Textos de Reflexoes sobre as Pessoas
Ideal
Aquela que eu adoro não é feita
de lírios nem de rosas purpurinas,
não tem as formas lânguidas, divinas,
da antiga Vênus de cintura estreita.
Não é a Circe, cuja mão suspeita
compõe filtros mortais entre ruínas,
nem a Amazona, que se agarra às crinas
dum corcel e combate satisfeita.
A mim mesmo pergunto, e não atino
com o nome que dê a essa visão
que ora amostra ora esconde o meu destino.
É como uma miragem que entrevejo
Ideal, que nasceu na solidão,
Nuvem, sonho impalpável do Desejo...
O Palácio da Ventura
Sonho que sou um cavaleiro andante.
Por desertos, por sóis, por noite escura,
Paladino do amor, busco anelante
O palácio encantado da Ventura!
Mas já desmaio, exausto e vacilante,
Quebrada a espada já, rota a armadura...
E eis que súbito o avisto, fulgurante
Na sua pompa e aérea formosura!
Com grandes golpes bato à porta e brado:
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado...
Abri-vos, portas de ouro, ante meus ais!
Abrem-se as portas d'ouro com fragor...
Mas dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão - e nada mais!
Se a graça de Deus não tivesse se derramado em nossos corações, sem dúvidas já teríamos sido consumidos pela maldade, engano e andaríamos como escravos em busca de uma liberdade dando lugar à carne e servindo ao senhor do pecado.
Graças ao Cristo na Cruz, somos livres da escravidão e não precisamos mais dar lugar à carne.
Ele foi gerado, se fez carne, habitou entre nós, se esvaziou da sua glória, morreu, ressuscitou e intercede por nós a direita de Deus! Ele é Jesus Cristo.
Feliz Natal!!!
"Reflexões". Resende, 24 de Dezembro de 2015.
Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.
Eu deixo-me estar entre o poeta e o sábio.
Vinha a corrente de ar, que vence em eficácia o cálculo humano, e lá se ia tudo. Assim corre a sorte dos homens.
Durante algum tempo ficamos a olhar um para o outro, sem articular palavra. Quem diria? De dois grandes namorados, de duas paixões sem freio, nada mais havia ali, vinte anos depois; havia apenas dois corações murchos, devastados pela vida e saciados dela, não sei se em igual dose, mas enfim saciados.
Quem me pôs no coração esse amor de vida, senão tu?
A história do homem e da terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos.
Não há juventude sem meninice.
O marido era na Terra o seu deus.
Primeira comoção da minha juventude, que doce que me foste!
Vendera muita vez as aparências, mas a realidade, guardava-a para poucos.
Amei a outro; que importa, se acabou? Um dia, quando nos separarmos...
O capitão fingia não crer na morte próxima, talvez por enganar-se a si mesmo.
Preferi dormir, que é modo interino de morrer.
Confesso que foi uma diversão excelente à tempestade do meu coração.
Ninguém me negará sentimento, se não é que o próprio sentimento prejudicou a perfeição...
Explico-me: o diploma era uma carta de alforria; se me dava a liberdade, dava-me a responsabilidade.
Eu amava minha mãe; tinha ainda diante dos olhos as circunstâncias da última bênção que ela me dera, a bordo do navio.
A beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca.
O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte.
Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes.
Em verdade vos digo que toda a sabedoria humana não vale um par de botas curtas.
Eu, que levava ideias a respeito da pequena, fitei-a de certo modo; ela, que não sei se as tinha, não me fitou de modo diferente; e o nosso olhar primeiro foi pura e simplesmente conjugal.
Verdade é que tinha a alma decrépita.
Talvez cinco beijos; mas dez que fossem não queria dizer coisa nenhuma.
Eram tantos os castelos que engenhara, tantos e tantíssimos os sonhos, que não podia vê-los assim esboroados, sem padecer um forte abalo no organismo.
