Textos de Mar
Deus nos ama ‘De TalManeira’
Deus nos ama ‘De TalManeira’,que deu a vida por nós,e quer que amemos
uns aos outros como Ele ama,No nosso caso,eh um ajudando o outro,sendo
degrau,ou 'dando pezinho' pra subir,pra ficar mais perto Dele.Quanto
mais simples e pequeno voce se fizer,mais valor terá para o Senhor.
E se sua esperança estiver no Senhor dos exercitos,voce sera
grande,sera forte .Ai meu irmao,nao tem liga da
justiça, Os Defensores ,com Wolverine e seus amigos.
Os estados unidos pode enviar toda sua tropa de
herois. O Japao manda seu nacional kid,jaspion,
ultraman,spectreman,changeman,todos sao man,
man,man ; homens...o Oriente Medio pode enviar
todos os seus terroristas,homens bomba ...
que voce eh mais q vencedor em Cristo Jesus .
Dai toda muralha passa a ser muro baixo, transponivel
com um pulinho , o mar vermelho ou o Jordao eh
uma poça d'agua ,ninguem eh pario pra voce.
Nós nao vemos,mas do nosso lado, existe um exercito de anjos e querubins cantando e tocando sob a batuta
do Grande Senhor, estao so esperando a voz de trovao dizer 'lute' . A peleja eh Dele ...
Somos Dele.Nosso dever eh viver pra'Ele.O impossível
eh perfeitamente possível com obediência e
submissão ao senhorio de Deus.
CrÊ Schroeder
Mulher linda de Fortaleza
jóia rara do Ceará
de uma Abençoada beleza
escolhida entre todas as coisas
como o lilás do céu em degradê
assim como o azul do mar
numa tarde
e a noite um luar
em que habita
toda poesia
da morena Deusa nordestina
seu olho ilumina é pura arte
na marina
um pescador termina mais um dia
agradecendo a Deus
e nossa santa ave Maria
Eu não consigo entender se da boca que disse eu gosto de você também disse não há nada que eu possa fazer.
Preciso resolver algo que deixei estacionado e se depois tiver que acontecer a gente volta a se ver.
As ondas do mar carregam lembranças do que já fomos
Numa dança de momentos perdidos e sonhos que afundaram
Nossas pegadas na areia agora se apagaram
E o vento sopra as palavras não ditas que se soltaram
Talvez tenhamos sido marés destinadas a mudar
Levando nossos sentimentos para longe, sem voltar
Mas o tempo não é nosso inimigo, é só uma canção a tocar
E se a vida nos der uma nova chance, quem sabe poderemos recomeçar
A cada 10 de agosto, lembrarei desse banco à beira-mar
Das palavras não ditas e do sentimento que quisemos preservar
Mesmo que as águas tenham nos levado para longe, em algum lugar
Talvez nos reencontramos na melodia das estrelas a brilhar.
Naveguei demais...
Sei de uma pessoa
E essa pessoa sou eu,
Que em mares de lágrimas, vezes demais se perdeu.
Foram demais os desembarcadouros e cais
Onde pouco me dei e amei
E nos quais
Morri vezes demais!
E antes que morra de vez
A matar a sede em água salgada,
Queria um mar de rosas, não de estupidez!
Eu sou o mar, marujo de vocação e sem medos tais,
Que embarquei em começos e finais
Demais...
Cheirei maresias, mágoas e horas incertas,
Estive sempre aos meios-dias em praias opostas e múltiplas costas,
Sempre vazias...
Vacilei demais, remei demais, subtraí-me.
Fui, da minha conta, de menos e demais.
Naveguei muito além dela...
Perdoei tempestades e temporais,
Ignorei faróis, piratas, intuições e punhais,
Sempre demais...
Naveguei mares, rios, riachos e até lagunas.
Algumas foram lições, outras alunas
Demais...
Porque o mar não têm terra, só imensidão e gaivotas no ar,
Porque o rio lá vai como a lua, devagar
E o mar...
O mar é revolto, tem um cabo bojador e frio
E margens do rio
São fáceis de ancorar...
