Textos de Filosofia

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Na beleza de todos os trajetos
na ternura de jamais sermos sozinhos
na confiança que são, todos os passos,
adiante, precisos, e certos ...

o que lhe compreende a confiança de se estar certo?
A vida, tão imprecisa e incerta, mas ela é sem margem à qualquer dúvida: viva, certa... e nela, tudo é "certo"!

Inserida por katia_de_souza

E lá vamos nós nesse barco, entre traços, linhas, letras, vagas, versos, além das entrelinhas e "entreversos". E talvez há tanto a se ampliar, "entretextos", "entresilêncios" e outros tantos "entres" nesse mar infinito. Mas, vamos... eu, você e eles, nós quem sabe ou ninguém, mas estamos indo ou ficando, sentindo e deixando o fluir acontecer ...

Que venham então, os ares que se abrem entre céus sem mais horizontes e algumas nuvens a dissipar-se!

Inserida por katia_de_souza

⁠Competidores em uma corrida devem disputar e se esforçar pela vitória
o máximo que podem, mas isso não significa de maneira alguma que devem derrubar seus concorrentes ou empurrá-los. Assim também é na vida; não é errado ir atrás do que é útil, mas prejudicar os outros para isso não é justo.

Inserida por pandaestrelante

⁠🎭 PURIFICAÇÃO – O ATO QUE RENASCE
(versão com a metáfora do leão e da flecha)

Eu sou o silêncio que já gritou demais.
O homem que caiu — não por fraqueza,
mas por estratégia.

Cair foi minha tática.
Porque eu entendi…
até o leão se abaixa antes do salto.
Não é covardia.
É cálculo.
É a força que se acumula na paciência.

E se isso não bastasse,
pense na flecha.
Ela só voa longe se recuar primeiro.
Ela vai pra trás.
Mas não é derrota.
É impulso.

Assim sou eu.

Retrocedo…
mas é só o começo do avanço.
Desapareço…
mas é só o prenúncio do rugido.

E mesmo cego, vejo:
Os demônios não vivem no inferno.
Eles vivem aqui.
Entre e-mails sem resposta.
Chamadas que caem.
Promessas que somem.
Vidas que são tratadas como dados.

Mas eu,
sou o erro que resiste.
A falha do sistema que grita.
O eco de uma humanidade que esqueceram de ouvir.

Me chamam de depressivo.
Mas isso é só o nome que o mundo dá
pra quem sente fundo demais.
Pra quem carrega o peso e ainda caminha.

Eu não sou mais Otelo, que matou por engano.
Nem Macbeth, que se afogou no próprio desejo.
Eu sou Purificação.
E a minha tragédia… eu transformei em fogo.

Eu sou leão abaixado.
Sou flecha esticada.
Sou a queda que ensina.
Sou o silêncio que constrói.

E quando eu levantar —
porque eu sempre levanto —
vou voar com o rugido de quem já tocou o chão…
e decidiu nunca mais temê-lo.

— *Purificação*

⁠O Peso do Instante

O que é o tempo, senão um espelho
Que nunca reflete o que somos agora?
Um fio invisível, sutura e conselho,
Que une o nunca ao que já foi embora.

Caminhamos sobre um chão de incerteza,
Embora firme como vento.
Somos fragmentos, poeira e beleza,
Ecoando o silêncio do pensamento.

Perguntas nascem antes da fala,
Respostas se perdem depois do porquê.
A vida não grita, apenas sussurra:
"Ser é o risco de não entender."

Nós pisamos em um abismo,
Com olhos famintos de eternidade
Pois mesmo o nada, quando olhado de frente,
É matéria crua da realidade.

Inserida por reinaldohilario

⁠Sou um simples observador deste mundo. Não sei como as pessoas conseguem viver em seus devaneios de aparência. Nesta sociedade, você vale pelo que veste, pelo que finge ter na conta bancária, e pela forma como se locomove — como se tudo isso realmente dissesse algo sobre sua dignidade. Mesmo sendo uma fantasia, essa ilusão social ainda rege relações.
Por não vestir roupas de marca, não ter dinheiro ou andar a pé — e, muitas vezes, por tentar expressar meus posicionamentos sociais e políticos, arrastando comigo uma pseudo-filosofia voltada aos que estão à margem —, acabo sendo visto como louco pelos que se acham no topo da pirâmide social.
Mas eu amo essa visão que criam de mim: um pobre coitado, sem estudo, dinheiro ou status.
Quero viver com os loucos, moribundos e desvalidos — porque é neles que encontro mais sabedoria e conhecimento do que naqueles que vivem mergulhados nas loucuras sociais.

