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Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Insigne

A rosa se encheu de vontade e de beleza
E foi encontrar o olhar do meu amado
Fez-se flor de primor de pecado
Firmando-se no encanto que lhe dera a natureza.

Diante do olhar fecundo, verde de veludo,
A própria rosa se sentiu pequena
Sem ciúmes, confesso tive pena
Da pequena rosa a enfrentar o tudo.

Humildemente ela voltou a terra,
Como um lutador vencido em guerra
Foi esconder-se nas encostas.

A figura do meu bem, porém, surgia
Contemplando outra rosa que se abria
Feito luz num jardim de flores mortas.

Impossível

Como é possível alguém poder gostar tanto assim
Se é impossível saber se ao menos gosta de mim
Como que eu posso te amar se eu jamais te toquei
Até pedi uma foto e nem isso ganhei.

Eu passo o tempo contando as horas pra distrair
Sonhando que algum dia algo possa surgir
Mas me contento só de as vezes te ver
Imagine se eu ficar com você

Eu vou pirar de vez
Quero ficar ao seu lado
Mas quem sou eu? Quem sou eu?
Você é o pecado que nem sei cometer
Quem sou eu?

A coisa deve rolar assim do jeito que está
Eu sou agulha em palheiro para você me notar
Mas ninguém pode impedir se o destino quiser
Se tem que acontecer vou ser a sua mulher

É impossível fingir quando se gosta de alguém
É mais difícil para mim, pois te conheço tão bem.
Por isso fico bem só de te ver
Imagine se eu ficar com você

Eu vou pirar de vez
Quero ficar ao seu lado
Mas quem sou eu? Quem sou eu?
Você é o pecado que eu nem sei cometer
Quem sou eu?

Já era 2ª feira e todos haviam saído para o trabalho ou para a faculdade. Quase às 11 horas da manhã fui à cozinha pensando em tomar um bom brecfest mais só pude pensar num gole de café e em alguns cigarros e já estava saindo para ir ao antigo bairro onde morara. Já fazia algum tempo que não voltava lá e a saudade era tanta que saí apressado. Desci do ônibus e olhei o outro lado da avenida. Percebi que ali se encontrava um enorme muro e uma ponte. Para atravessar para o outro lado era preciso ultrapassar àquele muro bem parecido com o muro de Berlim e atravessar a ponte. Precisava atravessar mais não era tarefa fácil. Era como mudar de universo de realidade. Sempre achei que não sabemos ao certo aonde vamos. Na travessia comecei a imaginar que no caminho somos apenas passageiros. Somos guiados pelos sentimentos, pelo impulso e só percorremos o caminho, mas não sabemos aonde vai dar. Seguimos o destino até chegarmos ao objetivo que sempre esteve lá. Fui despertado pelo barulho ensurdecedor de uma buzina e percebi que havia chegado a Moçambique. No campo de refugiados da guerra. Enfermeiros e voluntários da ONU corriam de um lado para outras aonde crianças e homens lutavam contra a desnutrição e contra a morte e não tinham se quer esperança nem perspectivas para suas vidas excerto o apoio daquelas pessoas Tinha uma forma peculiar de ser que minha pobre realidade nunca pode imaginar. Eram de uma cor azulada e magros a ponto de parecer ficção. Do outro lado pessoas estendiam a mão pedindo uma esmola nas portas das igrejas onde católicas e protestantes iam dar seu testemunho de fé e não prestavam atenção àquelas pessoas que tinham as pernas enroladas com um pedaço de pano encobrindo as feridas. E que podiam estar em Recife ou na festa de Santa Rita de Cássia ou em Moçambique ou em qualquer lugar do mundo. Onde pessoas preocupadas com se mesmas, não prestam atenção aquele lugar que sempre esteve ali esperando por elas. Ate ouvir Lia gritar Charlot até que fim apareceu. Estava pensando que havia nos esquecidos. Vejo que você estar bem. Volitou parar sua esposa para sua família. É aí se esquece o passado. Disse que não. Que apesar de estar tranqüilo não tinha esquecido de nada. Fui à barraca de Aurindo, onde a cantoria dos passarinhos que e lê criava enchia o ambiente de músiocabilidade. Pedi um vinho e comecei a viajar no pensamento, pois pensar com música e um vinho é bem mais fácil. Lembrei das palavras de Lia e comecei a recordar o tempo que ali passei. Quando tinha pedido tudo mais conseguira a solidariedade daquele povo simples e humildes que mentas vezes não tinham nem para si e gostavam de dividir o que tinham com os outros. Lembrei que apesar das adversidades que ali passei uma coisa eu não perdi, mas ao contrario antes não tinha e hoje eras que era de mais valioso a uma pessoa. A LIBERDADE



