Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Não sente o sentímento que vem da minha gente independente, mas depende aparentemente da nossa
corrente. O underground é movimento, sentimento que expõe o verso, ao expor o dialeto, formulando idéias na tua mente de um jeito completo. Paz e amor no ar, independência que eu quero, felicidade, batalha e a harmonia é o que eu espero. Desligado sempre alerto, não me desespero em atos que eu não quero, pelo contrário, eu rezo e manifesto.
Eles dizem que eu sou louco, eles dizem que eu sou esperto.

Eu não tenho nada pra dizer
você parece no momento até saber como eu estou
sofrendo
Vem veja através dos olhos meus a emoção que sinto
em estar aqui
Sentir seu coração me amando
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes nos momentos de prazer
amigos para sempre
Você pode estar longe, muito longe sim
Mas por te amar sinto você perto de mim, e o meu coração contente
Não nos perderemos não te esquecerei você é minha vida tudo que eu sonhei
E quis para mim um dia.
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes nos momentos de prazer
amigos para sempre
Olho, pra você e me pergunto assim
Se tudo é tão sincero
Por que tem que haver
Um tempo de dizer adeus ...
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes nos momentos de prazer
amigos para sempre

Percebi o quanto tinha distanciado de minhas crenças e escolhas. Então me dei conta em que ponto havia me perdido e afastando-me de mim mesma...
Deixei meu desrespeito próprio tomar conta, ceguei-me e permitir que aqueles que também estavam perdidos pudessem se aproximar, ao invés de lhes ajudar a enxergar...
A medida que me afastava mais de mim mesma, permitia que o medo tomasse conta e impedia que o amor se chegasse... Assim, aqueles que se aproximassem demasiadamente, eu negava com receio de descobrirem todo aquele vazio que cercava minha alma.

Eu não sou poeta
Sou apenas um apaixonado
Que a vida ensinou a escrever
Para não viver engasgado

Rimando transformo a dor em canção
E da desilusão faço versos bonitos
Mitos de um amante abandonado
Condenado a viver longe de quem ama

Não sou um fingidor
Em versos descrevo o que sinto
E não minto ao falar da dor
Ou do amor ainda vivente

Não tente dar sentido para tudo o que escrevo
Sou contraditório, ambíguo e evasivo
Mas vivo aquilo o que rimo
E rimo sobre aquilo que vivo

Sou estranho para os tolos
Todos tentam entender
Mas não sabem que essa dor no fundo
Esconde uma pontinha de prazer

O TEU E MEU AMOR
(29/08/2008)

O amor que eu sinto dispensa palavras.
Eu sei que você pode me sentir
Como eu te sinto.
O meu olhar e a minha admiração falam por mim.
Amo te ouvir,
Amo sentir o teu carinho,
Amo o teu sorriso,
Amo o teu abraço.
Ah, o teu abraço não tem preço.
Nunca esqueci o teu primeiro abraço...
Nunca me canso dos teus beijos...
É impossível dizer tudo que eu amo em você,
Eu só sei que quero te amar com toda a minha intensidade
Porque também é muito grande o meu amor por você.

E agora estou contando os minutos para você vim me buscar,
Porque eu não vejo a hora de estar com você.

Oração pessoal



Que eu tenha a força de ser eu mesma, sempre...
Que eu possa fazer o bem, sem saber o porquê...
Que eu nunca pense que esse alguém irá me retribuir...

Que eu possa ouvir passarinhos cantando...
Que eu possa ver a imensidão azul do céu...
Que eu descubra, brincando, o formato das nuvens...
Que eu possa valorizar a alma da criança que existe em mim.

Que ao me levantar enxergue a luz através do sol...
Que diga com amor o bom dia de cada dia. Que a minha presença seja sentida, amiga.

Que eu possa me agasalhar no coração do meu amor quando sentir frio...
Que eu esteja ao seu lado nos dias alegres de verão...

Tudo que vivemos até aqui,
foi a preparação pra sermos quem somos...
Os amores e desamores...
Esta foi a nossa escola...
Te amo, te aceito e te respeito como és...
Te quero, te desejo e te espero...
Todas as noites na minha cama,
todos os dias em meu coração,
todos os minutos em minha vida...

