Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Você é especial ♥️
Me encanto com seu olhar de desejo ao me observar, quando surge o seu sorriso que me provoca um arrepio louco a percorrer todo meu corpo, como se pudesse só com seu sorriso maravilhoso e seu olhar de desejo me devorar.
Isso me aquece feito fogo, desperta uma vontade louca pelo seu toque, seus lábios a percorrer pelo meu corpo nú, provocando um desejo desesperador de em seus braços estar e lá permanecer infinitamente.
Por você ser tão especial não consigo e nem quero resistir a esse doce frenesi que sinto quando estou com você.
Especial é ter você amor da minha vida a cada instante do dia, com essa sua doce alegria, o brilho do seu olhar é sol na minha frente e seu sorriso angelical que me faz suspirar quando não consigo parar simplesmente de te olhar.
Elisa Ferreira
14/12/2025
A minha vontade agora é de sair caminhando em uma estrada sem
Saber onde vou chegar, sem tempo pra retornar, sem que ninguém esteja a me esperar.
A minha vontade mesmo era sumir do mapa ate mesmo dos pensamentos das pessoas dos sentimentos, da vida, como se pudesse ser desfeita toda minha história na terra, que eu pudesse voltar de onde eu vim.
A minha vontade no momento era ir pra um lugar que eu nunca fui mais eu sei que eu vim de la, eu nao sei oq tem la mais com certeza é melhor do que o que tem aqui, é um paradoxo sem fim, parece embaraçoso, mais eu sinto saudade do que eu nunca apalpei, como ser ja tivesse vivido intensamente.
A minha vontade mesmo era sair voando pelo espaço vendo coisas novas sem preocupar com o tempo, pq o tempo ja ficou pra traz e nao me governa mais, estarei a cima do jugo do tempo que tanto me aflinge.
“A vida é como um barco em um frasco
Eu tentei navegar, mas não havia nenhum mar
Às vezes eu desejava quebrar esse frasco
Às vezes só enxergava meu reflexo
Então faltava-me força, ou talvez razão
Muitas vezes havia fardo, e muitas vezes havia solidão
Quando cada dia me testava a determinação
Quando um dia me chamastes a atenção
Da frieza até a indiferença
Ao calor e a emoção, foi para onde me levastes
Então eu fui tolo, então eu fui imaturo
Então insisti em ser igual, então me tornei diferente
Você é a última coisa em que penso quando durmo
E a primeira coisa de que lembro quando acordo
Por que te amo hoje muito mais do que ontem
Por que te amarei amanhã, muito mais do que hoje...”
Teu olhar
Quero sentir
Teu beijo
O carinho do teu olhar
Tuas mãos a afagar-me
Na simplicidade, te encontrar
Sairmos os dois de mãos dadas
Na areia descalços andar
Ouvindo o sons do mar
Ver anoitecer, o por do sol
Nos permitindo, Amar
No crepúsculo, adormecer
Flutuar... nas ondas do mar
Adormecer e sonhar.
É com muita paz que eu pretendo passar
o dia de hoje.
Com o meu coração leve, com consciência
tranquila e apreciando a beleza da vida
que Deus diariamente nos permite enxergar,
mas nos falta tempo
para apreciar,
mas nunca é tarde para começar...
O nosso consolo é saber que o bem realmente existe. É o que nos dá coragem para enfrentarmos a maldade sem medo, com confiança, sem abaixarmos a cabeça, olho no olho mesmo, sem precisarmos revidar.
A maldade existe sim, mas o que é o mal diante do bem que vivemos todos os dias, todos momentos e a todos os livramentos?
Não sei se vocês já perceberam que, quem menos tem é quem mais doa e mais reparte o que tem.
Doa o seu tempo.
Reparte o seu alimento.
Doa atenção.
Reparte o sofrimento.
Doa o coração e
estende a mão.
Quem menos tem, sabe a necessidade do outro também.
É quem mais compartilha, seja o que for.
Ajuda com boa intenção, com prazer de ver o outro bem.
