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Brasil, meu amor atemporal

⁠A nossa Independência
foi acrisolada por revoltas,
conjurações, sentimentos,
gigantescas emoções,
e sonhos de liberdade:

(na beira do Rio Ipiranga
sou o anseio histórico
Bicentenário por igualdade).

Brasil, meu amor atemporal,
não há ninguém que diminua
o meu apego a cada memória
gala do meu sentimento nacional.

De tudo aquilo que fomos,
somos e ainda seremos,
tudo confirma que não é
preciso que o pior aconteça
ou mesmo vir a estar longe
para amar o nosso Brasil:

(a hora de amar o Brasil é agora).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Indaial

Na confluência do Rio Benedito,
só que ninguém havia te visto,
minha terra de palmeiras indaiá.

No Carijós de hoje já havia
um povoado acolhedor
que receberam o canoeiro e o doutor que foi um confortável apoio
para o grande sonho desbravador.

Na margem esquerda do Rio Itajaí-Açú tu já estava ali sorrindo,
Indaial querida que segue luzindo.

Com a força da imigração alemã, italiana, polonesa e dos caboclos
tu te fizeste distrito e cidade
para um povo gentil e amoroso
em terra catarinense, honra e virtude.

Com força das lavouras da tua gente
e as primeiras culturas de arroz
por mãos italianas nascia
com o seu sonho de liberdade.

Tu és minha Indaial querida,
minha cidade favorita
com essência na independência,
que eu a amo infinita
e que só conhece na sua própria
força o progresso de verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠És das nossas vidas

o ponto de partida,

Com as tuas cores

ancestrais mantidas.



Meu pendão místico

sob o signo perenal

de vinte e sete estrelas,

Pelo teu verdor devoto

cada instante da vida.



Do Príncipe dos Poetas

és a letra novembrina,

o nosso povo é o augusto

do teu amarelo ouro.



Sob a azul celeste aliança

não perderemos jamais

a esperança e a fé que

nunca se cansa por ter

orgulho de aqui nascer.



Meu pavilhão etéreo

e signo de amor terrenal

da Pátria da minha vida

é a nossa Bandeira Nacional.



A alvura marcada nos

teus valores positivistas,

É o quê nos identifica

como a Pátria pacífica

e a sempre os reverencia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bicentenário Soberano

Da herança da própria
imagem renunciada,
Em mim está viva
e vibrante a fibra
de Maria Quitéria.

Do chacoalhar
das ervas e do brio,
Maria Felipa em meu
peito vive e o medo
do futuro rejeito.

Do enfrentamento
e coragem sou a filha
de Catarina Paraguaçú
que nada na vida
detém ou intimida.

Do martírio santo
de Joana Angélica
sem pranto vivo
a prova de cada
desafio que é oferecido.

Só sei que eu sou
a poesia daquelas
que deram tudo
de si para que
o país chegasse até aqui.

Deste Bicentenário
como a poetisa dos invisíveis
deixo o meu marco
o apego inabalável
pela nossa Soberania.

E cada fagulha etérea
da minh'alma patriota
que mantém alimentada
a almenara inapagável
do imenso amor pelo Brasil
sublime e inquebrantável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não escrevo poesia
para me mostrar,
Caminho com a certeza
que vamos todos
chegar no mesmo lugar.

Fui bem criada e seria
até pecado lamentar,
e eu conheço bem
na vida o meu lugar.

Sou convictamente
a poetisa dos invisíveis
que pelas mãos do Universo
continua a se guiar
e continua a acreditar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Percorri toda a estrada
do sofrimento feminino,
Já não mais conheço
o caminho de volta,
O silêncio já é a resposta
como a noite de Lua Cheia.

Com a cátedra de quem
passou por esta estrada,
Posso dizer a vontade
que com as lágrimas de
uma mulher em nenhuma
circunstância da vida
se produz um bom perfume.

Por consciência terrena
optei ver toda a cena
pelos olhos de James Webb,
com a cara lavada e sem retórica:
O berçário de estrelas
e a magnífica dança cósmica.

Poligráfico é este poema
porque não cabe a mim
e a ninguém adentrar
histórias que não fazem
parte da própria biografia;
Claríssimo é o sentimento
que fez alcançar este momento
de dizer o quê mereceu ser dito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Não existe pós-verdade
tudo nesta vida
ou é verdade ou é mentira,
Devemos amar o Brasil
de verdade acima
de qualquer divergência
e todo os dias.

Só sei que o amor que
temos é dádiva
desta magnífica Pátria,
E o mérito deveria
ser em regra
para quem o merece.

A recíproca muito
além do Bicentenário
da Independência
deveria ser prática
diária por tudo aquilo
que fez com que
alcançássemos até aqui.