De amor? Era impossível; não se ama duas vezes a mesma mulher, e eu, que tinha de amar aquela, tempos depois, não lhe estava agora preso por nenhum outro vínculo, além de uma fantasia passageira, alguma obediência e muita fatuidade.
Morreu sem lhe poder valer a ciência dos médicos, nem o nosso amor, nem os cuidados, que foram muitos, nem coisa nenhuma; tinha de morrer, morreu.
Mas, se além do aroma, quiseres outra coisa, fica-te com o desejo, porque eu não guardei retratos, nem cartas, nem memórias, a mesma comoção esvaiu-se, e só me ficaram as letras iniciais.
Se os narizes se contemplassem exclusivamente uns aos outros, o gênero humano não chegaria a durar dois séculos: extinguia-se como as primeiras tribos.
A conclusão, portanto, é que há duas forças capitais: o amor, que multiplica a espécie, e o nariz, que a subordina ao indivíduo. Procriação, equilíbrio.
A valsa é uma deliciosa coisa.
Ventilai as consciências!
Há umas plantas que nascem e crescem depressa;outras são tardias e pecas. O nosso amor era daquelas; brotou com tal ímpeto e tanta seiva, que, dentro em pouco, era a mais vasta, folhuda e exuberante criatura dos bosques.
Uniu-nos esse beijo único - breve como a ocasião, ardente como o amor, prólogo de uma vida de delicias, de terrores, de remorsos, de prazeres que rematavam em dor, de aflições que desabrochavam em alegria - uma hipocrisia paciente e sistemática, único freio de uma paixão sem freio.
Correm anos, torno a vê-la, damos três ou quatro giros de valsa, e eis-nos a amar um ao outro com delírio.
Não há amor possível sem a oportunidade dos sujeitos.
Contou-me que a vida política era um tecido de invejas, despeitos, intrigas, perfídias, interesses, vaidades.
Recordei aquele companheiro de colégio, as correrias nos morros, as alegrias e travessuras, e comparei o menino com o homem, e perguntei a mim mesmo por que não seria eu como ele.
Só as grandes paixões são capazes de grandes ações.
Vi que era impossível separar duas coisas que no espírito dela estavam inteiramente ligadas: o nosso amor e a consideração pública.
Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar...
A intensidade do amor era a mesma; a diferença e que a chama perdera o tresloucado dos primeiros dias para constituir-se um simples feixe de raios, tranquilo e constante, como nos casamentos.
- Repito, a minha felicidade está nas suas mãos - disse eu.
Continuei a pensar que, na verdade, era feliz.
A velhice ridícula é, porventura, a mais triste e derradeira surpresa da natureza humana.
O caso dos meus amores andava mais público do que eu podia supor.
Quem escapa a um perigo ama a vida com outra intensidade.
Esta era a minha preocupação exclusiva daquele tempo.
Verá que é deveras um monumento; e se alguma coisa há que possa fazer-me esquecer as amarguras da vida, é o gosto de haver enfim apanhado a verdade e a felicidade.
Não digo tanto; há coisas que se não podem reaver integralmente; mas enfim a regeneração não era impossível.
Você não merece os sacrifícios que lhe faço.
Eu não, eu abençoava interiormente essa tragédia, que me tirara uma pedrinha do sapato.
Saiu; eu fiquei a ruminar o sucesso e as consequências possíveis.
Meu coração tinha ainda que explorar; não me sentia incapaz de um amor casto, severo e puro.
Era medo e não era medo; era dó e não era dó; era vaidade e não era vaidade; enfim, era amor sem amor, isto é, sem delírio; e tudo isso dava uma combinação assaz complexa e vaga, uma coisa que não podereis entender, como eu não entendi.
Cuido que não nasci para situações complexas.
O tempo caleja a sensibilidade e oblitera a memória das coisas.
Não a vi partir; mas à hora marcada senti alguma coisa que não era dor nem prazer, uma coisa mista, alívio e saudade, tudo misturado, em iguais doses.