Pensar antes de agir
Parei para pensar e reavaliar a minha vida...
Reavaliei minhas ações,
E as reações que elas causaram;
E agora sei que apesar de cada ação gerar uma reação,
Nem sempre sabemos como lidar com as conseqüências.
Reavaliei as palavras que eu disse,
E depois as que ouvi por tê-las dito;
E agora sei que magoar alguém é fácil, basta uma palavra, um segundo, mas para ter novamente sua confiança, pode levar anos, a vida inteira, ou não tê-la novamente.
Reavaliei cada sonho, cada esperança, cada fantasia, cada desejo ao longo desses anos,
E também a falta de sonhos, de esperança, de ilusão;
Agora eu sei que a realidade pode ser cruel, e viver só dela pode ser mais cruel ainda!
Reavaliei muitas outras coisas,
E cheguei à conclusão que minha vida está não está ruim, e que tenho tentado melhorar,
E que parar de vez em quando para pensar, reavaliar as nossas atitudes, nossas palavras,
Pode evitar que mais para frente tenhamos que parar não para reavaliar, mas sim por não termos mais uma escolha, por já termos perdido todas as possibilidades de mudança, de conquistas, de reconquistas.
É melhor perder alguns minutos pensando, do que depois passar a vida inteira se lamentando!

Leve com você

Leve com você
Só o que foi bom
Ódio e rancor
Não dão em nada
Nada!...

Ouço aquele som
Lembro de você
Como acabou
Mas não tem nada não
Só guardo o que foi bom
No meu coração
O amor é como o sol
Sabe como renascer...

Sinto o calor
De mais um verão
Tudo ganhar cor
E de nada vai valer
Lamentar a dor
Nós temos que
Seguir em frente
A vida não parou
Vai ser difícil esquecer
Tudo o que passou
Mas são as quedas
Que ensinam a cultivar
O nosso amor...

Pensar no nosso futuro
Pensar no nosso futuro
Ser feliz!

Iluminar

A qualquer hora o mundo pode confundir sua cabeça.
É preciso ter amor para enfrentar o que aconteça.
Se a pressão que impede de ter a cabeça boa.
É preciso ter coragem e aprender a voar.
Porque os donos da cidade não tem pena de ninguém.
Os donos da cidade eles só querem aparecer. (ê ê)

Pense em cuidar do seu coração (na na na)
Não se engane em tanta ilusão (na na na)
Temos tantas coisas pra viver
Plantar a riqueza do nosso amor

Iluminar
Iluminar
É tempo de iluminar
Que é pra ver a beleza do nosso amor
Iluminar (Anda e vem)
Iluminar (deixa eu te)
Iluminar
Que é pra ver a beleza do nosso amor

Oh! Meu bem!
Meu amor!
Não vou desistir
Se nada mudou
Se nenhum amor tiver
Eu vou dizer não.

Cê tava com doença que dá em burguês a toa
Cegando o sol da América do Sul
Com crise de identidade escrava da sorte
Tipo São Paulo quando quer ser Nova Yorque (ê ê)

Pense em cuidar do seu coração (na na na)
Não se engane em tanta ilusão (na na na)
Temos tantas coisas pra viver
Plantar a riqueza do nosso amor

Iluminar
Iluminar
É tempo de iluminar
Que é pra ver a beleza do nosso amor
Iluminar (Anda e vem)
Iluminar (deixa eu te)
Iluminar
Que é pra ver a riqueza do nosso amor

Oh! meu bem
Meu amor
Não fique assim
Nem tudo acabou
Se nenhum amor tiver
Eu vou dizer que não é
Eu vou é cantar pro sol
E vou desejar com fé
E vou enfeitar de flor
O mundo que eu puder

Engraçada mas nem sempre quer ser motivo de piada,quer ser um pouco mais levada a sério .
Com personalidade forte,mas nem sempre quer ser motivo de discordâncias e conflitos.
Sobre tudo sagaz mas um tanto sensivel.
Pode ser inteira ou quase nada mas nunca pela metade
Valoriza a lógica mas nao despreza a fé.
Humana.
Se decepciona com frequencia,se isola,age com indiferença.
Chora,não fala com ninguém,tem vontade de gritar até se esgoelar.
Não se contenta com 7 horas mal dormidas de sono mas levanta com um objetivo.
Sobretudo vive,
ainda que de vez em quando não tenha vontade de.
Sonha,se ilude mas também acorda quando pensa no seu próprio bem.
Presa os que estão ao seu redor,defende os, distribui lhes broncas mas está sempre lá.
Possui amores platonicos
Vontades intermináveis
Desejos voráveis
Não se permite errar mas aprende com os seus erros.

A ciência do olhar é extremamente complicada. A verdade é que não vemos tudo o que observamos. Por vezes, não somos capazes de ver algo que está mesmo à nossa frente, e, outras vezes, acabamos por ver o que não existe...

Quando olhamos na mesma direcção vimos coisas diferentes, porque não importa o que se ve, mas quem ve. E é isso que torna tudo tão maravilhoso.

