Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

MEDO DE ARRISCAR
Há muitos anos atrás, um rei ficou muito famoso por não matar imediatamente os prisioneiros que fazia nas batalhas. Ele os levava para o seu castelo e os colocava em uma sala onde, de um lado havia um grupo de arqueiros e no outro canto, uma enorme porta de ferro com caveiras cobertas com muito sangue. Dizia, então aos prisioneiros:
- Agora vocês têm que escolher. Serão flechados pelos meus arqueiros ou entrarão por aquela porta e ficarão trancados lá dentro.
Invariavelmente, todos preferiam morrer pelas flechas a ter que enfrentar o que havia por trás daquela porta.
Um dia um soldado perguntou ao rei:
- O que há por trás desta porta tão assustadora?
- Abra e veja você mesmo – disse o rei.
O soldado abriu lentamente a porta e à medida que o fazia, raios de sol iam entrando e clareando o ambiente. Quando ela estava totalmente aberta, ele notou que levava à liberdade, a um caminho para fora do castelo. O soldado espantado ouviu o rei dizer:
- Dou a todos eles a possibilidade de escolha, mas todos preferem morrer em vez de arriscar abrir a porta.
Aprendizado:
Na vida quantas portas deixamos de abrir por medo de arriscar?
Quantas vezes nos encolhemos por sentirmos medo de abrir a porta que nos levaria a realização dos nossos sonhos?

O RATO MEDROSO

Conta uma antiga história que um ratinho vivia tenso com muito medo do gato. Foi consultar um mágico que o transformou em um gato.
Problema resolvido?
Claro que não. Agora ele tinha muito medo do cão. Voltou ao mágico que o transformou em uma pantera.
Problema resolvido?
Outra vez, não. Agora ele passou a temer os caçadores. Voltou ao mágico que desta vez o transformou em..........rato novamente! Disse para ele em seguida:
- Nada que eu fizer vai resolver seu problema. Você só tem a coragem de um rato.

APRENDIZADO:
Há pessoas que só tem a coragem de um rato. Para elas todas as decisões serão procrastinadas, viverão inseguras e nada do que se faça irá mudar isso.
Perderão oportunidades valiosas por medo e falta de confiança em si mesmas.

Existem duas dores de amor:
a1º e qdo a relaçao termina e a gente, seguindo amando tem q se acostumar com a ausencia do outro, com a sensaçao de perda, de falta perspectiva que nao conseguimos ver a luz no fim do tunel.A 2º e qdo começamos a vislumbrar a luz no fim do tunel, a + dilacerante e a dor fisica,da falta de bjos e abraços, mas qdo essa dor passa começamos um outro ritual de despedida:a dor de abandonarmos o amor que sentiamos, a dor de esvaziar o coraçao de remover a saudade d ficar livre sem sentimento especial por aquela pessoa.E uma dor mais amena que costuma durar mais do que uma dor de cotovelo propriamente dita.
Sao justamente aqueles que amamos que + nos machucam com suas partidas inesperadas, vao-se sem aviso previo e nos levam a felicidade, a fé na vida o equilibrio,nao nos permitimos gostar pelo simples fato de que seremos + cedo ou + tarde deixados para tras na vida, entregues as nossas angustias e remorsos por nao termos dito tudo ou feito suficientes por elas.
Despedir-se de um amor e despedir-se de si mesmo!
E o arremate de uma historia que terminou, externamente sem nossa concordancia, mas q precisa tambem sair de dentro da gente, e so entao poderemos seguir o caminho em busca de felicidade.

É estranho te ver tão rapidamente
E repentinamente por ti me apaixonar
Não sei se foi o sorriso
Ou o brilho do seu olhar,
Mas uma força estranha mexeu com minha emoção,
E as vezes rápido, as vezes devagar,
Fazes bater meu coração.
No vazio do meu quarto,
Fico só tem ti pensando,
E quando a noite vem,
Por ti fico flutuando,
Este amor é estranho,
Com ânsia,
Mas nada fatal,
Porém também não é,
Um simples amor normal.