Era-me preciso enterrar magnificamente os meus amores.
Era tudo: saudades, ambições, um pouco de tédio, e muito devaneio solto.
Morriam uns, nasciam outros: eu continuava às moscas.
A evolução, porém, é tão profunda, que mal se lhe podem assinar alguns milhares de anos.
Crê em ti; mas nem sempre duvides dos outros.
A vida elegante e polida atraí-a, principalmente porque lhe parecia o meio mais seguro de ajustar as nossas pessoas.
Esse sentimento pareceu-me de grande elevação; era uma afinidade mais entre nós.
Em suma, poderia dever algumas atenções, mas não devia um real a ninguém.
O leitor, entretanto, não se refugia no livro senão para escapar à vida.
Concluí que talvez não a amasse deveras.
Grande coisa é haver recebido do céu uma partícula da sabedoria, o dom de achar as relações das coisas, a faculdade de as comparar e o talento de concluir!
Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente.
Nunca me há de esquecer o benefício desse passeio, que me restituiu o sossego e a força. A palavra daquele grande homem era o cordial da sabedoria.
Vida é luta. Vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.
Não havendo nada que perdure, é natural que a memória se esvaeça, porque ela não é uma planta aérea, precisa de chão.
Por que é que uma mulher bonita olha muitas vezes para o espelho, senão porque se acha bonita, e porque isso lhe dá certa superioridade sobre uma multidão de outras mulheres menos bonitas ou absolutamente feias?
De modo que, se eu disser que a vida humana nutre de si mesma outras vidas, mais ou menos efêmeras, como o corpo alimenta os seus parasitas, creio não dizer uma coisa inteiramente absurda.
Com efeito, era impossível crer que um homem tão profundo chegasse à demência.
Afirmo somente que foi a fase mais brilhante da minha vida.
Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento.
Vós, Trindade eterna, sois meu Criador e eu, vossa criatura.
De novo me criastes no Sangue de vosso Filho.
Nesta nova criação conheci que vos enamorastes
da beleza de vossa criatura.
Ó abismo, ó eterna divindade, ó mar profundo!
E que mais poderíeis dar-me que dar-vos a mim?
Sois fogo que sempre arde e não consome.
Sois fogo que consome todo o amor-próprio da alma.
Sois fogo que destrói toda a frieza.
Iluminais... e, em vossa luz, conheço-vos e vos
represento em mim como sumo e infinito Bem,
acima de todo bem;
Bem incompreensível, feliz, inestimável!
Beleza acima de toda beleza,
Sabedoria acima de toda sabedoria,
antes, sois a própria Sabedoria.
Vós, alimento dos Anjos,
vos destes aos homens com fogo de Amor.
Sois veste que cobre toda nudez,
com vossa doçura alimentais os famintos.
Doçura sois, sem amargura alguma.
Ó Trindade eterna, na vossa luz que me destes ...
conheci ... o caminho da maior perfeição,
a fim de que na luz e não em trevas vos sirva,
seja espelho de boa e santa vida,
e me tireis da minha miserável vida, pois,
sempre, por meus defeitos, vos servi nas trevas ...
E vós, Trindade eterna,
com vossa luz destruístes minhas trevas.
Escolher é sempre tocar o invisível. Não se trata apenas de optar entre um caminho e outro, mas de aceitar que, ao avançar, algo fica para trás. É como colher uma flor e, ao mesmo tempo, renunciar ao jardim inteiro. Há doçura nisso, mas também uma pontada de dor.
A angústia nasce nesse intervalo: no espaço em que os possíveis se multiplicam, mas só um deles se torna destino. A angústia não é inimiga — é sinal de abundância. Só sofre quem percebe que poderia ser muitos, e, no entanto, precisa se limitar a um.
