Textos de Flores
E se são as flores que entendem as intenções do coração, e se são as delicadas borboletas que compreendem as intenções da paixão;
Então fica a certeza de que o amor tem tamanho apoio da vida para com os seus aprendizes;
Quem és ouvinte ou requerente de um sentimento que busca prazer e felicidade para fugir da solidão, apontando a ferida sem ao menos se levantar;
Rainha, quão plácidas são os momentos que ousam impressionar-me com flores sua extensa beleza;
E que em horas nos faz perder a razão ou os sentidos em vivermos a um amor proibido, exaltando e contemplando os desejos;
Tendo a mim tua boca trêmula e quente em noites frias, porém acolhedoras que tanto me dá inspiração para te fazer mulher realizada em teu reino;
Dos nossos pensamentos se vive a esperança que com flores nos trás a beleza semelhante à de Deus;
A tranqüilidade vem com o som das águas que a natureza nos agracia em um leve chuvisco, das clássicas delicias que podemos admirar;
Façamos da vida algo belo e feliz para que possamos usufruir da aprendizagem de que somos capazes;
A minha harmonia calou minhas ansiedades, vento calmo, calor intenso... Coração apaixonado;
Floresceu os meus talentos para sim te agradar...
Minhas palavras obstinada, tem a missão de lhe encantar!
E se souber da minha intenção, por favor não tenha medo!
Tenho amor, sou carinhoso... Sou um homem de respeito;
Que haja flores para amenizar as frustrações das feridas abertas
Longe de você sinto me fraco entre palavras incertas em uma noite sem luar sou mesmo quem tem esperanças imensas
Não chores a ansiedade de um sentimento cariciosa na infra venosa
Esperando um sentimento afetivo de quem não quer ir embora!
Entre pétalas e espinhos, teu nome dança:
Flores que brilham na glória, flores que murcham na derrota.
Na alegria, no luto, no sussurro da vingança…
Mistérios se escondem nas raízes do tempo.
Quem és tu, Dona Flor?
A cicatriz da morte ou o perfume da vida?
Sob a superfície calma, os segredos fervem —
são atos imensos em silêncio,
são mapas de luz e ruína.
Teu véu é feito de paradoxos:
nasces do mesmo solo que consome.
És a guerra e o refúgio,
o fim que se disfarça de início.
Dona Flor:
na tua mão, um jardim de perguntas.
O que plantaremos hoje —
a semente ou o adeus?
Não me ofereçam flores depois de eu morrer
É agora a altura para as receber!
Não me digam que me amam quando morrer
É agora que eu preciso de me sentir amada!
Não deixem de me dizer que errei,
Eu ainda estou aqui!
Não me peçam perdão depois,
Porque quando eu partir, já perdoei!
Não me digam depois que têm saudades,
Aproveitem enquanto eu não partir!
Lágrimas de remorso não me vão ressuscitar!
O meu coração é um jardim perfumado
Com belas flores de todas as cores
Ele tem dois jardineiros, Deus e eu
Alguns visitantes ficam nele por um tempo
Outros por toda a vida
Por vezes pisam-no
Mas nós os dois, cuidamos dele com amor
Arrancamos as ervas daninhas
E deixamos que elas adubem o solo
Por vezes para que se reerga das tempestades
É necessário cuidados maiores
Sendo preciso fechar as portas
Até que tudo esteja de tratado e curado.
Vou devorar todas as flores...
encontrar com o beija-flor
vou brincar com os insetos psicodélicos desse nosso imenso jardim.
Vou infestar o seu céu...
vou te tirar pra dançar.
Nossa dança perfeita
degustar de todo o néctar que tem tua flor.
O jardim de minha cabeça foi aberto.
De dentro de minha visão sai cores....
Vou devorar todas as cores, que tem a vida.
Minhas unhas traz vermelho chita.
Pois sou mulher, mas sou também menina.