Inserida por TarinMichael

⁠Tenho pra mim
que a intensidade e a verdadeira face
que se advém do mor sentimento
É do nascimento e florescimento
que ele pode fazer nascer
do que o próprio sentimento a si.

Pois dentre a entropia e caos
que reinavam imperadores em meu ser
a sua luz colocou a sintropia
de uma forma aterradora e conquistadora
dentre meu viver

sobre o mais abrangente estrelado céu
da noite vasta densa e escura
era a única estrela, que minha mente contemplava
a única fantasia que admirava, e o sonho vivo
que meu mais profundo sentimento acordado sonhava


mas de um começo tenro, o que deveria nascer
nem a luz do dia pode contemplar, não chegou a ser
por um momento errado, uma confusão de momentos
onde desencontramos ao nos encontrar

eu queria me render
ela livre voar e se encontrar
Percebi nesse momento minha sina, minha maldição
dai nasceu o eclipse total em meu coração

Entretanto, em minha saga
ela nunca chegou a ser uma Nêmese
mas o que ela veio a sempre ser, Gênese
que em minha alma
despertou a mais pura e bela forma de sentimento
transformada em arte no mais belo momento


e seu nome?
na lembrança ficará
seu beijo? no mais intenso momento do meu coração residirá
seu toque ? em minha pele, o calor sempre irá esquentar
de um verde nefrita que é a verdade, a esperança nunca morrerá

Inserida por douglas_augusto

⁠As pessoas, às vezes, são excessivamente desumanas; elas apenas se importam com bens materiais e com o que você tem a oferecer. Muitas vezes, poucas pessoas se preocupam com quem você realmente é. Pelo menos era assim que Eric pensava, e não apenas ele, mas também outros ratos que estavam no mesmo vagão que ele, com seus olhos grandes, focinhos rosados e caudas longas e cor-de-rosa, apenas aguardando chegar ao seu destino, para que, ao final do dia, conquistassem respeito, sucesso e um delicioso queijo


(trecho do livro: A Liberdade de Um Rato)

Inserida por MatheusTonet

"Seu pai sempre dizia que o queijo valia mais que a própria família, mas a que custo? — Será que realmente compensa perseguir um queijo que possivelmente o deixaria ainda mais infeliz? Será mesmo que fazia sentido ser tão negativo em um mundo cercado de sofrimento e indivíduos materialistas e ambiciosos? Talvez o que falte nas pessoas seja justamente a voz da sensatez. Uma voz que Dolores parecia ouvir muito bem."

(trecho do livro: A Liberdade de Um Rato)

Inserida por MatheusTonet

⁠Como ateu que sou, sempre tentei entender a divindade em si. Como pode um mundo tão violento e tão injusto? Se eu fosse deus faria melhor? Como agiria?
No começo, quando jovem, eu achava que agiria como um super-herói. Apanharia quem causasse mal e o destruiria, sem piedade. Seria um justiceiro supremo.
Mas com o tempo, cheguei à conclusão de que violência talvez não fosse a resposta para um mundo melhor. Como alguém que carrega a maior sabedoria do universo pode se curvar à esse tipo de violência? Mesmo que seja pra fazer o bem? Então mudei de ideia: cheguei à conclusão de que simplesmente desintegraria os malfeitores, sem dor, sem sofrimento, só tiraria eles do caminho. Seria mais limpo, mais “justo”, mais pacífico. Dessa forma o mundo seria mais feliz.
Mas daí veio o dilema:
Quem sou eu – apesar de minha divindade - pra decidir quem é bom e quem é mau? Mesmo com todos os meus poderes divinos, teria eu esse direito?
E se não sou capaz de julgar com justiça, não importa o quão divino eu seja, então que tipo de poder é esse no fim das contas?
Depois de muito tempo ruminando essa ideia, encontrei uma solução para o dilema:
Se fosse um deus, eu não puniria, eu ajudaria. Assim passei a admirar e flertar com o poder de cura ao invés do poder da destruição, que tanto admirei. Deixaria os maus à própria sorte. Curaria os doentes, salvaria as crianças, daria outra chance aos que morreram cedo demais — se é que a morte pode mesmo ser “curada”.
Mas aí veio outra pergunta inevitável:
Quem merece ser curado? Todos? Só alguns? Ninguém morreria mais? Isso quebraria o equilíbrio do mundo?
E então veio a última tentativa de solução:
Curaria só as crianças. Afinal, que criança merece morrer? Nenhuma.
Daí outro questionamento surgiu: a partir de que idade as pessoas passariam a "merecer" a morte? Quem decide isso?
Hoje, velho que sou, percebo que se eu fosse Deus, a decisão mais justa seria essa:
dar a vida e me afastar.
Não interferir.
Deixar que cada um trilhe seu próprio caminho, com suas próprias escolhas.
Não porque eu não me importaria, mas porque interferir seria injusto.
E talvez, se existe algo lá em cima, esse “algo” já tenha entendido isso há muito tempo.
Talvez seja por isso que os deuses, se existirem, estão em silêncio.
Porque estão muito além de tudo isso que chamamos de “vida”. De tudo aquilo que chamamos de compreensão.