Com o tempo aprendi que as escolhas não são decisões definitivas, mas conversas íntimas com a vida. Algumas falam alto, exigem coragem; outras sussurram tão baixinho que, se não estou atento, passam despercebidas. E mesmo assim, todas me transformam.
Escolher é também confiar: no acaso, no tempo, no mistério. Porque não há como saber aonde cada decisão levará. Há apenas o coração que pulsa e, nele, um delicado chamado que me pede para seguir.
E talvez seja isso o mais belo: perceber que não há escolha perfeita, mas há escolhas que me aproximam de quem realmente sou. A angústia, então, deixa de ser peso e se torna claridade: uma luz suave que me lembra que viver é, antes de tudo, arriscar.
As palavras carregam um poder imenso. Elas podem ser abrigo em dias difíceis, mas também podem se tornar lâminas invisíveis, capazes de ferir profundamente. Uma palavra dita com carinho tem força para acalmar um coração cansado, devolver esperança e lembrar alguém de que ainda vale a pena continuar. Já uma palavra cruel, lançada no impulso ou na indiferença, pode abrir cicatrizes silenciosas que permanecem por muito tempo.
No cotidiano, muitas vezes não percebemos o peso daquilo que dizemos. Um elogio sincero pode mudar o dia de uma pessoa. Um julgamento duro pode alimentar inseguranças que ela já carrega em silêncio. Por isso, falar exige responsabilidade, sensibilidade e empatia.
As palavras não são apenas sons; elas são sementes. Quando bem colocadas, florescem em afeto, confiança e cura. Quando mal usadas, espalham dor, medo e distância. Ser humano também é aprender a usar a própria voz para acolher, e não para destruir. Porque, no fim, o que dizemos sempre deixa alguma marca.
Destino incerto
Uma casa perdida na floresta escondida pela sombra das grandes árvores,
a chaminé acesa dando a posição do nada no meio sereno da solidão,
entre as belezas e as dúvidas do silêncio o charme do barulho do pequeno rio e dos pássaros chamavam a atenção,
escurece lá fora, a lenha queima, o cheiro de chá forte é percebido e comentado pô os animais uivantes,
o frio da selva noturna chega acompanhado da saudade e pedem para se sentar,
mesmo sem plateia as lembranças de um passado próximo começam a dar um show,
olhar parado no tempo, lágrimas secadas pelos ventos, surra bem dada pelos sentimentos, a necessidade e a dor dançando juntas ao relento,
fogueira baixa, chaminé acesa, porta fechada, uma decisão é tomada,
ao amanhecer, mochila nas costas, muitas incertezas, porém muita coragem para caminhar na estrada sem destino.
Até o casamento
Trocamos olhares e partir daí, nos conhecemos e fomos dando valor a cada dia juntos como se fosse o último de nossas vidas; a paixão sempre se manteve acesa em nossos corações, com o tempo veio um pacote de verdades, emoções, carinhos, respeito, responsabilidades, então; descobrimos que o amor convivia conosco todos os dias; se passaram anos e veio o nosso entendimento sobre a vida a dois, já era hora de nos apresentarmos para os nossos familiares, amigos e toda a sociedade. Esse dia maravilhoso chegou e nós dois tivemos o prazer de dizer, sim!!!
Ciclo de terror
Sofro, por me ver agora;
Choro, com o gosto amargo da derrota;
Minha mente oferece cenas repetitivas e impiedosas, sem pedir permissão;
Grito com meu coração, por ser tão teimoso;
Me debato na cama com a dor da saudade;
Abraço o cansaço, que neste momento é o único remédio que tenho para dormir por alguns minutos, evitando todo este ciclo.
A AGRESSIVIDADE DO HOMEM PROVÉM DA ÉPOCA ATLANTE…PORQUÊ?
