Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
AS FACES DO AMOR
O Dever sem AMOR AVALIATIVO te faz mal humorado...
A Responsabilidade sem AMOR LÚCIDO te faz imprudente...
A Ciência se AMOR RERFLETIDO te faz arrogante...
A Gentileza sem AMOR OBJETIVO te faz hipócrita...
A Honra sem AMOR PONDERADO te faz cruel...
A Justiça sem AMOR REALISTA te faz duro...
A Ordem sem AMOR SIMPLES te faz complicado...
A Riqueza sem AMOR JUSTO te faz avarento...
A Fé sem AMOR INTERROGANTE te faz fanático...
A Vida sem AMOR AUTÊNTICO é vazia e sem sentido...
Mas a vida vivida em AMOR A DEUS é permanente fonte de harmonia,
Criatividade, Paz Alegria e Felicidade...
"O BAILE da VID@"
Os anos passam... As lembranças são eternas, A saudade permanente e nossos olhos em busca de cenas de tempos vividos. Os anos passam... Vivemos lições de vida, aprendemos a vasculhar nas nossas recordações do coração e a acariciar lindos momentos que se foram para não mais voltar Os anos passam...
Crescemos na alma, mas sempre seremos frágeis no amor Os anos passam... muitos virão ou quem sabe... nossa estada nesta vida seja curta nada sabemos do amanhã... nem quando vamos...
Os anos continuam a desfilar na passarela do aprendizado e nós protagonistas da vida, enfrentamos os momentos que nos fazem infelizes e nos deliciamos com os felizes!
Resumimos que a vida é um grande baile em que almas se encontram, se esbarram, se unem e se separam... Cada qual bailando nos conflitos, nas esperanças e nas suavidades de momentos de amor De todos os anos que se foram, concluo que viver...
É ser cada qual, em sua essência adquirida. Com todas as adversidades, com as lágrimas derramadas, ainda assim, a alegria de viver é o maior presente embrulhado em papéis de brilhos de momentos...
Relembrar é viver um pouco mais Viva a sua vida pois ela é curta. Valorize e ame a você mesmo pois ninguém mais que você, te conhece. E não se esqueça... Ninguém lembrará o que fez de bem Mas, ... Todos lembrarão dos seus erros.
RONDÓ DE MULHER SÓ
Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que está a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.
Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.
O homem é apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteúdo de amor. Não é por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, só, em meu quarto: o que me arrepia de temor é este amor invisível e brutal como um príncipe.
Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bêbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.
A uma mulher não se pergunta: que farás agora da tua liberdade? A nossa interrogação é uma só e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ácido? É terrível o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.
É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: são inúteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harém, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade Média, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas - e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas - fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparência sadia do biquíni, olhando a mecânica erótica de olhos abertos, instruída e elucidada. Pois não é na voluntariedade do sexo que está a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolável como loucura. O sexo é simples: é a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor é complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.
Aqui estou, só no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno é incompreensível. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, está a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalível. Só que a presa não é ele - o homem que se aproxima - mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vítima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. Caímos sempre em nossas armadilhas. Até as prostitutas falham nos seus propósitos, incapazes de impedir que o comércio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente líquidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contêm. O pior agora é que o vaso está a caminho e não sei se é taça de cristal, cântaro clássico, xícara singela, canecão de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chão. Os vasos têm muitas formas e andam todos eles à procura de uma bebida lendária.
Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nós) que o drama da mulher é ter de adaptar-se às teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurótica por todos os poros acaba no divã do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e não soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.
Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, há inúmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. A matrona foi inventada de acordo com as idéias de propriedade dos romanos. Como a mulher de César deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de César passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocáveis, e as Beatrizes castas e intocáveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespiráveis alfarrábios. O romancista do século passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.
O tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretárias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima - seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.
Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós - não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino - o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpática, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista... Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?
Pare de viver sua vida como se estivesse num filme.
Pare de idealizar seu amor em vez de encontrá-lo.
O amor não é sempre como um raio, as vezes é só uma escolha.
Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão.
Decisão de correr risco com alguém.
Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa.
Talvez o amor não seja algo que aconteça, talvez seja apenas uma escolha.
Deduções
Deduzir nem sempre é interpretar a verdade dos fatos.
É um pré-julgamento de certezas alheias.
É criar um mundo de ilusões baseado na própria maneira de enxergar a vida.
Deduzir, é curiosidade aguçada, é tentar desvendar o sagrado de cada um.
É definir o abstrato, autenticar o irreconhecível, camuflar o fidedigno.
Já não bastam as deduções que temos de enfrentar durante nossa caminhada!
Deduções de caráter, de estilo, pensamentos, comportamentos, sentimentos.
Saem por aí subtraindo nossa personalidade, nossa estética, descontam por conta própria palavras e atitudes de um vasto conjunto de ideias.
Sub-traem, exatamente, traem por baixo. É sujo.
Julgam o que vêem no exterior do corpo, da pele.
Visam carcaças feito matadouro.
Quem olha do lado de fora não identifica as verdadeiras razões e intenções. Mensuram inexatidões, descartam probidades, anulam qualidades.
Só aceito e concordo com os descontos comerciais, em notas fiscais, mesmo assim discriminados os percentuais.
Agora, reduzir-me feito número decrescente?
Não preciso de aproximações feito dízima periódica, sei o que quero dizer quando escrevo exatamente.
Tenho saudades...
Tenho saudades de ti. Saudades dos nossos momentos... Saudades dos nossos momentos bons e dos maus também. Tenho saudades das nossas conversas sem pé nem cabeça, saudades das nossas discussões. Tenho saudades dos nossos passeios, da nossa vida nada parecida, do teu sorriso quando falavas algo engraçado, da tua cara de ódio, quando mesmo sem querer eu te irritava.
Saudades do nosso amor intenso, único e todo errado, das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas. Tenho saudades do teu ciúme com fundamento e dos sem fundamento também. Saudades dos teus medos e da maneira que eu cuidava deles. Saudades da maneira como tu te preocupavas comigo, saudades da tua fraqueza, que me dava força para ser forte. Saudades do nosso primeiro beijo e do último também.
Saudades da nossa vida tão igual e tão desigual. Tenho saudades de quando tu aparecias do nada e me fazias sorrir pelo simples facto de estar ali. Tenho saudades do teu amor intenso, da maneira que tu dizias “eu amo-te” deixando um brilho nos meus olhos. Saudades das tuas mãos nas minhas, a minha boca na tua. Saudades dos meus braços à procura dos teus e dos teus braços procurando os meus.
Tenho saudades dos planos que fizemos, dos nossos sonhos impossíveis que na nossa vida tentamos juntos construir. Tenho saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Os nossos telefonemas antes de dormir, as nossas palavras doces, nossas palavras duras e a nossa vontade de ser o outro de ser do outro. Tenho saudades da nossa música que até hoje toca para me fazer sentir mais saudades. Saudades dos nossos presentes no Natal e aniversários, da tua vontade encantadora de me surpreender.
Tenho saudades de ti ao meu lado, tenho saudades da tua presença em mim mesmo na tua ausência. Tenho saudades de ti fazendo-me chorar e eu fazendo-te sofrer. Tenho saudades de tudo o que vivemos e do que não conseguimos viver. Tenho saudades da tua maneira de não saber me amar que me fazia sentir o homem mais amado do mundo. Tenho saudades da nossa dependência um do outro, da nossa forma de esquecer o mundo quando estávamos juntos. Da nossa maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples.
Tenho saudades de ser teu, só teu. De te pertencer inteiramente, fazendo parte da tua vida, saber o que estavas a fazer e com quem estavas a fazer. Tenho saudades da nossa história, a mais estranha que alguém já escreveu. Tenho saudades do que contamos um para o outro, dos segredos que temos, que escondemos. Saudades do meu aniversário, do teu aniversário. Saudades do nosso “tempo”, de cantar mas estar a cantar só para ti. Tenho saudades do nosso namoro escondido, onde só éramos eu e tu. Tenho saudades do nosso amor, nossas juras, nossas promessas, nossos encontros e dos nossos desencontros.
Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de ouvir “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades de tua amizade, da tua força e de tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo, das tuas loucuras, da tua inteligência, do teu talento. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo. Saudades do nosso casamento que não aconteceu. Saudades dos filhos que não tivemos. Saudades da cama que não dividimos. Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti.
Mas o que mais dói de toda esta saudade é saber que de tudo que eu sinto saudades está destinado para outro alguém. Outro alguém que já odeio antes de existir, outro alguém que não terá a mesma saudade que eu sinto, porque não serei eu. Como dizia o poeta “em algum lugar deve existir, uma espécie de bazar, onde os sonhos extraviados vão parar”. Acho que os nossos sonhos e planos se extraviaram e foram parar nenhum lugar, mas na minha mente, nela pararam e não me deixam seguir em frente nem viver, não me deixam sentir saudades de outro alguém. E é por isso que vivo sentindo saudades. Saudades de mim, de ti, saudades de nós..
“Que você possa ter forças para vencer todos os medos...
Que no final possa alcançar todos os seus objetivos...
Porque parte de nós é cansaço...
Mas a outra parte é vontade...
Que você possa aprender sem se sentir derrotado...
Que isso possa fazer você mais guerreiro...
Porque parte de nós é o que temos...
Mas a outra parte é sonho, mas se do seu tamanho, lutando você realizará...
Que durante sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros..
Que você possa aceitar que só quem sabe da sombra, pode saber da luz...
Porque parte de nós é angústia...
Mas a outra parte é conforto...”
Acreditar em você e ter fé Nele é o caminho para a elevação e o crescimento.
Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos
e continuavam jogando um jogo
que haviam iniciado quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra
'NEOQEAV' num lugar inesperado para o outro encontrar
e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la
em outro lugar e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando 'NEOQEAV'
escrita por toda a casa,
e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la
em outro local para o outro achar.
Eles escreviam 'NEOQEAV' com os dedos no açúcar
dentro do açucareiro ou no pote de farinha
para que o próximo que fosse cozinhar a achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo sereno
que dava para o pátio
onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.
'NEOQEAV' era escrita no vapor deixado no espelho
depois de um banho quente,
onde a palavra a iria reaparecer depois do próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico
para deixar 'NEOQEAV' na última folha e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde 'NEOQEAV' pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com 'NEOQEAV' rabiscado
apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos
e deixados debaixo dos travesseiros.
'NEOQEAV' era escrita com os dedos na poeira
sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira.
Esta misteriosa palavra tanto fazia
parte da casa de meus avós quanto da mobília.
Levou bastante tempo para eu passar a entender
e gostar completamente deste jogo que eles jogavam.
Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único
e verdadeiro amor,
que possa ser realmente puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.
Este amor era profundo.
Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.
Seu relacionamento era baseado em devoção
e uma afeição apaixonada,
igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro
sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena.
Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro
e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal.
Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito,
como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.
Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles davam graças a Deus
e bênçãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa,
para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós:
minha avó tinha câncer de mama.
A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo deles,
que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse
sempre rodeada da luz do sol,
mesmo quando ela não tivesse forças para sair.
O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô,
eles iam à igreja toda manhã.
E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que,
finalmente, ela não mais podia sair de casa.
Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho,
orando a Deus para zelar por sua esposa.
Então, o que todos nós temíamos aconteceu.
Vovó partiu.
'NEOQEAV' foi gravada em amarelo
nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios,
primos e outras pessoas da família se juntaram
e ficaram ao redor da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e,
num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.
Através de suas lágrimas e pesar,
a música surgiu como uma canção de ninar
que vinha bem de dentro de seu ser.
Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento.
Porque eu sabia que mesmo sem ainda
poder entender completamente a profundeza daquele amor,
eu tinha tido o privilégio de testemunhar
a beleza sem igual que aquilo representava.
Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:
'Mas o que NEOQEAV significa ?'
'NEOQEAV' = Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você
Adotarei o Amor
Adotarei o amor por companheiro
e o escutarei cantando,
e o beberei como vinho,
e o usarei como vestimenta.
Na aurora o amor me acordará e me conduzirá aos prados distantes.
Ao meio dia conduzir-me-á à sombra das árvores onde me protegerei do sol como os pássaros.
Ao entardecer conduzir-me-á ao poente, onde ouvirei a melodia da natureza despedindo-se da luz, e contemplarei as sombras da quietude adejando no espaço.
À noite o amor abraçar-me-á, e sonharei com os mundos superiores onde moram as almas dos enamorados e dos poetas.
Na Primavera andarei com o amor lado a lado!
E cantaremos juntos entre as colinas!
E seguiremos as pegadas da vida, que são as violetas e as margaridas!
E beberemos a água da chuva, acumulada nos poços, em taças feitas de narciso e lírios.
No Verão deitar-me-ei ao lado do amor sobre camas feitas com feixes de espigas, tendo o firmamento por cobertor e a lua e as estrelas por companheiras.
No Outono irei com o amor aos vinhedos e nos sentaremos no lagar!
E contemplaremos as árvores se despindo das suas vestimentas douradas e os bandos de aves migratórias voando para as costas do mar.
No Inverno sentar-me-ei com o amor diante da lareira!
E conversaremos sobre os acontecimentos dos séculos e as histórias das nações e dos povos.
O amor será...
Meu tutor na juventude!
Meu apoio na maturidade!
Meu consolo na velhice!
O amor permanecerá comigo até o fim da vida!
Até que a morte chegue, e a mão de Deus nos reúna de novo!
Para atingir seus sonhos...
'A'bra os olhos para ver as coisas como realmente são
'B'asta apenas acreditar em você mesmo e esperar em Deus
'C'onsidere as coisas por varios ângulos
'D'esistir e entregar-se jamais
'E'ntenda a si mesmo para compreender melhor seus semelhantes
'F'amília e amigos são tesouros escondidos, procure encontrá-las e desfrutar de suas riquezas
'G'anha mais quem faz e doa, mas do que planejou
'H'oje aproveite a vida. Ontem já passou e o amanhã pode nunca chegar
'I'gnore aqueles que desejam te desencorajar
'J'á chegou a hora de agir. Faça
'K'now-how para conseguir continue tentando, sem se importar quão duro possa parecer, pois aos poucos tudo fica mais fácil
'L'eia e estude a Bíblia, aprenda sobre tudo que edifica
'M'ais do que tudo, ame sem exigir o amor em troca
'N'unca minta, trapacei ou roube em qualquer circunstância
'O'btenha mais paz e harmônia evitando fontes: pessoas, lugares, coisas e hábitos negativos
'P'rioridade máxima: O reino de Deus
'Q'uem desiste nunca vence e os vencedores nuncam desitem
'R'esalte e defina os seus objetivos e vá em direção a eles
'S'onhe, mas não se esqueça da realidade
'T'ome a palavra de Deuse caminhe por ela
'U'ma boa atitude: Sorria
'V'isualize o que você quer e as coisas pelas quais você luta
'W'atts: Ponha mais energia em sua vida. Acelere seus esforços e faça acontecer
'X'is: o 'x' da questão é você é uma criação única de Deus, nada nem ninguém pode substituir você
'Y'es! você é especial!
'Z'ele por sua auto - estima.
Não tem calmante como um abraço apertado,
Um amigo é tiro e queda pra curar a solidão,
Sorrisos de hora em hora pra acabar com a tristeza,
A vida não tem bula é só seguir o coração
Num dia xarope, esconde o tedio,
Junte os amigos... Rir é remédio...
Tomar uma dose de forte emoção,
Felicidade não tem contra-indicação...
Gosto de você, não apenas pelo que você é,
mas pelo que sou quando estou com você.
Gosto de você não apenas
pelo que você fez de você mesmo,
mas pelo que você está fazendo de mim.
Gosto de você por saber extrair
o que há de bom em mim.
Gosto de você por colocar a mão
no meu coração transbordante,
passando por cima de todas as coisas frívolas
e fracas que você não pode deixar de ver,
e levando para a luz
todas as coisas belas e radiantes
que jamais alguém encontrou
por não ter procurado tão fundo.
Gosto de você por não dar atenção às possibilidades
da tola que está dentro de mim
aumentando a minha música
por me escutar com reverência.
Gosto de você por estar me ajudando a construir
com os trastes de minha vida,
não uma taverna,
e sim um templo,
e com minhas palavras,
não uma censura,
e sim uma canção.
Gosto de você por ter feito mais do que qualquer
doutrina para me fazer feliz.
Você o fez sem um toque, sem uma palavra,
sem um sinal.
Você o fez sendo você mesmo.
Sorte pra mim é sol no sábado.
É pijama até às 3...
É saber que amanhã é sexta.
E que os problemas já podem ser substituídos pela farra, pela festa e pela galera reunida...
Sorte é pensar que tudo está acabado, olhar pro lado e ver poucos, mas verdadeiros amigos, que estão sempre prontos a me ajudar a levantar.
É ter pra quem ligar quando eu quero rir.
E ter alguém pra chamar quando eu quero colo.
Sorte é saber que eu sou forte, capaz e saudável. E saber que eu não sou um monte de coisas, mas que posso ser.
Sorte é terça com chuva, filme com uma amiga e pizza.
É ter do que reclamar, ter do que se alegrar, ter do que se lembrar.
Sorte é ter uma família, não por opção, mas porque tinha que ser assim e ter outra escolhida a dedo!
É ter certezas. Certeza de que vai dar tempo. De que vai dar saudade. E de que eu sou determinada a ponto de quebrar a cara, e de não desistir com isso.
É, acima de tudo, saber reconhecer que eu tenho sorte.
Sorte é ter um passado doce e o açucareiro nas mãos.
" Chance... "
Comece o seu dia sorrindo para você.Sorria e contagie-se com a alegria de amar a si mesmo.Ame-se, como o Pai o amou desde o instante em que você foi gerado.A vida só poderá ofertar o seu melhor para quem o melhor se oferta.Dê a você as oportunidades de entendimento e de perdão.Aprenda com seus erros e não faça deles a sentença da sua derrota.Viva a plenitude de cada momento de paz e aprenda a se propiciar voluntariamente esses momentos. Deles dependerá o seu equilíbrio.E, equilibrado, seus vôos para esferas grandiosas serão intermináveis.Tudo isso é possível.Tudo isso lhe pertence.Basta apenas que você se dê essa chance
Você me faz sentir
esta vontade de lhe escrever
este desejo de estar com você,
e de querer dizer:
Você me faz falta,
quando não lhe encontro
numa simples mensagem
na minha caixa postal.
Porque você já faz parte
do meu mundo real,
e quero que continue nele
para sempre...
porque você é realmente
muito especial!
Não sinto falta, somente de beijos, de desejos, de abraços constantes, de olhares profundos.
Sinto falta de algo maravilhoso. Algo que me complete, me conserte, me ajeite, me ensine, me faça sorrir, até mesmo chorar, mas de alegria, de emoção, quero ter uma experiência com todos os sentidos de meu corpo, mente e alma.
Compreensão, lealdade, sinceridade, verdade, atenção, simpatia, amor, e todas as outras qualidades que o tempo há de mostrar. Tudo isso com certeza virá com alguns defeitos que irei perdoar, suportar.
Só sei que esse Algo Maravilhoso é o que me fará Feliz!
Tudo é necessário. Até mesmo essa "espera" que muitas vezes machuca.Mas meu remedio esta por vim.
Sei que quando chegar vai ser pra ficar.
De repente é noite e você está tão só... O meu dia foi lindo, mas eu sei que o seu te doeu até agora e eu não posso amenizar nada com palavras que pretendam ser abraços porque elas te falariam obviedades sobre tempo, paciência e espera_ quase uma crueldade quando o que a gente quer é uma premonição, uma certeza, alguma frase cheia de sabedoria que norteie nossa vida...
De repente a semana está começando de novo, mas só se passaram alguns dias e todos foram tão abarrotados de ausência e medo e confusão interna, de uma busca quase estéril de se sentir melhor ,de fazer coisas por si mesma....E o buraco insistindo no meio de dentro do corpo, o abismo gelado, o choro engrossado de escuridão e descrença...
E eu te vejo encolhida num canto, o desespero nos olhos, o peito abafado, a vontade do grito e a falta de fôlego...E eu não sei a coisa mais bonita que eu poderia te escrever....Sei que já vi borboletas voarem faltando um pedaço da asa e rosas incríveis desabrocharem num copo com água: e é disso que me nutro pra acreditar que a meteorologia nem sempre está certa e que dias tão cinzentos podem ser prefácios de noites com sol...Sei que se eu estivesse aí,certamente estaríamos juntas no cantinho mais confortável de qualquer lugar escolhido por você e eu te daria um abraço com tanto encaixe e amor que você, por pelo menos alguns minutos, encontraria "um pouquinho de saúde, um descanso na loucura"...
E mesmo que o seu corpo todo doa numa súplica e que “ele” seja toda sua ferida... Meu amor, eu espero ,sinceramente, que o pedacinho que falta na tua asa, não te impeça o vôo...
SONHANDO
Na praia deserta que a lua branqueia
Que mimo! Que rosa, que filha de Deus!
Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia,
Sufoco nos lábios os hálitos meus!
Não corras na areia,
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!
A praia é tão longe! E a onda bravia
As roupas de goza te molha de escuma
De noite - aos serenos - a areia é tão fria,
Tão úmido o vento que os ares perfuma!
És tão doentia!
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!
A brisa teus negros cabelos soltou,
O orvalho da face te esfria o suor;
Teus seios palpitam - a brisa os roçou,
Beijou-os, suspira, desmaia de amor!
Teu pé tropeçou...
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!
E o pálido mimo da minha paixão
Num longo soluço tremeu e parou,
Sentou-se na praia, sozinha no chão,
A mão regelada no colo pousou!
Que tens, coração?
Que tremes assim?
Cansaste, donzela?
Tem pena de mim!
Deitou-se na areia que a vaga molhou.
Imóvel e branca na praia dormia;
Mas nem os seus olhos o sono fechou
E nem o seu colo de neve tremia...
O seio gelou?...
Não durmas assim!
Ó pálida fria,
Tem pena de mim!
Dormia: — na fronte que níveo suar...
Que mão regelada no lânguido peito...
Não era mais alvo seu leito do mar,
Não era mais frio seu gélido leito!
Nem um ressonar...
Não durmas assim...
Ó pálida fria,
Tem pena de mim!
Aqui no meu peito vem antes sonhar
Nos longos suspiros do meu coração:
Eu quero em meus lábios teu seio aquentar,
Teu colo, essas faces, e a gélida mão...
Não durmas no mar!
Não durmas assim.
Estátua sem vida,
Tem pena de mim!
E a vaga crescia seu corpo banhando,
As cândidas formas movendo de leve!
E eu vi-a suave nas águas boiando
Com soltos cabelos nas roupas de neve!
Nas vagas sonhando
Não durmas assim...
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!
E a imagem da virgem nas águas do mar
Brilhava tão branca no límpido véu...
Nem mais transparente luzia o luar
No ambiente sem nuvens da noite do céu!
Nas águas do mar
Não durmas assim...
Não morras, donzela,
Espera por mim!
- Então Charlie Brow, o que é amor pra você?
- Em 1987 meu pai tinha um carro azul.
- Mas o que isso tem a ver com amor?
- Bom, acontece que todos os dias ele dava carona pra uma moça. Ele saía do carro, abria a porta pra ela, quando ela entrava ele fechava a porta, dava a volta pelo carro e quando ele ia abrir a porta pra entrar, ela apertava a tranca. Ela ficava fazendo caretas e os dois morriam de rir. Acho que isso é amor...
Isabella
Ela é o tipo menina mulher, daquelas companheiras e delicadas.
Delicada, mesmo quando finge não ser,
Companheira, naqueles dias em que tudo faz doer,
Sem você eu não sei como minha vida iria ser.
Ela é o tipo menina mulher, daquelas intensas e sábias.
Seu lema é amar incondicionamente,
Sábia, mesmo que seja gradualmente,
Sem seu auto astral me entediaria facilmente.
Isabella é minha flor, minha floresta de amor.
Preciso do seu aconchego para acabar com esse desassossego.
Isabella é meu anjo protetor, minha fortaleza de calor.
E quando me concede esse amparo sinto-me remansado.
Ela é o tipo menina mulher, daquelas encantadoras e essenciais.
Seu jeito é cativante e apreciado,
Sua presença é indispensável, preciso de você sempre aqui, ao meu lado.
Sem seu pleno equilíbrio meus dias seriam escaldados.
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