Só dizer que ama
o Brasil não é o suficiente
é preciso conviver
com quem pensa diferente,
E não atentar contra
os símbolos nacionais
e suprimir tudo o quê
nos fez e faz Pátria,

Preservando o nosso
idioma que é a maior
herança da antiga da Colônia
que nos permite
a unidade poderosa
que nos faz Pátria pacífica,
gigante e não devemos deixar perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sonho que não venham
nunca mais ser trocados
os nomes dos heróis,
as placas das ruas
e os nomes das nossas
cidades e que entre
nós não haja nunca
mais baleados por
ordem do invasor
que é em si a verdadeira
tragédia para si mesmo.

Há quem perdeu a noção
daquilo que o invasor
faz o tempo todo contra
nós é um crime bárbaro,
Cada poema meu há
de ser mais forte do que
cada míssil pelo invasor
contra a Ucrânia lançado.

Não acolho com a minha
boca fechada e nem com
os braços meus abertos
que os caminhos com
gente mesquinha que
nega a agressão contra
a soberania venham
a se cruzar nesta vida.

Chega desta tragédia
distribuída na terra
dos meus ancestrais
e além fronteiras
desta estúpida guerra
de um invasor que tem
se comportado pior
do que qualquer fera.

Onde idioma ucraniano
não tem escapado
da voracidade e tem
sido forçosamente
obrigado a ser silenciado
por ordem deste invasor
que tem espalhado
a tragédia que é para si
diante dos olhos do mundo.

Por causa de tudo isso
na correnteza das águas
do destino eu atirei
o meu Vinok para a paz
e o amor vir de tanta
dor nos salvar daquilo
que está a sufocar.
sem perspectiva de cessar.

Enquanto isso, os campos
de trigo estão a queimar,
o bombardeio a estourar
e muita gente pelo mundo
afora com tanta mentira
sempre está a compactuar;
e eu não posso me calar
e o algoz tem aprender a parar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Às vezes penso que
o meu continente
está mergulhando
lentamente no lago
parado da morte.

Na América Latina
não tem sido nenhum
pouco diferente,
E imparável só penso
a cada dia mais
em resistir porque
junto eu não
vou e não quero ir.

O atraso processual
anda castigando
os presos e as paredes
das prisões e existe
um oceano de gente
que finge não ver.

O velho tupamaro
originário segue
em martírio há
mais de vinte dias,
E a Comandante n°2
em situação infernal:

(países diferentes
num pesadelo igual
com ideologias
e tragédias coincidentes).

Não é segredo que
corações maus levam
qualquer ideologia
à total deriva e tudo
o quê leva na vida
tempo para conquistar.

Em Fuerte Tiuna
estou entre aquilo
que muito machuca
e tudo aquilo que
é muito impossível
de compreender.

No meio desta
gente que precisa
de paz para se entender,
todo o santo dia
quero saber da tropa,
do General e do mapa.

No Guadacapiapu-tepui
do Esequibo Venezuelano
por todos e tudo isso
insisto nos meus versos
latino-americanos com a intimidade
que todos ali transitam
(contando tudo isso e mais um pouco)
e nos outros onze tepuis habitam.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Yantias em parte da cena alterada,
A caminhada não será parada,
Karma para uns agora é carma,
O silêncio de quem deveria falar,
Não vai atrapalhar por nada,
Tua fé também é a minha,
Isso ninguém vai nos roubar,
Poesia contemporânea desta terra:
União da gente que ninguém quebra;
Todos vão nos ver juntos por aí,
E sentirão orgulho da nossa História
Porque o Esequibo é todo nosso,
Unidos sempre e imparáveis
Iremos vencer os inimigos do destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesia oculta feita de vários
livros nas estantes das bibliotecas,
Assim sou eu a abrir caminhos
para todas as descobertas.

Por mais que fechem ou queimem
sempre serei aquele livro
que ao reaparecer iluminará alguém
quando menos esperarem.

Porque silenciosa de vários livros jamais serei rebelião controlada,
Podem me fechar ou queimar,
que sempre haverá alguma escapada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio em Poesia

Para quem acredita ou não,
para toda a religião ou não,
sou a poesia pairando
sobre cada paralelepípedo
desta rua e o cantochão
para cada rincão Rodeio
em poesia a tocar no seu coração.

Plena e poetisa para quem
acordou ou não,
e para quem pensa diferente
procuro cultivar ter
ao menos um bom coração.

Sob o Sol do Médio Vale do Itajaí
para cada um de nós daqui
e das outras cidades trago
um buquê de amor infinito
para ser o fraternal convívio.

Por pretensão todos os dias
abrindo mapas e escolhendo
rotas que não permitam
capturar tudo o quê temos
de mais raro e precioso
para não perder nada o quê é nosso.

Vou partilhando o meu amor bonito,
o pão sublime, poético e etéreo:
o caminho para ser um pelo outro
e a acolhida com 'co-afetividade'.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não preciso correr
contra o tempo,
Não preciso buscar
um novo sentimento.

Não preciso ir
em lugares que sei
que você não vai
estar do meu lado.