Ela, outra e outras.

Mais uma vez em uma neurose desmedida onde quaisquer diminutivos em meio a consignações infames, façam com que se sinta abominável, ignóbil. Não num sono aéreo; presa em um denso, ofuscado e grave pesadelo, importuno, um desgosto desmesurado. Talvez não seja ela, ou nela tentam buscar o que desejaram de outrem. Até teria, garante-se que numa veemência muito mais profunda, mas era preciso que vejam que é ela ali e não a outra, outras. Apreensiva. Mil palpitações. Lágrima fluindo vagarosamente por suas sinuosas rugas de expressão.
Um aperto; o mesmo que sentira no momento da certeza de uma infidelidade, mas o ensejo era outro. O receio de perder o apego que ultrapassou os limites de outros apegos. O medo de terem, outra vez, recaídas passadas e ela, novamente, submergir.

VIDA


Se você pensa que está tudo perdido, não teve tempo o suficiente pra procurar, ver que se você quiser pode encontrar. A vida nos traz muitas surpresas, e nem sempre são agradáveis, e é o que nos faz sofrer, é o que nos faz derramar cada lágrima sobre o rosto, é o que nos faz aprender, porque não basta querer sempre levantar, se nunca caiu.
O mundo não é perfeito como queríamos, pois cada um tem uma definição sobre o perfeito, e é por isso que ele não existe. Se tivéssemos tudo o que queríamos, não haveria luta, não haveria emoção, não haveria o prazer de saber que conseguimos, seja com esforço ou não, mais conseguimos o que mais desejávamos.
Não desista tão fácil de tudo, só porque um obstáculo apareceu, se esse empecilho não aparecesse qual seria a graça de seguir em frente. Lembre-se, você pode mais do que imagina, não pode ser melhor que todos, mais pode ser melhor do que você já é.
Eu sei falar é fácil, por em pratica não é tão simples quanto parece, mais há algo que nos incentiva, nos ajuda, quando sabe que isso é bom, que nos vai fazer um bem, porque ele mais do que ninguém quer nos fazer feliz, pois cada sorriso que damos, ele está sorrindo junto, cada lágrima que cai ele segura, mais também chora junto. Pode parecer que não existe esse Deus, mais saiba que ele é tudo que existe, porque ele é o amor e o amor é tudo.
E se você um dia disser que sofreu ou sofre por amor, não faz idéia do que seja o amor, nem se quer o sentiu, porque o amor jamais o fará sofrer, não ponha culpa no amor; se sofres é por outro sentimento, pois sofrimento também é um sentimento, porque todos sentiram, seja no futuro, passados ou presente.
Se o que quer é ser feliz sorria, pois não há como obter um sorriso sem sorri.
Se quiseres amar, ame, pois só amando pode ser amado.
Se quiseres viver, viva, mais viva cada momento sem medo de ser feliz, de amar, de sofrer, de chorar, de sorrir, de cair, de acreditar, de ser, de morrer, de viver.
A vida é bela, basta você fazer com que a seja, agradecendo a tudo, seja bom ou ruim, porque o que é seu é pra ser seu.

Você é tudo de bom e maravilhoso que me aconteceu na vida.
Sua chegada foi divina, repleta de paz e felicidade para meu coração.
Meu ser se purificou com a tua pureza.
Diante de ti eu pude entender sobre o amor, sobre amar e ser amado.
Bendita seja você em toda sua vivencia e glória minha adorada mulher.
Obrigado por me ensinar que somente no amor é possível encontrar a tão sonhada e desejada paz interior que se esconde em nossos corações.

EU E MEU AMOR!!!



