Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
BIOGRAFIA
Sou uma questionário ambulante, um museu vivo. Dentro de mim existe a garota que muitos pensam conhecer, mas poucos verdadeiramente conhecem. Sou aquela pessoa que vive do que sente, e que sente o que não quer sentir.
Sou impulsiva, me jogo, me entrego mesmo ao momento. Sem medo, brinco com o improvável, viajo em um mundo só meu. Vivo com intensidade o que realmente desejo.
Amo e odeio.
Choro e sorrio.
Incomodo muita gente com o meu sorriso. Trago um olhar de menina, e um coração de mulher.
Sei abraçar, mas também sei apunhalar, (como ninguém). Já fui usada, mas também já usei.
Sou mais inteligente do que pareço, e menos do que almejo.
Não suporto regras, nem horários. Não me incomodo em ser uma exceção, em um mundo de normais.
Um sonho para mim, seria viver do que sinto. Não a dinheiro que pague, o prazer de ler o que escrevo ou de ouvir o que toco.
O meu mundo ideal seria: eu, meu amor e meu violão, na beira de um rio pela eternidade, respirando e vivendo a natureza, sem contra-tempos.
Preferia morar dentro de um zoológico qualquer, do que em lugar rodeada de gente falsa, e de injustiças a todo tempo. Há certas coisas que para alguns parece tão normal, mas eu nunca me conformarei. Para mim, existir fome, dor, traição nunca será normal.
Meu maior erro sempre foi, e talvez sempre será, acreditar no amor. Dizem que são com os erros que aprendemos, bom, até agora, tudo que aprendi é que o amor é um sentimento que machuca muito, mas mesmo assim, não deixo de amar.
Coisas bobas me magoam, e as vezes as coisas mais sérias ignoro.
Já passei noites chorando por quem não merecia, já usei o uniforme dos rebeldes, já colecionei, moedas antigas e pedras. Durmo todas as noites com ursos de pelúcia e tenho dezenas deles. Guardo em uma caixa, muitas cartas e objetos especiais, existem dias que abro-a, e recordo absolutamente tudo o que vivi. Nesses dias, vejo que de uma forma oculta, a minha vida tem válido a pena. Mas nem por isso, eu sou uma princesinha da Disney.
Sei bem a dor de uma lágrima, sei o que é ser substituída. Sei o que é chorar e não ter ninguém para desabafar. Sei como é conviver com o impossível, sei como é difícil sentir ciúmes do que não é meu.
Já fui julgada diversas vezes pelo meu jeito criança de ser, mas nem por isso deixei de ser quem eu sou.Vivo em um mundo abstrato, em um mundo de sonhos e fantasias mágicas, mas nem por isso tiro meus pés da realidade, da triste e cruel realidade.
Meu maior objetivo ultimamente, é esperar a morte, pois a vida é isso, nascer, crescer e morrer. Embora eu seja sonhadora, sou pessimista. Contraditório não?! Pois é, se eu tivesse que usar apenas uma palavra para me descrever, essa seria a escolhida.
Literatura da Vida Real
Então a mocinha inocente conheceu seu príncipe encantado, que cheio de palavras bonitas, a seduziu. O tempo foi passando e a mocinha se apaixonando cada vez mais. O príncipe começa pisar na bola, e sem saída a mocinha não vê outro caminho a não ser terminar o que está terminando com ela.
Eles terminam, e dias depois o príncipe encantado aparece com outra princesa. A mocinha se despedaça, sente-se traída, uma completa tolinha. Esquece-se que existe algo chamado felicidade. O tempo passa, ela levanta-se, e enxerga um novo horizonte, então o mesmo príncipe encantado, (já não mais tão encantado) ressurgi e com as mesmas belas palavras seduz novamente a menina, e a história se repete.
E assim, essa boba, e esse sapo vão vivendo!
USE, SEM DIREITOS AUTORAIS
Qualquer mulher sensata,
preocupada em não sofrer,
diz '
Se é para me usar...
afaste-se de mim!
Mas desta maneira para evitar a dor,
evita também o prazer!
Medo de sofrer,
eu?