RAZÕES PARA SE TORNAR VEGETARIANO OU NATURISTA
A Mestra H. Blavatsky e sua discípula Annie Beseant explicaram em vários escritos que a agressividade do Homem nasceu a partir da altura em que foi necessário que o homem se tornasse carnívoro para que o corpo que nos serve de veículo passasse da matéria astral…de que era composto…. para uma matéria densa, que hoje compõem os nossos corpos, com a finalidade de habitarmos o mais denso dos planos….ESTE NOSSO PLANO FISICO.
Este facto ocorreu na parte final da raça lemuriana, na era de transição do astral para o fisico.
Este facto é de extrema importancia porque.....
até que seja compreendida a conexão que existe entre o alimento do homem e a sua natureza, não será possivel a ninguém ...
"controlar as paixões e erradicar de si a selvajaria.
e por isso, não poderá haver paz duradoura, nem terminar a agressividade,
esta é uma afirmação dos Mestres.
Utilizando os antigos ensinamentos, que os nossos Seres de Luz deixaram aqui na Terra, através do trabalho dos seus discípulos, podemos efectuar uma verificação e compreender a causa que está actuando sobre o comportamento agressivo de uma elevada percentagem da população mundial.
Outra parte da população mundial deseja vivamente a cessação das hostilidades, e luta de muitas maneiras, para arranjar forma de alcançar – uma paz duradoura e um Bem-Estar Mundial.
Mas para alcançar tão almejado fim é necessário compreender a causa de tanta hostilidade, que muitas vezes está encoberta por um ténue verniz de civilização, que estala e explode como um vulcão destruidor.
É preciso saber que “a causa” de tudo isso…… está há milhões de anos assaltando o organismo humano,….. tornando o homem cego para a causa fundamental da sua agressividade para com os outros.
Vamos conhecer essa causa; saber que ela provoca sofrimento a outros seres conscientes; e sentir que se deve pôr fim a ela. Para isso, vamos recuar ao limiar da nossa existência mas já como ser humano:
NO LIMIAR DA EXISTÊNCIA HUMANA ERA ASSIM
No obscuro limiar da existência, o homem em formação, laborava sob a orientação directa das Divinas Hierarquias que o guiavam no caminho da evolução.
Era-lhe dado “ALIMENTO ADEQUADO” para desenvolver os seus vários veículos (corpos) de maneira ordenada, sistemática, para que, no devido tempo, esses diferentes corpos se tornassem um instrumento completo que servisse de TEMPLO a um espírito para que pudesse habitar nele e aprender a lição de vida, através de uma série de renascimentos nesses corpos terrestres, preparados para o efeito.
EXISTEM CINCO GRANDES ESTÁGIOS OU ÉPOCAS NA JORNADA EVOLUCIONÁRIA DO HOMEM SOBRE A TERRA
Primeira ou ÉPOCA POLAR
Na Primeira, ou Época Polar, o homem actual era apenas um “CORPO DENSO” (mineral), como são os minerais de hoje. Portanto, “ele era como um mineral”, por isso, descodificando os símbolos da Bíblia, - ela diz que "Adão” foi formado da terra" .
Segunda ou ÉPOCA HIPERBÓREA
Na segunda, ou Época Hiperbórea, foi-lhe acrescentado um CORPO VITAL (etérico) feito de ÉTER.
A partir daqui, o homem em formação passou a possuir então um CORPO CONSTITUÍDO COMO O DAS PLANTAS ACTUAIS, - mas NÃO era como uma PLANTA.
Caim, o homem dessa época, é descrito como um agricultor, E A SUA ALIMENTAÇÃO provinha exclusivamente de vegetais, pois as plantas contêm mais éter do que qualquer outra estrutura.
Terceira ou ÉPOCA LEMURIANA
Na Terceira, ou Época Lemuriana, o homem desenvolveu o CORPO DOS DESEJOS, (corpo astral) um veículo gerador de paixões e emoções, e passou a ser CONSTITUÍDO COMO OS ANIMAIS.