Vivi, esperei e hj somos assim...
Descrevendo o que é "Amar"

Amar é...
ver com os olhos de um cego
escrever com as mãos de um analfabeto
tocar sem ser músico e cantar sem ser cantor...
compor e fazer poesia sem nem ser compositor
é curar sem ser médico e é doar-se ao próximo em eterno amor....
Amar é...
confiar no marido(namorado),mesmo quando todos desconfiam
defendê-lo e compreendê-lo,mesmo quando todos o acusam
acreditar nele,mesmo quando todos desacreditam
absolvê-lo,mesmo quando todos o condenam,
pois antes de ser esposa(namorada),somos amigas.
Amar é...antes de tudo,compreender o incompreensível,ver o invisível,reconhecer o irreconhecível,suportar o insuportável,é fazer o impossível...
Amar,enfim,é simplismente amar...

Ultimas palavras...
Durante toda a tarde esperei por ela, o tempo não passava e no final aconteceu como eu previa. Tudo deu errado, esperei em vão... foi esta a tarde mais longa de minha existência, tentei dormi mas as lagrimas molhavam meu rosto e impediam que meus olhos ficassem fechados tempo o bastante para conseguir dormir, na verdade esse era um sono do qual não queria acordar... acredito que seria melhor assim, melhor para mim, melhor para ela que eu tanto amo e que de certa forma sofre por não poder corresponder esse amor. Busco forças onde não tenho para acabar com tudo isso... Mais minha covardia me impede. Como agora admiro os bravos e corajosos que decidem e tem a iniciativa nobre de por fim em seus tormentos pra sempre. Sempre achei covardia tirar a própria vida e hoje chego à conclusão de que fracos e covardes são aqueles que não conseguem por fim em algo que não faz mais sentido.
Talvez esse devesse ser minha despedida... não sei, mas se eu fosse nobre o bastante não estaria aqui agora perdendo meu tempo escrevendo essas coisas que fazem mesmos sentido que minha vida. COMO QUERIA PODER DIZER ADEUS MUNDO!!!

Estações
(ler ouvindo as “quatro estações” de Vivaldi)

Minha realidade sempre se transforma em sonhos.
Em tuas mãos suaves carregas minhas alegrias.
No brilho dos teus olhos sobrevoam gaivotas.
No sentir de teus dançares me retorço em chamas,
Me persigo em bandos e te abraço em solidão.

Minha realidade sempre se esconde em mim.
Ainda assim me esperas nas estações.
Dos invernos às primaveras percorres meu corpo.
Estendes teus braços sem nunca me alcançar!
Me repito em prantos, risos e pratos rasos.

Finais de outonos, ensaios de verão, vulcão em erupção.
Deixa que tudo não aconteça e espera pela realidade.
É quando nossos beijos se repartem em brilhos e se multiplicam.
Permanecendo imóvel o vai e vem das ondas do mar!
Minha realidade se parece muito com você!

Obs. Se for disco vinil, recite mais uma vez!

Jaak bosmans 19-12-2008

todos estão sorrindo... e eu aqui.
todos estão viajando... e eu aqui.
todos estão felizes... e eu aqui.

agora todos estão tristes... e eu aqui.
todos estão chorando... e eu aqui.
todos estão chateados... e eu aqui.

todos estão namorando... e eu aqui.
todos estão dançando... e eu aqui.
todos estão passando... e eu aqui.

Sentimento verdadeiro

Pensamentos fúteis...inúteis... mas agor é assim
Nem pra olhar, se quer pra isso vc serve pra mim
Coisa horrenda, sua mascara caiu
Fez o que quis, me fez seu produto, me consumiu
Agora chega, só o que me come, consome ...
É o ódio que em mim brotou,
Coisa podre que vc plantou
Sentada, aqui, aos pés desta cama
Te olho e sinto nojo, asco, vc não me engana
Poderia ser como fechar o olhos
Fecharia eu os meus e como passe mágico
Você some, vira poeira, fumaça
Qualquer coisa que não veja, não sinta
Que de dissipe, que se disfaça!