Eu tenho medo é de não viver!
QUER ME USAR?
Enquanto eu estiver afim,
USE E ABUSE!
E quer saber?
Agradeço a preferência....
Mais pega leve,
porque...
você
SERÁ MUITO MAIS USADO!!
.
A noite chegou e junto com ela a vontade de sentir o seus beijos e colar o seu corpo ao meu.
Junto com as estrelas que lembram muitos seus olhos, veio a saudade que não para de torturar meu coração.
O vento lá fora assovia uma velha canção de amor e como um carrasco me envolve com um aroma que me faz recordar o seu cheiro.
Então de olhos fechados, fico eu aqui sonhando e pedindo a Deus que isso seja um presságio de novos momentos de amor!
Sergio Fornasari
É ao teu corpo que eu quero me agarrar pra passar o frio...
É a tua respiração que eu quero sentir no meu pescoço me acordando...
É a tua voz que eu quero ouvir me chamar , quando eu estiver com preguiça...
É a tua mão que eu quero segurar pra passar por cima de todas e qualquer dificuldade...
É em você que eu quero pensar antes de dormir...
O que eu pensava e buscava hoje já não satisfaz
mentiras perversas repletas de intenções fugaz
satisfações momentaneas prazeres unilaterais
perdidos num mundo devorador de apetite voraz
Conheça a verdade e sinta-se libertar
os olhos que se abrem ao invisível não tornam a se fechar
consciência que fala corrige aponta e grita se preciso for
nada mais será como antes, estás agora repleto do Seu amor.
Perdi você
Você não tem obrigação
de me fazer companhia,
nem de ver se estou bem.
Não vá dizer que sentia,
pois sei que você não vem.
Sua voz não mais ressoa
através de minha porta,
não sabe que estou sozinha,
que essa solidão me mata.
Seu caminho agora é outro,
sua estrada não é mais a minha,
seu sorriso não mais é meu,
seu carinho se perdeu,
foi-se o tempo que eu o tinha.
Tenho saudade, isso tenho.
Mas nada disso importa,
o dia que você voltar,
não sei não se vou abrir
novamente a minha porta.
Porque a mágoa dói demais,
E talvez seque o perdão,
que ontem eu podia dar,
quando ainda era seu
este frágil coração.
De onde vem o vento
Às vezes fúria
Às vezes dormente
Astuto a driblar montes, mas espúrio
Pois de alguma forma se faz presente
De onde vem o vento
A trazer saudades
Como numa maldade
Ainda há de nos deixar dementes
Vento, ventania
Nos coloca em sintonia
Tira essa agonia
Minha mente grita em disfonia
Mateia Comigo
Que índio mais guapo
Que vem no cavalo mouro,
Dos olhos verdes,
E cabelo cor de ouro.
Traz no olhar a calmaria do pampa,
Mostra ser de fina estampa,
Sorriso profundo até
Parece ser o meu mundo.
Te achega pra cá,
Vem comigo matear,
Um mate com canela,
Eu vou lhe dar.
PENSAMENTO DE ÍNDIO - 19/04/2014
Não pense que índio não pensa.
Quando o índio para pra pensar,
não é tão diferente de ninguém.
Ele pensa no passado, sua vida,
sua história e seus ancestrais.
Tira boas lembranças da memória
e recorda seus momentos de paz,
sua liberdade, sua comunidade,
sua intimidade com a natureza.
Ele pensa no futuro, ele quer,
deseja ser parte, quer se modernizar.
As suas quimeras são naturais
que de tão comuns se divagam,
ante o sutil avanço tecnológico,
que faz das tradições, um descarte.
O índio para e pensa no agora,
no presente. Mas, que presente?
Tá faltando algo nesse presente?
Sim, o valor merecido às suas origens
e o respeito maior aos seus costumes!
Você
Você apareceu e me dominou,
foi naquele olhar que você me conquistou,
e por você meu coração se apaixonou .
Que grande descoberta,
agora nada mais importa,
o meu mundo parou,
tudo se revirou,
já não consigo mais pensar,
eu preciso me expressar,
mais o amor é tanto,
não consigo fazer um depoimento,
tudo foi muito rapido,
fiquei completamente perdido,
não sei como e porque,
apenas sei que oque eu realmente quero se resume em VOCÊ !
