Textos de Saudade do Namorado
Os fofoqueiros !
Os fofoqueiros é uma desgraça,
na vida de um senhor qualquer.
Eles vem com uma conversa mole,
pior que bicho de pé.
Vou lhe dizer algo:
Mas, não conte pra ninguém.
E a coisa fica feia, quando envolve
você também.
Você se lembra de fulana;
aquela que foi nossa vizinha ?
Estava falando coisas tão feia,
que a terra chega tremia.
Eu fiquei tão chateado :
porque tem haver com você.
Mas, por favor me deixa fora,
dessa maldita confusão.
Porque eu não quero, essa senhora,
batendo em meu portão.
Na verdade eu nem queria,
nada pra você falar.
Mas, por você ser meu amigo,
melhor que um irmão, deixar isso passar,
é não ter consideração.
Seja sincero com eles e diga: É melhor
eu nem saber. Porque tudo que me disseres,
eu terei que te envolver.
O fofoqueiro vem do inferno,
para tirar sua paz. Repreenda esse espírito,
sai fora satanás.
Por mais que eu sofra !
Por mais que eu sofra Senhor,
por mais que eu venha sofrer.
Eu não pagaria Senhor,
o que te fiz padecer.
Na dura cruz no Calvário,
por me tu padeceu.
Depois de sepultado, a morte
por mim tú venceu.
Ainda que o inferno se levante,
para me atingir, eu te peço meu Senhor,
me ajude a prosseguir.
Jesus fez milagres !
Jesus fez milagres,
deu visão ao cego,
fez paralítico andar,
multiplicou peixes e pães,
para fome do povo, saciar.
Mas, mesmo assim,
o povo dele zombou.
Escolheram Barrabás,
e crucificaram, ao meu Senhor.
Depois de todos seus feitos,
ninguém o reconheceu,
se crucificaram a Jesus,
então tadinho de eu.
Lamento de um Vampiro em Singelas Palavras
Guia-me na busca pelo meu próprio rastro sob o luar da madrugada,
pois sou mais solitário e desamparado
do que tua alma ousaria conceber.
Caminho onde até o vento parece guardar segredos antigos,
e cada sombra repousa
como a memória esquecida de um século.
Se teus olhos não podem desvendar-me na escuridão,
que meus gritos harmônicos rompam o silêncio
como sinos distantes chamando um destino adormecido.
Sou um cativo do sangue,
um refém da noite gélida,
um eterno amante daquilo que jamais poderei possuir.
Uma criatura moldada pelo breu
e pelo silêncio absoluto das eras,
onde até o tempo parece hesitar em seguir adiante.
Permita-me, então, trilhar o caminho escarlate de tuas veias;
consagra-te como minha Condessa,
minha única aliada no vasto vazio da existência.
Pois entre os homens aprendi um segredo curioso:
até monstros carregam saudades
e até a eternidade pode ferir o coração.
Vem, e deixa que nossas sombras se entrelacem
sob a lua pálida desta madrugada infinita,
como duas almas antigas que se reconhecem no abismo.
E se o destino for apenas um labirinto sem aurora,
que ao menos caminhemos juntos por seus corredores de silêncio,
noite após noite,
pela eternidade que nos consome.
Coração incompreendido
O meu ser ninguém entende, meu olhar não compreendem,
Minha voz é um zumbido, vêem a dor no meu sorriso.
Quem me pode entender, minha dor ver o meu ser,
Sinto tanto pouco posso, quero a morte e não a sorte.
Meu falar é zombaria, minha peste contagia,
Muitos olham, de mim fogem, esperando a agonia.
Quão vazia estou agora, me socorram, por favor,
Não sou nada sem carinho, não sou nada sem amor.
Quero tanto ser feliz, ver a vida colorida,
Pintar os sete, ver o outono, sentir a brisa do inverno.
Ninguém pode me entender, falo grito, me esforço,
Mas quem pode me escutar, quem me pode acalentar?
Sou apenas um humano, desfaleço de atenção,
Sufocada, sem carinho, sem amor no coração.
Caso fosse um ser pacato, poucos me vêem de fato,
Pouco faz do meu querer, muito riem desta dor,
Porque sofro o mal do amor.
Este eu que é meu em prantos, só reflete a esperança,
De encontrar nalguma esquina, o olhar de uma criança.
Assim espero ser amada, com transparente coração,
O amor é limpo é puro, o amor é solução.
Desculpas agora?!
Não se preocupe em pedir desculpas pelo que no momento não fez a menor diferença pra você,
Apenas reflita no fato de ter sido covarde com uma pessoa que foi sincera o tempo todo com você.
