Textos de Reflexão

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- Nessa vida eu já banquei tanta coisa!


- Já banquei perdas, mágoas, exclusões, escolhas, decisões, medos, desamores, injustiças, desaprovações...


- Já sacrifiquei conforto, estabilidade, desejos, projetos...


- E a tudo isso eu suportei, enfrentei e superei...


- Conheço bem todas as minhas versões, asmelhores e as piores.


- Portanto, ninguém duvide de mim.
Eu sou capaz de coisas que nem eu sei direito!
Haredita Angel
11.10.25

(Minha vida em Tapurah)
Venho hoje aqui contar do lugar que vim morar.


Sai do nordeste a procurar
Um lugar pra trabalhar
Adivinha onde vim parar
Nas terras de Tapurah


É um lugar de céu zangado
Relâmpago por todo lado
Faz medo de arrepiar


É cada trovão zoadento
Pra trazer chuva fininha
Daí vem o amigo vento
Forte a assobiar
Querendo as telhas arrancar!


Mas também tem chuva grossa
Alaga, enche de poça
E os carros a atolar


Mas, pense num lugar bonito
De pasto verde e tranquilo
Cidade pequenininha
Mas toda bem bonitinha
Tem flor em todo lugar


Tem uma igrejinha da minha santa concebida
Nossa Senhora Aparecida
É lá que eu vou rezar
Tem também outras igrejas
Pra outras crenças orar


Tem gente de todo tipo
Tem o feio e o bonito
Gente de todo lugar
Tem fruta à bambão
Tem côco, caju, manga, melão
goiaba, abacate, mamão
Tem frutas até nas calçada
Pra gente pegar com a mão


É uma belezura
Aqui é tudo fartura
Aqui tem miséria não!
Aqui tem também milho, soja e sorgo
Aqui tem até algodão!


Lugar rico e generoso
Doce, gentil e bondoso
Onde se plantando tudo dá
Em terras Tapurah!
Haredita Angel
29.07.25

"Há momentos na vida da gente que a saudade dói, tal e qual, casca de ferida quando arrancada.


-A tristeza pensa em firmarmoradia;
-O mar quer desaguar inteiro pelos olhos;
-O peito aperta e o ar foge...


Mas, o bom é que Tudo Passa!
Tudo recomeça!
Tudo volta a florescer!"
Haredita Angel
20.04.25

Talvez a vida seja como uma brincadeira de forca.
Nascemos diante de uma palavra que desconhecemos, formada por lacunas que precisamos preencher. A cada dia, arriscamos uma letra: algumas escolhas acertam, outras nos fazem errar. E, pouco a pouco, vamos descobrindo a palavra que a nossa própria existência está formando.
Não sabemos quantas lacunas existem, nem quantas tentativas ainda nos restam. Apenas seguimos tentando decifrar o enigma, preenchendo cada espaço com aquilo que somos, fazemos e sentimos.
Antes de nascer e depois de morrer está o desconhecido. Entre os dois, existe essa lacuna chamada vida.
E talvez viver seja justamente isso: tentar descobrir, letra por letra, o que significa estar aqui, antes que o jogo termine.

"O passo mais certo que eu dei na vida foi sempre tentar gostar de quem gosta de mim, assim sendo aprendi a gostar também daqueles que não gostam de mim. O primeiro caso prá mim é obrigação, no segundo caso é Caridade...e sem "caridade não há salvação!".
Bom dia!
☆Haredita Angel


Viva intensamente;
Desfrute os prazeres da vida;
Seja responsável;
Abrace forte;
Olhe nos olhos ao falar palavras;
Seja verdadeiro no agir;
Beije sem pudor e com vontade;
Ouça seu coração, sempre;
Não esqueça que o tempo passa rápido;
E com ele vão-se os melhores dias...
☆Haredita Angel
22.03.2022

⁠Nada é por acaso!
A vida tem seus meios surpreendentes de comunicação, portanto não queira entender o despretensioso encontro que vira amor para a vida inteira, a misteriosa oportunidade de ajudar o próximo, o “não” repentino que lhe abre portas improváveis, o erro cometido que obriga você a levantar e recomeçar com excelência.