Estava casado há trinta anos, tinha três filhos e três netos. Comecei a refletir sobre a felicidade e a sorte que tivera em ter uma família mesmo tendo as atrocidades que na vida passei. Lembrei que havia escutado um amigo que dizia você Charlot é abençoado. Ele era uma pessoa que tinha uma doença grave e sofria de solidão, ou era um dos sintomas de sua doença e eu havia contra argumentado que era preciso aproveitar aquele momento para construir coisas positivas. Estar só nunca se está, pois podemos lembra pessoas, lugares, experiência. Estar só é estar consigo mesmo e sentir-se só e perde o contato com seu eu Novamente me vi ali onde morara quando havia me separa de minha família comecei a prestar atenção às pessoas que passavam cada rosto me descrevia uma lembrança boa de algo bom às crianças passavam gritavam Charlot. Até que chegou Aurino e contei-lhe da brincadeira que inventara de ter uma caixa para guarda minha s lembranças. Perguntei a Aurino o que ele guardaria numa caixa assim. Ele em sua simplicidade respondeu com facilidade. Minha paz de espírito Charlot, pois só assim podemos dizer que somos felizes. De repente me vi ali diante da caixa já de volta em casa. O que eu guardaria nesta caixa que hoje já era importante para mim, pois havia virado um interessante robi, onde eu guardava. Pensei em guardar minha solidão, ou meus momentos a sós quando pude refletir e avaliar minha existência. Percebi que sendo abençoado por ter uma família, e ter um lar, e a vida ter me proporcionado bons momentos e por até poder dizer em voz alto que era feliz, não podia assim eu sentir, pois percebi que para ser feliz é preciso aprender a ser feliz com os outros ou por meio das pessoas. Esta era a carência da minha felicidade, pois vivendo na companhia de pessoas, eu também me sentia só, pois pelo que pareciam todos queriam ser felizes para si e não compartilhar esta Felicidade COM NINGUEM. A FELICIADADE SÓ EXISTE QUANDO ALGÉM NOS FAZ FELIZ. Ser feliz é proporcionar à oportunidade as pessoas de nos fazerem feliz.

APOCALIPSE 7.9-17

OS MÁRTIRES NA GLÓRIA

ESBOÇO PARA PREGAÇÃO


Introdução

Estamos aguardando a vinda de Jesus.
Somente os salvos serão arrebatados.

I – Os mártires – V. 9

Após a abertura dos 6 selos e antes da abertura do 7º encontramos a visão dos mártires na glória – vs 9-17

1. - Quantos estavam presentes? > Ninguém podia contar Cumprindo a promessa que fora feita a Abraão: Gn 12.3 e 22.18 > de todas nações, tribos, povos, línguas.

2. – Como estavam vestidos? O que simboliza as vestes brancas?
Eclesiastes 9.8 // Cantares 5.3

O que tinham nas mãos? O que simboliza as palmas?
Quem está em Cristo, com dor ou alegria já tem a vitória assegurada. Amém!

II – Os anjos estavam adorando – V. 11

III – Quem são estes vestidos de branco
e de onde vieram? – V. 13
Romanos 8.31 e 35

Conclusão:

Comente o V. 16 e 17 e dê a conclusão.