...Um feito chamado Amor...
O Amor é um laço que não se pede, não se mede e quando você menos espera, acontece.
Neste momento as pernas já estão bambas, as palavras que você ensaiou, não mais sairão como no ensaiado.
O coração acelerado, bate mais forte que a bateria da escola de samba na sapucaí.
Arrisque-se mais...
Acontece com todo mundo... É Amor!!!
Que saudade BAITA,
Da baixaria da tua GAITA,
E teus dedinhos no TECLADO,
E eu faceiro do teu LADO,
Cantando um CHAMAMÉ,
Que saudade de ti MULHER,
Quando eras minha DONA,
Mas hoje só a CORDIONA,
Eu tenho do meu LADO,
Pois é um grande LEGADO,
Que pra mim FICOU,
Por que Deus te CHAMOU,
Para a eterna QUERÊNCIA,
Mas aqui tua EXISTÊNCIA,
Muita saudade DEIXOU,
E pra quem te ACOMPANHOU,
Nas andanças por AÌ,
Sente tua falta por AQUI,
Com tua cordiona TAITA,
E esta saudade BAITA...
Ao longo de minha vida aprendi:
Que voce deve sempre confiar em Deus, mas que não deve esperar tudo de Deus.
Que voce deve sempre sonhar e desejar algo. mas é voce que deve correr atraz de seus sonhos e buscar realiza-los.
Que voce não deve comfiar em ninguem, mas que não deve nunca perder a fé no ser humano.
Que as pessoas vão fazer de tudo para te magoar, mas haverá sempre alguém disposto a te proteger.
Que o sofrimento é inevitavel, mas que o amor supera tudo.
Que nem sempre somos os detentores da razão. havera sempre alguem que sabe mais que voce.
Que aqueles que julgamos ser os nossos melhores amigos, poderão um dia nos decepcionar.
e que o mais importante de tudo é ser sempre verdadeiro em tudo que fizer.
pois somente com a verdade nos tornaremos senhores de nossos sonhos, dirigentes de nossas vidas e capazes de enfrentar tudo e todos sem arrependimentos.
Quer um conselho? Viva do jeito que te faz feliz,
sem se preocupar com o que as pessoas pensam ou dizem.
Afinal, as pessoas só sabem mesmo é julgar
quando você faz algo que elas acham que é errado.
Mas na hora de chorar suas lágrimas,essas mesmas
pessoas que te julgam são incapazes de oferecerem o ombro para te confortar.
Portanto, viva e seja feliz.. o que os
outros falam ou pensam é problema deles e não seu.
Acredito piamente que sempre haverá algo bom para chegar a nossas vidas. Mesmo vivendo a dor momentânea ou o tormento que hora nos assola, nos abate nos machuca e muitas vezes, arranca nossa voz...
Acredito em quem dá a volta por cima independente dos obstáculos a vencer. Que luta, corre e vai buscar seus objetivos, estabelece metas e voa para o sonho que tem.
Acredite em você! Nunca permita que alguém te diga que você não pode realizar algo. Acredite! Sua melhor resposta é vencer.
Primeiro Amor Do Garoto De Ontem
Às vezes sinto saudade.
Às vezes sinto vontade
de sentir tudo como
na primeira vez que senti.
Como quando descobri existir
e tive transformada toda
a forma de enxergar e degustar
os instantes preciosos
que marcam mais que tatuagem
o transcorrer de uma existência inteira.
Todo o embrulho estomacal,
o tremor das mãos
e o bambear das pernas
por um simples olhar sorridente
ou sedento por vida compartilhada.
E o quase infarto pelo doce beijo
seguido de longos, calorosos
e apertados abraços silenciosos
que gritavam mais alto que
tudo que já ouvi falarem
e não valeu nada perto
do que me vale aqueles momentos.
