Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Você amará outros homens
e eu serei obrigado a te esquecer
minhas súplicas de amor não foram o suficiente pra te convencer
parece cruel, mas é a vida.
Seu coração sempre foi muito fervente
distante do futuro e do presente
vivendo no intenso ciclo tênue
era essa sua beleza...
Ai de mim se alguma fosse assim
amei-te por culpa de meus pecados
afoguei nas palavras que nunca consegui dizer
supriu vazios de corpos viciados
mas não encontrei felicidade em tua alma
porque só o corpo entende outro corpo
e só Deus pode trazer a calma...
Às vezes, a gente só precisa ouvir isso:
Você não está exagerando.
Não é fraqueza sentir como sente.
E não precisa estar forte o tempo todo.
Há dias em que o coração pesa mais,
em que o silêncio fala alto,
em que seguir já é um ato de coragem.
Se hoje estiver difícil, fique.
Respire.
Se acolha do jeito que dá.
A vida não exige pressa de quem está tentando se recompor.
Tudo bem ir devagar.
Tudo bem pedir colo.
Tudo bem não saber.
Que essas palavras te encontrem como um abraço discreto,
desses que não resolvem tudo,
mas fazem a gente lembrar
que não está só.
- Edna de Andrade
Maior urgência
Entre tantas urgências
Permita-me ir,
Sem questionamentos,
Sou meras estações
Tenha de mim a que preferir.
Não recomendo o inverno
aconselho-lhe o verão
Sou leve nem tente,
O vento não guia as folhas
Nem aponta a direção.
Nas crises,
Não tente me desvendar
Exijo só o contato
E no que em muitos faltam
Em ti irá transbordar.
Quando você não está perto, o tempo parece se arrastar, a noite perde sua essência e, sem você, meu coração vaga, perdido, buscando o caminho de volta para os teus braços. É incrível como, na sua presença, o amor se torna mais do que um sentimento: ele se transforma em uma força que me envolve e me ilumina.
Você, minha feiticeira, com o poder de enfeitiçar minha alma com um simples olhar, acende em mim desejos que eu nem sabia que existiam. A cada sorriso seu, o mundo ganha novas cores e a vida, um sentido feliz.
Sem você, o tempo fica lento, a noite perde o brilho e meu coração vagueia, procurando o caminho de volta aos teus braços. Você é o encanto que me completa, o feitiço que eu jamais quero quebrar.
Eu te amo com uma intensidade que não cabe em palavras. Amo cada detalhe teu, cada gesto, cada silêncio que fala mais alto do que qualquer frase. Amo porque em ti encontrei não apenas paixão, mas também a certeza de que meu amor é estar contigo.
Eu quis por muito tempo negar o desfecho que tivemos.
Senti raiva do não tentar e raiva de mim mesma por ainda te querer.
Tentei negociar pois nosso amor era muito valioso para apenas se esquecer.
Entrei em uma limbo depressiva na qual não sentia mais vontade de existir e nem sentir.
Mas no fim, eu aceitei. Aceitei o que fomos, aceitei nosso amor. Aceitei que não era a hora. E aceitei que por mais que reconheça o nosso amor, aceitei sair do mesmo.
Paz Solitária
A paz significativa na qual me encontro talvez não seja a paz tão almejada.
Encontrar a paz na solidão, existe?
Bom, depende do ponto de vista. O que seria paz?
Algo branco, pombinhas, sem guerras…
Mas a paz interior? Poderia ser descrita assim?
Quando visualizo minha paz, sempre vejo uma casinha isolada nas montanhas, chá quente e biscoitos, animais repousando, som de fonte de água e somente eu.
Solitário, talvez? Mas o que seria a paz de fato se não for a paz individual de cada ser?
Quando alcançarei essa paz? Anseio tanto!
Por hora, me contento com a paz que encontro dentro de mim, a solidão.
Sinto vontade de gritar
Chorar e espernear
Quero falar tudo para todos
Mas não consigo, me calo e me isolo
É tanta dor
Que nem eu entendo
Avassaladora
Penso em diversas formas de como dar um fim nisso tudo, só que sinto que a outra eu grita dentro de mim, pede e suplica para não fazer isso.
Doeu tantas vezes
Porque apenas não acaba logo?
É tão difícil viver assim
Porque então vivo assim?