Acreditei
Que não havia peso no verbo acreditar
E que podia haver terra no mar!
Deve ser esta a minha sina,
Carregar coisas pesadas e lamber águas salgadas...
Tantas gotas no oceano e nenhuma é doce!
Ó mar salgado, porque não vieste adoçado?
Só que água doce
Não é o mar que a traz...
Em que luares voam passarinhos?
Em que rios estão ninhos a crescer?
Em qual das luas acreditar?
Na do céu ou na do mar?
Por isso te peço amor:
Não me vás além mar, equivocada, tentar encontrar!
E se mesmo assim, teimosa, me achares,
Devolve-me...
Porque me havia de calhar
Tão grande mar pra navegar?
E salgado ainda por cima...
O poeta é que sabe!
Ele é dono do que num poema cabe:
Belicosas metáforas ou não, ou então
Atalhos, fina ortografia ou alto calão!
O poeta é dono! O poeta é que sabe!
Enquanto um poeta tem de a sentir,
Um tolo tem de a perceber e explicar!
Poesia é como o rio, a chuva e o mar,
Há que molhar pés para depois sorrir!
Tanta tola criatura que uma razão dá
À poesia que lê, e diz que ela requer
Um preceito, que por vezes não há!
Enquanto versos o poeta compuser,
Ilustre e tola gente nunca entenderá
Que poesia, é o que o poeta quiser!
O perfume da primavera!
Vento do norte e vento do sul, soprem e faça o ar frio e quente se encontrarem, fazendo a chuva molhar à terra e se misturar com as águas dos rios e do mar, se transformando em princípios vitais do planeta e caminhos evolutivos da natureza, em vibração com o universo, espalhando por todas as direções luzes, cores e o perfume da primavera.
Praia da Costa uma paixão inexplicável
Quando menino entre a escola e o trabalho sempre sobrava uma hora para mergulhar em suas ondas
Com suas areias douradas convidando para esquecer os problemas da vida
Com êxtase de alegria e felicidade superava cada onda que vinha ao meu encontro
Como esquecer a praia que me encantava com o som no quebra-mar das ondas com as pedras.
Que me revigorava em cada onda que me alcançava molhando o meu corpo.
Em um ritual de água e sal a limpar as impurezas e me preparar para novos caminhos a trilhar...
Como esquecer a Praia que me ensinou que a vida tem tempo de calmaria e tempestade
De silêncio, de contemplação, fé, respeito, equilíbrio e paz.
O amor gosta de desafio!
O amor está no consciente e inconsciente fazendo o coração bater forte, provocando suas próprias razões. Quem aceitar ser dominado por este sentimento, tem que saber navegar em todos os mares como um barco a vela. Enfrentando as correntes de vento e mantendo o equilíbrio, aproveitando os momentos de brisa e ventania. Quem navega nos mares sabe que as velas não podem ficar içadas em mar aberto, pela desconfiança e medo. Este sentimento sublime gosta de desafio, das loucas marés, nevoeiros, tormentas e revés para testar as estruturas das embarcações em meio a tempestade. As grandes paixões sobrepõem aos naufrágios e se transforma em amor verdadeiro.
Encontro das águas no Amazonas!
Estar diante deste encontro das águas dos Rios: Negro e Solimões fazem o pensamento entram em conexão com a natureza
Através de um magnetismo que inspira esperança e encantamento
Em suas trajetórias percorrem vastas planícies
Até chegar a este magnífico encontro
Onde duas forças naturais lado a lado
Se transformam no maior Rio do planeta
Seguindo em frente de forma esplendorosa
Até derramar se no Mar.
TEMPO PRA TUDO?
Parece-me que já falaram tudo sobre o tempo. Maldito mesquinho. Amanhã talvez seja diferente quando me derem respostas sarcásticas e emblemáticas...
Não ficarei boquiaberto, tampouco chacoalhado. Não citarei respostas aos que irão descobrir as tormentas que assolam o amanhecer. Que lhes aguardam como o facão afiado...