Ah, e toda aquela inocência
disfarçada de segurança
pelo distante e sonhador futuro
que em sua maior parte não se dividia,
não se via por dois lados,
seguia em uma só reta,
vista por quatro olhos, dois corações
e mãos entrelaçadas como já não se vê,
não mais se sente,
não mais se sabe viver.
Queria poder ter tido
mais uma chance de voltar
lá nos meus 16 anos,
e com a experiência de hoje
fazer tudo melhor do que fui capaz de fazer
quando era um apavorado garoto
perdido em tantas sensações
as quais soube se perder
e jamais aprendeu a se achar.
CRIANDO LAÇOS ATRAVÉS DO CORAÇÃO
Na maioria dos casos, o ser humano vem ao mundo sozinho e tende a viver só na modernidade. No entanto, dificilmente consegue pois, como um ser social, necessita criar laços, às vezes profundos, para construir os seus próprios (des)caminhos ou, muitas vezes, para apenas sobreviver, ou, como se diz no senso comum, viver como “Deus quer”.
Não é fácil criar laços! Não depende apenas do desejo de alguém mas, principalmente, da sua postura, da sua vontade de socializar, intercambiar sonhos, desejos, projetos de vida/trabalho. Mas, nem sempre é assim que os laços são criados. É incrível como podem surgir num “estalar de dedos”, quando um olho emerge do outro ou imerge no outro e se fundem definitivamente mesmo o definitivo não existindo!
O outro surge e, aí, tudo acontece. O quase impossível se materializa! Os laços são criados, deixando-se de ver apenas com a razão e passando-se a ver, especialmente, com o coração.
A partir daí o encontro com pessoas, situações, lugares será guiado pelo coração, escolhido por ele, acontecendo o que muitos desejam: exigir de cada um apenas o que cada um pode dar; entender que julgar o outro é inadmissível pois, como julgar o outro quando não se consegue julgar a si mesmo?
Então, a palavra de ordem passa a ser cativar, que significa criar laços.
Aqui, vale resgatar o que nos ensina Saint-Exupéry: “[...] se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.” [...] se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros.”
Enfim! O que se procura com o coração passa a ser não algo grande/grandioso, algo material, mas algo que preencha o coração e que o deixe repleto do contentamento capaz de fortalecer os laços por ele criados.
É, a vida fica bem melhor quando laços são criados através do coração!
APROFUNDANDO A FÉ NO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA
(França, Espanha e Portugal)
De uma forma ou de outra, desde pequena, tenho buscado aquela fé que consegue remover a inquietude humana e proporcionar a paz essencial à vida neste ou em qualquer outro plano.
Quando criança e adolescente, acreditava que tinha essa fé, isto porque participava ativamente, mesmo de forma ingênua, em atividades da Igreja Católica.
No entanto, a idade adulta, ou seja, a vida no Colégio Central em plena ditadura militar, na Universidade e, depois, como docente, aluna de mestrado e de doutorado, envolvi-me em movimentos político-sociais, na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, por um ensino de qualidade, por melhores condições de vida, entre outros, ficando invisíveis muitos dos valores religiosos que foram inicializados na minha infância.
Não mais livros religiosos, procissões, palavras proferidas em missas, novenas etc, mas livros que mostravam a realidade mundial, brasileira, baiana: desigualdade social, pobreza, desemprego, inacessibilidade a serviços básicos como educação e saúde, além da baixa resolubilidade desses serviços.
Uma mudança, por que não dizer, radical!
Essa nova vida não me deixou perceber que a vida com Deus é, como diz Frei Inácio de Larranaga, vida de fé, e fé não é sentir, mas saber; não é emoção, mas convicção; não é evidência, mas certeza.
Viria compreender um pouco essa mensagem algum tempo depois, ao vivenciar a dor de perdas acumuladas, especialmente a do meu filho de 20 anos, que me levaram a um estado de “cansaço” intenso! Não tinha a ideia de que procurava um deserto, isto é, sair do lugar onde vivia, trabalhava, e retirar-me para um lugar solitário: campo, bosque, montanha...
Teria que ser algo que me fizesse conhecer melhor o meu eu para superar a dor, para me superar.
