Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

“ Vai... não olhe para trás
Para frente aprecia-se a vida
Prossiga quem você foi não
Ficou no passado não importa mais.
Siga as setas da sua intuição
De um chega pra lá na solidão
Vai... em busca do que te dá sentido.
Permita-se os desencontros e os
Encontros com os outros e consigo
Tome as rédeas do seu coração.“

Viviane Andrade

O que você quer ser quando crescer
Você já parou para pensar?
Perguntou se a si mesmo?

A resposta é fácil de ser respondida
Basta ser você mesmo e saber o que quer e lutar, pois sua vida tem que ser aproveitada
Não deixe, que as pessoas o machuquem ou te chateiem,seja você mesmo e não se chateiem com elas porque não vale a pena.
A vida é unica!

Caminhar...
Sem rumo,
Pela estrada da vida,
Tentando encontrar um caminho,
Uma única saída,
Pra libertar minha alma...
E não mais sangrar por dentro,
Nem se amedrontar com a solidão...

Olhando para o céu,
Procurando uma resposta,
Sentindo a brisa gelada,
É só o vento...
Querendo apagar meu passado...

Só quero voltar a ser eu mesma,
Não mais sofrer com seu silêncio,
Me libertar de qualquer sentimento,
Me levar pra outro mundo,
Mudar tudo em um segundo...

Sentir a chuva cair sobre mim
Voar pra bem longe
Esquecer...
Todos os dias que choro sozinha
Implorando por sua companhia...
Eu sei, não sou a única...
Mas encontrarei outra maneira de viver,
Eu quero voltar a sonhar...
Eu só não quero morrer...

Ame sua familia seus amigos e tudo que Deus te proporciona
Ame pois Deus nos fez para amarmos uns aos outros
Respeite pois sem o respeito destruímos o outro
Lute pois sem luta não à vitória
Pra Deus nada é impossível
Acredite em si mesmo e verás que é capaz
Não importa aonde vc parou em que momento da vida vc cansou
O que importa é que sempre é possivél recomeçar
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo
Toda vida tem um segnificado
Não podemos escolher como nos sentimos ,
mas podemos escolher o que fazer a respeito
Acredite em vc denovo,pense tente algo deferente
Agradeça sempre a DEus pela sua vida.

Nunca se esqueça que cair e se machucar faz parte do quebra da vida! Ame pois para o Amor nascemos,e se no fundo do seu coração houver dor, não desanime, erga a cabeça e sorria nunca te rebaixes ainda com o coração cheio de dor. Lembre-se que tu és mulher.
A vida continua um espetáculo maravilhoso.

⁠Boa tarde!
Para a sua tarde:
Que o seu dia seja leve, com horas apenas para sorrisos infinitos, amor no peito e boas energias. Que a fé e a confiança em Deus façam a vida acontecer do jeito que você merece.
Uma tarde abençoada, tranquila e cheia de paz. Enxergue o dia com bons olhos.
Que Deus cubra o seu dia de bênçãos e proteção.
Linda tarde pra você!

Não sou a verdade
Nem a vaidade
Talvez a sinceridade
Ou quem sabe lealdade

Sou o sentimento
Naquele tormento
Com vontade de chorar
Há beira mar

Não sou metamorfose
Nem sofrimento
Sou um homem
Com grandes sonhos

Sou a vida
Sou a fila que anda
Que não passa
Mais fica sempre no mesmo lugar

Quem seja o mar
Ou talvez o ar
Viver é amar
Sempre havera lugar.

Esperar que o tempo passe e tudo se resolva, é temer obstáculos e fechar os olhos diante da vida.
Esperar que o tempo passe é receber flores tendo capacidade de plantar seu proprio jardim...
Esperar que o tempo passe, é esperar que alguem chegue, e acreditar que esse alguem nunca vai embora...
Esperar que o tempo passe é sonhar com as estrelas, sem fazer nada para alcançá-las...
Esperar que o tempo passe, é morrer em vida...

Então pra quê esperar o tempo passar??

Bom mesmo é criar o proprio tempo, dividir cada milésimo de segundo em uma eternidade, assim bons momentos viverão pra sempre.

AMIGOS


tenho " amigos " que parece que têm medo de mim!... tenho a impressão que se estão a afastar cada vez mais de mim!... mas podem ficar descansados, não tenham medo, podem conviver eu não faço mal, não morde nem tenho nenhuma doença contagiosa!!! acreditem... mas tudo bem... comam, bebam, brinquem hà vontade, que quando precisarem , eu cá estou...Sempre!!... é que afinal eu sou vosso amigo, se é que ainda não repararam..

O REI E O LOBO

Certo rei decidiu domesticar um lobo e transformá-lo em um cão dócil. Seu desejo baseava-se na ignorância e na ânsia de que os outros aprovassem e admirassem sua atitude, o que é causa freqüente de muitos problemas neste mundo. Fez com que tirassem de uma loba um dos seus filhotes recém-nascidos, e que fosse criado entre cães domésticos.
Quando o filhote de lobo cresceu, foi levado diante do rei e durante vários dias se comportou exatamente como um cão.
As pessoas que viam esse fato assombroso ficavam maravilhadas e pensavam que o rei era extraordinário.
Agindo de acordo com essa crença, fizeram do rei seu conselheiro em todas as coisas e lhe atribuíam grandes poderes. O próprio rei acreditou que o que acontecera era quase um milagre. Um dia, quando estava caçando, o rei ouviu uma matilha de lobos que se aproximava. Quando os animais chegaram perto, o lobo doméstico deu um salto, mostrou as presas e correu para lhes dar as boas vindas.
Em poucos segundos desapareceu, de volta aos seus companheiros naturais.
Esta é a origem do provérbio: "Um filhote de lobo será sempre lobo, ainda que criado entre os filhos do homem".
Durante milhares de anos, as pessoas acreditaram que se podia mudar os homens impondo-lhes padrões por meio de hábitos e exortações, convencidas de que isto produziria neles uma diferença ou uma mudança verdadeira. No entanto, quando certos fatos ocorrem, o "lobismo" se reafirma. As únicas pessoas nas quais isto não acontecerá são aquelas que são tão débeis que podem ser treinadas e aquelas nas quais uma mudança fundamental se realizou.

Grilos


O Grilo Falante saíra pelo mundo e assim chegara a China, onde encontrara outros grilos submetidos a uma triste sina: eram obrigados a lutar entre si para diversão de uns poucos espectadores. No meio deles o Grilo Falante se destacava, sobretudo, porque falava duas línguas: a dos humanos e a dos grilos. O que considerava uma dádiva do destino. Era uma oportunidade para que assumisse o papel de defensor dos oprimidos. Assim como Espártaco liderara uma revolta de gladiadores, ele lideraria os grilos não falantes numa rebelião. Empolgado, fazia discurso atrás de discurso: “Nós grilos, somos vitimas dos humanos!” Proclamava. “Eles fazem com que a gente se mate, e para quê? Para que tenham diversão, uma diversão cruel, doentia...uni-vos, grilos! Nada tendes a perder, a não ser a vossa condição de escravos!”
No começo os grilos ficaram perplexos, sem saber o que fazer, mas aos poucos foram se entusiasmando com a pregação e acabaram autorizando o Grilo Falante a negociar com os humanos, condições de vida mais justas. O Grilo Falante disse aos proprietários dos grilos que nada tinha a ver com política. O que ele queria era proteção para seus companheiros. E listou suas condições: as lutas, daí em diante, deveriam ser apenas simuladas, de brincadeira. A caixa em que lutavam seria confortável, com ar condicionado. Os grilos teriam direito a ração dupla de alimento e, etc...
Na falta de alternativa, os donos dos grilos aceitaram as condições. Mas estão atrás do Pinóquio. Pagarão a ele qualquer quantia para que leve o Grilo Falante embora da China.

Reflexão: Os mais espertos se sobressaem sempre sobre os demais.

— Não há gradações de perversidade? Será o mal um imenso e perigoso poço onde se cai ao primeiro pecado, mergulhando até o fundo?
— Sim, acho que é. — respondi. — E não é lógico, como você tenta aparentar.
— Mas não está sendo justo — disse, com o primeiro vislumbre de emoção na voz. — Certamente atribui grandes graus e variações à bondade. Existe a bondade da criança, que é inocência, e há a bondade do monge que abriu mão de tudo e vive uma existência de auto-privação e trabalho. A bondade dos santos, a bondade das donas-de-casa. São todas iguais?
— Não. Mas igualmente e infinitamente diferentes do mal — respondi.
— E como se atinge o mal? — perguntou. — Como se sai da graça e de repente se fica tão cruel quanto o júri popular da Revolução ou o mais sádico imperador romano? Basta simplesmente faltar à missa aos domingos, ou cuspir a hóstia? Ou roubar um pedaço de pão... ou dormir com a mulher do próximo?
— Não... — sacudi a cabeça.
— Não. — Mas se o mal não tem gradação, e existe este estado de maldade, então basta um único pecado. Não foi- isso que disse? Que Deus existe e...
— Não sei se Deus existe — falei. — E pelo que sei ... Ele não existe.
— Então os pecados não importam — retrucou. Nenhum pecado atinge o mal.
— Isto não é verdade. Pois se Deus não existe, somos as criaturas mais conscientes do universo. Só nós compreendemos o passar do tempo e o valor de cada minuto da vida humana. E o que constitui o mal, o verdadeiro mal, é tirar uma única vida humana. Não importa se um homem vai morrer amanhã, depois, ou eventualmente... Pois se Deus não existe, esta vida... cada segundo dela... é tudo o que temos.

Monólogo de uma Sombra

"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!

A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!

Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!

Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.

Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!

Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.

Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!

Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!

E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.

Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!

Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!

E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!

A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.

É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.

E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!

Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.

Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.

No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.

Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.

Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!

Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.

É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.

As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!

Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!

Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.

Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!

Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.

Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"

Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!

Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.

E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

"Há um cansaço da inteligência abstrata, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento e da emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar da alma”.

( Bernardo Soares [Semi-heterônimo de Fernando Pessoa]).

" UM BRINDE A VIDA"

Mais um ano termina.
Alguns desejos não realizados.
Sonhos também ficaram pelo meio do caminhos.
Aprendemos a trocar sonhos por realidade.
Também abrimos mãos de sonhos.
Mas não perdemos a capacidade de sonhar.

Mais um ano termina.
Pessoas vieram e também se foram.
Sentimentos que nem foram vividos.
Outros, vividos intensamente.
Amores não retribuidos.
Emoções que nem se quer foram compartilhadas.

Mais um ano termina.
Trabalho e esforço despendido.
Espaços conquistados.
Metas cumpridas e planos realizados.
Nem tudo foram flores.
Mais muitas sementes se tornaram frutos.

Mais um ano termina.
E com ele, derrubamos muros e construímos pontes.
Escrevemos mais um capítulo de nossa história.
Concluímos uma etapa de nossa existência.
Seguimos em frente, cerceando a tristeza e abrindo sorrisos.
Acreditando que é Deus quem nos guia. Mais a caminhada é nossa.

Perdão Amigo


Quisera tanto te chamar de amor.
Quisera tanto ser tua lua, estrela e ser para você o universo.
Sonhei que era tua princesa. Sonhei que era tua....tão somente..
Vivi de sonhos...
Vivi de ilusão...
O que eu não via era que já me pertencia.
Era meu amigo. Não um amigo qualquer, o melhor que uma mulher pode querer.
Eu, num desespero louco....coloquei tudo a perder.....
Se pudesse apagar meus atos inconseqüentes...
Se eu pudesse voltar no tempo.
Mas não posso.
Vou viver... ou sobreviver...
Carregando a culpa de nunca ter de verdade te compreendido.
Carregando a tristeza de não ter seu perdão.
Meus olhos demonstram que minha alma chora.
Minha boca amarga.....as palavras secam...
Não existe água que possa refrigerar esse sofrimento.
Q que possa acabar com o deserto em que se encontra meu coração...
A única fonte que poderia por fim a esse desespero é o oásis do teu perdã

Coração de Mulher

O coração de Mulher:
Perdoa quando quer fuzilar...
Para que você viva sem culpa.
Sorri quando quer chorar...
Para que você não se preocupe.
Incentiva quando quer parar...
Para que você siga em frente.
Conforta querendo em teu colo estar...
Para que você tenha forças.
Até frágil consegue ficar...
Para você poderoso se achar.
Conduz a correta decisão...
Mas deixa você pensar que só deu opinião.
O coração de uma mulher
Não é para ser entendido.
Apenas o aceita e ama.

Olá pessoas da minha vida...

Estou recomeçando... Nem sei mais por onde começar a escrever... Já faz tanto tempo que não deito minhas palavras no papel... (a não ser pra copiar a matéria da Faculdade!), mas eu vou tentar. Certo? Espero poder partilhar um pouquinho da minha vida com vocês.

Vou começar me apresentando... Sou Maria Rita de Souza Lopes Avelar, tenho 26 anos e muitas histórias pra contar.

Já passei por muito sufoco, já conquistei tantas coisas,

Já perdi amigos e amores, já conquistei corações e almas...

Já sorri pra não chorar e chorei de tanto rir.

Já perdi emprego e me desesperei...

Já entrei no novo emprego e odiei.

Já sonhei o impossível pra tentar realizar o possível, já tentei e falhei,

Já vi estrelas no céu e pensei em alguém... Já vi a chuva cair e chorei de saudades...

Já abracei uma árvore pensando em como é bom estar em contato com a natureza,

Já ajudei jovens a estudar pro vestibular, já escrevi um livro,

Já olhei pra alguém e pensei: "Agora eu vou casar!" e em pouco tempo descobri que eu não ía nem namorar...

Já pensei besteira a respeito de alguém e GRAÇAS A DEUS eu descobri que estava errada!

Já briguei com minha melhor amiga por achar que ela estava me deixando de lado e descobri que fui eu quem a deixou.

Já tentei colar na prova de matemática e me dei mal...

Já briguei com minha mãe por acreditar q eu tinha razão e depois descobri q era ELA quem tinha,

Já briguei com meu pai porque queria sair de casa pra morar com outra pessoa e não acreditei quando ele disse que eu estava fazendo besteira... E me arrependi.

Já saí correndo na chuva pra pedir que alguém não fosse embora...

Já chorei assistindo filme, e dei risada no meio de uma reunião seriíssima...

Já liguei o computador antes mesmo de acender a luz pra ver se tinha chegado aquele e-mail que eu estava esperando há dias...

Já comprei um monte de coisas que não precisava só porque estavam na promoção...


Já tive chilique no momento errado e fiquei quieta quanto era necessário ter falado...

Já fiz as unhas correndo pq tava atrasa e estraguei logo em seguida....

Já comi miojo por uma semana pq tava triste e sem vontade de cozinhar...

Já comi batata frita molhada no Sunday do MC Donald e adorei...

Enfim, já fiz tanta coisa que a única conclusão que eu cheguei foi: EU QUERO FAZER MUITO MAIS!!!!!!

Dentro de cada um de nós existe uma história que precisa ser contada. Intimidade, pois, significa compartilhar nossa história. Isso nos ajuda a lembrar quem realmente somos, de onde viemos e o que é mais importante em nossa vida. Compartilhar nossa história nos mantém sãos.

do livro "Os Sete Níveis da Intimidade"

Você acha lindo poemas, frases que te fazem refletir e pensar? Então nem imaginas a confusão que é o poeta, nem o próprio entende como isso consegui criar, vem do fundo do coração, onde ninguém ousa caminhar, é como dizem: das nuvens mais escuras é que cai a chuva que o mundo precisa pra se sustentar.
26/04/18