Vou devorar...
devo...
devorar...
todas...
as flores.
Beija-flor.
Com amor.
P/ Brunaa Rocon
Flor do Cerrado.
Sinto cheiro de amor, flores no ar...
Pássaros por ali a bailar, deixando gotículas de amor no ar...
Venhas linda flor , não demore tanto!
Não chores, hei de enxugar o pranto, que as lágrimas do rio deixou nas margens.
Quero fazer cantigas agora.
Cantigas de roda...
Pra ficar guardadas na memoria;sendo história, poetisa perfeita.
Voz e violão.
Violão da voz.
Violão sem corda, ficando somente a voz que entra e devolve pro vento ao compasso do tempo.
Flor do Cerrado.
O CAMINHO DAS FLORES
Nos caminhos de flores
Anda-se em meio as cores,
Anda-se a respirar doces perfumes
Anda-se a pensar os amores
E se ignora os espinhos.
Vale o florido do caminho
Vale o colorido
Vale o respirar do perfume...
Vale o pensar nos amores
Vale ignorar o espetar dos espinhos.
Vale tudo do caminho
Vale tudo das flores
Deus fez o Adão, a natureza e o jardim para ele cultivar. Fez as flores e toda beleza, no céu, na terra e no mar. O criador com muito amor, viu que era tudo super belo, eu estou sendo sincero, não sei qual a sua crença, mas acredite se quiser; viu Deus que as belezas estavam incompletas sem a presença da mulher. Apesar de passar vida sofrida, nunca parou de lutar, mesmo oprimida pelo machismo, a mulher saiu do ostracismo e hoje está no protagonismo.
FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER.
Deus plantou o primeiro jardim, que regado por 4 rios produzia flores sem fim, colocou Adão como jardineiro, que trabalhava o dia inteiro, cuidava das flores com esmero e dedicação, mas faltava uma flor para cuidar de seu coração.
A sabedoria divina criou a Eva. Sem as mulheres no mundo, seria como corações sem amores e jardins sem flores.
Aqui Jaz o Amor...
Na vereda tem uma tumba,
Uma coroa de flores,
Pássaros que cantam,
Uma brisa reconfortante
E uma melancolia
Quando leio no epitáfio,
‘’Aqui jaz o amor...’’
Este lugar não está dentro de mim!
Este lugar não está dentro de mim!
Eu queria ter esta certeza,
Mas as borboletas vão se transformando
Em lagartas como uma metamorfose ao contrario
As flores vão se fechando,
Uma por uma, os pássaros silenciam
Pessoas que acompanham um féretro
Aproximam-se e alguém coloca
O caixão naquela tumba,
Percebo que todos que estão ali
São pessoas que eu já vi morrer,
É um funeral ao contrário...
Este lugar não está dentro de mim!
Este lugar não esta destro de mim!
Agora todos sorriem,
E os pássaros voltam a cantar,
E as flores se abrem novamente,
As borboletas se transformam novamente,
A brisa volta a soprar, é um ciclo,
O amor morre de novo,
Porque a vida continua para novos amores...
arraigada
Nada que eu fizesse antes...
Nem flores, nem diamantes,
Nada que eu desse...
Primavera ou paraíso,
Nada que eu prometesse...
Paixão ou amor,
Nada que eu cantasse...
A emoção de olhar e querer,
Nada que me encantasse...
Tempestade ou lágrima,
Nada que eu morresse...
Nada que me matasse
Como o silencio indiferente
Nada que me dizimasse
Como se jubilasse
Diante da presença vil
Do estafeta de perfil marginal,
Nada lhe faria ver a luz do dia
Arraigada nas trevas do que lhe saciasse
Procurando a felicidade, como um ancião
Procura os óculos, que está na sua face...