Sabe das dificuldades do outro porque passa pelas mesmas também.
Acredito, sim.
Mas acredito também que ainda há tempo.
Tempo de resgatar o que nos foi roubado pela pressa, pela competição inútil, pela máscara que sufoca a essência.
Nos perdemos na vaidade, mas podemos nos reencontrar na humildade.
O orgulho nos afastou, mas a verdade pode nos unir.
Não precisamos de aplausos para existir.
Não precisamos de palco para sorrir.
A vida é feita de chão, de poeira, de mãos dadas sem contrato, de olhares que não cobram nada.
A grandeza está no simples, e o simples é o que nos salva.
Que tenhamos coragem de despir a arrogância,
de abandonar o peso das aparências,
e de voltar a rir como crianças — livres, sem medo de ser o que somos.
É de madrugada
Saindo me lembro, você me chamava de madrugada.
Vc acordava. Então .
Me chama na Madrugada
Na, mudez de um quarto escuro.
Onde o sono se faz ausente.
O pensamento, vc buscava o futuro.
Mas o Zezinho ocupava a mente.
Era um nó manso no peito.
Uma lembrança a brilhar.
Que tirava o corpo do leito
E eu fazia, procurar.
"Acorda... Zezinho", eu dizia baixinho, "só penso em você!".
No silêncio da madrugada, que o mundo faz.
Buscando em ti o caminho.
De encontrar a minha paz.
Hoje a memória me invade.
Com o brilho desse seu olhar.
Pois mesmo na curta saudade.
Era bom ter com quem conversar.
No compasso apressado do peito.
Onde o querer não aceita o "depois".
O mundo inteiro parece estreito
Para o que queima entre nós dois.
Teu olhar me convoca, me invade,
Minha pele responde ao teu sinal.
É uma fome que não tem piedade.
Um desejo urgente, visceral.
Quero te possuir em cada detalhe.
Sentir tua entrega em minhas mãos.
Que nenhum silêncio nos atrapalhe.
Nesse naufrágio de dois corações.
Vem me habitar com tua verdade.
Me amar sem freios, com devoção.
Pois hoje a alma não quer metade.
Quer o corpo inteiro em erupção.
Autor JMRM
Não é o barulho do mundo que confirma quem somos,
nem os aplausos vazios que sustentam a alma.
Existir é um gesto silencioso,
é quando o coração encontra sentido
mesmo longe dos holofotes.
A vida não premia quem grita mais alto,
No canto discreto da cena,
onde ninguém disputa atenção,
mora a felicidade que não precisa provar nada.
Porque ser visto é fácil,
difícil é ser inteiro.
E muitas vezes,
é no papel mais simples
que vive o personagem mais verdadeiro da vida.
Quem falou que o aplauso sustenta o coração,
nem a cortina que se abre em consagração.
É no silêncio de um gesto inesperado
que se encontra o sentido mais delicado.
O riso que nasce sem plateia,
a mão que se estende sem espera,
o olhar que descansa no horizonte,
fazem da vida um palco sem fronteiras.
E assim, entre o comum e o discreto,
descobrimos que o verdadeiro espetáculo
é ser inteiro no instante pequeno,
onde a alma se reconhece em paz.
Esta manhã nublada e chuvosa, me fez pensar : Ah… como eu queria te ver mais uma vez.
Sentir teu toque, firme o bastante para me fazer sentir segura,
suave o suficiente para me desfazer inteira em teus braços.
Conversar sem perceber o tempo passar,
rir como quem esquece o mundo,
ouvir um rock ou um samba; pouco importa o ritmo, porque, quando estamos juntos,
tudo passa a seguir o compasso do nosso sentir.
Que esse reencontro deixe de existir apenas nos meus pensamentos
e encontre o caminho do real, do toque, do agora.
Sinto tua falta em cada detalhe,
em cada silêncio que insiste em gritar teu nome.
Todas as minhas células sentem a tua ausência,
como se o meu corpo e o meu coração
ainda soubessem exatamente onde pertencem.
