Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
O sol continua quente.
A metáfora sou eu em você.
Tudo é riquíssimo, mas o tom é triste.
O lobo agora está na matilha.
Salve-me, até porque quero a luz.
A flor de lótus não trouxe a felicidade prometida.
E você, Lobo, olhando para o infinito…
Isso me fere, pois seus olhos estão frios,
o sorriso morre em sua boca,
e você não está em mim.
Com a mão direita, eu peço a paz.
Queria ter o poder de gerar calmaria em um mundo caótico. Penso no renascer. Sim, às vezes o ato de renascer vem e me assusta, porque sinto que é como olhar para trás e dar adeus a algo que, em algum momento, foi bom, foi conforto, foi amor.
Às vezes tenho a sensação de estar em dívida com o mundo, mas, ao mesmo tempo, sinto raiva do destino. Afinal, ele dá rasteiras na vida, e a queda dói, maltrata, podendo até matar. E não há o que fazer, pois são coisas do bad boy chamado destino.
Medo da profecia!
Fico pensando como seria o remake da vida, se isso fosse possível.
Seria opcional?
Seria racional?
Há dias em que acordo vestida de cinza, com a garganta presa. Nesses dias, não quero comparecer a lugar nenhum, não quero ver olhos nem bocas. Quero apenas brincar de escrever, onde sou sorriso e felicidade.
Nós
A gente se vê e não se incomoda com a linguagem das palavras, nem com a dos corpos.
Na minha visão, somente a sua voz é o meu foco.
Nossos sinais não precisam de explicação: são feitos pela energia, pela telepatia — como o cheiro de doce sob uma lua vermelha, intensa em seu vermelho de magia constante.
Nesse momento, a felicidade torna-se intrigante, e a gente vê e respira poesia em tudo.
Um salve silencioso, cheio de surpresas é transmitido, como energias gritantes, que gritam sem som.
Então, eu acredito na felicidade —
e Deus me livre sair dessa sintonia.
Mas pensamentos pairam como nuvens de chuva e tempestade:
histórias escondem felicidades e tristezas, assim como a vida esconde aquilo que não se pode ver, amar, nem tocar.
O amor também pode ser o pedreiro da vida.
Ele constrói barreiras para proteger ou barreiras para afastar — e, assim, transforma vidas.
Para muitos, essa frase pode soar como um clichê.
Mas feche os olhos e sinta o ar entrando em seus pulmões. Ouça a respiração do ser amado em você. A transformação no ar é evidente.
Amo o som das letras dessa frase: elas dançam, espalhando cores que não consigo reconhecer, imagens e sons que me fascinam. O amor transforma rostos feridos em sorrisos brilhantes e os conduz a um simples, porém poderoso:
“Por que não?”
O Mar Está Ali
O mar está ali.
E hoje, Marli, é você quem parte.
Suas malas estão prontas,
e o caminho se abre à sua frente.
Ao atravessar o jardim,
não olhe para trás.
Sorria.
Você sempre foi do bem,
sempre amiga,
sempre luz.
Lembramos dos seus cabelos vermelhos,
da sua ousadia serena,
da sua marca única,
gravada em nós.
O mar está ali.
E nele deixo, por ora, o meu adeus.
Que a luz divina te cubra por inteiro,
que a paz te envolva,
e que o amor te conduza.
O mar estava ali.
Agora, ele vive em outro lugar —
dentro de nós.
Meu adeus a você, Marli.
Com amor,
com saudade,
com gratidão.
Minha amiga, te amo.
Que Deus, em Sua infinita misericórdia,
esteja com você.
Adeus, Marli.
Dúvidas
Às vezes, construímos muros e esquecemos por onde sair — ou talvez não queiramos lembrar.
Nessas horas, chuvas de dúvidas persistem e trazem pensamentos tempestuosos.
São esses pensamentos que oscilam a paz do ser humano.
A cada esquina, ruas se formam, e nós continuamos aqui, vivos, em nuvens de interrogações que cobrem a nossa mente.
Máscara
Disfarça e segue, até porque a neve não está caindo.
A inexistência de frio é marcante; apenas o seu coração permanece gelado.
