Textos de Desalento
(Diga-me!)
Por que só falam e não ouvem?
Por que criam regras e não seguem?
Por que opinam sem ler e prosseguem?
Diga-me!
Por que têm mais raiva que amor?
Por que usam palavras fortes de dor?
Por que não se abrem sem rancor?
Diga-me!
Por que? Será que estou enganado?
Por que escrevo isso tão desanimado?
Por que o poeta se sente abandonado?
Diga-me!
Por que não aprendem a ser pacientes?
Por que não querem ser resilientes?
Por que preferem ser inconvenientes?
Diga-me!
"A efemeridade se justifica através do viver. Quando me estresso, o faço pelo que já ocorreu, quando anseio, por algo que talvez nem aconteça como espero, bem ou mal.
Ambas reações por fatos que não pertencem ao momento presente.
Creio que o paraíso seja um estado de presente continuo, o inferno o passado e a expectativa futura o purgatório da alma-mente-psique".
Título: Depressão e a alucinação do mundo virtual
Um círculo tecnológico vicioso
Alimentado pelas nossas mãos
Cada passo que é dado!
Aproxima todos de uma destruição.
Desdenha infeliz felicidade,
Que me agarra e me retorce
Me lançado para perto de máscaras.
Com cada mais gigas, encalhação.
Desdenha rumo a uma ladeira
De um grande pico, que me pica
E salpica um milhão de curtidas,
Dentro de um universo com fim.
Desdenha Tragédia do amor imortal,
Que não coube no virtual,
Mas morreu lá mesmo assim.
Pessoas morrem em silêncio,
Cansados de gritar
Todos com um celular
E nenhuma deu atenção
Chuva intrigante, caiu na rede; virou vagante.
Jamais curtiu ou compartilhou,
Mas por pouco a pouco coube
E redefiniu os mega baites que não vingou,
As mensagens do chat que não chegou.
As redes sociais que fundaram
Uma revolução
Para quem vivi um amor de ilusão.
O fingimento daquilo que não é,
Virou uma moda, uma sensação.
No fundo, de cada foto
Tem pessoas com grande solidão.
Nas redes sociais que de tanto,
Se balançar, adormeceu
Mais de uma vida,
Para nunca mais acordar.
As redes sociais, que lançam na navegação
Grandes marinheiros para alto mar
Entrar, mas dentro desse barco
Existe dois marinheiros e um capitão
Que se chamam, mentira, falsidade e solidão,
E de todos que estão no barco
Eles lançam mão.
A mente de vários se desconectou!
Diminuíram a sua imaginação
O rápido e simples dominou.
O complexo perdeu a sua colocação.
Vivemos num mundo, que tranca,
Sobeja e espanca,
Aqueles que não querem viver nele.
Vivemos uma matrix,
Que ama, protege e aquece
Aqueles que amam viverem assim.
A internet está sendo usada,
Como arma de aniquilação
Muitos não pensam no outro.
Falam palavras ferindo o coração.
Fazendo esquecer que essa vida
Que vivemos, apenas trará nenhum
Momento desse imenso fio
Que conecta o nada com o fim.
Os valores humanos estão sumindo.
A aparência está ganhando posição.
A morte de milhares de pessoas
Viraram motivo de diversão
Parceria de autores, criadores da Obra:
R.J.A Germanny e Samuel Thorn
Ponho-me a espreitar meus sonhos
Disfarçados de luas e de noites
Perambulantes, onde as estrelas
Todas soam incessantes quando
Debaixo delas, sobre teu olhar
Me deito.
Como numa nascente dedilhar
O tronco,
Nas raízes das arvores de debulhar
Calcinas,
E no seu corpo terra caminhar
Lembrando
Que quanto mais me deito
Mais deleitoso anseio
De lançar-me ainda.
Ah morte! Ah vida!
Que como companheiras na alvorada
Caminham,
Não me escolham, vos imploro com pranto,
Quero do meu amor ainda ouvir o
Canto, pelos vastos anos em que meus
Pulmões a mim permita.
Badaladas da meia-noite
O horário chega, o clima esfria e coração aperta
Remoendo todos àqueles momentos
Que jamais voltarão
Eu disse que não precisava ser em vão
Mas indiscutivelmente, você não fez questão
Nem ao menos um perdão, e sim, apenas sua isenção.
Me prometeu o mundo, quando na verdade meu mundo era você
Você não vê?
Aqui estou, a sofrer
Porque mais uma vez, doei tudo de mim à quem não fez por merecer
Deixando em mim o estrago
Que não há o que possa resolver;
Apenas você.