"Uau... Adivinhem quem cheguei? Acertou quem disse, pensou ou desejou que fosse Eu ou Mim, oTímido. Bom Dia Geral. Beijos no Pâncreas e/ou no Duodeno, a escolher. Não tem quem mande 'Beijo no Coração'? Pois então!"
Texto Meu 0851, Criado em 2017
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Os dias e os meses passavam depressa enquanto eu cursava a escola normal. Havia uma pressa no tempo, como se a rotina puxasse os ponteiros para frente sem pedir licença. Quando percebi, já era época de provas finais — e que provas! Pareciam ter sido sopradas diretamente da cabeça do capeta. Uma mais difícil que a outra, exigindo não só conhecimento, mas nervos firmes e fé.
No último dia de prova, acordei mal. O corpo pesado, o estômago embrulhado, a cabeça latejando. Tudo em mim pedia cama, silêncio e descanso. Mas era o último dia. Faltar significava recuperação, e eu não queria, não podia. Levantei-me como quem se arrasta contra a própria vontade, vesti-me no automático e fui.
Naquele dia fiz três provas. Cada questão parecia sugar o pouco de energia que ainda me restava. Quando eu já enfrentava a última, tentando manter a letra firme no papel, a inspetora apareceu à porta da sala. Chamou a professora e as duas começaram a conversar em voz baixa, num cochicho que gelava o ambiente. De repente, da porta, ela ergueu a voz:
— Ana, falta muito para você terminar a sua prova?
Olhei para ela como quem encara um inquisidor. A sala inteira parecia prender a respiração comigo. Com a voz trêmula, respondi:
— Não, senhora… faltam três questões.
Ela assentiu, ainda da porta:
— Pois bem. Quando acabar, vá até a minha sala e leve suas coisas.
Um silêncio pesado caiu sobre a turma. Todos me olhavam com olhos de compaixão. Nós sabíamos — quando alguém era chamado daquele jeito, algo sério havia acontecido.
Terminei as três questões com cautela, respirando fundo, lutando contra o enjoo e o aperto no peito. Entreguei a prova, recolhi meu material e segui até a sala dela, exatamente como havia sido orientada. Bati à porta. Ela nem esperou que eu falasse.
— Ana, pode ir embora. Aconteceu algo na sua família. Como hoje é o último dia de prova, fique tranquila. Eu mesma ligo para avisar sobre o resultado.
Minhas pernas viraram bombas. Um zunido tomou conta da cabeça. O que tinha acontecido? Saí da escola sem sentir o chão. O ônibus demorou mais do que o habitual, e o motorista dirigia tão devagar que tive a impressão de que, se fosse correndo, chegaria antes. Na minha mente, só vinham pensamentos ruins. Ninguém nunca tinha ligado para a escola pedindo para eu ir embora.
Quando cheguei em casa, o portão estava aberto. Minhas tias estavam lá, meus primos também. Choravam. Choravam muito. Meu tio falava ao telefone, mencionando algo sobre uma van. A casa, que sempre fora abrigo, estava tomada por uma dor densa.
Minha mãe veio da cozinha, caminhou até mim e disse, com a voz quebrada, a notícia que eu não queria ouvir:
— O vovô Jorge faleceu.
Na mesma hora, um filme começou a passar na minha cabeça. Lembrei-me do avô maravilhoso que ele era. Aquele avô garotão, pra frente, que ria alto, contava histórias e bebia uma cervejinha com os netos como se fosse um deles. A minha memória fez uma retrospectiva apressada dos nossos melhores momentos, e eu me recusei a aceitar que ele tinha ido, que nunca mais nos veríamos.
Meu Jorge.
Meu Jorge Amado.
Ele tinha partido — e, com ele, uma parte inteira da minha infância também se despedia.
Parece que o tempo nos afastou, como se as horas tivessem o poder de apagar aquilo que um dia foi tão vivo entre nós. Mas, ainda que o silêncio nos envolva, você continua habitando dentro do meu peito — não como lembrança distante, mas como presença que arde e me consome.