⁠A pessoa que tem amor nesta vida, tem muita sorte.
Quem ama nunca sente medo de contar o seu segredo.
Onde a felicidade está? Onde está o amor? O que está errado com o mundo?
O mundo inteiro está viciado no drama e apenas atraídos por coisas que te trazem trauma.
Mas pra que viver fingindo, se você não pode enganar seu coração?
Deixe sua alma levitar para o amor. Você consegue praticar o que prega?
Será que em poucos anos vão perguntar o que era o amor?
Todo mundo está à procura de algo.
Envie alguma mensagem dos céus, oh, Deus.
Pois as pessoas me fazem questionar, onde está o amor? O amor realmente se foi?
Se o amor e a paz são tão fortes, por que há partes do amor que não usamos?
Você não pode ver a floresta estando nas árvores, tal como apaixonado nas veredas do amor.
Eu tenho uma sensação de que hoje será uma boa noite.
Se você nunca conhecer a verdade, então você nunca conhecerá o amor.

⁠Em um pedacinho de tempo, um fragmento da vida,
Cada vírgula, cada linha, uma jornada compartilhada.
Na lista dos amigos, cada nome é uma estrela,
Brilhando no céu da nossa existência passageira.

Uma mensagenzinha, uma lembrança etérea,
Guardada como tesouro, um elo que não se quebra.
Antes de partir, deixamos nossas palavras,
Como sementes lançadas, no solo das memórias guardadas.

Se um dia eu não mais estiver, se a vida me levar,
Que essas palavras cheguem, como um abraço a consolar.
Não quero que pensem que abandonei, que me esqueci,
Cada amigo, cada riso, cada lágrima que vivi.

Mas às vezes, o destino cruel nos leva,
E da lista dos amigos, algumas almas se ausentam.
Três nomes que partiram, deixando um vazio,
Aceitar é difícil, dói como um desafio.

Então guardo essas lembranças, como um tesouro precioso,
Cada amigo que parte, deixa um legado valioso.
E mesmo na tristeza, encontro a luz,
Na lista dos amigos, cada nome é uma cruz.

Por isso, celebro cada encontro, cada momento compartilhado,
Na lista dos amigos, cada vínculo é sagrado.
E mesmo que o tempo passe, e a vida nos separe,
Nossas histórias permanecem, em cada verso a ecoar.

