Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Hoje me sinto uma pessoa meio estranha, gostaria de saber que nunca fui enganada, que ja me amaram realmente, que me entenderam algum dia se quer!
Não sei o que fazer da minha vida, uns dizem pra eu esquecer tudo que esta acontecendo, e fazer isso definitivamente não é fácil. Saber que o seu ex namorado esta namorando a EX dele é dificil, confesso que não estou com raiva porque ele volto e sim porque ele trata ela que nem uma princesa, coloca fotos no orkut, nicks no msn, fotos no msn, depoimentos e muitas outras coisas que pra mim ele não pensava em colocar jamais, com ela ele esta impondo respeito para as amigas dele.
Não quero o mal dele, mais sei que um dia ele vai cair desse palco que ele chama de vida e vai se machucar muito feio e aposto que ele vai pedir ajuda pra mim ou pra alguem que já o amou muito. Não guardo rancor pelo contrario o término do namoro foi o melhor mesmo, porque estava me sentindo um lixo namorando ele.
Sei que um dia vou encontrar alguém que realmente me dê o valor de uma mulher, que saiba me agradar e acima de tudo me respeitar e respeitar minha família. Espero que um dia eu possa parar e pensar, e dizer: " Hoje eu sei muito bem o que é a FELICIDADE... "

Meu bem, se irritar por coisas que não valerão a pena só leva a desgaste físico e espiritual...
Ter serenidade é uma dádiva. Não que eu seja a pessoa mais serena nesse mundo, mas é que eu vejo
as pessoas se irritando por tão pouco e isso me deixa frustrada (é exatamente essa a palavra que define).
Sabe, qualquer coisinha?! Exemplos banais e corriqueiros do cotidiano:
1- Você tá em uma fila imensa de trânsito. Pra quê ficar reclamando se não vai haver solução?
Meu caro, você tá ali e não tem possibilidade de o carro levantar vôo e ponto. Fica quieto e segue em
frente, só vai gerar desconforto para as outras pessoas que estão com você de tanto ficar reclamando.
2- Estando de carona indo para algum local que ambas as pessoas não sabem como chegar. O motorista
erra o caminho. Senhor, pra quê ficar reclamando????!!! Ninguém é perfeito. Todos erramos.
E se estamos aqui é pra nossa evolução. Existem MUITOS exemplos que eu posso dar aqui, mas acho que não
será necessário, pois para bom entendedor, meia palavra basta.
Resumindo, são pequenas coisas que mudam todos os momentos e nos proporciona sentimentos bons ou
incômodos.
Conselho: Antes de reclamar de qualquer coisinha que não vai mudar NADA faça a seguinte questão a si
mesmo : - Vai adiantar alguma coisa?! , se você chegar a resposta que sim, ok, mas se for não (como
sempre é) pronto, fica quietinho meu bem! Respira, conta até 10, ou até o número que vá fazer passar
o seu momento de estress tosco e desnecessário (e que diga-se de passagem fazem causar ruguinhas
indesejadas antes do tempo).
A paciência é a maior virtude que o ser humano pode ter.
Ultimamente as pessoas estão achando uma qualidade serem impacientes. Você já conheceu uma pessoa que
fala, (tenho certeza): "Ahh, isso me irrita mesmo, sou assim pavio curto e estressada(o)".
Entendam que ser assim NÃO É bacana, e outro detalhe, pessoas que aceitam seus defeitos, sem pensar
em melhorar, evoluir, crescer, são pessoas FRACAS.
Cresça, evolua, você está nesse mundo para isso, para o PROGRESSO espiritual.
E para acrescentar somente coisas boas para pessoas que te cercam. Tem uma frase do Chico Xavier
que eu adoro: "Não faça nenhum ser sair de perto de sua presença sem se sentir melhor e mais feliz".
E resume bem isso tudo que eu coloquei aqui. NÃO É bacana reclamar, entendam isso.
Aprendam a controlar, a se policiar... esse tipo de energia gerada não emana boa coisa para você mesmo.

Quero risos , corpos entrelaçados
e suor
Quero a insensatez de alguns momentos
roubados da beleza de amar
Quero o desejo correndo
à flor da pele
em mãos que se procuram em afagos
Quero bocas se devorando na insanidade
do momento final
Quero a pulsação e a ânsia
da vida antes de tudo terminar
Quero o olhar carinhoso depois de ver
o mundo parar de rodar

Sou como o Vento !
Tem dias que acordo brisa... Calmaria.
Em outros desperto tempestade... Furacão!