A minha vontade é vê-lo puxar a janela do seu âmago e atirar ao chão a sua máscara, para que, lá embaixo, eu enxergue os seus olhos frios. Mas, ao me levantar e encarar a sua face, percebo que tudo não passa de uma farsa libidinosa para me atrair — um anjo sem escrúpulos.
É isso que séculos de escuridão fazem: transformam uma chuva de verão em tempestade fria. Vou dar um tempo, até que a brisa quente chegue. Temo, às vezes, que ao dormir eu escute o barulho da chuva cair em flocos, que a tempestade gélida retorne e o tremor me atinja.
Refúgio
Aqui, nas montanhas, em um refúgio no alto — bem no alto — cravado no lugar que amo profundamente, vivi dias maravilhosos.
Caminhos de vegetação densa se fecham como um abraço afetuoso, exalando a fragrância da mata que me envolve e me conduz a um torpor doce, quase sagrado.
O sol se recolheu por instantes, mas a brisa permaneceu amiga. O vento corre em direção às nuvens num vai e vem constante, como uma brincadeira antiga de pega-pega. Após dias intensos, elas choram, inundando os verdes, as estradas e os chalés, lavando tudo ao redor e deixando o mundo mais colorido, mais puro, com aquele cheirinho íntimo de casa limpa.
Agora, observo o sol infinito, que parece querer sorrir e revelar seu brilho, embora as nuvens insistam em ocultá-lo. Dentro de mim, a saudade já se anuncia, mesmo antes da partida. Talvez porque, aqui, minha mente vagueie livre entre o real e o místico, lembrando-me de que, muitas vezes, aquilo que vemos não é exatamente o que parece.
A desordem dos sentimentos
A paixão deixa a alma bagunçada, o amor agitado e o corpo em ebulição.
Dá vontade de pegar toda essa comoção, embrulhar e dar de presente.
Mas… para quem?
Para os ignorantes, incrédulos, mal-amados e infelizes.
Para provar que os sentimentos mudam a estrutura física e biológica do ser humano.
Então penso: e o controle?
Na verdade, até existe um controle, mas, na maioria das vezes, ele é desgovernado — sem rumo, perdido por aí.
A promessa, a verdade e o tempo
Você precisa me dizer se o seu coração está bem.
Agora tudo é mistério, e ainda assim, tudo faz sentido.
Agora eu entendo aquela promessa dita: um mundo cor-de-rosa.
Você prometeu um mundo onde não cabiam tristezas nem mentiras.
Você não mentiu…
O tempo é que não foi verdadeiro.
O peso e a beleza de amar
Acredito tanto no amor que acho que ele virou convicção, mas nunca obsessão.
Ou será que isso mostra que vivo uma espécie de escravidão?
Há horas em que o amor nos faz recuar, porque sentimos medo de amar novamente.
O amor é algo que, por mais que tentemos explicar, nada consegue definir por completo.
Até porque, no amor, a gente pensa, sente falta e sente medo de perder.
A crueldade que se diz humana
A maldade humana me faz pensar e repensar que existem certos seres — que se dizem humanos — mas que parecem ter sido criados por erro, e não por amor.
Dói-me pensar assim.
Que Deus me perdoe por esses pensamentos e que abençoe todos aqueles que respeitam e cuidam dos seres indefesos.
Quanto aos vermes da crueldade e aos demônios existentes, está mais do que na hora de leis mais severas. Vocês não acham?
Não há como esconder: grande parte dos problemas do planeta está relacionada aos próprios seres que se dizem humanos.
Meu melhor remédio
Às vezes, não é questão de medicação; basta vê-lo.
Ao fechar os meus olhos, ouço a sua voz a me dizer coisas.
Entre o corredor da lembrança e da saudade, sigo ouvindo, entorpecida, a letra daquela melodia — aquela música marcante.
Sinto-me forte, até porque você é o meu melhor remédio.
Entre Órion e a Saudade
Eu o via como um menino,
daqueles que não querem crescer.
Carinhoso, um Peter Pan.
Ele prometeu me mostrar a constelação de Órion,
visível a olho nu — um presente do universo.
Certo dia, disse-me que, quando a saudade chegasse
e a noite estivesse em prantos,
bastaria eu fechar os olhos
para que o manto negro surgisse.