Caminhar/peregrinar foi uma opção pois cada caminho é um caminho que nos leva ao desconhecido, ao que esse desconhecido é capaz de nos ensinar.
Em apenas uma semana lá estava eu fazendo, a pé, como peregrina, o Caminho de Santiago de Compostela, inicialmente, o Caminho Francês (33 dias pelas montanhas).
Ao chegar à Santiago e assistir à tradicional Missa dos Peregrinos, senti um “vazio” profundo, uma necessidade de continuar caminhando rumo ao desconhecido. Foi incrível! Ainda estava faltando algo!
Então, decidi fazer o Itinerário Santiago/Fisterra-Muxia (Costa da Morte), não aprovado, naquele momento, pela Igreja Católica, porque era permeado pelo misticismo.
Foram mais 96km pelas montanhas, com apenas três albergues à disposição do peregrino. Ao chegar em Fisterra-Muxia, onde fiquei uma semana bastante envolvida pelo seu misticismo, vivenciando momentos especiais, tudo ficou mais confuso. Descobri que ainda não havia conseguido a revelação que buscava e que não era muito clara para mim.
Continuar caminhando/peregrinando, não mais pelas montanhas mas por terras planas, vales e montes, seria uma saída: o Caminho Português ao “reverso”, isto é, de Fisterra-Muxia (Espanha) para Porto (Portugal). No entanto, encontrei-me em um “Caminho” sem “calor humano”, com poucos peregrinos, albergues vazios mas fui parcialmente compensada ao participar, em Redondela, durante três dias, como voluntária, da construção de tapetes de flores, com desenhos religiosos, nas ruas desta cidade portuguesa.
Ainda inquieta, tomei a decisão que deveria estar “guardada” no meu íntimo: de trem, fui de Porto para Fátima onde tentei deixar uma medalhinha desta Santa, que meu filho usava quando mudou de plano. Fátima não era o seu lugar! Uma freira orientou-me a levá-la de volta para o Brasil, onde, num certo dia, ao mirá-la, de forma especial, levantei-me repentinamente, fui ao cemitério e mandei cravá-la no túmulo do meu filho. A partir daí, não mais me preocupei com a medalha uma vez que ela já estava onde deveria, provavelmente, estar há muito tempo.
Bem, consciente ou inconscientemente fiz um deserto, um tempo forte dedicado a Deus em silêncio, solidão, e pude sentir como na fé Jesus toca as nossas feridas, especialmente aquelas que nos machucam muito!
Para Frei Ignácio, a vida de quem crê é uma peregrinação. Mas eu não sabia o que é “ser peregrina”. Aprendi no Caminho que o peregrino não sabe nada: onde vai dormir nem o que fará no dia seguinte; que fadiga, incerteza e insegurança são o pão do seu cotidiano; e que ele tem uma meta mas não consegue vê-la claramente. Assim, comecei a entender que as duas forças dialéticas da fé podem ser a certeza e a obscuridão.
Dessa experiência existencial, um dos grandes aprendizados na minha vida: quando pensei que o objetivo infinito estava ao meu alcance, nas minhas mãos, Deus se ausentou e silenciou; apareceu, desapareceu; aproximou-se, afastou-se; tornou-se concreto e se desvaneceu. Foi nas montanhas, em direção à Astorga (Espanha), onde me perdi por 14h. Pedi socorro a Ele mas tão logo encontrei o “sinal” do Caminho, deixei de crer e me perdi de novo...
Apesar do meu “afastamento/alheamento”, passei a perceber que deveria reduzir a silêncio a minha mente quando ela tentasse se rebelar e que deveria abandonar-me na fé.
Mas, como é difícil ter “aquela” fé que tudo suplanta!
Só Ele sabe como tenho tentado/venho tentando...
Nunca se sabe onde ou quando, mas se sabe que um dia precisará.
Talvez não hoje. Quem sabe amanhã.
Porém todo dia, e dia após dia. Temos um novo dia.
E podemos usar este dia diferente de outro que passou. Porque um novo virá. Use-o da melhor maneira que puder. Use-o lhe foi dado.
É um presente faça diferente o que não tiver funcionado hoje.
A. Q.
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