O leite, um produto dos animais vivos, foi acrescentado à sua alimentação, pois esta substância facilmente produz emoções. Abel, o homem dessa época, é descrito como um pastor, mas não há nenhuma evidência que ele tenha matado qualquer animal para alimentar-se.
Quarta ÉPOCA...a ATLANTE
Na quarta, ou Época Atlante, A MENTE DESABROCHOU E O CORPO TORNOU-SE O TEMPLO DE UM ESPIRITO QUE NELE PASSOU A HABITAR – o homem tornou-se, um ser pensante.
MAS O PENSAMENTO DESGASTA AS CÉLULAS NERVOSAS; MATA, DESTRÓI E CAUSA DECADÊNCIA. (ainda hoje sentimos que isso é verdadeiro)
Portanto, O NOVO ALIMENTO DOS ATLANTES TEVE DE SER COMPOSTO POR CARNE DE ANIMAIS.
Eles matavam para comer, e, por isso, a Bíblia descreve o homem dessa época como Nimrod, um poderoso caçador.
POR CAUSA DA UTILIZAÇÃO DESSES ALIMENTOS, o homem mergulhou cada vez mais fundo na MATÉRIA.
Tudo isto faz parte do plano de Deus sobre a Terra, o homem tinha de descer á máxima Involução, para depois começar a sua Evolução.
O seu CORPO, outrora ETÉRICO, formou dentro de si um esqueleto, tornando-se sólido.
Ao mesmo tempo, foi PERDENDO a sua PERCEPÇÃO ESPIRITUAL, mas a lembrança do céu permaneceu nele, pois sabia estar exilado de seu verdadeiro lar, o mundo celestial.
Quinta a ÉPOCA ÁRIANA
Na quinta a Época Ariana, tudo foi preparado para fazer o homem esquecer que estava exilado.
****para fazê-lo esquecer esse fato e o obrigar dedicar sua atenção exclusivamente à conquista do mundo material,...
...foi nesta Época Áriana, --- introduzido um novo elemento no seu regime alimentar---
o vinho.
Pelos "necessários efeitos", provocados pelo espírito do álcool.....
durante os milénios que se passaram,
desde que o homem surgiu vindo da Atlântida,
as mais evoluídas raças humanas passaram a ser as mais ateístas e materialistas.
Os Tratados afirmam que: -
quem nunca provou uma só gota de álcool em sua vida, não deixa, por isso, de estar usando um corpo alcoolizado, que descende de ancestrais que por milénios se entregaram à bebida, sem comedimento.
***Portanto, os átomos que compõem actualmente os corpos do Ocidente são incapazes de vibrar na medida necessária para a percepção dos mundos invisíveis, como ocorria antes que o vinho fosse acrescentado à alimentação humana. ***
O mesmo acontece com o alimento CARNE, que instalou nas células do corpo físico a natureza feroz de seus ancestrais carnívoros de milhões de anos, e que faz o homem continuar a deliciar-se com esse alimento.
Assim, o efeito da introdução da carne está firmemente implantado e arraigado nas pessoas, mesmo nas que agora não a consomem.
Não nos admiremos pois, que aqueles que ainda apreciam a carne e o vinho extravasem, às vezes, uma perversa selvajaria e exibam uma ferocidade incontida contra qualquer dos sentimentos superiores, supostamente acalentados durante séculos por uma, assim chamada, civilização.
Enquanto os homens continuarem a reprimir o espírito imortal dentro de si, por apreciarem a carne e o enganador espírito do álcool, nunca haverá paz duradoura na Terra.
A ferocidade inata produzida por estes alimentos, de vez em quando virá à tona e arrebatará num turbilhão de selvajaria, numa cruel carnificina que aumentará em proporção ao desenvolvimento da inteligência do homem, o que o habilitará a conceber com sua mente superior, métodos de destruição selvagem, mais diabólicos do que qualquer um já testemunhado.