Quando pensares que nada valeu a pena, quando pensares que o mundo se voltou contra ti,
quando te desiludires, e imaginares que o amor não existe, volta teus olhos para ti,
olha no espelho e diz: -Eu sou mais forte que isso.
Aprendi em certos momentos da vida que de nada adianta chorar.
Aprendi que quando as esperanças acabam é que o sol brilha novamente.
Descobri que amar demais, não significa ter demais.
Descobri que quanto mais amamos, mais sofremos,
e que não existe amor sem sofrimento.
Minhas experiências me mostraram que mais vale estar só,
que na companhia de alguém que só mal te traz.
Minha vida me mostrou que sou forte, e que sempre tem alguém à minha espera,
seja onde for, sei que não estou sozinha!
E é por isso que não posso chorar.
E é por isso que hoje me vejo seca por dentro.
Porque minhas dores abriram feridas,
E minhas perdas não às fecharam completamente.
Sinto hoje todas as dores do mundo, só não sei ainda porque,
mas HOJE, mais do que nunca tenho um anjo,
um ser que surgiu e me mostrou que nada na vida está perdido.
Por isso que os riscos são tomados,
e é por isso que estou amando esse risco, porque nada melhor na vida,
do que um amor pra te dar carinho e atenção,
do que um amigo pra te dar conselhos e o ombro,
do que uma familia pra te dar sustentação.
Por isso minhas dores estão menos doloridas,
porque minha vida está repleta de amor, de todos os lados e de todas as formas.
Amo tudo que perto de mim está!

ADEUS MAL ENTENDIDO
(Luiz Islo Nantes Teixeira)

Olhando o tempo perdido
Os meus olhos envelheceram
Chorando o adeus mal entendido
Que os meus olhos nunca esqueceram

Os meus labios revoltados
Beijaram os labios de outro alguem
Mas os seus beijos molhados
Juro, na vida ninguem tem

Olhando as horas quietas
Onde cabe tanto carinho
Sigo pelas ruas desertas
Sonhando ve-la no caminho

Se os os meus olhos cansados
Busca-a no clarao do dia ao longe
E porque meus pensamentos apressados
Procura saber onde voce se esconde

Lindo amor voce esta aqui comigo
Mesmo na frieza da ausencia
Mesmo que nao seja um sentimento amigo
Mas certamente incentiva minha insistencia

Lindo amor,quero acha-la seja onde for
Mesmo que seja so para ve-la
Se houver a alegria do amor
Eu abrirei os bracos para recebe-la
Mas se houver a agonia da dor
Eu recolherei os meus trapos
Mas, jamais irei esquece-la

© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
Globrazil@verizon.net or Globrazil@hotmail.com
Brazil - (021) 2463-7999 - Claudio
USA - (1) 914-699-0186 - Luiz

Não alicerces teu comportamento e tuas ações em expectativas alheias ao solo que te é conhecido intrinsecamente. Porém, se essa for a tua inclinação não esperes reconhecimento, pois jamais compreenderás as razões e os propósitos que impulsionam passos que não os teus...
Antes, sê leal a ti mesmo frente ao complexo mundo das relações humanas, pois essa lealdade é a que verdadeiramente conta nos anais da tua história.

coisas do passado

A paixão já passou em minha vida..
Foi até bom ...
mas no final de tudo errado..
Agora carrego dentro de mim..
Uma triste Dor...
Com um coração cicatrizado..

Hoje o mundo parece tão invocado
Dei carinho e respeito .
E no final fui magoado.
Mas tudo agora é coisa do passado
Quero Um amor verdadeiro,
Que sempre esteja do meu lado..

A paixão já passou em minha vida..
Foi até bom ...
mas no final deu tudo errado..
Agora carrego dentro de mim..
Uma triste Dor...
Com um coração cicatrizado..

Hoje o mundo parece tão invocado
Dei carinho e respeito .
E no final fui magoado.
Mas tudo agora é coisa do passado
Quero Um amor verdadeiro,
Que sempre esteja do meu lado..