SAUDÁVEL
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)

Pra que eu vou brigar
Se o amor sempre sera rei
Através dos tempos
Mesmo se os ventos
Soprarem temporais.

Pra que eu vou me irritar
Se o amor sera companheiro
Regendo meu signo
Mesmo se o inimigo
Espreitar feroz

Deixem que se rasguem
Que xinguem ate que firam
Suas consciências imbecis
Um dia
Quando o tempo cobrar
Talvez alguém pense que foi azar
Ser tao infeliz

Pra que eu vou chorar
Se a dor e dadiva dos fracos
Que não sabem se impor
Mesmo se o amor
Clama um pouco de paz

Só quero te amar
Pra ser saudável da cabeça
E sempre da razão
Mesmo se o seu coração
Não aceita um amigo a mais

© 2007 Globrazil Inc/Islo Nantes Music(ASCAP)

O amor...

O Amor uma coisa bem idiota né, começamos a ficar com alguém e esta tudo mil maravilhas, passamos a namorar por acharmos que seria melhor ter um relacionamento sério, logo vem aquelas promessas generosas, nunca vou te trair, quero você para minha vida toda, te amo para sempre, coisas que inutilmente todos nós falamos, e muitos da boca para fora. Agora pensa comigo, como podemos amar uma pessoa em um dia, ai largamos ela no outro e 1, 2 ou até 3 meses depois já estamos amando outra, prometendo tudo de novo? Será que é pecado fazer isso? O amor é a palavra mais banal e insensata que existe. O amor todos nós brincamos com ele, por que nenhum de nós sabemos o que realmente significa, pois ninguém sabe explicar, nem o ser humano nem a ciência, portanto, pense bem antes de falar EU TE AMO para alguém, não é a palavra mais simples do mundo para declarar carinho a alguém.

Extrema, toco-te o rosto. De ti me vem
À ponta dos meus dedos, o ouro da volúpia
E o encanto glabro das avencas
De te me vem.
De mitos e de águas:
Inaudita
Extrema, toco-te a boca
como quem precisa
Sustentar o fogo
para a própria vida
É úmido de cio, de inocência
É a saudade de mim que me condena
Extrema, inomeada, toco-me a mim
Antes, tão memória
E tão jovem agora.

Homenagem a Renato Russo

O POETA

O poeta nasceu, cresceu, tornou-se poeta. Começou a escrever e a abalar. Abalar aos que foram criticados, pela audácia e aos que o ouviam pela coragem.
O poeta era irreverente. O poeta era um poeta. Eternamente apaixonado por tudo aquilo que parecia merecer seu amor.
O poeta ria para seus admiradores. Mas seu íntimo chorava. Não era feliz. Então escrevia e esquecia-se de seu eterno vazio.
Certo dia, o poeta se viu numa estrada sem fim. Olhou para os lados, mas nada viu. Não havia ninguém.
E o poeta fechou os olhos e sentiu uma paz incomparável, uma ternura e angústia. Nunca havia se sentido assim. E quando os abriu, estava nun lugar lindo, com flores belíssimas.
De repente olhou para o chão. Viu pessoas. Aquelas que sempre estavam ao seu lado. Ele riu, mas as pessoas choravam.
O poeta havia morrido... Mas para nós que ficamos aqui, não pode haver tristeza. Pois nós temos uma única certeza:
“Poetas não morrem jamais!”

Dedicado a aquele que me tirou o sorriso
Dedicado a aquele que levou meu coração,
pobre quase não palpita...
Dedicado a aquele que decepou minhas asas,
Dedicado a aquele que passou pro território inimigo,
Dedicado a aquele que conquistou meu amor,
Dedicado a aquele, aliás, aqueles dois inimigos que não me incomodam mais.
E se me perguntares porque dedico a eles, simplesmente os responderei:
Devo a eles a vontade de vencer, pois fui colocada em uma grande guerra
onde meu maior amor se uniu ao meu maior ódio.
E com isso aprendi que meu poder de luta é mais forte, pois não luto com armas,
ou bombas. Luto com palavras, que nos ouvidos tais, agradam um pouco mais.

