toda sociedade. Seja no critério profissional, pessoal ou interpessoal.
A cobrança do que se tem ofusca a expectativa do que se poderá ser. O amanhã não mais existe nos dias de hoje, apenas o agora. A fluidez em que o mundo está embebido trouxe consigo uma mudança permanente no modo como a sociedade se desenvolve, e, na maneira como ela se desenvolverá. Um dia, a história lembrará deste momento, de uma época na qual o homem não mais é o lobo do próprio homem – citando Hobbes –, mas o homem tornou-se o fim em si mesmo. Estamos entrando na era do egocentrismo autofágico.
Eu só queria ligar.
Falar que sinto falta, e que meus dias têm sido cinza por dentro depois que você se foi.
Porque você não foi inteiro. Você ficou na vontade e nas lembranças mais lindas, que insistem em me mostrar todo o tempo o quanto fui feliz com você.
Queria falar de saudade. Da novela. Do livro que tenho lido.
Queria ouvir sua voz entregando que eu também virei saudade, e que seu coração volta e meia te faz lembrar quando ‘nós dois’ éramos presente.
Eu preciso tanto falar. Meu silêncio grita. E esse desprezo de mentira que sinto por ti, machuca essa alma tão acostumada a falar desse amor. Amor que ainda mora em mim, talvez por ser (tão) de verdade.
Então eu não falo. (E escrevo.) E sinto essa ausência doer, como se fosse ontem o dia que você deu tchau.
Tchau, sim. Porque o mesmo instinto que disse que você iria embora, agora me diz que você vai voltar. Então eu vou falar tanto. Vou falar tudo. E vou deixar transbordar em forma de palavras tudo que tem sufocado o meu coração.
Sabe a saudade? Então! Todos os dias ela me pergunta de você.
Asas, como seria bom tê-las, assim então, poder voar o mais alto possível, alcançar os céus, essa imensa cortina azul celeste, cortina da casa de meu Pai.
Pegar impulso, e deixar o chão em questão de segundos, sentir a brisa do vento passar pelo rosto, e olhar para baixo, enquanto me distancio do solo; solo este já destruído, fragilizado por nossas próprias mãos, egoísmo mortal. Estou seguro, enquanto permanecer no alto, distante de tudo e todos que tentam me aprisionar, me corromper, me sufocar, me silenciar.
Asas, com você, voaria o mais alto que pudesse, para me envolver nessa imensidão do céu, pegar carona com as aves, tocar o arco-íris, e deixar o vento me guiar, como ondas do mar alto, que carrega o pequeno e humilde veleiro, sem direção certa, apenas entregue ao momento.
Eu, do alto posso respirar, além de sentir, eu posso ser a liberdade, posso esquecer que carrego cicatrizes tão profundas, que apenas um sorriso é incapaz de fazer com que eu às esqueça.
Foi momentâneo meu par de asas, mas lá do alto, eu pude me sentir renovado, pude sentir a vida, e mais perto de casa.
Segundo Platão, originalmente, os seres humanos tinham duas faces, quatro braços, quatro pernas... e eram felizes assim, completos! Porém, desafiaram os deuses, que os puniram dividindo-os em dois. Separaram os humanos, que eram andrógenos, de suas metades. Ele diz que cada um de nós, enquanto separados, está sempre buscando a outra metade. É a natureza humana.
"É então de há tanto tempo que o amor de um pelo outro está implantado nos homens, restaurador da nossa antiga natureza, em sua tentativa de fazer um só de dois e de curar a natureza humana. Cada um de nós portanto uma téssera complementar de um homem, porque cortado com os linguados, de um só em dois; e procura cada um o seu próprio complemento" (Platão - O Banquete).
Quando as duas metades se encontram, eles se perdem mergulhados em uma explosão de amor... amizade... intimidade... Sensações tão extraordinárias, que eles não querem mais se separar, sentem a vontade de se fundirem novamente em uma só carne. É assim que se deseja quando se encontra a cara-metade, porque éramos completos... e essa busca pela totalidade se chama amor (eros).
Contudo, Platão nos adverte que só se ama o que não se tem. O objeto do amor sempre é solicitado, mas está sempre ausente. Quando julgamos alcançá-lo, escapa-nos entre os dedos. Essa nossa inquietude na origem do que se busca, o amor... amor daquilo que nos falta, pois o "que deseja, deseja aquilo de que é carente, sem o que não deseja, se não for carente" (Platão - O Banquete).
Sendo assim, porque sou carente do seu amor é que te desejo! Uma vez que não é completamente minha, serei para sempre seu! Te amo!
Eu sou a música que ninguém quer ouvir
Sou a arte que ninguém quer olhar
Eu sou o vento que tudo leva,
mas nem a morte quer me levar.
Um coração machucado,
Uma alma vazia, é tudo que me resta.