REVOLUÇÃO LITERÁRIA
Alguns poemas sorriam,
outros se armavam de facas,
alguns traziam flores,
outroa traziam brasas
em papel veludo
com laços vermelhos,
alguns me cumprimentavam,
outros me humilhavam
e me punham de joelhos,
alguns me traziam namoradas
e as despiam na cama,
outos me jogavam na lama
e me tornavam a piada,
alguns faziam a neblina
no final da tarde,
outros faziam carnificina
sem nenhum alarde....
O MEDO
O que me conduz é o medo...
Os lobos uivam e os poetas
Colhem flores numa pedreira,
Os pensadores repousam
E meditam sobre trilhos,
Eu sei que do outro lado do rio,
Que sou eu mesmo,
Tem um dragão, uma fera um vulcão...
É o meu melhor lado,
Deste lado tem um sorriso,
Tem a sensualidade e a escuridão...
As vezes os lobos comem os poetas,
Mas as flores colorem penhascos
E os pensadores continuam suas meditações...
As vezes o trem dilaceram os pensadores
Mas os poetas escrevem e florescem a vida...
Deste lado tem um sorriso
Que não passa de um disfarçe
Tem a sensualidade,
Que não deixa de ser uma armadilha...
E tem a escuridão que nos tira a noção do perigo...
E o que me conduz é o medo...
ALARDE
Alguns poemas sorriam,
outros se armavam de facas,
alguns traziam flores
outroa traziam brasas
em papel veludo com laços vermelhos
alguns me cumprimentavam
outros me humilhavam
e me punham de joelhos
alguns me traziam namoradas
e as despiam na cama
outos me jogavam na lama
e me tornavam a piada
alguns faziam a neblina no final da tarde,
outros faziam carnificina
sem nenhum alarde....
Provavelmente, ela vivia num jardim a contemplar as flores , a acariciá-las, e, entre um suspiro e outro, algumas confidências; isso mesmo, tinha certeza que lhe falaria do seu fascínio pelas luzes da manhã, aqueles primeiros raios que despontavam antes do corpo solar; que refletiam no espelho de um lago, na lâmina de um rio ou verdejavam sobre alguma floresta. Talvez caminhasse a beira de uma praia solitária como uma recém-nascida manhã pudesse; imaginando um conto, uma história bonita que contaria pra alguém com certa graça, acrescentando algum humor ou drama, uma pequena mentira que só embelezaria o que já fosse belo. Por certo era uma imaginação fértil e caminharia por um cemitério imaginando que todos que cruzassem consigo já tinham morrido e não olharia pra trás com medo de ter essa certeza. Talvez fosse assim, alguém eloquente a quem todos esperariam silenciosos afim de ouvir algo interessanre; e se calasse o suspense do silencio cairia todo sobre si mesmo. quiçá às madrugadas imaginasse sonetos trágicos de paixões insanas; essas loucuras do cotidiano que acabam nas manchetes dos programas policiais, ou luxurias inconfessáveis que passariam por sua cabeça nalgum desejo secreto que jamais revelaria.
Algum dia apareceria com os traços ordinários como os de qualquer ser vivente, uma timidez simplória dos seres limitados; voz pausada, própria dos que pensam muito, ou dos que não têm muita certeza do que vão dizer; e aquele ser divino interior em pura ebulição ali no peito, transpirava, sussurrava, suspirava e tinha as mesmas carências, os mesmos medos e inseguranças; aquele ser capaz de todas as loucuras, todos os pecados e todos os perdões por paixão e por amor deixaria de ser só uma miragem nos meus delírios...
TRAVESSIA
Do outro lado da rua a vida se acaba...
É uma travessia rápida,
Mas antes das flores, das folhas, das chuvas,
Antes dos verões...
Sonhamos com todas as belezas,
Fazemos planos com todas as incertezas;
Somos tão românticos que os nossos olhares passeiam,
As confusões permeiam, as paixões incendeiam...
Então estamos do outro lado da rua
E não temos mais retorno;
Só temos os ocasos e as estações
E a certeza que do mesmo jeito, faríamos tudo de novo
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