Já tive dias melhores em que ficava no quarto esperando o alvorecer, hoje me fatiga o andar nas calçadas. Talvez não esteja feliz, talvez seja tudo ilusão ou quem sabe o sobrenatural que nunca fora visto...
Quem sabe o dia após o outro irão encontrar-me sorrindo, talvez chorando com as emblemáticas na qual me acostumei. No tempo que me descontínua a cada passada da horas...
--- Risomar Sirley da Silva ---
Mesmo durante um nevoeiro,
quando algo não está claro,
as árvores continuam firmes
mantendo suas raízes
e o mar, ainda que agitado,
permanece vivo
enfrentando ventos e tempestades
até que possa ficar calmo,
sendo assim, ricos detalhes,
poder apreciar a simplicidade
em meio ao caos
é como sentir um sopro de liberdade
que pode afastar o mal.
tirando-lhe o grande destaque.
Gostaria de estar contemplando
neste momento
um pôr do sol estonteante
com o reflexo das suas cores
nas águas do mar,
certamente, meus olhos ficariam exultantes.
Seria um resplendor caloroso de amor
e de simplicidade
em sintonia com o calor do meu espírito
ao gerar um frescor de liberdade,
uma sensação ímpar de euforia,
dessarte, uma divina obra de arte ,
uma genuína e encantadora poesia.
As pegadas na areia da praia
são rastros de momentos breves
e agradáveis,
alguns são compartilhados
com pessoas amadas
enquanto outros são restritos
pra se alcançar algum afago
para o próprio espírito.
Em todo caso,todas em pouco tempo são apagadas pelas águasdo mar,
mas deixam marcas permanentes
na alma, nas histórias de vida
que é temporária, regalos ricos
para se guardar na mente
e quando forem acessados,
deixarão o coração aquecido
muito provavelmente.
Nestas ocasiões singulares,
expressamos nossos sorrisos
mais autênticos, tomamos doses
de felicidades, damos abraços
mais acolhedores
até os beijos têm mais sabor,
assim, esquecemos por alguns instantesdas adversidades,
por isso que a efemeridade
tem tanto valor.
Graças a Deus, as lindas memórias são constituídas pela soma
das brevidades que forem vividas
no agora com bastante intensidade
para caso venha a vontade de voltar,
possa haver mais do que saudades,
portanto, é preciso saber somar.
Há momentos que é possível
estarnum ambiente noturno
e nublado,
adentrando pouco a pouco
em um mar de armagos pensamentos,
indo cada vez mais fundo
ao refletir muito sobre si mesmo.
Até que é necessário o diálogo
com o próprio ego, entretanto,
precisa ser de um jeito saudável,
não se deve ficar muito tempo submerso e existe um limite
de profundidade que precisa
ser respeitado.
Um fato sob um aspecto
que considero
que não pode ser contrariado
caso contrário, pode haver
um afogamento em desespero
ou um mínimo de resultado indesejado
de acordo com o meu leigo entendimento com base
nas horas inoportunas
nas quais estive acordado.
Ela chegou ao ponto
de perder o rumo de si mesma, ofuscada pelo excesso de cobrança,
presa a certas futilidades
como as opiniões
de quem não a amava verdadeiramente,
a busca por uma perfeição inexistente de conduta .
Por isso que hoje aprecia tanto a sua solitude,
descobriu a importância de às vezes encontrar-se com sua própria existência por ser uma ocasião simples e renovadora,
uma das formas de manter
a sua chama acesa.
O mar aparenta compreender
a instabilidade da sua alma,
construindo um laço profundo
entre as oscilações de águas
e as de ânimos,
logo, não é à toa
que costuma admirá-lo
como um sinal de que está se amando.
Um despertar graças ao Senhor
que iluminou o seu caminhar,
demonstrando o seu amor,
que Ele continue a iluminar
com todo o fulgor.
Uma emoção deleitosa de tamanha expressividade, uma arte divina que está em constante movimentação, certamente, a vida está por toda parte por ser capaz de avivar, de gerar felicidade, o que já justifica a minha grande admiração pelo mar, que é mais do que uma bela paisagem.