Contato: abilicusvidanova@ig.com.br

abiliocarlos

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Uma bonequinha de estante!
Parada, imóvel!
Ali, bem ali!
Olhada!
Como se a poeira a vestisse, no mais lindo vestido preto (já desbotado do uso contínuo).
Com uma maquiagem borrada, fazendo de seu rosto uma perfeita pintura mal feita.
Feita pelo lápis preto que, de velho endureceu meus olhos.Olhos estes, pequenos, castanhos, cílios curtos, grossos, com um rímel de quinta.
Estes, não olham mais, endurecidos pelo tempo e desgosto de estar ali!Parada, isolada!!
Sua boca não sente mais o gosto dos sabores divinos! Esta ali!
Adormecida, rude!
Com um gosto amargo ela tenta falar, pedir!
Como se alguém fosse escuta-la!Uma bonequinha cansada, mais que consegue manter um sorriso aberto!
Que precisa ser retirada dali! Bem ali! Não por um momento!
Por um tempo!
Respirar, tirar a tristeza , a magoa, caminhar, amar!Fazer voltar um brilho em seu olhar!!
Fazer voltar a bater de volta seu Coração!
Cansado, desanimado, chora!
Esperança! Ali ele sabe que tem!
Forte, calejado, lindo!
A bonequinha o ama!E luta para fazê-lo feliz!

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AGRADECIMENTO!
Pr.Abilio C Santos

Agradeçamos pelos amigos que temos por que muitos se encontram em solidão e tristeza...

Se alguém não gosta de ti, ore sempre por esta pessoa e te sentirás tranqüilo e terás a paz interior...

Agradeça sempre pela tua casa, pelo teu alimento diário...

Agradeça sempre por tudo que tens...

Se tens saúde, agradeça... Se estás doente pede a Deus forças a Deus Criador

Saibas que Deus é nosso pai e sempre quer o nosso bem.
Aprendamos através do amor e na maioria através da dor.

Acredite até em momentos mais difíceis tudo é para teu bem...Teu aprendizado... Amém!

abiliocarlos

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Um abraço do Pr. Abílio... Shalon! [:)]

Verde olhar
fixo obtuso a fitar
o mar que em espelho
ao reflexo deste olhar
verde está...
o pensamento em marasma
neste apartamento
a marisia a consumir
a alma em metal
com gosto de guarda-chuva
Oh! Verde mar...
destes olhos a fitar
a cumplicidade da vida
e arrastar pensamentos...
te arrancar deste apartamento e
te levar para prencher o mar
de verde do teu olhar

Suspenso no espaço
sem chão
numa extasiante
vontade de prosseguir...
Em estado de desalento
como uma desarticulada marionete
sem fios
solta na imaginação
a devagar na imensidão
sem saber onde chegar
alma num corpo em flutuação
que não aprendeu a esperar
Ate que por si só
vai se deteriorando
e despencando como
se não se sustentasse
mais na altura
e na suspensão do ar...

Rosas...
já tão exaltadas
de todas as formas
intensa ou singela...
Vermelha
fervilhante beleza...
de entusiasmo à vida
Amarela
lúdica referência ao sol
da lucidez do teu calor
e intensidade dos teus raios
Branca
envolvente pureza acetinada
serenada de orvalho
deslizando em gota
a exalar seu aroma
Ah!...que todos os poetas
se silencie...
somente
para admirá-las

Um anjo
com um candelabro
a iluminar a noite
como vagalume
piscando fechos de luz
ao passar entre
bloqueios das folhas...
Vagante noturno
nas lembranças infantis
afastando o medo
vem em proteção
enfrentar o medonho escuro
para suportamos
e vencermos a noite
até quando ao raiar do sol
num novo tempo
chegar...
um anjo lindo
e seguirmos na noite
para adimirar-mos a lua...
O que seria do mundo sem anjos
se deflagaria a solidão
e o mundo esvaziaria...

Somos unicos
temos a nós mesmos,
quando temos algum sofrimento,
por mais que tenhamos
alguém ao lado,
a dor é própria,
não se transfere ou divide. Podemos ter um acalento,
mas seria único se outro a compreendesse completamente
Sigo levando a mim, afetos e paixões que vem em pedaços de amores e dissabores; concordância ou discórdia mas porque nunca totalmente completo como se pudesse preencher algum plano quase que metafísico e que
parece impossível, um universo de sentimentos invisíveis e desconhecidos até aos mais próximos, e infinito.
....eu sinto mas sobrevivo, tenho o meu eu, onde tenho a mim.