Como prova, deve ser mencionado, a bem conhecida agressividade das feras e a crueldade dos povos antropófagos. Por outro lado, a força prodigiosa e a natureza dócil do boi, do elefante e do cavalo, mostra o efeito da dieta herbívora nos animais. As nações vegetarianas e pacíficas do Oriente são uma prova do argumento contra uma dieta de carne, facto que não pode ser negado.
No passado, o consumo da carne encorajou a baixa inventividade humana; serviu a um propósito de nossa evolução, mas agora estamos no limiar de uma nova era, quando abnegação e o serviço trarão à humanidade um desenvolvimento espiritual.
*****A evolução da mente nos trará uma sabedoria profunda, que está além de nossa concepção. Contudo, antes que nos tornemos dignos de confiança para receber essa sabedoria, devemos tornar-nos inofensivos como pombas, pois, do contrário, seremos capazes de usa-la para propósitos tão egoístas e destrutivos que seria uma ameaça inconcebível para nossos semelhantes.
Para evitar isso, a dieta vegetariana deve ser adoptada.******
Mas há vegetarianos e vegetarianos.
Actualmente na Europa há condições que obrigam o povo a abster-se de carne por um longo tempo. Estes não são verdadeiros vegetarianos, pois desejam ardentemente comer carne e acham sua escassez uma grande privação e sacrifício.
Obviamente este não é o tipo de vegetarianismo que necessitamos agora.
Há outros que se abstêm de carne por motivo de saúde; seu motivo é egoísta, e muitos dentre eles provavelmente se consomem interiormente por não satisfazerem o seu apetite. A sua atitude mental também não é a de abolir a ferocidade com rapidez.
Mas há uma terceira classe capaz de compreender que toda vida pertence a Deus e que causar sofrimento a qualquer ser consciente é errado. Sendo assim, eles se abstêm do uso de carne como alimento, unicamente por compaixão.
Estes são os verdadeiros vegetarianos, e é óbvio que uma guerra mundial nunca poderia ser travada por pessoas com essa mentalidade.
Todos os verdadeiros cristãos deverão abster-se de carne por motivos semelhantes.
Então, será um fato real a paz na Terra e a boa vontade entre os homens.
As nações transformarão suas espadas em arados e suas lanças em podadeiras para que cessem de causar morte, tristeza e sofrimento e se tornem instrumentos para propiciar vida, amor e felicidade.
Nossa própria segurança, a segurança de nossos filhos, e até a segurança da raça humana, obrigam-nos a entender os comoventes apelos em favor de nossos amigos animais
Tornemo-nos na voz daqueles que não falam; deixemos que eles falem através de nós para o mundo conhecer nossos esforços e nossa contribuição para o BEM DE TODA A TERRA E DOS SEUS QUATRO REINOS, pelos quais somos, aqui, responsáveis.
MariaHelena Guerra
que a luz brilhe em todos os corações.
Postado por
A Verdade deve ser entendida individualmente.
Deve ser entendida por você. Senão for assim,
não é a sua Verdade.
Somente a sua Verdade, e não a verdade,
se expressa na sua vida e na de mais ninguém.
Como você descobre a sua verdade?
Procurando e encontrando o mestre dentro de você.
E verá que o mestre e a Verdade dentro de você
são uma coisa só.
As coisas nem sempre são o que parecem
Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa. À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou:
- Por que?
O Anjo mais velho respondeu:
- "As coisas nem sempre são o que parecem".
Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso.
Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho:
- "Como você permitiu que isto acontecesse?". O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou. "O Anjo mais jovem o acusava". "A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse".
- "As coisas nem sempre são o que parecem", respondeu o anjo mais velho. "Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede".
Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria.
"Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor". E eu lhe dei a vaca em seu lugar.
As coisas nem sempre são como parecem. Algumas vezes, é exatamente isso que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que sejam quais forem às coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde...