Meu temperamento
e humor vai de acordo
com o que sinto
com o que vejo
com o que me dá prazer no momento ...
Ou não !

Como vou Amanhecer amanhã?
Deus é quem sabe
É Ele quem comanda o meu coração!

Inverno (Walmir Rocha Palma)

Música clara, clara
As gotas d´água
Batem na louça
Ouça
Esse delírio sou eu

A casa é velha, velha
Pingos de chuva
Soam nas telhas
Veja
Chamas de velas e breu

Música tanto e tanta
A casa espanta
O mais é tinta
Sinta
Hoje a manhã não nasceu!

Obs.:Este poema foi musicado por Rosa Passos.

Na dor, no amor, na vida...

Amo-te infinitamente
E por te amar assim
Ofereço-te asas
Deixo-te livre
para que possas
superar barreiras
colocar bandeiras
nos áridos solos da dor

Amo-te infinitamente
E por te amar assim
Ofereço-te asas
Deixo-te livre
para que possas
criar novas fontes
abrir horizontes
nas fronteiras do amor

Amo-te infinitamente
E por te amar assim
Ofereço-te asas
Deixo-te livre
para que possas
construir teu espaço
descobrir teu compasso
no doce embalo da vida

Amo-te infinitamente
E por te amar assim
Ofereço-te asas
Deixo-te livre
para que possas
a mim retornar
e, então, me ensinar
o que aprendeste
na dor, no amor, na vida...

AMIZADE

Quisera eu poder falar de um sentimento tão sublime, tão divino, um sentimento capaz de perdoar erros, sanar feridas, um sentimento puro, que sabe receber e compartilhar carinhos, cheio de cumplicidade, que pode apagar borrões feitos borracha, que oferece ajuda sem esperar recompensa, um sentimento tão belo e incomensurável quanto o mais belo crepúsculo, um sentimento que muitos querem, mas poucos o têm. Graças a ele, sei que sou afortunado por ter um alguém tão especial e lindo quanto ele, você. Muitos chamariam esse pequeno e frugal pedacinho do meu coração de tolo e meloso, eu chamo de AMIZADE.

Para onde você for . . .

E nós que nem sabemos o quanto nos queremos
Que nem sabemos o tudo que sentimos,
Que nem sabemos o quanto nos amamos.

Você surgiu como as manhãs que todos dos dias despontam nos olhos meus.
Surgiu como alimento que sacia minha fonte de vida.
Você surgiu de repente, me deixando sem saída.

E nós, que descobrimos a felicidade que é viver,
Estamos sós, laçados em dois nós, um que é meu beijo, o outro os lábios seus.

Não sei sair cantando sem contar a você
Que agora sei o que é amar, mas ainda conto com você
Que vou prosseguir, mas só se for para seguir você
Para onde você for, ou onde quiser me levar.

E eu, que pensei que nunca encontraria o amor,
Ouvi uma voz no meu interior dizer: Ela é tudo pra mim.
E o tudo ainda é pouco comparado a intensidade do amor meu
Por você.

A SPECIAL LADY.

..."Uma mulher especial nunca se diz especial, ela simplesmente é! Ela sabe ser diferente de todas as outras, até mesmo sem querer ser, pois, a graça de uma mulher especial é o rótulo de sua alma e a sua mais pura identidade e essência do seu ser. Seu sorriso é um abraço dado a distância, é um convite direto que entra pelos olhos e se abriga no coração, é um toque sutil e envolvente que penetra em nós sem pedir licença. Ela é sempre educada, gentil, fina, graciosa, verdadeira, envolvente. Ela nunca impõe, ela conquista! A ternura pode se manifestar em uma mulher especial até mesmo quando ela está zangada, tornando-a verdadeiramente cativante! Agente sente quando está com alguém especial quando bate na gente orgulho e segurança e não nos importa que tipo de situação ou momento ela esteja passando ou vivendo, desde que seja com ela e por ela qualquer coisa vale a pena. A mulher especial nunca e nem jamais sairá de moda! Ela é mais que uma referência, ela na verdade é o esteriótipo mais fino e requintado da leveza do ser mulher que deus caprichosamente inventou!"...