A Vida Não Termina em Nós
Hoje pela manhã, um motorista de aplicativo recebeu mais um chamado. Enquanto se dirigia ao local, recebeu uma mensagem da passageira: “Moço, estou levando minha cachorrinha para a creche. Posso levá-la dentro da casinha dela, no seu carro?”. Ele respondeu que sim. Ao chegar, encontrou a senhora com a cachorrinha dentro da casinha e uma pequena bolsa com biscoitos e brinquedos. Tudo parecia ser apenas mais uma corrida, até que, na porta da creche, algo chamou sua atenção.
A passageira desceu, entregou a cachorrinha, a casinha e a bolsa a uma funcionária e, inesperadamente, começou a chorar. Depois de alguns minutos, entrou novamente no carro ainda emocionada. O motorista perguntou se havia acontecido alguma coisa. Ela respondeu: “Hoje é o primeiro dia em que minha filhinha vai para a creche. Estou com o coração na mão”. Surpreso, ele perguntou: “A filhinha é a cachorrinha?”. Ela respondeu: “Sim. Ela é minha filha do coração”.
Durante o restante do percurso, o motorista permaneceu em silêncio. Não julgava o amor daquela mulher pelo animal; afinal, o afeto era verdadeiro. Mas uma pergunta ficou em sua cabeça: **o que será dessa mulher quando chegar à minha idade, perto dos setenta anos? Quem estará ao seu lado quando precisar de companhia, cuidado e proteção?** E a pergunta, que inicialmente parecia pertencer apenas àquela passageira, acabou levando-o a pensar em algo muito maior: **o que acontecerá com uma sociedade que, por escolha, medo, dificuldades ou comodidade, tiver cada vez menos filhos? Quem dará continuidade às famílias, às profissões, às instituições e à própria sociedade?**
Criar um filho nunca foi fácil. Meus bisavós enfrentaram dificuldades. Meus avós também. Meus pais tiveram as suas, e eu também tive as minhas. Criar uma criança exige renúncia, paciência, responsabilidade e, muitas vezes, sacrifícios que ninguém vê. Mas existe algo que atravessa todas essas dificuldades: a compreensão de que a vida não termina em nós. Antes de nós, outras pessoas caminharam, trabalharam, construíram e deixaram o mundo para que pudéssemos chegar até aqui. Depois de nós, outras pessoas precisarão encontrar esse mesmo caminho.
Sou defensor dos animais e acredito que eles merecem amor, respeito e proteção. Um animal pode ocupar um lugar especial na vida de uma pessoa e proporcionar uma companhia verdadeira. Mas amar um animal e gerar e educar uma criança são responsabilidades diferentes, que não precisam competir. A questão que me inquieta é outra: **será que estamos ficando tão preocupados em preservar nossa liberdade e nosso conforto que estamos esquecendo que a vida também exige compromisso com aqueles que virão depois de nós?**
Foi caminhando que aprendi que ninguém percorre uma longa estrada completamente sozinho. Em algum momento, precisamos de alguém que nos ofereça água, uma palavra de incentivo ou simplesmente um pouco de companhia. A vida também é assim. Recebemos muito daqueles que vieram antes de nós e, em algum momento, precisamos deixar alguma coisa para aqueles que ainda virão. **A vida é uma caminhada entre gerações: recebemos o caminho pronto, percorremos uma parte dele e temos a responsabilidade de não entregá-lo pior para quem vier depois.**
Talvez ter um filho seja uma das formas mais profundas de dizer à vida: **“Eu acredito no amanhã.”** Não significa apenas colocar uma criança no mundo, mas aceitar a responsabilidade de educá-la, prepará-la e ajudá-la a se tornar alguém capaz de continuar a caminhada. É compreender que não estaremos aqui para sempre, mas que aquilo que ensinamos, construímos e deixamos poderá continuar depois de nossa partida.
Naquela manhã, uma simples corrida de aplicativo terminou, mas uma pergunta permaneceu dentro daquele motorista. E talvez ela devesse permanecer dentro de todos nós: **quando chegar a nossa vez de deixar a estrada, teremos apenas vivido para nós mesmos ou teremos ajudado a preparar o caminho para quem ainda precisa caminhar?**
Porque caminhar não é apenas chegar ao destino. **É reconhecer que alguém virá depois de nós e fazer a nossa parte para que essa pessoa encontre um caminho possível de seguir.**
Peregrino Nino Carneiro

O caminho de volta para si mesmo


Existem momentos em que a vida parece perder a cor, e a mente transforma pequenos pesos em grandes montanhas. Mas nenhum sentimento é uma sentença permanente; aquilo que hoje parece um fim pode ser apenas uma fase de transformação.


Não somos definidos pelas nossas dores, pelos nossos erros ou pelos dias em que não conseguimos ser fortes. Dentro de cada pessoa existe uma história que continua sendo escrita, e até as cicatrizes carregam a prova de que fomos capazes de sobreviver a momentos que um dia pareciam impossíveis.


O coração precisa aprender que nem tudo precisa ser resolvido de uma vez. Às vezes, a maior vitória é levantar, respirar, continuar e reconhecer que ainda existem sonhos esperando por nós. A mente pode criar tempestades, mas também possui a capacidade de encontrar novos caminhos.