Lembre-se que conheceu uma mulher diferente de todas as outras, não porque sou melhor, porque pessoas de um modo geral são muito parecidas. Mas, diferente sim porque enxerguei.
Em você um ser humano, compartilhei palavras verdadeiras e sempre fui autêntica e singular.
Porque em momento algum eu o julguei sem antes te conhecer, fui amiga, gentil e ingênua demais a ponto de me deixar levar por palavras torpes e maldosas.
Contudo, sou mais forte do que imagina, porque antes mesmo de confiar nas pessoas, eu confio em mim mesma.
E isso é o bastante para me reerguer todas as vezes que eu cair.
Chorei sim, não por sentir a sua falta, mas por sentir falta de alguém, que pensei que você fosse.
Sou tudo o que você viu, e sou mais além dos seus olhos frios e seu coração gelado conseguiu entender,
Sou alguém que você jamais aqui ou noutra vida voltará a conhecer, porque não existem pessoas iguais,
Existem oportunidades para conhecermos pessoas especiais e aproveitarmos ao máximo o carinho e a atenção que elas podem nos oferecer.
Coisa é claro, você sequer conseguiu ver, quanto mais entender.
Mas, não pense que estou magoada, triste, infeliz! De maneira nenhuma!
Estou certa de que se você não foi humano o bastante para perceber o meu valor, é porque a palavra coragem jamais fez parte do seu vocabulário e o sentimento respeito nunca passou perto da sua cabeça.
É compreensível que pessoas ocas não saibam o que significa a palavra recíproca.
É totalmente compreensível que pessoas frias não saibam o que é valorizar o calor, afinal, passaram à vida toda vivendo dentro de pedras de gelo.
Porque não você? ... Será porque?
Porque cansei de chorar?
Uma hora a fonte seca.
Porque parei de ligar?
Até a paciência descarrega.
Porque cansei de sofrer?
Ser feliz não dói.
Porque não sinto mais saudade?
Existem milhões de pessoas no mundo.
Porque estou mais bonita?
Percebi que estou mais viva do que nunca.
Porque apaguei você da minha vida?
Borracha serve para apagar rabiscos.
Porque agora você me quer?
Porque é de praxe humana querer aquilo que não tem.
Érwelley C. de Andrade ALB/DF.
Não suporto, não aguento mais...
Visíveis monstros traiçoeiros,
Lobos em pele de cordeiros.
Astros da mediocridade ligeira, vorazes.
Olhos famintos, mãos geladas, mortas, desfalecidas,
Vidas envolvidas na glória do medo, do “eu” poder fantasioso.
Queixas sem doenças, malefícios encarnados na alma, no coração, nas feridas,
Não aguento mais... Apenas ver, se como tal mortal não posso ser,
Pai, quem sou? Por que sou?! Pois nada quis viver!
Um bicho do mato, perdido na trilha, secando feito folhas no cerrado
Cigarra velha num último cantar, medos insanos!
Rostos mascarados, peles cheirosas, roupas limpas, o mundo não para.
De dentro das veias escorrem cera, a cola da maldade, a febre do ódio, o encalço do mal.
Deveras a vida foste dada para ser vivida?! Tal qual uma criança que não sabe ler!
Meus braços já não podem levantar, não quero mais chorar, não aguento mais o ver!
Os olhares estão por toda a parte, as vozes soam feito gralhas no alto da montanha,
A surdez não me é suficiente, preciso também fechar os olhos, pois, não aguento mais...
Mais uma vida saturada pela fadiga da desigualdade psicológica, a moral é imoral,
A faca está cega, Pai! Quem há de ouvir os gritos do norte?!
Ouça! São os gritos da morte! Desta vez, ninguém teve sorte!
De sorte que não existe jogo da vida, ou se tem ou não se pode comer!
A vida é incapaz de viver?! Não! Já não aguento mais...
Até onde seguirei com meus farrapos sendo arrastados pelo altruísmo dedicado à miséria geral?
Pensamentos nefastos enraízam-se dentro do meu ser, o sono vem, cerram-se os olhos,
O dia chegou!
Todos estão deslumbrantemente impecáveis!
O Pequeno Pai
Por Mônica Barreto Alves
Jonathan, meu primeiro, o fruto da minha imaturidade,
Crescemos juntos na luta, na dor e na saudade.
Nossa relação foi divina, o início de tudo,
O menino dos meus olhos, o meu porto seguro.
