Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Independente das suas dificuldades diarias,
seus problemas e suas angustias, lembre-se
que hoje é outro dia e voce esta tendo a
oportunidade de recomeçar e tentar de novo.
Portanto, levante sua cabeça, arregaçe suas
mangas e va a luta. deus nao te fez para voce
se contentar com migalhas, mas sim para se sentar
a mesa e saborear o grande banquete.
Oraçao do Dia
Senhor na beleza desse dia que amanhece, eu
te entrego todos os minuto e os segundos.
Guia-me, protege-me, abençoa-me...
Eu nao sei o que me espera, nem tampouco o
que me reserva a jornada, mas tenho convicçao
que o Senhor preparou o melhor. Que seja um
dia frutifero, prospero e recheado de surpresas
e bençaos. Amém!
Em conexão com a natureza
Quisera definir de forma tão perfeita o momento de felicidade que senti hoje, logo ao amanhecer, com meia dúzia de passarinhos a cantar canções melodiosas aos meus ouvidos.
Às vezes basta simplesmente sentir o vento passar, os passarinhos cantando, o esplendor de um rio mostrando o caminho para o encontro com o mar, para entendermos o quanto é sublime viver.
Agradeço todos os dias a Deus ao contemplar este mundo maravilhoso que Ele criou para sermos felizes
Meus pensamentos voam em direção ao horizonte
Onde o sol se põe e fico a imaginar que a felicidade que nós tanto desejamos está ao nosso alcance e nem notamos
O problema e que sempre a procuramos em caminhos errados, e ninguém encontra a felicidade ali na próxima esquina
Quando iniciamos esta incansável busca, esquecemos de perguntar ao coração.
Mundo invertido
Nesse meu mundo invertido, virado de ponta-cabeça só para me achar, tento não ficar indo e voltando em um loop infinito, sem parar. Quero poder me desenverter só para me olhar e dizer: "Não existe um lugar, só, para você; existe um todo. Faz por merecer."
Nildinha Freitas
Era uma vez uma grande amizade
Pura e sincera era linda de verdade...
Os dois eram legais, amigos pra valer...
Até que um dos dois deu-se a entender
Que só a amizade era pouco pra você...
Foi crescendo o sentimento e corroendo ele por dentro...
Ela ansiosa com medo no coração
Tudo feridas de uma antiga paixão...
Ele triste disfarçado e na cara um sorrizão....
Sem falar pra ela oque tinha no coração...
Só com medo da resposta e principalmente do NÃO.
"Essa historia eu não posso terminar... Porque eu vou ter que viver ela e depois te contar."
$170 por uma TV 4K, $30 pra encher o tanque,
Um dia de trabalho nos Estados Unidos já paga esse valor.
Olha o Brasil, a conta não fecha, o salário é pura depressão, R$ 52,00, o valor pago ao rapaz.
Mas quanto vale o nosso pão?
A manteiga, o leite e o busão? o custo é pesado demais, mais caro que o café pros filhos, essa é a dor que a realidade traz.
Não é o rico a razão de o pobre não ter, mas um modelo que falha, que não quer te ver crescer.
Havia uma mulher que vivia sobre um palco. Ela não caminhava pelas ruas da alma alheia como quem busca encontros, mas como quem encena. Seus gestos não eram diálogos, eram ensaios.
Suas palavras vinham com pausas medidas, silêncios calculados e olhares coreografados. Vivia para ser vista, não para ver. Queria aplauso, não presença.
Precisava de plateia, não de vínculo.
Na fileira central, havia um homem. Ele não era mais o protagonista que um dia ela iludiu. Era só o espectador. Alguém que um dia acreditou que aquele palco cairia, que as luzes apagariam, que o cenário daria lugar à verdade. Mas a atriz não descia.
Nunca descia. Continuava em cena, mudando de figurino, de entonação, de personagem… mas sempre no mesmo palco
Ele sentava-se ali, imóvel, cada vez mais desperto. Observava os truques, os efeitos de fumaça, os sorrisos falsos e as lágrimas controladas. Ele conhecia o roteiro agora.