Há uma dor infame que me provoca, como se fosse o eco dos seus passos fugindo de mim. E, mesmo assim, eu não consigo deixar de te buscar nas frestas da memória, nos instantes em que fecho os olhos e sinto o calor da sua voz.
Se o amor parece ter se perdido, eu insisto em acreditar que ele apenas se escondeu, esperando que a coragem nos devolva ao caminho. Porque, apesar da distância, ainda existe em mim a esperança de que nossos corações se reconheçam e se abracem novamente.
Volte, nem que seja em pensamento, para que eu possa descansar dessa saudade que me dilacera. Volte, porque mesmo na dor, eu ainda escolho você.
Aprendi tarde
que algumas coisas não se resolvem,
se largam.
Que nem todo peso é meu
só porque coube na minha mão.
Que sustentar demais
também cansa a alma.
Fui ficando
onde o barulho parecia compromisso,
onde o choque parecia trabalho,
onde aguentar virava virtude.
Mas o corpo avisa
quando a ligação queima.
E a paz começa
no ponto exato do desligar.
Não fiz discurso.
Não bati porta.
Soltei como quem entende
que insistir é outra forma de queda.
O mundo continuou
sem pedir minha opinião.
E, estranhamente,
funcionou.
Hoje caminho mais leve,
não por ter menos passado,
mas por não carregá-lo
como dívida.
Soltar não é ir embora.
É ficar inteiro
no lugar certo.
O amor não se extinguiu, apenas se reinventou.
Se antes era chama que ardia em palavras,
hoje é brisa suave que repousa na lembrança.
Ele não se perdeu no silêncio,
transformou-se em música secreta,
que toca dentro de nós quando fechamos os olhos.
É jardim que floresce na memória,
onde cada instante vivido é pétala guardada,
e cada esperança é semente pronta a nascer.
Assim, o amor não é ausência,
mas presença delicada,
um espaço luminoso onde o que fomos
se encontra com o que ainda podemos ser.
Depois do Desligamento
Trabalhei onde tudo passava
e nada ficava.
Caixas subiam mais alto que a memória,
nomes pesavam mais que o corpo,
e eu seguia
porque seguir era o combinado.
Corri atrás do que me levava,
mas o caminhão não freia
para quem chama pelo próprio nome.
Um fio me segurou pelo costume.
O choque não queria me matar,
queria que eu continuasse ligado.
Uma criança perguntou
o que só o medo pergunta:
— você ainda está vivo?
Saí.
Com a mão que sobrou.
Caí onde a imagem nasce,
madeira crua,
fachada antes da fachada.
Dói menos quando não é verniz.
Teias tentaram me convencer,
baratas me ensinaram a ficar.
Um amigo não explicou nada,
só puxou o que me prendia.
No chão, alimento.
Alguém pegou.
O mundo seguiu sem minha supervisão.
Larguei o que não era meu,
inclusive a pressa,
inclusive a dívida invisível.
Fiquei com as marcas,
porque elas sabem
onde parar.
E entendi, tarde e em paz:
não é cair que machuca,
é insistir em segurar
o que já partiu.
De todos os defeitos que um ser humano pode ter, acho que o pior deles é a ambição.
O ambicioso deseja tudo pra si. É incapaz de pensar nos outros e não se satisfaz com o que já possui. Ele quer sempre mais e mais.
Não é feliz, porque junto com a ambição sempre vem o orgulho e a vaidade, capazes de destruir todos os outros bons sentimentos que
por ventura possa existir.
O PAPEL DO PROFESSOR NA PREVENÇÃO DA ANSIEDADE NOS CONCIDADÃOS
O que um professor pode fazer em relação ao mal do século XXI ou em relação a Ansiedade?
Além do seu trabalho normal de leccionação numa Escola, um professor também pode voluntariamente promover a prevenção da Ansiedade nos concidadãos através de conversa com um concidadão ou um grupo de concidadãos sobre a Ansiedade para a compreensão de conceito, consequências, mecanismo e formas de lidar com a Ansiedade!
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