Mas o JOKAANA precisava de um pilar, de um cais,
E tu, tão pequeno, assumiste o papel de pai.
Enquanto eu trabalhava, o asfalto sob o pé,
Cuidavas e alimentavas os teus irmãos, com toda a tua fé.
Essa carga pesou, o cansaço te roubou a infância,
A adolescência chegou com a dor da distância.
O ódio veio à tona, os traumas foram jogados,
Decidiste partir, deixar os teus laços quebrados.
Foste morar com o pai, buscar o que parecia lindo,
Mas a realidade doía, o sonho ia sumindo.
Um ano depois, o destino nos uniu na rodoviária,
Eu e a Ana, chorando, numa prece extraordinária.
Recebemos-te de braços abertos, o perdão selado ali,
Pois o amor de mãe nunca morre, eu sempre soube de ti.
Hoje és o meu mais velho, o orgulho que me invade,
Mesmo com as marcas de uma vida com tanta dificuldade.
Sigo orando por ti, por cada sonho realizado,
Terreno e carro aos 25, o teu sucesso é sagrado.
Conseguiste o que eu ainda não alcancei, meu filho amado,
E a minha felicidade é ver o teu futuro abençoado.
O JOKAANA está de pé, e tu és a sua primeira pedra,
O pequeno pai que cresceu, e que o amor agora regra.
Amo-te além das falhas, além do tempo e da dor,
Pois tu és o início de tudo, o meu primeiro amor.
Eu tô em paz.
Acho que isso resume tudo.
Eu amo a Ba. É um amor completamente diferente de todos os outros que já vivi. Eu sinto verdade nela, sinto a energia de uma pessoa boa, de luz, alguém que merece ser amada. Ao lado dela, eu me sinto verdadeiramente em paz. Com ela, eu consigo e posso repousar.
É um amor único, que nunca experimentei de tal forma antes.
Sim, eu já amei outras vezes, e amei de verdade, com intensidade. Mas nunca desse jeito, nunca com essa sensação de futuro, que é para minha vida, e vida compartilhada. É um querer muito forte de estar perto, junto e fazendo a vida acontecer ao lado dela.
Com a Ba, eu sinto que encontrei algo que é para a vida.
E essa paz… essa paz diz tudo.
O brilho que se apaga.
No início, dizem que a pessoa é especial porque a mente inventa e projeta nela um brilho raro, capaz de transformar o olhar em descoberta. Mas, quando esse encanto se desfaz e o reflexo se dissolve, resta apenas o vazio - não um vazio qualquer, mas um vidro estilhaçado, onde se revela a contradição de quem idealizou mais do que o real podia sustentar.
E diante dos cacos espalhados, percebe-se que não há como recompor o que foi quebrado. Cada fragmento reflete um pedaço da ilusão, cortante e irreversível, lembrando que o brilho nunca esteve na pessoa em si, mas na lente distorcida de quem a olhava.
O estilhaço, então, não é apenas dor: é também revelação, a prova de que toda idealização carrega em si o risco de se despedaçar.
O toque chama — insiste — repete,
um eco metálico no vazio,
como se minha urgência fosse leve,
como se meu tempo fosse frio.
Do outro lado, silêncio.
Um silêncio que pesa, que arranha,
que cresce dentro do peito
feito algo que não se ganha.
Não é só a ligação perdida,
não é só o “depois eu vejo”,
é o desprezo que se insinua
como um gesto sem apreço.
Porque ali vai meu trabalho,
minha pressa, minha razão,
e volta apenas o nada
ocupando a conexão.
E então nasce uma chama breve,
bruta, rápida, voraz —
um impulso de quebrar o mundo
pelo respeito que não se faz.
Mas no fundo, o que grita mesmo
não é raiva — é ser ouvido,
é querer que, do outro lado,
exista alguém comprometido.
Acreditar
mesmo quando o balde continua seco,
mesmo quando o eco só devolve silêncio.
Acreditar
com as mãos calejadas de quem rega o nada,
com o peito rachado de quem ainda espera.
Não é fé cega.
É teimosia santa.
É continuar enchendo
o que o mundo insiste em esvaziar.
E um dia, sem aviso,
o balde vai transbordar.
Teus olhos grandes castanhos são um convite que eu não consigo ignorar, um mistério que mexe direto com meu desejo.
Quando você chega perto, já sinto aquela tensão boa crescendo sem precisar de nenhuma palavra.
Na minha cabeça, teu corpo é um poema que me puxa sem esforço, um caminho onde eu me perco de propósito, querendo ser o verso que ainda falta em você.