Tenho trabalhado tanto, mas penso sempre em você. Mais de tardezinha que de manhã, mais naqueles dias que parecem poeira assentada aos poucos e com mais força enquanto a noite avança. Não são pensamentos escuros, embora noturnos. Tão transparentes que até parecem de vidro, vidro tão fino que, quando penso mais forte, parece que vai ficar assim clack! e quebrar em cacos, o pensamento que penso de você. Se não dormisse cedo nem estivesse quase sempre cansado, acho que esses pensamentos quase doeriam e fariam clack! de madrugada e eu me veria catando cacos de vidro entre os lençóis. Brilham, na palma da minha mão. Num deles, tem uma borboleta de asa rasgada. Noutro, um barco confundido com a linha do horizonte, onde também tem uma ilha. Não, não: acho que a ilha mora num caquinho só dela. Noutro, um punhal de jade. Coisas assim, algumas ferem, mesmo essas que são bonitas. Parecem filme, livro, quadro. Não doem porque não ameaçam. Nada que eu penso de você ameaça. Durmo cedo, nunca quebra.

Daí penso coisas bobas quando, sentado na janela do ônibus, depois de trabalhar o dia inteiro, encosto a cabeça na vidraça, deixo a paisagem correr, e penso demais em você. Quando não encontro lugar para sentar, o que é mais freqüente, e me deixava irritado, descobri um jeito engraçado de, mesmo assim, continuar pensando em você. Me seguro naquela barra de ferro, olho através das janelas que, nessa posição, só deixam ver metade do corpo das pessoas pelas calçadas, e procuro nos pés daquelas aqueles que poderiam ser os seus. (A teus pés, lembro.). E fico tão embalado que chego a me curvar, certo que são mesmo os seus pés parados em alguma parada, alguma esquina. Nunca vejo você - seria, seriam? Boas e bobas, são as coisas todas que penso quando penso em você. Assim: de repente ao dobrar uma esquina dou de cara com você que me prega um susto de mentirinha como aqueles que as crianças pregam umas nas outras. Finjo que me assusto, você me abraça e vamos tomar um sorvete, suco de abacaxi com hortelã ou comer salada de frutas em qualquer lugar. Assim: estou pensando em você e o telefone toca e corta o meu pensamento e do outro lado do fio você me diz: estou pensando tanto em você. Digo eu também, mas não sei o que falamos em seguida porque ficamos meio encabulados, a gente tem muito pudor de parecer ridículos melosos piegas bregas românticos pueris banais. Mas no que eu penso, penso também que somos meio tudo isso, não tem jeito, é tudo que vamos dizendo, quando falamos no meu pensamento, é frágil como a voz de Olívia Byington cantando Villa-Lobos, mais perto de Mozart que de Wagner, mais Chagal que Van Gogh, mais Jarmush que Win Wenders, mais Cecília Meireles que Nelson Rodrigues.

Tenho trabalhado tanto, por isso mesmo talvez ando pensando assim em você. Brotam espaços azuis quando penso. No meu pensamento, você nunca me critica por eu ser um pouco tolo, meio melodramático, e penso então tule nuvem castelo seda perfume brisa turquesa vime. E deito a cabeça no seu colo ou você deita a cabeça no meu, tanto faz, e ficamos tanto tempo assim que a terra treme e vulcões explodem e pestes se alastram e nós nem percebemos, no umbigo do universo. Você toca minha mão, eu toco na sua.

Demora tanto que só depois de passarem três mil dias consigo olhar bem dentro dos seus olhos e é então feito mergulhar numas águas verdes tão cristalinas que têm algas na superfície ressaltadas contra a areia branca do fundo. Aqualouco, encontro pérolas. Sei que é meio idiota, mas gosto de pensar desse jeito, e se estou em pé no ônibus solto um pouco as mãos daquela barra de ferro para meu corpo balançar como se estivesse a bordo de um navio ou de você. Fecho os olhos, faz tanto bem, você não sabe. Suspiro tanto quando penso em você, chorar só choro às vezes, e é tão freqüente. Caminho mais devagar, certo que na próxima esquina, quem sabe. Não tenho tido muito tempo ultimamente, mas penso tanto em você que na hora de dormir vezemquando até sorrio e fico passando a ponta do meu dedo no lóbulo da sua orelha e repito repito em voz baixa te amo tanto dorme com os anjos. Mas depois sou eu quem dorme e sonha, sonho com os anjos. Nuvens, espaços azuis, pérolas no fundo do mar. Clack! como se fosse verdade, um beijo.

E quero, quero mais...muito mais!
Vem e traz contigo tuas mãos para desvendarem meu corpo; traz os teus olhos para eu beber deles o elixir da vida. E vem, assim mesmo...deixa-me tocar tua pele, sorver tua boca e dela saber que ainda me queres. Vem, diz-me ao ouvido o que é proibido...vem e diz que casarias, de novo, comigo...

Se

Se, ao final desta existência,
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia…

Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas…
Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser…

Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo…
Se algum ressentimento,

Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,

E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou…

Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio…