Textos de Filosofia

Cerca de 2298 textos de Filosofia

"⁠Na nossa posição, recebendo as comunicações de cerca de mil centros espíritas sérios, espalhados pelos mais diversos pontos do globo, estamos em condições de ver quais os princípios sobre que essa concordância se estabelece. É esta observação que nos tem guiado até hoje, e é igualmente ela que nos guiará, através dos novos campos que o Espiritismo está convocado a explorar."
Allan Kardec.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠Viaje...

Mas faça essa viagem para além das externas estradas... Viaje para os labirintos das profundezas de seu Ser... Explore os caminhos desconhecidos, e nesses caminhos, redescubra Você, e compreenda que És bem mais do que aquilo que durante muito tempo "tentaram fazer você acreditar".

Rubenita Olindo

Psicanalista

Inserida por RubenitaSimeyy

⁠“Somos tendenciosos a falar e contar os nossos problemas para amigos e parentes. É uma forma de desabafar, aliviar as tensões e ouvir conselhos, mesmo que passem a nos identificar como ‘reclamões’. Será que não seria melhor falar mais das realizações, momentos agradáveis e ser taxados de ‘arrogantes’? Ou, ainda, não contar nada, falar pouco e ser taxado de ‘excêntrico’? Sei lá! Qualquer alternativa escolhida vai ter a sua ‘taxa’.”

Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: GessimarGO

Inserida por rogeriopacheco

⁠"Ao contrário da expansão do universo, que cria novo espaço vazio, o desenvolvimento pessoal é um processo ativo e intencional de expansão. A cada nova descoberta, a cada desafio superado, traçamos novas conexões neurais, ampliamos nossas perspectivas e construímos uma compreensão mais profunda de nós mesmos e do mundo ao nosso redor. É nesse constante movimento que reside a beleza e a complexidade da experiência humana."

Livro: Decodificando Pensamentos II - Sinfonia das Pérolas e Diamantes
Autores: Ótomo Rélcia & Azume Iá.

Inserida por rogeriopacheco

⁠Alma e Sonhos

É como ter todos dentro de si,
E estar em todos, sem jamais partir.
A saudade, essa parte que falta,
Viver sem ela é viver sem alma.

Voar... Ah, voar...
É a paz que vem sem a gente esperar.
A calma que mereço, mesmo sem saber,
Um momento onde posso ser.

Choramos, porque transbordamos,
Dor e amor que em nós clamamos.
A falta que o próximo traz,
Ou a presença que deixa a alma em paz.

E o sonho? Ah, o sonho...
Não é pequeno nem grande demais,
É o tamanho de uma vida, que jaz
No coração de quem busca a eternidade.

Inserida por Yaudim

" ⁠Eis a verdadeira caridade benevolente, a caridade prática, sem a qual a caridade é palavra vã; é a caridade do verdadeiro espírita, como do verdadeiro cristão; aquela sem a qual aquele que diz: Fora da caridade não há salvaçãoAllan Kardec , pronuncia sua própria condenação, tanto neste quanto no outro mundo. "
Allan Kardec.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

" ⁠Um dos fatores mais importantes para a divulgação da Doutrina Espírita, além do estudo sério, é a mediunidade na vivência, no comportamento dos médiuns. Porque os neófitos atraídos para a Doutrina vêm, invariavelmente, ansiosos pelos fenômenos e por soluções para problemas que eles não querem equacionar. "
Divaldo Franco e Raul Teixeira.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠‘O Espiritismo não é, como creem vulgarmente, uma receita para fazer as mesas dançarem ou para executar truques de escamoteação, e é um erro que todos cometem querendo nele encontrar o maravilhoso.
‘O Espiritismo é uma ciência, ou melhor, uma filosofia espiritualista, que ensina a moral.
‘Não é uma religião, porque que não tem dogmas nem culto, nem sacerdotes nem artigos de fé."
Allan Kardec.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Não tem mais lar o que mora em tudo.
Não há mais dádivas
Para o que não tem mãos.
Não há mundos nem caminhos
Para o que é maior que os caminhos
E os mundos.
Não há mais nada além de ti.
Porque te dispersaste…
Circulas em todas as vidas
Pairas sobre todas as coisas
E todos te sentem.
Sentem-te como a si mesmos
E não sabem falar de ti.

Cecília Meireles
Cânticos. In: Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
Inserida por IntoSense

Procuramos por algo que não vemos: seu nome é "semente".

Procuramos por algo que não ouvimos: seu nome é "sutil".

Procuramos por algo que não sentimos: seu nome é "pequeno". Essas três coisas são inseparáveis. Por isso, entrelaçadas, formam o Um.

Seu aspecto superior não é luminoso; seu aspecto inferior não é escuro.

Lao-Tsé
Tao-te King: o livro do sentido e da vida. São Paulo: Pensamento, 2006.
Inserida por IntoSense

⁠Se eu realmente soubesse o que quer dizer viver no Grande Tao, eu temeria, mais do que tudo, a atividade.
Onde as grandes estradas são belas e planas, mas o povo prefere os atalhos; onde as regras da corte são rígidas, mas os campos estão cheios de ervas daninhas; onde os celeiros estão completamente vazios, mas o povo se veste com roupas lindas e suntuosas; onde cada qual traz na cinta uma espada afiada; onde os hábitos de comer e beber são refinados e os bens excessivos, aí não reina o governo, mas a confusão.

Lao-Tsé
Tao-te King: o livro do sentido e da vida. São Paulo: Pensamento, 2006.
Inserida por IntoSense

⁠O Poder, sobretudo, o poder do dinheiro não apenas corrompe, ele turbina o mal, a podridão, a perversidade e a hediondez, principalmente, daqueles que já possuem a mente, o coração e a alma em estágio avançado de degradação, doentiamente apegados às coisas materiais.

___E.K~

Inserida por Vogelfrei

Que a tua Alma dê ouvidos a todo o grito de dor como a flor de lótus abre o seu seio para beber o sol matutino.
Que o sol feroz não seque uma única lágrima de dor antes que a tenhas limpado dos olhos de quem sofre.
Que cada lágrima humana escaldante caia no teu coração e aí fique; nem nunca a tires enquanto durar a dor que a produziu.
Estas lágrimas, ó tu de coração tão compassivo, são os rios que irrigam os campos da caridade imortal. É neste terreno que cresce a flor noturna de Buda, mais difícil de achar, mais rara de ver, do que a flor da árvore Vogay. É a semente da libertação do renascer.

Helena Blavatsky
A voz do silêncio. São Paulo: Montecristo Editora, 2021.
Inserida por IntoSense

⁠Sobre o amor, o que posso dizer...

Experienciei e continuo a experienciar o amor há anos. Hoje, consigo expressar em palavras conscientes algo sobre ele:

A paixão é algo intenso, mas fugaz. Ao mesmo tempo em que vem, se vai. Assim como as palavras e pensamentos mais lindos te preenchem, da mesma forma eles se vão. E está tudo bem. Acredito que isso não seja um problema, pois o que importa é o quanto você se permite sentir e se imergir nesse mar.

Deixe-se banhar, permita-se sentir, sem pensar que isso irá chegar ao fim. Porque, quando chegar, as melhores lembranças permanecerão vivas. Aqueles momentos que preencherão seu coração de amor, não pela posse ou insegurança de não ter o outro, mas pela pessoa que te fez sentir tudo aquilo e que, em sua homenagem, te presenteia com um caloroso sorriso.

Hoje, entendo que a paixão é passageira, mas o amor é eterno. Não tenha medo. Pessoas passarão e levarão o amor com elas, e isso será parte da sua história. Não tenha medo de guardar as lembranças, sejam físicas ou mentais, porque sempre que se lembrar delas, o amor te preencherá novamente.

Confesso que tive medo, pois pessoas que eu amo se vão. Porém, com o tempo, entendi que é isso que torna a vida tão bela. Se essa paixão já lhe preencheu e chegou o momento de ela partir, guarde o amor. No entanto, torça para que essa paixão possa preencher outra pessoa e que ela sinta toda essa intensidade da forma mais bela que se puder.

Inserida por ruanbublitz

Quantas vezes?

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Quantas vezes cheguei ao meu limite e continuei.
Quantas vezes vi meu mundo desmoronar e, no dia seguinte, ainda estava de pé.
Quantas vezes caí e me levantei, mesmo quando pensei em ficar no chão.
Quantas vezes chorei com vontade de desistir e, no dia seguinte, um sorriso largo surgiu.
Quantas vezes vi tudo chegar ao fim e, mesmo assim, segui em frente.
Quantas vezes? Sinceramente, não sei.

- Britobc

Inserida por britobc

⁠A originalidade, afinal,
é um mito bonito contado por quem esqueceu
que até a luz do sol é repetida
todos os dias,
e ainda assim nos encanta como se fosse a primeira vez.

Criar é respirar o mundo,
engolir memórias, sons, dores e belezas,
e depois devolver tudo isso
com outra forma, outra cor, outra alma.

Somos colagens vivas —
de livros que lemos, músicas que ouvimos,
pessoas que amamos,
e sonhos que não são só nossos.

Nada é original, mas tudo pode ser autêntico.

Porque a arte não nasce do nada.
Ela floresce do tudo
que carregamos por dentro.

Inserida por IgorDischer

⁠Não Fosse a Arte

Não fosse a arte...
Talvez eu não soubesse
a delícia da loucura
de respirar no topo de um abismo

Talvez, jamais entendesse
que quanto mais sei,
mais mergulho no nada,
mais me descubro no vazio,
mais me sinto inteiro.

Quanto maior a lente,
mais vejo o que escapa.
Menos quero ver —
mas mais quero saber.