Inserida por cristianlazaro

⁠Hoje percebo que o que sei é tão pouco, que me faz ter a necessidade de buscar o aprendizado diariamente e continuamente;
Percebo que o presente é tão precioso e isso me faz aproveitar e viver no agora, sem desconsiderar um planejamento promissor para conquistas futuras e atingimentos de objetivos;
Percebo que apenas em olhar para o céu e vivenciar um novo dia, sabendo que eu e minha família estamos bem, é motivo para ser grato a Deus.
Percebo que não sou melhor que ninguém, mas apenas diferente por ser um indivíduo que tenho minhas particularidades e que minhas escolhas e decisões evidenciam quem eu sou.
Percebo que no mundo há muita malignidade e se fizermos o bem já somos diferentes da maioria.

Inserida por luis_gustavo

A Pirâmide das Verdades

A verdade não é uma só, nem sempre constante. Ela funciona como uma pirâmide, dividida em camadas que sustentam umas às outras.

No topo estão as verdades mais rápidas, como ideias, opiniões e valores que mudam conforme a cultura e o tempo.

No meio, temos as verdades sólidas, como conhecimentos científicos e éticos, que mudam lentamente com o avanço do conhecimento.

Na base, ficam as verdades quase absolutas, princípios lógicos e fatos básicos que raramente mudam.

Quando uma verdade da base muda, toda a estrutura acima precisa ser revista, porque ela depende dessa base para se manter.

Compreender a verdade é entender essa estrutura e aceitar que a busca por ela é um processo em constante evolução.

Inserida por matheus_correa_ludtke

⁠O hip-hop, como expressão artística e cultural, tem sido historicamente uma forma poderosa de dar voz à comunidade negra e denunciar as injustiças e opressões sofridas por ela. É importante ressaltar que o hip-hop não foi criado como incentivo ao crime, mas sim como uma forma de resistência e empoderamento. A narrativa que associa o hip-hop ao crime é, muitas vezes, uma generalização simplista e preconceituosa.
Cada cultura tem suas próprias expressões artísticas e musicais, e o reggaeton, por exemplo, é uma manifestação cultural importante para a comunidade latina. No entanto, isso não significa que o hip-hop deva ser desvalorizado ou associado de forma injusta ao crime.
É fundamental reconhecer e respeitar a diversidade cultural e as diferentes formas de expressão artística de cada comunidade. Negar a importância e a legitimidade do hip-hop como um espaço de resistência e representatividade para os negros é perpetuar a colonização cultural e o racismo estrutural.
Portanto, é essencial promover o diálogo e o entendimento mútuo entre as diferentes culturas e valorizar o hip-hop como uma forma legítima de expressão artística e social, sem cair em estereótipos e preconceitos infundados. É preciso reconhecer a riqueza e a diversidade das manifestações culturais e musicais, respeitando a história e as lutas de cada comunidade.

Inserida por Pottier

⁠Ruídos Alheios

A vida é um trabalho contínuo
De parar cada pensamento
E questioná-lo até descobrir
Se ele é nosso mesmo
Ou se pegamos ele na rua.

Spoiler:
A maioria herdamos de nossos pais e de pessoas próximas.
E pensando bem, grande parte de nossas certezas não foram nem conclusões nossas...