Cuide de si como cuidaria de alguém que ama. Dê tempo ao seu processo, valorize pequenas conquistas e não esqueça, a sua existência tem valor antes mesmo de qualquer conquista. A vida não exige que você seja perfeito, apenas que continue tentando florescer.


-Jouberth Toffoli

Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.

É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.

Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.

É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.

O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.

A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.

Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.

Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.

Por André Luiz Santiago Eleuterio.

A vida é igual cachaça,
tem gole doce e agonia;
tem cabra rindo de tarde
e chorando ao fim do dia.
Quem pensa que manda no mundo
não manda nem na azia.

O tempo não pede licença,
nem avisa quando vai;
hoje o cabra está por cima,
amanhã tropeça e cai.
A vida dá muita volta,
e a conta sempre sai.

Tem rico juntando dinheiro
com medo do último dia,
tem pobre gastando o pouco
pra comprar uma alegria.
No fim, debaixo da terra,
ninguém leva garantia.

A vida é uma viagem
sem passagem de cortesia;
tem atraso, tem aperreio,
tem amor e teimosia.
Quem leva tudo a sério
envelhece antes do dia.

MATEMÁTICA DA VIDA

MATEMÁTICA × RELIGIÃO

Todo mundo sabe — ou, pelo menos, já teve algum conhecimento — de Matemática, mas passa a vida inteira sem, de fato, utilizar grande parte daquilo que aprendeu.

Na Matemática, nem sempre temos a oportunidade de usar Bhaskara, funções do 2º grau, o Teorema de Pitágoras, Trigonometria ou Geometria Plana e Espacial complexa...

Porém, na Religião, temos a oportunidade de praticar ou vivenciar todos os dias. Seja por meio de um sorriso, de um “bom dia”, de um gesto de carinho, de uma palavra amiga ou simplesmente apreciando a beleza viva ao nosso lado, o nascer ou o pôr do sol...

Talvez seja justamente o contrário: a RELIGIÃO é que é MATEMÁTICA.

Muitos preferem se fechar, criar uma bolha e andar por aí como se não existisse mais ninguém no mundo. E, assim como acontece com a Matemática, ela fica presa em um livro da época da escola, esquecida em algum lugar da vida.

A Religião também pode ser usada para assustar e controlar. Inventam histórias, criam enredos, alimentam traumas... E as pessoas ficam ou saem da escola, ficam ou saem da igreja, muitas vezes, por medo.

Mas talvez a verdadeira matemática da vida seja outra:

somar amor,
multiplicar gentileza,
dividir o que temos
e diminuir a dor do outro.

Porque, no fim, talvez seja essa a única conta que realmente importa.

A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.


No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.


É assim que o tempo perde o prazo.


E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.


A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.

Sentir o amor certamente é algo de mais belo que sentimos na vida, pois podem existir vários, ambos são a projeção do amor que existe na gente que transmite ao outro, amor familiar, amor de amigos, amor de paixão. São tantos, na nossa vida certamente é impossível viver sem esse amor, por eles somos capazes de algo quase sobrenatural, ser melhor por amor, se cuidar por amor e cuidar dos outros por amor é algo extremamente belo.


Por: J. Leão.

O toque do amor e a força da vida


Que o amor abrace, envolva e se faça sentir como um toque físico, concreto, quase palpável.


Que a vida toque profundamente e revele, em cada instante, a sua força vital pulsando, atravessando o corpo e sustentando cada passo.


Deus pode ser percebido no vento: na força que se manifesta de maneira avassaladora e, ao mesmo tempo, na suavidade da brisa que toca como a carícia de um pai sobre um filho.


Há também o desejo de sentir o amor não apenas como uma ideia, mas como presença viva; de perceber a força da vida bombeando nas veias, pulsando no coração e mantendo o ser humano de pé.


No trovão, manifesta-se o poder estrondoso de Deus; na brisa, o toque suave. Na voz que ecoa com força, há majestade; no sopro suave, há amor — como uma presença que se comunica através de gemidos inexprimíveis.