Admirar e ser renovado é uma rica oportunidade, uma forma de sentir-se abençoado através da valiosa simplicidade num breve momento de muito significado, saboreando fragmentos de liberdade, um primor detalhado, uma benesse do Senhor, repleta de vividade e de um genuíno amor.
Algo indispensável para suportarmos as adversidades ao revigorarmos as nossas forças, admirando os simples detalhes que estão a nossa volta e em diversos lugares que importam de fato, que alimentam a nossa essencialidade, então, um bem bastante admirável de muita profundidade.
Sua existência é provadamente rara, falo isso sem exageros, por ser bela de várias formas, tendo olhos vívidos, verdadeiros, que refletem o amor, uma autencidade no sorriso, um resplendor emocionante na alma, um caráter íntegro, muito encantador, uma prova de regozijo, um fruto legítimo do Senhor.
Singularidade difícil de encontrar por tamanha preciosidade, sendo bastante salutar para quem encontrá-la, desde que saiba o que é amar pra que possa respeitá-la, perceba suas qualidades, não a despreze por causa de suas falhas, as quais não diminuem o seu valor e o mérito de ser amada.
Quando for encontrada finalmente, será como alcançar a vida fascinante que existe no fundo do mar, chegar até um almejado oásis no deserto, ser conduzido por uma luz amável na densa escuridão, iluminado por raios de sol num dia cinzento, portanto, poder sentir uma distinta exultação.
Declara sutilmente nesta noite o seu lado romântico que tanto preza o amor por estar linda, esbanjando simplicidade, usando um azul belo e delicado, cor que expressa vida, cuja tranquilidade está num céu ensolarado e na imensidão de um mar repleto de vida.
Um azul como aquele usado pela Cinderela com sua jovialidade confiante e destemida, ou do vestido da Alice, inocente, com sede de sair da normalidade ou ainda o da sua preferida, Bela, que era inteligente, que amava muito os livros, tendo uma essência esperta e aventureira.
Talvez ela seja também uma personagem simples e amável de contos de fadas, trazida felizmente pra esta realidade, então, merece ser fortemente amada por ser feita de muitas verdades que inspiram, conquistando amores e olhares.
Obviamente, não estou isento do equívoco, mas, sinceramente, encontro em ti, um equilíbrio instigante por seres docemente selvagem, uma mulher livre e carinhosa, que guarda amor e vivacidade no íntimo, ternura e esperteza nos olhos, detalhes profusamente vívidos.
Revelas uma graciosidade delicada, atraente, vestida de liberdade com uma personalidade prudente e uma naturalidade emocionante e impetuosa como as ondas do mar, os teus cabelos soltos, tocados pelos ventos, uma junção muito salutar, um rico avivamento pra o mundo a tua volta, pra quem souber te observar.
Não tens nenhuma obrigação de satisfazer a minha percepção a teu respeito, todavia, a tua presença instiga tanto que, mesmo sujeito ao engano, não consigo controlar meus pensamentos, que ficam tão à vontade transitando pela minha que logo são transformados em versos, conscientes e sinceros.
Durante a sua infância rara, a sua essencialidade era bela e resplandecente como uma linda estrela na terra conectada com o mar,
cujo amor por si mesma era vivo e inocente e estava sempre a brilhar.
Sendo feliz, não se cobrava excessivamente, nem se importava em disfarçar a sua essência, assim, sua postura era espontânea, sossegada e sua presença era tão amável e reluzente que superava constantemente as suas falhas.
Com o passar do tempo, foi se perdendo do que lhe era essencial, seu brilho já não era mais o mesmo, pois de tanto se decepcionar, tinha ficado insegura, não se amava mais como antes, mas graças a Deus ainda tinha uma fagulha de esperança, perceber a sua tamanha importância.
Graças ao Senhor, a partir do momento que lhe veio esta percepção, sua vida passou por uma linda metamorfose, a qual fez valer tudo o que enfrentou, logo, seu amor próprio ganhou asas e seu essencialismo foi renovado, dessarte, uma bela borboleta avivada.