Sabia quando ela sorria só pra ver se ele sorria de volta. Sabia quando ela sumia, só pra medir se sua ausência provocava incêndio. Sabia que até a fraqueza dela era encenada com força.
Nhe’ẽ da Terra
Nhanderuvuçu, em sua antiga sabedoria,
destruiu para que a vida pudesse nascer de novo.
Os povos originários sempre souberam:
uma árvore não é madeira,
é nhe’ẽ em pé,
palavra que respira no corpo da terra.
Mas os que se dizem donos
não ouvem o nhe’ẽ da terra.
Criam para destruir,
desmatam a mata e, sem perceber,
matam também o espírito.
Ñande Ru não está longe,
está no canto do colibri,
na língua que ainda canta
e mantém viva a memória da terra.
Os teko porã vieram primeiro,
não como donos,
mas como lembrança viva
de que a terra fala
muito antes de termos ouvido.
Mas os que se chamam proprietários
apropriam-se sem escutar.
Secam o rio que dá de beber,
matam o rio que pede existir
na sua sede de seguir.
Quem não escuta o nhe’ẽ da mata
caminha com corpo,
mas o espírito se perdeu no vento.
Sabem, no fundo da noite,
que destruir a mata
é silenciar o idioma do mundo.
E quando derrubarem até a última palavra,
não morrerá um corpo apenas,
mas um modo inteiro de ser na vida.
E se essa visão se apagar de vez,
o que restar do mundo
será somente casca.
Reconexão.
À beira da janela, onde a luz me encontra,
Em meio ao verde que sereno me acalma,
Sento e respiro, a vida que desabrocha,
Um elo invisível entre a alma e a palma.
O sol em meu rosto, um beijo de calor,
Dourando a pele, aquecendo o coração,
Sinto a energia, o divino esplendor,
Em cada folha, em cada pulsação.
Monstera gigante, samambaia sutil,
Testemunhas mudas do meu despertar,
Raízes profundas, um laço tão gentil,
Com a terra que nutre, com o ar que me faz sonhar.
No reflexo quieto, um olhar que se busca,
Entre o externo e o interno, a verdade se aclara,
Reencontro o eu, a essência que nunca caduca,
Nesta dança da vida, a melodia rara.
Crescer e florescer, como a planta que vejo,
Buscar a luz, nutrir-me de amor e paz,
Com a natureza em mim, um eterno desejo,
De ser completo, de ser quem sou, e nada mais.
As Árvores da Minha Cidade
As árvores da minha cidade
São belas de se ver
Verdes e amarelas
Jacarandás e Ipês
Algumas são bem antigas
E outras bem novinhas
Mas o importante é a intenção
De preservar as arvorezinhas
O homem está destruindo
O que nossa Terra plantou
Com machados, foices e serras
Tudo tudo ele derrubou
Por isso venho pedir
Com toda simplicidade
Vamos procurar proteger
As árvores da minha cidade
©2025-Rafael Jesuino da Silva
Se você esqueceu de mim,
Dos nossos toques e nossos beijos,
Do nosso encaixe e nosso desejo.
Se você esqueceu de mim,
Dos eu te amos e aconchegos,
Dos carinhos e chamegos.
Se você esqueceu de mim,
Dos nossos planos e sonhos,
Do calor dos nossos corpos.
Se você já esqueceu de mim,
Eu ainda te desejo,
Eu ainda quero seu beijo.
Se você esqueceu de mim,
Ainda quero o teu aconchego,
Teus carinhos e xamego.
Se você esqueceu de mim,
Não existe mais nossos sonhos,
Nem tão pouco nossos planos.
Se você já esqueceu de mim,
Eu ainda não te esqueci,
Pois é dificil esquecer quando se é feliz.
Mas se você realmente esqueceu de mim,
Não se preocupe,
Também irei esquecer de você.