Entre a força e a suavidade, entre o estrondo e o silêncio, encontra-se aquilo que sustenta a existência: o poder de Deus, o amor que envolve e a força vital que impulsiona a vida.


É essa presença que mantém de pé, que renova as forças e que conduz cada passo. Que ajuda a
seguir sempre em frente.


Sempre seguir em frente


Domingos JS Souza.

Hoje, acho que foi assim:

A vida, aleatoriamente, foi ajustando nossos destinos
e colocando, equivocadamente, nossas almas frente a frente.

Nunca foi para ser,
mas foi.

E a vida, sem saber como desfazer o que fez,
escondeu-nos das consequências,
deixando que cada um levasse,
para sempre,
um pedaço do outro.

Ivo Terra Mattos

8 HÁBITOS QUE MUDARÃO SUA VIDA:


​Manhã sem tela: Primeira hora do dia sem redes sociais ou mensagens.


​Palavra sagrada: Cumpra 100% das promessas que fizer a si mesma
.
​Foco cego: 90 minutos diários de trabalho na sua maior prioridade.


​Zero justificativas: Responda críticas com resultados, não com explicações.


​Filtro social: Afaste-se imediatamente de pessoas pessimistas e estagnadas.


​15 páginas por dia: Leitura diária sobre finanças, profissão ou desenvolvimento.


​Domínio financeiro: Controle cada centavo que entra e sai da sua conta.


​Corpo forte: Treino físico diário sem exceções ou desculpas.

Meu Primeiro Amor...


Se tem uma fase da vida que é complicada, é a adolescência, e tudo se complica ainda mais quando experimentamos a experiência de amar de forma amorosa alguém pela primeira vez. É tudo muito confuso, muito estranho, muito mágico.
Tipo, geralmente quando amamos alguém pela primeira vez, estamos na escola. E é meio brega dizer isso, mas... quando temos nosso primeiro amor, nosso dia se resume a aquela pessoa. Acordamos feliz por ver ela, vemos ela na escola e nosso coração acelera, vem um frio na barriga, o mundo para quando a vemos, e pensamos “Meu Deus, como alguém pode ser tão maravilhoso(a)?”. Depois da escola ficamos feliz de tê-la visto, mas e a preocupação que bate quando a pessoa falta, ficamos pensando se ela só quis faltar ou se está passando mal. E o ciclo se reinicia.
E comigo, isso não foi diferente. Mas o meu problema é que sinto tudo, mas calma aí, sei que você também sente tudo, mas eu sinto demais, tipo sinto tudo de uma forma muito intensa. (Não citarei nomes) Então tudo o que ele fazia, eu ficava UMA SEMANA, sim, 7 DIAS, pensando no quão incrível foi. Fazia cartas de amor, falava deles por hora para minhas amigas, falava dele pros professores tinha foto dele no celular e tudo. Mas e o evento canônico do primeiro olhar?! Escrevendo isso agora, até parece patético. E se você se perguntou, sim, eu não só escrevia, mas também as mandava. A resposta dele? Ele fingia não ter recebido. Mas bem, foi uma fase boa da vida, pois o sentimento que ele me fazia sentir, me deixava feliz. O que me fazia mal era a insistência que eu tinha e a burrice que eu tive ao não perceber que ele não sentia o mesmo – mesmo depois dele deixando isso claro. Eu achava que ele precisava de alguém para curar as feridas que outros tinham deixado nele, e achava que eu tinha que ser essa pessoa, achava que ele ia perceber o quão carinhosa era e o quão especial eu era. Mas como dizem hoje em dia, o “tipo” dele não eram pessoas intensas.
Mas bem foi uma fase, que vou me lembrar, vou pensar nisso quando for adulta e rir, me sentir com vergonha e contar disso pros meu filho quando crescer. Até porque ele me ensinou a amadurecer, me ensinou coisas que talvez eu não tivesse aprendido de outra forma, e principalmente, me apresentou ao que é o tão conhecido: amor.