Tenho recusado
ir a bailes que me
obriguem ter outro
corpo colado ao meu.

Pensa(mor) o quão
para mim é melhor
te amar loucamente
do meu jeito calado.

Para mim o quê vale
é o poema, pensa(mor)!
Se não for você ou você:
amar no éter será sentença.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dona dos meus sentidos
aliados a memória e a criticidade,
a sua prepotência, displicência
e ironia fizeram entre nós
mais de uma vez uma
nova ponte ser explodida.

Quando não há mais pontes,
não existem mais diálogos,
sem diálogos só há chance
para a total distância
e sem deixar nada sobrando.

Convicta disso avancei
cem passos na frente
sem olhar para trás
e sem com que percebesse
escapei silente e para sempre.

Escapei para sempre
para salvar-me de ti,
para ficar viva por dentro
e sem deixar nenhum poder
teu vigente sobre o meu peito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dizem que o mundo está
a cada dia mais perigoso,
não duvido que não esteja;
em alguns casos silenciar
torna possível o poema.

Urge abastecer a alma
com o quê há de melhor
para preservar o fascínio
e o teu brilho para tudo
o quê orienta o destino.

Os ouvidos com boa
música devem ser afagados,
os olhos devem ser beijados
com toda a extrema beleza
e quando não for possível
mantenha-os distanciados.

O teu sonho e a tua
expectativa romântica
devem ser tratados
com tato e sacralidade
para que preservados
mantenham a sua fé na vida.

Só cultive o quê pacífica,
não fique onde não há
franqueza e nem recíproca;
tudo isso deve ser feito
para que o amor resista inteiro
com heroísmo mesmo
se vierem tempos de guerra.


Inserida por anna_flavia_schmitt

Ipuaçu


⁠Minha fonte grande,
meu amor gigante,
meu lajeado grande,
minha joia formosa,
o teu amor faz
me sentir como jóia
rara, bela e radiosa.

Ipuaçu, minha amada,
caingangue e guarani,
da história que nunca
jamais me esqueci,
devoto o meu peito
e todo o amor para ti.

Preciosa cercada
por verde esmeralda
e onde os ventos
do Oeste beijam,
e o desejos e sonhos
se encontram
onde é o amor
da minha vida
e para toda a vida.

Ipuaçu, querida,
és meu refúgio, festa
e toda a poesia,
que motiva a ficar,
seguir e nunca
por ela desistir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Chegamos neste Bicentenário
com tudo aquilo que fomos,
somos, seremos e sonhamos,
É preciso saber que somos
feitos de vinte e sete estrelas
que representam nossos vinte
seis Estados e a Cidade-Estado
onde fica a União que nos governa.

É essa a União que guia a nossa Soberania inequívoca
que nos faz esta Nação magnífica
de corpo, alma e coração
do Chuí ao Monte Caburaí:
Brasileiros são todos aqueles que
nasceram ou escolheram amar aqui.

No meu 'Brasil 200' e por todos
os séculos que estão porvir
nada deterá a liberdade
e a genuína felicidade de sorrir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio Poética

nesta cidade tranquila
em domingo orquestral
pelo cântico da passarada,
sei que sou por ti amada

fiz o meu poema postal
para que alcance e te leve
pela mão a viver o destino
previsto pelo coração

aqui o Rio Itajaí-Açu
a terra corteja,
a minh'alma aguarda
por você e sempre
carinhosa te beija
nesta distância que fará
na vida a gente se encontrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Iraceminha

Pequenos lábios de mel,
sonhos gigantescos
e bem brasileiros,
A tua gente gaúcha
com coragem te ergueu.

Iraceminha querida
e hospitaleira como
ninguém tu bem sabes
ser amável e por esta
nossa Pátria guerreira.

Pequena saída de mel
e com amor inesquecível,
é deste jeito que a sua gente
com constância te devota.

Iraceminha é
na poética do teu Lajeado
que leva o teu nome
é onde até hoje o meu
coração permanece apaixonado.

Região bonita, Maravilha!
És minha estância poética
onde a imigração que honro
inoxidável por tudo o quê
foi, tem sido e assim será:

Minha Iraceminha em tupi,
guarani ou no idioma pátrio,
a minha poesia sempre homenageará.


Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Irineópolis

Amada Irineópolis amada,
terra sagrada dos povos
Kaingang e Xokleng,
abriste o seio materno
para acolher povos imigrantes
nasceste radiosa e bem
ornada por Timbó e o Iguaçu,
e não há outra terra como tu.

Preciosa Irineópolis preciosa,
meu tesouro originário,
sublime e de família;
amor que não se explica,
a atitude é a marca escrita
do teu honrado povo:
quando falo em você
é como nascesse de novo.

Amorosa Irineópolis amorosa,
terra sagrada pela
Guerra do Contestado
que fascinava o Paraná,
e já era predestinada
a ser de Santa Catarina
e jóia poética brasileiríssima.

Inserida por anna_flavia_schmitt