Mas que eu não me preocupasse,
pois logo a claridade apareceria,
com estrelas brilhantes e felizes.
A brisa não escolheu você
É uma pena que a brisa que me confortou não tenha te abraçado.
Mesmo em meio à tempestade que habitava o meu peito, bastava olhar através da cortina para compreender que o tempo seguia — lento, mas fiel à sua normalidade.
O céu permanecia azul.
A vida continuava.
E a brisa passava, suave, como se escolhesse quem envolver em seu abraço.
Talvez não seja a brisa que escolhe, mas a disposição de cada um para senti-la.
Um dia, a felicidade nos abraçou
Há momentos em que fazemos de tudo para esquecer coisas boas vividas no passado, por vários motivos: ódio, ranço, apatia — enfim, um leque de razões.
Só que nos esquecemos de que a mente já está carregada, preenchida por aqueles momentos de amor. Eles estão fotografados, grifados, tatuados por dentro. E, por mais que tentemos, não conseguimos apagar — e talvez nem devamos. Eu penso assim.
Então, não é que não saímos do passado; há vezes em que precisamos esquecer a ira e voltar apenas para sentir que, um dia, a felicidade nos abraçou.
O amor, a paixão, foram tão marcantes, tão intensos, tão deliciosamente vivos, que não conseguimos esquecer por completo. Ou, quem sabe, fazemos questão de voltar para reviver a sensação do extraordinário que um dia experimentamos.
Entre Confetes e Máscaras
Dia de festa nacional.
Confetes e serpentinas também sinalizam que há inimigos ocultos, escondidos entre as alas das ruas largas e os carros alegóricos que atravessam becos estreitos.
Há, ainda, seres sinuosos e aparentemente divertidos, sorridentes, com a malícia oculta por detrás das máscaras.
É como se, em meio à alegoria, uma pandemia invisível também desfilasse.
É um mistério — pois tudo pode acontecer: comigo, contigo, com todos nós.
Há um perigo iminente, onde toda cautela se faz essencial.
Dê as mãos à alegria, mas mantenha os olhos atentos à vigilância.
Brinque, pule, divirta-se — porém, com prudência.
Bom Carnaval a todos.🇧🇷
O login da felicidade
Quando os braços abraçam o corpo do ser amado, apertado, é como se quisessem se conectar ao seu coração, alcançar sua alma.
Às vezes, penso que a alma, em sua própria língua, adverte o coração; e ele, então, dispara em um ritmo descontrolado. O corpo reage, e a boca, quase automaticamente, pede beijos, como se fossem o login da felicidade.
Carnaval e às Máscaras
Máscaras, suas mil e uma utilidades, suas diferentes finalidades.
Alguns as usam para esconder o próprio eu perverso; outros, para revelar a própria humanidade.
No Carnaval, temos o privilégio de usá-las, na maioria das vezes, não para ocultar, mas para expressar a alegria que habita a alma brasileira.
Maldade Humana
Neste mundo em que vivemos, o limite da maldade humana parece não ter fim. É como se nem mesmo conhecesse o significado da palavra “limite”.
Eles vivem aqui. Convivem conosco.
Suas ações transformam o nosso mundo em um mundo imundo — escória.
Notícias que sangram. Selfies ao lado de corpos sem vida. Uma necessidade cada vez maior por likes. Há os que sorriem enquanto outros morrem por curtidas. Há os que fazem piadas, os que não se importam.
As atrocidades contra nossas crianças e nossos idosos são gritantes.
Nem os animais escapam da crueldade dos insensíveis.
É a minha opinião — mas o amor faz tão bem.
Que mundo imundo… escória.
No futuro, monstros serão abraçados, a escória exaltada, a beleza plastificada admirada, e o dinheiro lavado ocupará o topo da pirâmide.
Nesse dia, a palavra perderá seu valor — e o cheiro será um só.
Ops… será que já está acontecendo?
É a minha opinião, mas o amor me faz tão bem.
É achismo ou realidade? Será que o mundo já está sendo comandado por um só? Será aquele que todos temem? Ou estaremos todos errados, e tudo não passa de balela? Será que ninguém está percebendo? Ou todos fingem não enxergar, porque acreditam que nada podem fazer? Será apenas uma fase de reconstrução?
Medo!
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