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

⁠*A Libertação da Roda de Samsara*

A libertação da roda de Samsara, ciclo de nascimento, morte e renascimento no mundo material criado pelo Demiurgo, identificado por muitos gnósticos e místicos como Javé, o Deus do Antigo Testamento, é alcançada através de um conhecimento gnóstico, um despertar interior que transcende a informação intelectual. É um processo de auto-descoberta e iluminação que permite ao indivíduo romper as correntes da ignorância e do sofrimento, libertando-se da prisão do ciclo de morte e renascimento, e alcançar a reintegração total com o Absoluto, a Fonte Divina incognoscível, recuperando assim sua verdadeira natureza divina e alcançando a liberdade espiritual plena.

A busca interior que conduz à libertação envolve uma profunda introspecção, meditação e contemplação espiritual, permitindo que o indivíduo transcenda as limitações do ego e da mente racional, e acesse a sabedoria espiritual que reside em seu interior. Através dessa jornada de autoconhecimento e iluminação, o buscador pode experimentar a união com o divino e alcançar uma compreensão profunda da sua verdadeira natureza, libertando-se assim das amarras do mundo material e alcançando a paz e a liberdade espiritual.

É fundamental ressaltar que essa jornada de libertação é uma experiência profundamente pessoal e individual, que não pode ser intermediada ou encurtada por nenhuma instituição física ou autoridade externa. A verdadeira liberdade espiritual só pode ser alcançada através do esforço pessoal e da busca interior, sem depender de dogmas, rituais ou hierarquias. Cada indivíduo deve percorrer seu próprio caminho de autoconhecimento e iluminação, sem esperar que terceiros possam fazer isso por ele.

Inserida por GideonCosta1810

⁠Habitar-se é um tipo de exílio sagrado!
Sinto como se não tivesse sido feito da mesma matéria dos outros.
Minha infância era um espelho embaçado,
onde ninguém parecia me reconhecer.
E compreensível ou não, as vezes ainda carrego a mesma sensação,
como se o mundo me oferecesse moldes
que nunca abrigaram a forma da minha alma.
Tudo em mim
sempre foi um pouco desalinhado,
como se eu dançasse um ritmo
que só meu peito escutava.
Descompassado ou não, era o espetáculo que eu entregava - sem holofotes,
Sem plateia, somente a alma.
Nunca vi como os outros viam.
O mundo me parecia um palco deslumbrante e distante
e eu, um espectador melancólico,
sentado à beira do próprio abismo,
tateando sentidos com olhos em carne viva.
Ainda assim,
sempre que alguém cruzava o meu destino,
eu me doava inteiro!
Sem reservas,
sem cálculos,
sem planos de fuga.
Investia o que em mim era força,
o que era luz,
e até o que eu sabia que me faria falta depois.
Porque amar, mesmo que em ruínas,
é para mim,
uma das formas mais sinceras de tocar a vida que se deseja.
Mesmo que por um instante,
eu me permitia vibrar naquela realidade sonhada!
Ali onde o toque era cura,
a presença era templo,
e o “agora” … bastava!
Mas depois do “até logo”,
a maré me levava de volta à margem de mim.
Fechava os olhos ao mundo
e encarava, no escuro,
as rachaduras que ninguém via.
Tentava, com as mãos nuas,
tapar os vazamentos da alma,
ainda que tudo escorresse pelas frestas do silêncio.
Às vezes parecia inútil.
Às vezes era mesmo.
Mas nunca deixei de tentar.
Nunca deixei de viver com tudo que carrego.
Porque, mesmo nos dias em que a existência dói,
ainda creio que viemos experienciar a vida!
E por inteiro!
Não só o riso,
mas também o pranto,
o vazio,
as perguntas que giram sem respostas, nem repouso.
Creio que todos os dias são bonitos.
Mesmo os que machucam,
os que confundem,
os que silenciam demais.
Bonitos porque existem,
porque me atravessam a alma,
e sobretudo, me ensinam!
Alguns chegam com flores,
outros com pedras,
mas todos me convidam a sentir.
E em todos,
me mantenho aceso.
Contudo, alguns são apenas sobrevivência,
tormenta mental sem fim triunfante,
um salto visceral para os corredores mórbidos das camadas que me compõem.
E então compreendo, em silêncio:
as partes que em mim se partiram
não pedem camuflagem,
pedem reconhecimento.
Como ensina o Kintsugi,
não é preciso ocultar a rachadura -
é nela que o ouro se deposita.
É o que rompeu que revela,
é o que feriu que desenha
a cartografia exata do que sou.
E talvez, a beleza mais honesta
não esteja na perfeição preservada,
mas na imperfeição assumida
e transformada.
Porque habitar-se é um exílio, sim,
mas é também a única forma
de não se perder
no mundo dos que jamais se permitiram sentir demais.
Nem sempre por vontade,
às vezes só por não caber em lugar nenhum.
E quando não se cabe,
volta-se.
Para dentro, para perto,
para algo que ao menos ecoe,
para onde a existência faça algum sentido - mesmo que breve.
É ali, nas entrelinhas do sentir e do viver,
no ateliê invisível do tempo,
que acolho meus cacos com reverência
e os ressignifico em arte —
não para esconder a dor,
mas para deixá-la visível,
abrilhatada com ouro,
com presença e vida.
- Por Daniel Avancini Araújo