Me sinto covarde quando chega a hora, eu recuo e choro, choro porque estava quase lá, choro porque doeu, choro de soluçar por não ter conseguido dar fim nessa dor.
Não consigo distinguir se sou uma medrosa ou uma corajosa por continuar vivendo.
Me sinto uma fraude, pois quero ao máximo ajudar todos, pois, devo me enganar com essa atitude para recompensar o fracasso que sou comigo mesma.
Mas alguém faria isso por mim? Respiro fundo e choro, pois sei bem a resposta.
No final é o que resta
Apenas eu, minha dor, minha vontade de apagar essa dor e essa coragem por não desistir.
Cansa
Eu estou bem cansada
Alguém me ouve chorar?
Quando pensamos em amor, logo lembramos dos nossos amigos, nossa família e quem está a nossa volta.
Só, que amor é tudo.
É o ar que respiramos, o sorriso que damos, o prazer que sentimos quando fazemos algo que nos proporciona alegria.
É o bem que fazemos a nós e aos outros.
É Deus em nossas vidas nos conduzindo pro lado bom da vida. Nos dando oportunidade de melhorarmos todos os dias. Nos fazendo crescer, nos humanizando a cada prova vivida....
Tenha paciência com as pessoas quando diz suas verdades. Nem sempre a sua maneira de ver, perceber e entender as coisas, são do mesmo modo que elas.
Cada um se acha na razão e quer que o outro aceite o seu modo de pensar diferente. Todos tem o seu tempo, e a verdade só existe uma. Se é para ser descoberta, a hora de cada um chega no tempo certo.
Eu sei você é a magia que completa meu ser, o feitiço que eu não quero quebrar, o encanto que traz luz à minha vida. Cada momento ao seu lado é um sonho realizado, uma verdade que eu sempre soube, mas que só você me fez entender: que o amor, na sua forma mais pura, é você.
Não há palavras suficientes para expressar o que você representa para mim. Só posso prometer que, assim como o universo está repleto de mistérios e encantos, meu coração está eternamente encantado por você.
Muitas vezes certas mudanças são bastante difíceis de aceitar. É difícil perceber que tudo aquilo que você sonhou parece ter sido quebrado. É difícil poder acreditar que será possível construir tudo novamente, mas com uma direção totalmente diferente.
Sei muito bem o quanto é difícil enxergar coisas boas em meio a tantas mudanças inesperadas, mas para Deus toda essa mudança é necessária e importante para que Ele trabalhe a nosso favor. É doloroso olhar à nossa volta, lembrar do quanto corremos rumo aos nossos sonhos e sentir como se o vento estivesse levado tudo embora.
Uma mudança é um processo complicado, não é algo simples. É um processo de organização, determinação e coragem. Em algumas circunstâncias é dolorosa ou traumática.
Nossa vida não está imune às certas modificações, pois o ciclo da vida é realizado por diversas transformações. Às vezes temos medo da mudança porque não é fácil aceitar e mudar nossos hábitos e costumes.
Quando mudamos de casa, bairro, cidade ou até mesmo de família sentimos o impacto da adaptação.
A mudança parte de querer aceitar o porvir, largando os medos e os anseios. É necessário acreditar na esperança de dias melhores. Em certos casos, vivemos em uma vida a qual Deus nos convida a mudar. Ele sabe o melhor para cada um dos seus filhos. Quando acreditamos e recebemos a Cristo como Senhor e Salvador, aos poucos o processo de mudança é fixado em nossa vida e aprendemos a nos equilibrar de acordo com a vontade do Espírito Santo de Deus.
O que importa agora é pedir que Deus seja a nossa direção e que Ele nos faça aceitar a perfeita vontade do seu coração.
Mudar às vezes é necessário, mas uma realidade que nunca muda é o amor e a justiça de Deus que está sobre cada um de nós. O que Ele é ontem e é hoje, Ele é eternamente.
Nada é tão cansativo que a espera, isso pode gerar angústia e ansiedade. Passam horas, dias ou até mesmo anos e não conseguimos segurar o tempo. Às vezes o sofrimento atinge o nosso ser quando vemos o “tic tac” batendo e nada mudando em nossa vida. Deus quer que confiemos Nele, que confiemos em sua Palavra e em suas promessas.