Nessun Dorma (tradução)

Ninguém durma! ninguém durma!
Tu também, ó princesa, na tua fria alcova olhas as
Estrelas que tremulam de amor e de esperança!
Mas o meu mistério está fechado comigo,
O meu nome ninguém saberá!
Não, não, sobre a tua boca o direi,
Quando a luz resplandescer!
E o meu beijo destruirá o silêncio que te faz minha!

O seu nome ninguém saberá ...
E nós deveremos, ai de nós, morrer!
Morrer!

Desvaneça, ó noite!
Desapareçam, estrelas!
Desapareçam, estrelas!
Pela manhã vencerei!
Vencerei! vencerei!

MÁSCARAS


Máscaras...
Quem tem coragem de deixá-las cair?
Que atire a primeira pedra,
Aquele que tem a ousadia de admitir,
Que nunca usou um disfarce
Para poder o rosto cobrir.

Máscaras... São tantas neste mundo,
Que para descrevê-las uma a uma,
Seria necessário uma vida vida inteira,
A fim de desvendar um coração profundo.

Não falo apenas da máscara de proteção,
Como a do médico ou a do dentista,
Do soldador e do esgrimista,
Que se resguardam em ação.

Existem também as máscaras que disfarçam,
Que escondem o que somos de fato.
E todos, estão encobertos de falsas aparências,
Não importando o que o digam e façam.

Alguns usam a máscara da religião,
E em nome de Deus, fazem o que Deus não quer.
Violentando a esperança do coração,
Seja ela de uma criança, de um homem ou de uma mulher.

Há ainda a máscara da hipocrisia,
Que faz com que o disfarce seja o fingimento.
E escondido dentro dessa aparente fantasia,
Há alguém tentando ser alguém, nem que seja por um momento.

Como o palhaço que pinta o rosto para divertir,
Mesmo que o coração esteja triste e amargurado.
Ao entrar no picadeiro, ele faz o publico rir
E eles nem conseguem perceber seu coração frustrado.

Não é fácil ter que ser outro e esconder a infelicidade,
Mentindo pra si mesmo, dizendo que tudo está perfeito,
Ocultando o cruel sentimento de inferioridade,
Que só é despido as vezes à noite no próprio leito.


Máscaras...
Quem tem coragem de deixá-las cair?
Que atire a primeira pedra!
Aquele quem tem a ousadia de admitir,
Que nunca usou um disfarce
Para poder o rosto cobrir.

Leia outros pensamentos do autor no site:
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/manodu

MUDANÇAS
Pr. Abílio C Santos

A terra está firmada sobre as correntezas dos rios – Salmo 24.2
Você já meditou nisso? As correntezas dos rios mudam com freqüência. Não devemos colocar nossa confiança em nada nessa terra.
Devemos buscar as coisas lá do alto, onde o Senhor Jesus vive, assentado à direita de Deus – Cl 3.1.

Nosso coração e o nosso tesouro devem estar na presença de Jesus porque ali nem a traça nem ferrugem corrói, e onde os ladrões não escavam e nem roubam – Mt 6.20

Quão incertas são as coisas terrenas! Quão tola é aquela pessoa que coloca seu tesouro em qualquer outro lugar que não nos céus!

abiliocarlos

Um abraço do Pr. Abílio... Shalon!

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Minha cabeça inflama...
è um vulcão pronto para a erupção.
Não sei se ela agüenta tanta coisa junta.
No meu rosto está marcado,
A mentira de um sorriso.
No meu íntimo...
A lágrima de um fracasso.
Minha cabeça arde...
Com tantas coisas acumuladas:
Importantes, sem importância...
Reles inutilidades.
E minhas amarguras,
Pressionando meu sentimento,
A ponto de levá-lo para longe do amor.
Minha cabeça lotada
De amores mofados, insensíveis.
E o meu coração cego, surdo, mudo,
Apreensivo, esperando a sua vez.
E a solidão acompanhando meus passos
Enquanto as lágrimas procuram meus sonhos.
Minha cabeça amassada...
Carrega o peso de toda minha frustração.
De tudo o que não fui, mas que ainda
Desisti de ser.
Debaixo de pesos de verdades falsas
Que nunca deram felicidade
Nem para quem foi o criador.