Cada vez que duas pessoas se perdoam é Natal.
Cada vez que você mostra compreensão com quem convives é Natal.
Cada vez que você ajuda uma pessoa é Natal.
Cada vez que alguém decide viver honestamente é Natal.
Cada vez que nasce uma criança é Natal.
Cada vez que você procura dar conteúdo novo a sua vida é Natal.
Cada vez que duas pessoas se amam com um amor limpo, profundo e sincero, é Natal.
Cada vez que você olha alguém com os olhos do coração, com um sorriso nos lábios, é Natal.
Porque nasce o amor.
Porque nasce a paz.
Porque nasce a justiça.
Porque nasce a esperança.
Porque nasce a alegria.
Porque nasce a ternura.
Porque nasce Cristo... no seu coração.

Soneto da Beleza

não digo que tu és bela, porque
se dissesse estaria mentindo
a palavra que a sua beleza defino
não existe, mas a muito quer nascer

essa palavra é somente sua
porque só nascerá para você
feita sob suas medidas de florescer
aliás, feita sem medida nenhuma

porque sua beleza não pode ser medida
é algo que não pode ser classificado
nem mesmo pelos mais sábios Druidas

um pássaro que só pode ser apreciado
e quando chega a hora da despedida
o coração fica todo despedaçado

CRISE FINANCEIRA MUNDIAL – O COLAPSO DA MOEDA



É de suma importância observar o desenrolar dos fatos que marcam o presente na corrida frustrada ao futuro ambíguo e incerto, predispondo no capitalismo assediado dos porões do crédito e o débito na demarcação no mundo globalizado com hostis demandas avassaladoras do papel centralizado dos agentes econômicos e monopolizadores. Dificílimo é entender as alocações dos recursos que se transformam num flagelado e balde de incontáveis sistemas inoperantes contra a nuvem escura que cobre o universo da análise de eficiência, este, já desgastada nos impérios suculentos nas desproporções assombradas da existência financeira.

Obviamente, o direito das obrigações em que o homem societário está submetido ao regramento, furta-se no desvio das irrealizações imaturas do seu próprio crescimento, tais como: custo, tempo, mercancia e produção. E, no entanto, avaliados no cerne da aplicabilidade das gestões econômicas da atual crise internacional sem endereços, é o retrato mais fiel dessas inquietudes nas desarticulações dos empreendimentos. E, não havendo ponto de equilíbrio, desdobra-se nos austeros sofrimentos para amputar o câncer financeiro que acelera numa corrida sem freios e tempo marcado na universalidade dessas receitas sem nexo nos custos, de modo a destemperar as execuções a curto e médio prazo em que germina o paladar aberrante dos povos na última instância. Procura-se, portanto, engenhosamente ad argumentantum, um elixir nas ciências exatas e financeiras com investimentos pelo crivo de estagnar o balanceamento ensurdecedor da pluralidade de ações conjuntas nas orlas dos maiores empreendedores mundiais que desabam.

Estuda-se arduamente um planejamento financeiro dessas oscilações, com intuição cavilosa de contra atacar as políticas e os objetivos financeiros do crédito e débito nos princípios elementares das raízes descobertas, evitando a gonorréia que se alastra sem dimensões específicas, fugindo dos patamares traçados das contas de Ativo e Passivo, bem como o resultado obtido matematicamente das receitas e custos, em cujas diretrizes operantes não obedecem ao crescimento exorbitante e inigualável em vários países com prejuízos das operações resultantes, alarmando a redução das demandas e aumentos sucessivos dos custos.

Entendo que há uma máscara econômica na elaboração abstrusa dos planos artificiosos e esboçado nas máquinas de calcular dessas projeções em relação ao valor de medida em cada período que o homem sapiens traduz literalmente nos vértices econômicos, enfatizando outros resultados à crença dos seus povos, características estas que variam de países e nações, onde a responsabilidade ao olho nu desaparece entre os seus cidadãos. É neste enfrentamento de crise econômica mundial cavalgou onde o comportamento dessas variações fantasiosas denota por si só, o descrédito impulsionado por uma avalanche de inadimplementos com impulsivos canais de distribuição na tangência da instabilidade. Economistas acusam a dolarização e seus malignos efeitos na ciranda mundial com quedas e subidas drásticas. Há de se repensar que a economia norte-americana não tem mais o condão de sobrepujar o magnetismo que enalteceu aos fortes impactos da guerra passada em que sucumbiram os vencidos, e elasticamente nasceu a maior potência. Ad libitum, resultou nos tempos modernos a inoperância e dejetos que manejam a gigantesca aparência de uma nação ad diem quando chega ao ponto final. No plano em risco, há os oportunistas dos salões dos endividados que se beneficia do sangue lançado na fúria do desespero da alma, angariando sem dó um aumentativo exorbitante dos frágeis homens de negócios, somente assim, fortalecem suas riquezas advindas do mais cruel lenço envenenado.