Quando confiamos e temos fé no tempo do Senhor, aprendemos a esperar, amadurecemos, ganhamos experiências e recebemos a esperança de que a benção está a caminho. Quem nunca ouviu “espere no tempo do Senhor”? Pode até parecer algo clichê, mas é algo poderoso e verdadeiro. Devemos esperar no bom tempo de Deus, pois Ele tem preparado maravilhas para nós. No momento certo desfrutaremos das bênçãos de sua bondade.
Como é difícil confiar no tempo de Deus… Quando Ele nos faz uma promessa, ficamos alegres e confiantes no momento, mas às vezes com o decorrer do tempo passamos a nos cansar de esperar as coisas se realizarem. Muitas vezes nos esquecemos que o Senhor é fiel e verdadeiro em suas palavras. Muitas vezes nos sentimos preocupados porque não enxergamos as coisas acontecerem.
Às vezes nos esquecemos que Deus sabe exatamente qual é o tempo certo de cumprir tudo o que nos disse. Ele deseja que nós mantenhamos a nossa fé firmada Nele. Que possamos aprender a confiar e descansar Nele, pois no momento certo Deus chega com aquele presente maravilhoso para cada um de nós.
Não venha dizendo que me entende, se você não passou o que passei, não sentiu as dores que senti e não perdeu quem já perdi.
Não diga que exagero, pois não é no seu coração que a saudade dói, não é a sua ferida que sangra, e sim, a minha.
Se queres fazer algo por mim, me abrace bem apertado e diga que estará ao meu lado todas as vezes que minhas lágrimas caírem.
Eu então, escute o meu coração, é uma voz que soluça pela dor que tanto me machuca.
Por favor, não repudia a minha dor.
Apenas, fique comigo e não me deixe sozinho, sei que um dia tudo isso vai passar, Deus irá ter piedade de mim e quando o meu sorriso voltar, lembrarei de quem um dia eu pude contar.
Aceitar o tempo é um gesto de sabedoria, porque lutar contra ele é desperdiçar vida. O tempo não pede licença, não faz acordos e não devolve o que leva. Ele passa silencioso, levando pessoas, certezas e até os sonhos que jurávamos eternos.
Mas há uma verdade que poucos encaram: o tempo não rouba, ele revela. Revela o que era passageiro, o que era ilusão e o que realmente tinha valor. Quem entende isso aprende a viver com mais verdade, menos apego e mais presença. Porque, no fim, não é o tempo que nos vence — é a forma como escolhemos vivê-lo.
FORMIGARRA
Assim, sem alarde
Cantando o labor
Alivia e reforça
Suor há na roça
Exercício da alma
Não reclama e acalma
Suplica mais força
E não menos peso
Pensamento coeso
Sopesa necessidade
Ecoa bondade
Na força e não forca
Trabalha em ti
Conjugando harmonias
Com mais sincronia
Formiga e Cigarra
Trabalho e Fanfarra
Mais úteis que nunca
Sem nenhuma vaidade
Ou graus de importância
Una ambulância
Socorro conjunto
Ao bem da Verdade
Cumplicidade!
PÉ TROCADO
O que desejas a ti?
Aquilo que no outro vês?
Aroeiras, Ipês?
Exemplo de como não ser?
Bem ou mal querer?
Nem sabes bem o por quê?
Acalmes tua alma, faças merecer!
As respostas que apontas...
Corretas, perfeitas...
Assim retilíneas?
Mal sabes a sina, do calçado do alheio
Digas ao que veio, ser pedra ou conforto?
Imagina-se um... acabando ser outro!
CENTELHA JOANINA
De onde vindes São João?
Pouco importa a região
Pelas águas do Jordão
Lá se viu um João Batista
No solstício de verão
Outro era Evangelista
Qual será o seu mister?
A do São João Esmoler?
Predisposto em auxiliar
Peregrinos do buscar
Qualquer deles é São João
Sejam Todos combustível
À chama do coração!
CARIRI DO SUL
Lá no embalo do Icamaquã
Que se irmana com o Butuí
Leva as lágrimas de um divã
Aqui no sul és meu Cariri
Caudaloso que tudo contorna
Entre correntezas e remansos
Quando o gaúcho não se conforma
Dando mais importância aos ranços
Uma nova mirada agora
Ainda que seja o mesmo rio
Que ele também leve embora
As angústias e os calafrios
Cerno de lei aqui radicado
Nenhuma tempestade te leva
E não há uma maior predicado
Que o amor pelo pago conserva.