A chuva em meio ao deserto
Essa sou eu, um turbilhão de sentimentos em um buraco de dor.
Sonhar, o que é um sonho, em um mundo
Sem esperanças?
lágrimas, são dores que aliviamos ou a dor que nos alivia?
Sozinha e sem esperança, uma mulher
Com alma de criança.
Que sonha apenas em ser feliz,
Em um universo incompleto.
A garota que tem orgulho de ser louca, em um mundo onde
Todos querem ser normais.
A garota triste em um mundo onde
Todos fingem ser felizes.
A garota solitária em um mundo onde
Todos agem como se fossem amigos.
A garota que vive em meio a falsidade
E egoísmo, ela apenas era diferente.
Por ser assim, foi considerada um mostro
Que não seque as regras de um mundo
Covarde.
Coisas que odeio em você
Eu odeio quando mando mensagem e você não responde
eu odeio quando muda de assunto, ou quando você fica longe
eu odeio quando tento brigar e você me faz rir
odeio quando brigamos por telefone e eu não consigo dormir
eu odeio quando ri enquanto estou extremamente brava
odeio o seu cabelo cumprido e também a sua barba
eu odeio quando finge que está tudo bem enquanto sei que não está
você me faz parecer uma boba, uma completa desvairada.
odeio quando me abraça e me beija enquanto eu quero brigar
odeio seu jeito largado e também seu linguajar
odeio quando não me procura ou quando sai com algum amigo
odeio quando fica estressado e o modo como fala comigo
mas eu odeio mais ainda o fato de eu não conseguir te esquecer,de não conseguir me afastar
o que mais odeio em mim é o fato de não conseguir de te odiar.
Quebrando o gelo.
Era quieta, tímida, sem muito papo.
Mas meu instinto me dizia,
que aquela timidez sumiria,
logo no primeiro tato.
Eu lia em seu olhar,
algo como:
- Não me descubra por favor.
- Me deixe aqui aonde estou.
- Olhando assim, vou me expor,
e ficarei a seu dispor.
...e era tudo que eu queria,
quebrar aquela barreira fria,
e me queimar em seu vulcão.
Então...? Saia logo debaixo dessa neve silenciosa,
vem, me abraça, aperta,
que eu te conto em verso e prosa,
como é bom colar
no calor de alguém.
Você foi minha melhor amiga, a estrela que brilhava no meu céu tempestuoso, minha visão quando eu estava cego, me ajudou a seguir quando eu ia desistir, você fez de mim uma pessoa melhor.
Hoje você é a minha melhor amiga e também a minha paixão, meus dias são tão lindos com você, sou tão completo, o homem mais rico, pois tenho na minha melhor amiga um amor que vale mais que diamante.
EU, POR VOCÊ, SERIA CAPAZ DE DAR A MINHA VIDA!
Meu anjo, bom dia!
Espero que suas ferias tenham sido povoadas de muita paz, alegria e diversão. Que você tenha beijado e abraçado muito seus heróis e todos da sua familia; e que todos vocês tenham experimentado dias de grande felicidade. Se tudo ocorreu dessa forma, e eu espero sinceramente que sim, tenho certeza que você retornou para Americana muito mais iluminada do que quando partiu.
Eu não sei bem a quanto tempo nos conhecemos, mas confesso que ter te conhecido foi algo maravilhoso. Muito aprendi com você e nada te apagará do meu coração. Você se tornou uma das páginas mais importantes da minha história. Uma página que eu faço questão de ler todos os dias da minha vida, para que você esteja sempre presente nos meus pensamentos.
Minha amiga, como vocé já sabe, o que eu sinto por você não é só amizade. Eu até gostaria que fosse, assim não estaria sofrendo tanto desejando algo que eu não posso ter.
Te peço desculpas por está te abrindo novamente meu coração. Da última vez que resolvi fazer isso, quase te perdi pra sempre. Você havia sido pega de surpresa. Mas acho que agora é um pouco diferente. Acho que nesse meio tempo aprendemos o bastante para não cometermos os mesmos erros bobos do passado.
Da mesma formar que estou escolhendo as palavras com mais responsabilidade, tenho certeza que você é inteligente o suficiente para dar a elas a atenção que elas merecem e interpretá-las da forma mais adequada possível.
Enfim, preciso me afastar um pouco para não sofrer tanto quando finalmente aparecer a pessoa que terá o privilégio de acordar todos os dias ao teu lado. Eu não sei quem será o sortudo, mas confesso que já estou morrendo de inveja dele. Ele vai ter na sua vida a mulher que eu peço a Deus todo os dia que fisesse parte da minha. Só em pensar nisso meu coração se enche de tristeza.
Espero que ele possa te dar pelo menos metade do carinho e do amor que eu sinto por você. Porque eu, por você, seria capaz de dar a minha vida. TE AMO.
São Paulo, 21 de junho de 2015, às 14:28