A liquidez dos ativos, bens e direitos evaporam numericamente numa guerra onde a pólvora se concentra na oferta imediata desses recursos fragilizados num pequeno espaço de tempo, sem previsão e sem conter a mingua do montante inadimplente arrolados por sucessivos aditivos ocasionando a explosão das quebras. A arrogância dos que empreendem altivos empreendimentos no evento desleal com terceiros são manobras acentuadas do mundo dos negócios. Não adiantam socorrer ao frio e as ondas caloríficas dos grandes investidores e megas empresas com decretos, leis e outras medidas solucionadoras e ilusórias através de planos de auxílios ou subsídios em bilhões de dólares. Os insumos malgrado na coleta de incentivos na liquidez saturaram os incautos dos privilegiados. O mundo vive atualmente outras formas, a multiplicidade de sua gente, a desaceleração mundial, a recessão crônica na Europa e na América, sem se falar dos países emergentes, ou retraindo o contexto, as nações que nem sequer espelham o rastro do crescimento nas políticas reguladoras que desfilam silenciosamente em cada cidadão que ainda, por ventura, acha que não fora atingido na central de seu país. Obviamente, é papel dos governantes, emanarem editos confrontantes de uma boa saúde, em vez de demonstrar na ponta do lápis a triste realidade que o povo passa. Previsões antepassadas não surtirão efeitos, planos angustiados sem conforto financeiro, é filantropia para manter ponto estratégico financeiro da quebra.

A recessão está à solta há mais de 20 (vinte) anos em determinados países sem abreviar os estofamentos dos seus leitos e lançamentos de créditos duma política desigual e desumana que campeia no mundo inteiro em reparte da globalização os seus surtos. Riquezas e valores astronômicos acondicionados nas mãos de um grupo ou pequeníssimas legiões, populações desenfreadas no crescimento acelerado, a industrialização e tecnologia de ponta que não rever aonde paira suas agonias por mais créditos. Percebe-se que os gravames desse embate crucificam sempre o direito das obrigações em suas variadas formas e conseqüências. O mundo do consumo selvagem que aglomera um conteúdo aberrante em certas economias com desembolsos enfraquecidos, preenche mais ainda a caravana das carteiras das estimativas fracassadas no débito. Na verdade, assim penso que o universo atual do homem ficou mais acessível às pragas de todos os desenvolvimentos das políticas com gestões infindáveis. Há, porém, outros países na dependência diária da importação, estes, portanto, são as mazelas que mais sofrem na crise financeira.

Ainda há impérios de Estados, que confraternizam no egocentrismo a magia de que não será atingido pela crise financeira que assolou os Estados Unidos da América. Tais promoções encurtam aos economistas a dura realidade com que mapeiam seus gráficos distorcidos quando promovem as articulações dos melhores remédios contra a famigerada inflação irmã gêmea da recessão. Gestões financeiras, planos e ajudas com dinheirama é apenas um achatamento de mais crédito versus débito, talvez incapazes de inventariar a soma dos prejuízos. Impulsos de propagandas governamentais com leves e arrojados toques aos consumidores para movimentar o mercado circulante, irá disparar com um galopante golpe na arte do Hapkido coreano sem anacronismo. A facilidade do crédito e as dificuldades na aferição dos pagamentos geram as mutilações em que vive o homem social, por conta do desenvolvimento e nas máquinas atuais.