Só não deseje voltar,
Porque meus beijos, carinhoso e abraços
Já não estaram mais lá para você.
Como deve ser uma noite diferente?
Um encontro sem pressa, sem roteiro, apenas vontade de viver o momento, luz baixa, som suave, toque de que diz mais do que qualquer palavra diria. sentir, descobrir... Sonhar
Nada forçado, nada planejado, só desejo que surge do um olhar a outro, de pele que responde, de tempo para. noite para lembrar do prazer do presente, conectar verdade, carinho, emoção sussurrando com paixão
Quando as luzes se apagaram sozinhas, não a pressa, só um rastro de calor no sofá.. a impressão nítida de que a noite ainda guardada o melhor para quando ninguém estiver olhando..
Onde a realidade se mistura com imaginação 🌹🔥🌶️
Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos...
O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias...
Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras...
E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta…
A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu.
Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda.
A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos.
E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou,
a voz que se perdeu no labirinto das horas.
Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais.
Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito,
do “eu te amo” abortado antes de nascer…
E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo
e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós.
E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano,
como se a casa inteira sentisse tua ausência.
As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos,
arrastam memórias como correntes antigas.
E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu
um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo.
Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio
saindo da boca de quem deseja e não tem.
A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza
E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos
como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina.
Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem,
tão rápidos que machucam
E o coração esse velho sobrevivente
bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto.
Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada
Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão
Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha
como um fio de luz sem licença derruba as paredes de carne e acende meu corpo o sol e novamente tocar o seu no perfume de uma lembrança... vir ela
E quando seus lábios nos lábios como miragem em tons de delírio,
se inclinam para o universo dos meus sonhos todo o chão que conheço se desfaz... Flutuamos no leito insano da magia que inventamos, como se o mundo, enfim, compreendesse a nossa febre,
nosso alento, nossa língua feita de silêncio ardente.
Mas confesso por dentro, ainda me atrapalho entre a amada e a amante entre o que fui e o que desejo ser ao seu lado
Atravessei tantas despedidas que aprendi a amar com cuidado,
e ainda assim, você me pede, por um instante apenas,
um lugar que é só seu esse espaço vago que ficou em mim
Eu espero de vez em quando outra visita ate você encontrar o caminho de volta... percebo que um anjo feliz que me acompanha e tão igual estes momentos desiguais...
Ela leva rouba os nossos pensamentos nos escuros e as sombras no vai e vem apenas respiro o agora no amor de outrora...
Bebo o luminoso som da juventude abranda de suor... meus medos antigos são intercalador deste livro o meu... no giro de cada página repousada...
Sem calma envolve seus voos ainda sem mapa vou baixo entre as nuvens de emoção
Então deixo que venha e casado deito no silêncio entre o meu peito na madrugada só o som da respiração alma molhada de vinho...
Esquecer um pouco no pouso o adeus que tanto doeu...
Nos encontros reordenam o destino corpos que desenham futuros
de almas que se reconhecem e permanecem por um instante...
Eles acontecem como a aurora, lentamente, e quando percebemos já estamos dentro da luz uma moça mais jovem que meus medos,
mais suave que a ausência que eu carregava... e ainda assim tão profunda que parecia vir no aperto firme sua pele e seu olhar antes dos meus soubesse decifrar ela ali sem ruído, tua alma amarrou-se à minha...
num gesto tão simples que parecia destino...prometeu sem haver promessas sem exigência exigiu minha presença... apenas esse reconhecimento silencioso
que certos seres têm quando se encontram
na hora exata em que estavam prontos para calar todos os anseios
Quando os teus lábios, em delírio suave buscaram os meus,
foi como se o universo me lembrasse que o amor não pertence ao passado, mas à coragem de sentir o novo de novo
Flutuei não por você ser jovem, mas pela certeza do que queria cada instantes perdidos entre a amada que já tive e a amante
A evolução que o coração não se divide se expande...