Nunca quis dar as costas
Muito menos não dar importância
Quis dizer que te amo tantas vezes
Mas o q fiz foi me colocar ausente
Alheia
Avessa
Quis te colocar em meu colo, te acarinhar
Quis te ter pra mim... em mim... do mundo
Ainda assim te amar
Te quis livre
Me fiz livre
Tão livre, tão desprendida
E as costas dei
Não olhei pra trás
Qdo o que eu mais qria
Era retornar
Fazer viver
Sentir
Amar
E enlouquecer
Nos teus braços ficar
Dormir e acordar
Meu colo te dar
Tua ausência não me importar

Presença continua

E difícil explicar a maneira incessante que você domina meus pensamentos, e a forma que esse domínio é exercido , é incondicionalmente louco e simplesmente fantástico, mas de uma coisa eu tenho certeza que nesse pequeno espaço de tempo que sua presença tem total soberania sobre “meu eu” é o momento + espetacular e maravilhoso que eu posso usufruir nesta vida.
É um sentimento inexplicável e brutamente gostosa a maneira que ele vai governando “meu eu”, é algo de tamanha magnitude que cada vez que me consome, “meu eu” ficar “viciado” em busca de mais e muito mais.

Zelo Materno


Meu filho, se um dia
Fores chefe e te couber
Mandar com autoridade,
Faze-o com dignidade,
Que desperta simpatia.

Não com risos de quem quer
Mostrar que pode, que vale,
Que tem pleno direito
De fazer que outro se cale,
em humilhante respeito.

Sê gentil e sem espinho,
Filho, embora ativo e esperto,
E achar sempre caminho
Para teus passos abertos.

Parte integral da existência coletiva, o homem sente sua própria dignidade a um tempo em si mesmo e nos outros, e, por isso, traz no coração o princípio de uma ética que está acima dele. Esse princípio não tem origem no mundo exterior, mas surge dentro dele, é inerente a ele, constituindo sua essência, a essência da própria sociedade.
[...]
"O anarquista imagina uma sociedade na qual as relações mútuas seriam regidas não por leis ou por autoridades auto-impostas ou eleitas, mas por mútua concordância de todos os seus interesses e pela soma de usos e costumes sociais - não mobilizados por leis, pela rotina ou por supertições - mas em contínuo desenvolvimento, sofrendo reajustes para que pudessem satisfazer as exigências sempre crescentes de uma vida livre, estimulada pelos progressos da ciência, por novos inventos e pela evolução ininterrupta de ideias cada vez mais elevados. Não haveria, portanto, autoridades para governá-la. Nenhum homem governaria outro homem[...]

Amiga, quando estávamos sozinhos,
Distantes dos amores, das tristezas,
O mundo se enfeitava com belezas
Diversas que alimentam nossos ninhos
Das flores mais tranqüilas da existência,
Que turvam-se, depois da adolescência.

Porém, na primavera, tempestades,
Hormônios traduzidos em paixões.
Da calmaria surgem furacões,
Misturam-se diversas qualidades
De sentimentos loucos e fraternos.
As vidas transformando-se em infernos.

Depois de tantas lutas e ciúmes,
Caminhos diferentes, novas trilhas,
Em meio a confusões e maravilhas,
Os sonhos se perdendo dos perfumes...
Os casamentos, filhos, os divórcios.
Empresas procurando novos sócios....

Após, maturidade se aproxima,
Os ventos que se tornam brisas mansas,
As noites de loucura, calmas danças,
Paixão se transmudando em doce estima.
Ao ver-te minha amiga verdadeira,
Penso na derradeira companheira!