UM POUCO DE MIM
Certa ocasião escrevi sobre a morte e reportei que a mesma era uma questão de opção. Na mesma senda, nossa vida também é repleta de oportunidades. Hoje, dia que para mim é como qualquer outro, apesar de estar encerrando mais um de tantos ciclos, reflito o que consegui conquistar e, sem qualquer sombra de dúvidas, primeiramente, a dignidade de estabelecer objetivos: escolares, familiares, fraternais, amorosos, de trabalho, projetos, enfim, aquilo que dependa de mim. Não me entendam como uma “mônada” isolada, que se julga capaz de conquistar o universo tateando sozinho na sua escuridão. Bem certo de que a solidão nos remete à reflexão, entretanto, as ações que mais nos permitem a evolução são aquelas que envolvem objetivos e ensinamentos coletivos. Apesar de ter o rótulo do filho mais folgado, nem sempre as coisas foram fáceis, ao que agradeço às orientações deixadas por meus pais, exemplos de superação, sonhos e realizações. Comparadas às provações que a vida lhes apresentou, deveria dizer que não tive sequer um grão de areia como obstáculo, em face do deserto pelo qual os mesmos tiveram que superar. Para tanto, família, trabalho, obstinação e amor, auxiliaram a matar a sede para a travessia. Aliás, quem caminha sedento e, a conta-gotas, com paciência e obstinação, vai buscando energias para chegar ao oásis, bem sabe que este é um caminho sem fim. Ao longo desse intervalo terreno, muitas situações inusitadas já passei. Várias “picadas” foram abertas nesse andar, muitas, deixando “grosseiras” provocadas por alguma aroeira no caminho. “Enxertos” desafiando as relações da própria natureza, como dar uma mãe (“Vaca Chaleira”) a um terneiro órfão (Takamanakira). Outro dia conto mais sobre isso, com detalhes. A tarefa diária, antes do “colégio”, não era lá das mais admiradas para um guri de parcos anos de idade – nem se fale nos dias de geada -, contudo, ao mesmo tempo, mostrava avanços inexplicáveis naquela relação que nasceu resistente, usando-se, inicialmente, a força de “acessórios” como cordas (sogas), maneias e palanques, até que um simples acompanhar daquele ritual mágico, se transformava em uma bela cena de total adaptação e, porque não dizer, evolução.
Afinal evolução de quem?
Nesse caminho vi nascer flores dos braços de minha mãe que, a malho, ferro e fogo, cortava e moldava arranjos que, mais tarde, eu via desfilar em bailes nas cabeças e vestidos de muitas “moçoilas” de minha geração. De alguma forma, eram “essas flores” que garantiam a minha presença em alguns desses eventos festivos. Muitas outras flores e projetos vi enfeitarem a vida dessa “jardineira”, o que daria um livro que não me atrevo a, sequer, principiar. O meu pai, por sua vez, altivo, nunca, jamais, me deixou sem amparo nos momentos mais difíceis que a adolescência insistia em “me aprontar”, mesmo acidentes que envolviam alguma “remontagem” material. Sabe-se lá se eu teria ou terei com meus filhos a mesma tolerância. Caso eu falhe, certamente, não estarei seguindo as diretrizes que me foram confiadas.
Seguimos lutando para vencer cada obstáculo!
Aos meus amados irmãos, agradeço a conjunção de esforços, de todas as formas: física, espiritual, material, emocional etc. Até mesmo às acaloradas brigas, onde sempre levava a pior, pois os “cascudos” vinham em cascata, dos maiores até o menor - no caso - eu mesmo! Aprendi muito e, como já ouvi dizer, vivi na “folga” em relação a muitos percalços ou carências que talvez tenham tido mais do que eu. De qualquer sorte, mais “liso” ou não, tenho a convicção de que fui “curtido” nessa santa troca de cumplicidade, desde as “pescarias” capitaneadas pelo pai, onde eram transformadas em “engenharias de aramados” que acabaram “tramando” homens de verdade! Obrigado a todos vocês: Pai, Mãe e meus Irmãos!
A lição disso tudo: “cultura”! Tanto a do cultivo da terra quanto do campo das letras; em ambas a arte da semeadura, da plantação, do cuidado, do controle das pragas e das rezas elevadas ao alto.