Não fosse a arte,
eu talvez nem estivesse aqui:
Seria uma pedra
ou a carteira assinada,
com as noites dormidas
e as certezas guardadas numa gaveta.

Mas não fosse a arte...
Talvez eu não soubesse
quão gostosa, inquieta,
incerta e imprevisível
é a vida.

Inserida por gustavosp7

⁠O que é a vida: A vida, para mim, é uma missão na qual viemos para aprender e evoluir espiritualmente, desenvolver nosso intelecto e adquirir conhecimento. Nosso propósito é contribuir, por meio do trabalho e do saber, para um mundo melhor, com mais justiça social e conforto para nós mesmos e para aqueles que nos cercam. Em essência, buscamos a evolução do nosso ser e da humanidade, aprendendo a lidar conosco e com o próximo, praticando a lei do amor em nossas relações sociais e com a natureza, além de respeitar o planeta para que a vida floresça e a humanidade se desenvolva tanto material quanto espiritualmente.
Para os espíritas e espiritualistas como eu, a vida é uma missão concedida por Deus para redimirmos erros de existências passadas e avançarmos espiritualmente, seja por meio de expiações ou provas. Nosso caminho envolve o trabalho com a lei do amor e a reforma íntima, visando a evolução do espírito. Se conduzirmos esse processo de forma correta e for da vontade divina, poderemos também alcançar progresso material, desde que mantenhamos o equilíbrio entre o mundo espiritual e o material, sempre priorizando o espiritual.
No fundo, a vida se resume a aprender a vivenciar a lei do amor, a principal lei de Deus que rege a humanidade.

Inserida por celsobranicio

⁠Sobre me parecer com eles...
Por Luiza_Grochvicz.

Às vezes me perguntam: com qual filósofo você se parece?
E eu fico em silêncio.
Porque me parecer com alguém é sempre também uma forma de não ser ninguém por completo.
Mas se for preciso traçar espelhos, que sejam espelhos em águas agitadas — nunca nítidos, sempre em movimento.

Com Kierkegaard, compartilho a vertigem.
Aquela dor silenciosa de estar vivo, de ser livre demais, de pensar tanto que quase se dissolve.
A angústia dele não me assusta — ela me reconhece.
Como se a alma dele tivesse escrito cartas para a minha, antes mesmo de eu nascer.

Com Clarice, é o sangue da palavra.
Não escrevemos — sangramos.
Ela também sentia demais e dizia pouco, mas o pouco explodia.
Clarice escreve como quem ama o que não entende. E eu também: escrevo para encontrar o que nunca procuro.

Com Camus, compartilho o absurdo.
A beleza de estar num mundo que não faz sentido, e ainda assim levantar todos os dias.
Ele era o silêncio das pedras; eu sou talvez o sussurro do vento.
Mas ambos sabemos: é preciso imaginar Sísifo feliz, mesmo com o peso da pedra.

Com Beauvoir, é a liberdade.
O incômodo.
A recusa em aceitar que viver seja só obedecer.
Ela pensava com coragem, sentia com lucidez.
Me inspira a ser mulher sem rótulo, filósofa sem jaula, pensadora com pele.

Me pareço com todos, e ainda assim, sou outra.
Porque filosofar, pra mim, é tocar o invisível com palavras.
É doer bonito.
É pensar como quem ama demais.

Inserida por Luiza_Grochvicz

⁠"Os que me tocam de longe"
por Luiza_Grochvicz.

Há pensadores que me abraçam.
E há outros que apenas me roçam os ombros — e mesmo esse toque breve é suficiente pra deixar marcas.

Com Sartre, danço na mesma praça da liberdade.
Ele me ensinou que somos condenados a ser livres — e isso dói.
Mas ele escreve com bisturi, eu escrevo com flor.
Ele exige do mundo um sentido; eu só pergunto se há beleza mesmo sem ele.

Nietzsche me sopra no ouvido: “viva intensamente.”
E eu ouço.
Mas ele é raio, trovão, fúria.
Eu sou mais vento, silêncio, brisa que corta devagar.
Ainda assim, seu amor fati ressoa em mim como um eco antigo.

Levinas me lembra do outro.
Do rosto que me olha e me exige responsabilidade.
Eu também carrego a dor alheia no peito — talvez por isso minha escrita seja tão cheia de pele.
Mas ele fala do infinito; eu falo da finitude que nos salva.

Com Arendt, compartilho o espanto.
O pensar como gesto político, o cotidiano como campo de batalha.
Mas ela fala de regimes; eu falo de ruínas interiores.
Ela escreve história; eu escrevo feridas.

E Pascal, ah…
Ele fala do coração com lógica, e eu falo da lógica com o coração.
Ele apostou em Deus — eu aposto no instante.
Mas ambos sabemos: há coisas que só se entendem com o que pulsa.

Esses são os que passam por mim como vento em tarde quente: não ficam, mas refrescam.
Me pareço com eles às vezes — mas apenas em lampejos.
O resto é meu.

Inserida por Luiza_Grochvicz