Imagino cada toque como uma estrofe, cada beijo uma vírgula na história que a gente nem começou direito.
Tem algo não dito entre nós, uma malícia leve que fica no ar, deixando tudo mais intenso entre o que eu quero e o que ainda vai rolar.
Vejo tuas pintas espalhadas pela pele como uma trilha secreta que leva pro paraíso, um mapa que meus dedos querem seguir bem devagar, sem nenhuma pressa.
É um anoitecer onde nossos corpos se encontram, onde o toque vai além da pele e alcança a alma.
É uma história que estamos escrevendo juntos, onde desejo e mistério se enrolam um no outro... e eu não tenho a menor pressa de virar a página, porque sei que o melhor ainda tá por vir.
A direita:
A lealdade é até onde se convém, depois é cada um por si, em que "uma mão lava a outra" é a definição de companheirismo;
Defendem apenas suas próprias famílias;
Defendem a destruição e desmatamento do meio ambiente em prol do progresso de alguns grupos seletos;
Usam uma única religião e um patriotismo ditatorial tosco como refúgio e fachada para seus verdadeiros interesses;
Prezam pela cisão e polarização social e no individualismo e em apenas grupos elitistas, aristocratas, oligárquicos com mesmos propósitos escusos;
As leis e regras não são aplicadas a eles pois são os mesmos que as fazem ou usam o lobby para isso;
Todos criminosos são apenas da esquerda e cometem crimes motivados por interesses ideológicos;
Cultura é onde se cultiva soja, milho e trigo para alimentar a agricultura animal e não pessoas.
Viés de Confirmação e Falácia do Espantalho são as únicas formas de argumentações e diálogos, com exageros, fatos falsos, incompletos e mentirosos.
A esquerda:
Têm forte lealdade e companheirismo;
Defendem suas famílias e a de todos os outros;
Defendem o progresso com sustentabilidade com o mínimo de impacto ao meio ambiente;
Qualquer tipo de religião e diferentes manifestações de fé e a valorização e soberania nacional é de interesse coletivo;
Prezam pela união e coletividade entre as classes sociais e pelo apoio a minorias marginalizadas, para aumentar a inclusão, a qualidade de vida e o bem estar social;
As leis e regras são para todos;
Há diferentes níveis de criminosos que atuam de acordo com suas necessidades transgressoras;
Cultura é um conjunto de crenças, valores, costumes, conhecimentos, arte, leis e hábitos que um grupo de pessoas compartilha e transmite ao longo do tempo não se limitando apenas a manifestações artísticas como música, dança ou pintura;
Diálogos com argumentos racionais e de bom senso, sem viés e falácias e sem falsos fatos, invenções e mentiras, são aceitáveis para um consenso.
I.A. é a decodificação total e síntese da realidade baseada em qualquer tipo de linguagem humana em linguagem autônoma e generativa virtual.
Se tornando de mera diversão e pesquisa a ameaça potente para geopolítica, para o hacking eleitoral, grande problema de cibersegurança, de segurança nacional. Qualquer identidade pode ser assumida e apropriada. Afinal, quem a controla?
Do jeito que está, a oferta e a demanda descontroladas de drogas ilícitas e lícitas e uma geração atual, dos 17 aos 27 anos, sem escrúpulos, cheia de ódio e sem propósitos, será preciso de mais leitos futuramente e mais profissionais multidisciplinares para um atendimento de excelência.
Em vez de uma verdade absoluta e universal, sobre a natureza da existência e a presença inevitável do sofrimento e do fracasso, que pode ressoar de forma diferente com base nas experiências de vida e na perspetiva de cada indivíduo.
A perda, de alguma forma, é uma condição universal e constante na experiência humana.
Isso é quid pro quo. É corrupção não importando o nível. É suborno sempre ligado a algum tipo de poder.
Todos itens essenciais à vida, através da corrupção, se tornam fontes de riqueza à elite.
"A situação é manipulada em favor dos que têm muito dinheiro, desde das grandes corporações, empreiteiras a bancos e grandes instituições financeiras, da classe política e área agropecuária a facções criminosas."
Mentiras clássicas do cinema:
- Virar a cabeça com as mãos quebrando o pescoço lesionado a espinha dorsal;
- Usar lenço com substância química ( éter ou clorofórmio) e imediatamente desmaiar;
- Usar queimadura com pólvora ou metal quente para estancar hemorragias ou fechar ferimentos e esterilizá-los;
- Reviver imediatamente bem após uma assistolia (PCR) com desfibrilador;
- Injeções no pescoço em 90°;