A filosofia ensinou-me
que o tempo não devolve o que levou, oferece novos sentidos
Para aquilo que ficou.
Você ensinou-me que o amor pode ser cura
No instante de um acordo silencioso entre duas almas
saber onde o caminho termina
O tempo que nos separar agora um dia seremos leves como ar e ancora da certeza e saberemos que houve entre nós paixão mais, pensamento e corpo sentido em cada encontro deste desencontros
Estou dentro de uma caixa
Meu espirito estar quebrado
Meu corpo frasco frágil
Se um ser ocular me observasse seria como a noite se esfuma
Como se a sombra abraçasse outra...
Como se na aureola circulasse o tempo
No vácuo vazio do firmamento um cisco a deriva no gelado espaço flutuasse...
A prisão eterna do nada para segura e proteger o silencio dele mesmo...entregue circula sem próprio efeito que se esvai pedido...
Nunca vir tamanho silencio...
O fio invisível entre a vida e a morte.
tão frágil quanto o pó que dança na luz,
tão vazio quanto o eco que eu mesmo criei.
Mas é nesse vazio que encontro algo meu,
uma pequena centelha que insiste em arder
mesmo quando a noite inteira sopra contra ela.
Aos poucos entendo
que existir não é mais do que ser testemunha:
testemunha do meu medo,
do meu silêncio,
da minha queda,
e ainda assim, do meu espanto diante do mundo.
Há uma beleza simples nisso,
uma beleza tênue, quase secreta
a beleza de ser mortal.
De saber que o tempo me atravessa,
mas ainda assim sentir,
ainda assim querer,
ainda assim seguir.
Sou observador e parte,
sou poeira e pensamento.
E no encontro entre o nada que me envolve
e o pouco que sou,
surge um propósito que ninguém me deu:
o propósito de sentir o que é existir,
de existir enquanto ainda posso ir,
mesmo frágil,
mesmo pequeno,
mesmo efêmero como um sopro no espaço.
E talvez seja isso—
meu descobrimento silencioso:
não sou grande,
não sou eterno,
mas sou.
E ser, por um instante, já ilumina tudo como coração bate fraco constante
mas ainda pulsa um lampejo tênue,
como se a noite respirasse dentro do meu peito
e a sombra aprendesse a sussurrar meu nome.
Sou corpo-frasco frágil,
translúcido ao toque do vento,
e se um ser ocular me observasse,
veria o tempo escorrer pelos meus contornos
como um anel que gira sem nunca se perder,
um ciclo preso à própria eternidade.
No vazio do firmamento,
sou cisco errante,
flutuando entre o frio e o silêncio,
entre o tudo que não alcanço
e o nada que me envolve.
A prisão eterna do nada
parece guardar-me com cuidado,
como se protegesse meu silêncio
do ruído de existir.
E eu, entregue, circulo sem direção,
um efeito que se esvai, sem dono, sem eco,
esquecido pela própria ausência.
Nunca vi tamanho silêncio...
e mesmo assim, ele me olha de volta,
invadindo-me com sua boca invisível,
a devorar o que resta do meu som,
até que eu seja apenas bruma,
e a caixa, apenas um suspiro preso no infinito.
Todos somos prisioneiros de ações irregulares e consequências passadas, E acreditamos que vivemos o contexto
"Ser feliz", Mas somos prisioneiros ao ponto de viver 70% da vida no trabalho; 15% com quem amamos; 15% aguardando com desgosto nossa morte. Vivemos para Viver, ou Sobrevivemos para Morrer?
Naquele dia me perguntaste: "Tudo bem?" , Lhe respondi. -Sim.
Então já comecei mentindo...
Depois me perguntou: "Por que ficou calado?" , Lhe respondi. -Não é nada...
Então não fui sincero...
Mas você me disse: "Eu te conheço tão bem!"
-Más se não foi capaz nem de perceber minha dor, como sabe que me conhece?
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