Tenho como pensamento o seguinte: “Todo crescimento tem o seu preço e a sua escala de progressão e retrocesso”. Vejamos: que uma determinada indústria ou outros tipos de negócios (sem citar nomes) de motocicletas em determinada região central ou fronteiriça aquece o mercado com a disparidade de vendas e produção localizadas no mercado. Aduzindo nas suas funções das administrações financeiras com arrojados programa de crescimento, promovendo e gerenciando astucioso plano de vendas e industrialização em seu gigantesco parque industrial com perspectivas de aumentar e flexionar outras subsidiárias no domínio incalculável de maior receita bruta, obedecendo em planilhas orçamentárias, espantosos e agigantados lucros. Nesse ínterim, acopla o seu próprio banco de investimento financeiro, acautelado e protetor de suas emendas de riscos sem se importar com as deficiências alocativas do mercado. As revendedoras particulares apostam no sucesso em curto prazo. Espalhando-se como o surto da dengue sem remédio no Mercado Nacional, revendas alucinadas por todas as bandas.

O mercado publicitário blinda com arrogância em seus perfectivos comerciais de longo interesse ao público consumista, brasões de crédito se incorporam na mistificação aglomerada no desengate de lucros presentes e atuais, hasteando a bandeira mais simples e fácil de adimplir o crédito. Para a indústria e seu banco de crédito não há probabilidades maior de não liquidez em seus débitos, referindo-se “aos maus pagadores” com valores devidos ou indevidos por estes clientes/consumistas. A situação cadastral da revenda já alocou na contratação bilateral adesiva com o banco financeiro os seus fiadores, depositários, penhores, hipotecas ou valores como suporte contratual em caso de quebra e garantia do negócio.

Tramites legalizados, e serviços disponibilizados de primeira ponta, impõe uma bela fachada nos prédios das revendas aos traços impostos pelo aderente Senhor Banqueiro, causando impacto frontal na disparidade de concorrentes e clientes diversos. Custos semifixos e semivariáveis reúnem ao grosso modo na especulação, e sem custos variáveis a revenda é obrigada a deliberar uma guerra comercial não sofrendo nenhuma depreciação tais bens. De certo, que a facilidade de crédito ilude facilmente as pequenas sociedades de homens sem qualquer formalidade na aquisição futura do bem, cujo orçamento doméstico não possui capacitação para adquirir, imbuindo metodologia de marketing, ofertando os bens de consumos com prestações em 72 (setenta e dois meses), sem entrada, crédito aprovado na hora, tangue de combustível cheio, emplacamento grátis, e outras ofertas, ou até mesmo na compra de automóveis a entrada para pagar no final do financiamento, equilibrando o salário do consumidor nas prestações suaves, despreocupadas e lentas, onde os juros contratuais serão aglomerados na posição da época conforme as frações da economia e suas altas e quedas.

O sonhador e consumidor apaixonam-se pela utilidade que sempre sonhou em tê-los, e no fundo imaginário, esta, é a única oportunidade de ser o detentor e desfrutar do novíssimo bem, apenas observa que tem capacidade de obter em poucos instantes àquela propriedade. Logo, o revendedor está com sua comissão já creditada, o negócio transacionado com a financeira, a indústria já recebera a sua fração, e o crédito ficará no vencimento das parcelas, cujo procedimento com vencimento antecipado e garantia da execução com a retomada do bem pelo financiador.

O consumidor não vence as regalias do mercado do crédito, partindo para outras compras a crédito e aumento de suas despesas, e as festas com tradições anuais impõem o desgaste do seu bolso, os aumentos salariais não socorrem a queda através da inflação, o comprometimento do orçamento doméstico revida sem força, achatado pelo desgaste de inadimplência adormecido. Se for um profissional autônomo, averigua-se imediatamente a iliqüidez os seus créditos, a fragrância desaba como desabou as Torres Gêmeas, e daí nasce o calote nestas forças que movimentam a ambigüidade dos créditos e débitos nas figuras que levam o descrédito.