Algumas pessoas passam por nossas vidas e se vão rapidamente... Algumas pessoas se convertem em amigos e permanecem por algum tempo... Deixando lindas marcas em nossos corações... e nunca voltamos a ser os mesmos, porque conseguimos um bom amigo!!
O ontem é história. O amanhã um mistério. O hoje é uma dádiva.
E é por isto que se chama Presente!
Quando se está feliz, tudo parece dar certo! Quando se está feliz, você se torna ainda mais bonito(a). Quando está feliz, seu perfume parece mais agradável. Quando está feliz, você se torna mais amável e encantador(a). Quando está feliz, pode se tornar um alvo fácil por causa de suas qualidades. Isso acontece porque, ao estar feliz, você atrai tanto coisas boas quanto ruins. Você pode ser feliz por toda a vida, ou pode arruinar sua vida inteira, simplesmente por estar feliz.
O texto reflete sobre a dualidade da felicidade e como ela pode influenciar a vida de uma pessoa. A mensagem central parece ser que a felicidade tem o poder de melhorar a percepção de si mesmo e do mundo ao redor, tornando tudo mais vibrante e positivo. No entanto, também alerta que a felicidade pode tornar alguém vulnerável ou cego para os aspectos negativos da vida, o que pode levar a consequências indesejadas. Em essência, o texto sugere que, embora a felicidade seja desejável, é importante manter um equilíbrio e estar ciente de que ela pode atrair tanto experiências positivas quanto negativas.
será que quando eu voltar, vou poder te encontrar?
tenho sonhado com o encontro do nosso olhar
desde aquele dia, naquele lugar.
mas afinal, você é o meu encontro final?
tenho tido essa dúvida em minha mente
apesar de querer que seja diferente
de todas aqueles outras vezes
se o destino existe, a resposta pode ser essa
se histórias são escritas, você é a minha página descrita
se o final é incerto, você vai ser o certo.
será que sou louca de pensar tanto em você?
alguém que só vi uma vez, querendo tanto ou não
mas se linhas existem, estamos traçadas na mesma chegada
então, na próxima chegue perto de mim
perto suficientemente do meu coração
perto da minha alma, na extremidade mais profunda.
- O que você está sentindo nesse exato momento?
- Eu sinto que tudo que me assombra faz parte de mim, que eu sou a minha própria sombra.
- Então, acabares de falar-me que você mesma és o problema?
- Não - Eu te falei que eu mesma construí quem eu sou agora. Posso ser uma muralha, mas também os soldados que irão destrui-lá quando invadirem.
Eu tô cada dia mais desiludida do amor, Tô cada dia mais distante dessa coisa de se apaixonar, O quê existe é Vontade de Compartilhar segredos, de chorar e sorrir a dois, Amor não Existe, O quê existe é Vontade, O Empenho de ambas as partes, amor é o nome que se dá a vontade que duas pessoas tem de ficarem Juntas ..
Ame intensamente, não tenha medo de demonstrar seus sentimentos aos outros, ofereça amor ao próximo, porque afinal de contas o amor é a única coisa que se guardar, irá se perder. Não tenha medo de ser machucado por falsos amores, não se sinta culpado por isso, afinal, o erro foi da outra pessoa em não querer vivenciar o amor que você poderia proporcionar à ela. Ame sem fronteiras!
Os dragões não querem ser aceitos. Eles fogem do paraíso, esse paraíso que nós, as pessoas banais, inventamos - como eu inventava uma beleza de artifícios para esperá-lo e prendê-lo para sempre junto a mim. Os dragões não conhecem o paraíso, onde tudo acontece perfeito e nada dói nem cintila ou ofega, numa eterna monotonia de pacífica falsidade. Seu paraíso é o conflito, nunca a harmonia.
- Relacionados
- Textos de Amor
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de Paulo Coelho que inspiram reflexões
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Mensagens de aniversário: reflexões e homenagens para alguém especial
- Frases de despedida para refletir sobre finais e recomeços
- Frases Bonitas sobre Saudades