Graças aos exemplos que tive, sempre traduzo cultura como forma de comunicação, não só através de um modo eloquente e rebuscado, mas aquele em que se adapta ao meio onde estejamos, permitindo que haja entendimento: desde um diálogo com um heroico peão de estância, até o mais refinado desembargador em algum tribunal desse país.
Com essa “grande bagagem”, tive o alicerce seguro para sair de casa aos 14 anos, morar “sozinho” com meus irmãos, saindo dos braços de um lar, buscando um horizonte que dependesse somente de mim. Saído de uma escola onde a religiosidade era o mote central para a realidade de uma escola pública que, logo em seguida, emendei com o sonho de uma faculdade de direito, também pública.
Os amigos: onde teriam estado? Em tudo que me move! Os verdadeiros! Os de ocasião, nem os contaria!
Claro que nominá-los seria um desrespeito! Entretanto, a força motivadora desse laço extenso e infinito que se chama amizade é uma das insuperáveis demonstrações da presença de um Ente Supremo.
O mais incrível de tudo isso é que olho para as décadas que passaram e tenho a alegria de registrar que muitos amigos, de longa data, permanecem no meu convívio diário, que distância ou tempo nenhum separam. Outros tantos, agregaram-se nesse rol com uma intensidade que os coloca como partícipes das amizades que parecem transpor nossa própria existência terrena.
Até mesmo aqueles que partiram para o oriente eterno, tenho sempre vivas as lembranças boas e até passagens tragicômicas, que me fazem rir da vida quando ela nos apronta!
Acadêmicos, colegas de aula, colegas de especialização, de mestrado, colegas de trabalho etc. Nossos rastros ficaram vivos em cada lugar que passamos.
Aqueles que, eventualmente, não consegui agradar, tenham em mente que nunca tive como desiderato de vida fragilizar a vida dos outros, nem mesmo em pensamento.
Toda discussão que envolve rotular as pessoas procuro passar ao longe, pois sou adepto da discussão de ideias e não de preconceitos!
Porém, na lição de Confúcio, em os Anacletos, um aprendiz indagava ao mestre: uma injúria se paga com uma boa ação? Ao que o mestre respondeu: uma injúria se paga com retidão, afinal, com o que se pagaria, então, uma boa ação?
Nesse contexto, faço breve conexão sobre o perdão, que é algo salutar, em certa medida. Todavia, o perdão reiterado pode significar conivência, acabando por ceifar uma oportunidade daquele que necessita alguma evolução.
Aos meus filhos, não vou dedicar muito do que aqui escrevo, pois espero registrar a cada dia minha gratidão em gestos de amor e de carinho, que nos fortalecem para seguir empreendendo nessa aplicação Divina, cuja rentabilidade pode não dar inveja aos economistas mas me tornam uma pessoa repleta e muito rica: riquíssima!
Enfim, já plantei árvores, já escrevi livros e tenho meus amados filhos!
Com franqueza e escusas pelo lugar comum, minha maior ambição é a velha máxima popular de continuar agregando vida aos anos e não anos à vida!
Certa ocasião, em algum tempo dessas “décadas”, escrevi:
“Meu único amor
é amar ter muitos amores
este é o meu jeito de ser
‘eta’ jeitinho danado
me arrumou mais você”.
Clamo que não me entendam mal sobre o sentido de amor acima referido, pois deve ser entendido na plenitude que o amor merece.
Faz tempo que escutamos - e acreditamos - em “tempos modernos”, bem decifrados pelo poeta Lulu Santos. Contudo, se faz necessário impulsionar, na realidade, “um novo começo de era, de gente fina elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não...”.
Assim, com o “tempo voando e escorrendo pelas mãos”, vou encerrando esse pensar comigo mesmo, que ouso dividir com todos que me acompanham ao longo desses anos.
Espero, sinceramente, tenham servido para abrandar as arestas e imperfeições que tenho, nessa luta diuturna para tentar mitigá-las, para me tornar, cada vez mais, digno de conviver com pessoas tão especiais como vocês.
Obrigado a todos, TODOS MESMO, que me permitiram refletir para um sentido e para um sentimento, que ele seja: EVOLUÇÃO!
Alfredo Bochi Brum
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