Não há que se chamar de devedor ou inadimplente a falta de irresponsabilidade do cumprimento das obrigações já utilizadas há milhares de anos no império romano. As mudanças radicais oportunizadas assombreiam sem dar guarida ao consumidor, e este, não tem suporte ás vezes de neutralizar, vez que a moeda corrente é efêmera. A instituição financeira acelera no revendedor autorizado máculas do rompimento acaso não atinja as progressões de venda no mercado. Forçoso admitir que esses braços das economias, respondem diretamente pelo fortalecimento e engrandecimento dessas montadoras que auspiciam no vôo os lucros e padecem nas quebras indesejáveis.

A soma desses negócios em determinado tempo, ocasionam o crescimento em demandas aplausíveis. Como exemplo, citamos um minúsculo caso para melhor entendimento: João, casado e tendo quatro filhos percebendo um salário e nunca teve condições de comprar uma motocicleta. Planeja e junta comprovantes de renda e adquire nas facilidades o sonhado bem, onde a propaganda dos investimentos fáceis é a sobra das vantagens. A empresa onde o mesmo trabalha não atinge seus objetivos financeiros, não consegue crédito nos bancos motivados pela crise financeira. João é despedido, não paga o bem, e nem outras obrigações, além dos filhos que param de estudar motivados pelo desemprego do pai. E por aí vai, quebrando e fazendo crédito enquanto possui nome limpo. Dessa engrenagem, é que se vislumbra a cadeia da quebra e desconfiança. Não quitou os seus compromissos, e fez um efeito dominó em conjunto com um aglomerado de pessoas naquele país da mesma forma em que se encontram.

Assim é a crise financeira, um manto negro que se desvela em cada pessoa e nas grandes conglomerações do poderio econômico que passam e repassam anos com suas carteiras de crédito, assobiando nas inflações aumentos insuportáveis de valores. E quando desacelera é bancarrota na certa. Sem se falar dos campeões do crédito aberto que comercializam os corruptores, realizam crimes contra o Estado, a máfia, e outras formas ilícitas de alavancar receitas sem a geometria egocêntrica do governo, sem medida capaz de identificar o vôo silencioso desse dinheiro sem bandeira. Empresas fantasmas, fraudes nas suas diversas formas, aumentos irresponsáveis de tributos, cobranças de taxas e outras mercadorias pitorescas dessa ciranda de neve. Sem se falar das carteiras de crédito hipotecarias que elásticas sem rumo, numa eterna cláusula de revenda.

E nesta vaquejada de Instituições de Crédito Pessoal galopante com juros infernais, disponibilizados nas contas correntes ajuntam uma massa incomensurável de devedores, patrimônios endividados que se amontoam nos hd’s das instituições, e também nas carteiras hipotecárias. Crédito com risco desenfreado nas composições diversas assume uma verdadeira batalha naval onde tudo flutua com as brisas oceânicas. O homem necessita repensar sobre o mundo das obrigações inerente a atualidade para obter com justo incremento a bonança de uma paz.

_ Quem sou eu?
_ Eu sou aquele que chamam de louco, irresponsável e tantas coisas mais
_ Por quê?
_ Porque revelo meus sentimentos e manifesto meus pensamentos independentemente das conveniências sociais.
_ E qual a loucura que existe nisso?
_ Hoje em dia, é proibido você ser você.
_ Então, eu não sou eu?
_ Ser você num mundo em que todos querem te refazer, é difícil, mas essa pergunta só deve ser feita a si próprio.
_ Mas eu tenho certeza que eu sou eu mesmo.
_ Será?
_ Você está tentando me confundi.
_ De jeito nenhum! É que as pessoas nos anulam sutilmente, sem nos apercebermos disso
._ E você? Tem certeza que você é você mesmo?
_ Sou! Mas só sou porque descobri as sutilezas que eles usam.
_ E quais são?
_ Elas não podem ser ensinadas, só percebidas.