Só olhar
Hoje mais uma vez te vi chorando
E mais uma vez fiquei só olhando
Minha vontade era de ir até lá
Espero ter conseguido me expressar, via olhar
Quando percebi sua tristeza também percebi a minha
Vi que eu estava triste mais ainda não sabia
Não até ter te visto daquele jeito
Tive impressão de que me correspondia
Às vezes me olhava
Meu coração apertava
E eu não agüentava
E virava a cara.

O Padeiro

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

— Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

"Então você não é ninguém?"

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!"

E assobiava pelas escadas.

Rubem Braga
BRAGA, R., Para gostar de ler, Vol I -Crônicas, Editora Ática, São Paulo, 1989

Outros beijos vieram
e com eles a única certeza
de que nunca te esquecerei
eternamente te amarei
não somente em meus sonhos de saudade
mas no coração de um eterno apaixonado

Mesmo que o dia venha
e nesta noite a tua companhia eu não tenha
colocarei a tua estrela no mais alto céu
Ainda que não percebas
farei isso todas as noites do meu viver
para que assim possas me ver
que jamais irei te esquecer
e que te amo, amo você...

Poema transitório

Eu que na Era da fumaça: - trenzinho
Vagaroso com vagarosas paradas
Em cada estaçãozinha pobre
Para comprar
Pastéis
Pés-de-moleque
Sonhos
- principalmente sonhos!
porque as moças da cidade vinham
olhar o trem passar:
eles suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito
de ficar ali morando sempre...
Nisto, o apito da locomotiva
e o trem se afastando
e o trem arquejando
é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar...
Ah, como esta vida é urgente!
... no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje – quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.

As vezes pensamos que somos maduros,mas é apenas ingenuidade nossa,pois amadurescer significa muito mais do que saber conversar...o verdadeiro "amadurescer" é algo lento e retardado,vc vai estar sempre entrando em conflito com vc mesmo,descobrindo o porquê de sua existência.Se tornando uma pessoa com um graú intelectual muito grande...

Aí vc deixa de ser apenas um bom ouvinte...e sim alguem q já sofreu,afinal um grande protagonista

O pior aconteceu
A história se repete
Temo estar frio outra vez
O passado remete
Meu romantismo se perdeu
Diante de tudo que a vida me fez.

Não espere meu sorriso
Não prometo companhia
Tudo agora é melancolia
Reflexo de decisões minhas.
Aprecio algumas amizades
Que me confortam no meio da dor
Mas creio sucumbir sem piedade
Deixando tudo de lado, até o amor.

As palavras ainda se perdem na mente
Culpa das situações vividas recentemente
Meus pensamentos me levam ao fracasso
Prisão que escolhi entrar
Talvez minha alma ainda grite
Na esperança de alguém me encontrar
Mas já excedi meu limite
Então não tente me perturbar
Um lúcido só se faz de louco,
Quando é assim que ele quer estar.

A nossa história de 30 anos juntos,
não se acaba aqui, não se acaba assim...
A morte que nos separou agora, é a mesma
que irá nos reencontrar. O meu amor por você é tão grande, que vive em nossos filhos, que irei criar à sua semelhança, com caráter , hombridade e retidão. E quando a minha missão cumprida estiver, em teus braços, irei me aconchegar. Que eu suporte os dias de saudade e as noites de dolorosa solidão...até o dia em que finalmente, contigo, de novo, irei estar.


Para Márcio Miguel Zorio, meu esposo falecido em 17/07/2016.

...tive vontade de perguntar, como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes. Nenhuma dessas coisas, porém, saiu de minha boca.Tudo que pude fazer foi virar-me para Liesel Meminger e lhe dizer a única verdade que realmente sei. Eu a disse à menina que roubava livros e a digo a você agora.

• Uma última nota de sua narradora •

Os seres humanos me assombram.

Vertical Noturna

Na meia noite há pessoas
que ainda andam por aí
sem saber pra onde seguir
seguem perdidas em si
não conseguem se destrair
fraudando estarem felizes
preenchem o vazio
com coisas que nunca são mais,
preenchem o vazio
com coisas demais triviais
Na meia noite há pessoas
que ainda andam por aí
tentando nem pensar
no que ainda há por vir,
sem ao menos tentar
já pensam em desistir
suas vidas são menos vividas
seguem a reta esquecendo as esquinas

A FOFOQUEIRA (Crônica de Humor)

Durante três dias, Raquel, a fofoqueira do bairro, observou a vizinha Valéria que morava na casa antiga, na frente da sua. Rua sem saída. Os vizinhos comentavam que Valéria havia enlouquecido.