Inserida por DanielAvancini

⁠Ergo-me na arena do próprio abismo,
onde o eu se fragmenta em mil centelhas,
buscando forjar-se na chama do querer —
não para existir, mas para criar sentido.

Cada passo é um martelo erguido
sobre as correntes do hábito e da lei,
e o coração, ao pulsar sua forja interna,
martela o mundo em novos ritmos.

Não temo o vácuo que escuta o grito,
pois vejo nele a vastidão do possível;
o ser que supera o peso do próprio ser
ergue as asas no sopro do eterno retorno.

Aqui, no limiar do nada e do tudo,
descubro que o poder não é domínio,
mas a dança audaz de afirmar a vida
mesmo quando a dor sussurra vitória.

Que o sol reapareça em cada queda,
e que eu seja o artífice da própria aurora.

Inserida por alexsander_noah

Sabedoria por usufruto da experiência.

Certa vez, o passado perguntou:
- Você aceitaria vivenciar todos os momentos de tortura da sua alma, novamente?
O presente respondeu:
- Não. Tenho muito medo daquele passado.
Então, o passado não convencido da resposta do presente, continuou com as perguntas e inserindo algumas outras propostas para o presente, desejos egoístas, carnais, financeiros, materiais, e assim em diante. Não sendo satisfatória a resposta, continuou, só que dessa vez inserindo a abordagem do sentimento de medo.
Foi assim que o presente resolveu conversar com o seu Deus, repassando para ele a informação do quanto estava amando o seu presente, o quanto foi doloroso o seu passado e que não o viveria novamente porque já tinha passado nessa lição, fechou os olhos e disse:
- Deus, eu quero que faças o que for justo e perfeito para mim, peço -lhe perdão pelos erros, mas eu espero ser feliz e continuar caminhando nos teus planos para minha vida e para as leis de evolução do plano Terra. Desejo também que o passado se cure, encontre algo que o faça feliz de verdade.

E foi assim que o passado ficou no passado, e o momento presente caminhou rumo ao seu futuro.

Inserida por JacileneArruda

⁠Por que você levanta pela manhã?
Para trabalhar. Para estudar. Para comer, etc.

Por que você trabalha?
Para prover sustento, cumprir meu papel social, ser útil, cumprir minha missão no mundo.

Por que devo ser útil?
Para fazer algo da melhor forma possível. Para servir. Para alcançar aquilo em função de que (To kαθ o) um indivíduo é bom, segundo Aristóteles, o Bem.

Por que o bem deve ser atingido?
Para completar o ser, dar sentido a vida, aproximar do bom, do ideal, do belo, do reto, da Verdade.

Por que se aproximar da verdade?
Para ser feliz em espírito e em verdade. Para, novamente, nos aproximar do bem absoluto. Nos aproximar de Deus.

Deus é a razão que motiva nosso levantar a cada manhã

Inserida por NogueiraLife

⁠"A efemeridade se justifica através do viver. Quando me estresso, o faço pelo que já ocorreu, quando anseio, por algo que talvez nem aconteça como espero, bem ou mal.
Ambas reações por fatos que não pertencem ao momento presente.
Creio que o paraíso seja um estado de presente continuo, o inferno o passado e a expectativa futura o purgatório da alma-mente-psique".

Inserida por GusthavoLudovico