Fazia três anos que perdera o marido e um ano da morte da mãe. Valéria passou muito tempo de luto e tristeza. Dois meses atrás, havia se aventurado numa viagem turística ao Nordeste, junto com uma prima. Voltou de bom humor, mas nos últimos dias falava sozinha, gesticulava, ria... Teria alguma visita?

Nesta tarde de sábado, Valéria ria muito.
- Ela enlouqueceu!.. - gritou Raquel. - Venha, querido, venha e olhe... O marido relutou um pouco, mas como a esposa continuava: Venha... venha... ele deixou o jornal e levantou-se, com dificuldade, da poltrona onde estava esparramado. Aproximou-se da janela. Olhe lá, olhe, João, parece que está falando com alguém.. mas Valéria está sozinha desde que a mãe morreu. Falarei com ela. Talvez precise de um médico... de um psiquiatra... de terapia...
Raquel pegou o telefone: - Olá,Valéria? Você está bem?
- Feliz com meu noivo nordestino – respondeu rindo Valéria.

Raquel, curiosa, continuou a espiar pela janela. Querido, venha, venha ver... venha, por favor... O marido novamente deixa o jornal de lado e se aproxima a passos vagarosos até a janela.

- Olhe, disse a mulher... Valéria fala e ri... sozinha....
- Sozinha, não! Com seu noivo imaginário, ironiza o marido. Volta a sentar-se na poltrona e pega o jornal.
- Eu vou falar com ela – enfatiza Raquel.
Minutos depois, Raquel aperta com força a campainha. A porta se abre.
– Este é Armando, meu noivo... - grita Valéria da cozinha. Só nesse momento Raquel repara no anão de pijama azul, na ponta dos pés, segurando-se na maçaneta da porta. Sorridente, o anão a convida a entrar. Raquel fica paralisada ao lado da porta.

Armando insiste. - Sente-se, vizinha, pode pegar um pedaço de bolo. Eu mesmo fiz...
- Aqui está o chá mate!... – disse contente Valéria.

Coloca a chaleira na mesa, agacha-se e abraça o anão. Ele, sempre sorridente, dá um beijão na boca da namorada. Depois sobe na escadinha que está ao lado da mesa e serve um pedaço de bolo para dona Raquel.

Raquel, sem palavras, senta-se na cadeira e pega o pratinho com o bolo, acanhada, não sabe o que dizer. Os três ficam em silêncio.

Raquel, tentando ser agradável pergunta: - É bolo de laranja?

No dia seguinte, Raquel falava com Adelaide, a velhinha do sobradinho amarelo, quando vê passar, Valéria, de mãos dadas com Armando. Os dois, sorridentes, cumprimentam e continuam seu passeio.

Sem poder conter-se, Raquel murmura para Adelaide: Como ela pode sair com um homem tão pequeno?

A velhinha, muito jocosa, emenda: Segundo ouvi dizer, Armando é pequeno só de estatura, dona Raquel, só de estatura...

Crônica do amor
Se amavam, mas moravam distantes.
Um se declarava ao outro e se davam bem, mas o egoísmo os distanciavam cada vez mais.
Um dia se encontraram e viveram momentos mágicos e intensos, depois cada um foi pro seu canto, daí nassceu o dilema do amor. Como viver esse relacionamento com tanas indiferenças entre eles?
Não viveram, só brigaram, só se distanciaram.
E assim o amor deu lugar ao acaso, e marcaram encontros nunca concretizados, com o tempo o amor se defez e só a incerteza falava mais alto.
E hoje foi a gota, por ironia ou capricho do destino todo amor que se tinham fora posto a prova, mass como assim? Penso eu que tenha sido desta maneira, ele tem o dom do orgulho e ela a artimanha de subestimar, dois lados postos de uma mesma moeda, mas o amor não é uma moeda de troca e nem um troféu no plano terreno, o amor é um estado, um sentimento completo, indivisível, limpo, transcedente e humilde, assim escrevi a crônica do amor não correspondido, a história daria um livro, mas pelo fato de não ter frutificado ficou nessa pequena crônica.
Ela vai me matar quando ler nossa história resumidas numa mísera crônica de um poeta escritor que nem é um e nem outro, mas como dizem quem escreve é escritor, mas não autor porque autor talvez nunca seje, pra isso é preciso publicar, assim se encerra a crônica mais sem sentido ue se possa escrever.

César Ribeiro