Nas badaladas do meu coração, você me vêm na emoção;
Coração fica na boca, vontade de desabar começa a esplandecer.
Favoreceria à um reaver,
Pois de minha cabeça, nunca estarei a te esquecer.
As estrelas ainda foram feitas para nós?
Pare de se odiar por quem merece desprezo.
Pare de sentir pena de si mesmo.
Pare de parar no meio do caminho,
Pare de acompanhar quem está a esmo.
Pare de fumar cigarros baratos.
Pare de mergulhar em amores rasos.
Pare de criar expectativas.
Pare de ficar pasmo.
Pare de duvidar das coisas.
Pare de duvidar das pessoas.
Pare pra entender a si próprio
Pare pra tomar um café, porra!!!
Em pleno calor de janeiro, olho pra janela lateral a mim onde trabalho,
vejo nuvens cinzas e densas iguais os dias que venho passando.
e como elas surgem em meio ao verão sem explicação a tristeza surge nos meus dias que outros julgariam como bons dias.
Sigo lutando, tentando todo os dias ser um pouco melhor, dever menos ao destino e concretizar pensamentos. Sigo a curtos, mais constantes. fraco mais sempre seguindo. apesar de tudo, venci todos os meus piores dias,
e hoje é apenas um dia cinza que a melancolia veio me visitar.
“Mil e uma léguas até você”
Porque terei eu de sofrer tanto
com sentimentos que antes eram para mim um encanto?
Ela parecia me amar,
mas só queria ao meu coração matar
Se essa mulher uma musa em ascensão,
não vem até mim,
eternamente morrerei por tal pretensão
Sentir o deleite do seu amor,
para mim foi apenas um dissabor;
Felicidade e tristeza são tão contraditórios,
com o tempo se tornaram aleatórios
Céu, terra, mar,
como posso eu viver se não para amar?
Se um dia nada nos aproximou,
foi porque o destino não deixou;
Tu és a primeira rosa que brotastes em meu coração,
por você apenas morro de paixão.
Serás isto real ou apenas ilusão?;
Doces lábios que tu trazes,
tão doces quanto seu coração
que me encheram de pura emoção;
Naveguei pelo mar dos sentimentos,
e acabei em fragmentos;
Através da tempestade marinha,
eu encontrei em você o amor que me aninha;
Minha deusa, minha rainha, meu tudo,
por você dou a volta ao mundo;
HOMEM PROFUNDO
Um homem profundo não se deixaria levar por emoções rasas.
Leva a vida como um maldito charuto cubano, por mais caro e raro que seja, acaba!
Um homem profundo é atingido através de sentimentos profundos.
Leva a vida como um maravilhoso vinho Francês, por mais antigo e saboroso que seja, nas mãos erradas de nada vale!
Um homem profundo não se apega em buscas materiais.
Leva a vida na construção de obras, por mais forte que seja os efeitos do Tempo, para os próximos homens profundos, Ficam!!
DOMINGO
“Essa é a vida”, eu escuto dela. Não é o que meus ouvidos ansiosos querem escutar... Ao mesmo tempo eu sei que ela está certa. Algo ainda me incomoda, no entanto: a forma como ela disse isso. A naturalidade, com seu ar indolente típico. Como se ela tivesse, há muito tempo, descoberto o segredo da vida e, ainda, que este fosse óbvio. Tudo isso me aborrece e faz com que a dor que aperta meu peito aumente ao mesmo tempo em que concluo que tudo o que eu sinto não significa nada e, ainda, que eu perdi a aula em que contam o segredo da vida em uma matéria que não vai, nunca mais, ser lecionada.
“Essa é a vida... “ diz ela, como se a coisa óbvia a fazer fosse jogar um balde cheio desta afirmação em cima da chama dos meus pensamentos e esperar, inocentemente, que isto a apague. No entanto, a casualidade com que ela solta esta observação funciona como lenha para a fogueira de pensamentos e sentimentos que queima em altas temperaturas dentro de mim.
Sua pessoa se mostra feliz, tranquila e transparente, um livro aberto todo encapado em uma inocência indestrutível. O oceano do seu ser não possui grande profundidade, e ela permite que eu explore suas águas rasas e agradáveis sem objeções, com uma liberdade inconcebível para minha confusa e trancada cabeça, a qual falha em entender a facilidade com que ela cede sua chave. Meu cérebro não consegue conceber como ela possui janelas tão transparentes quanto o vidro pode ser, sem cortinas. Parece ser exatamente o que é; é exatamente o que parece ser. Demonstra ser tão fácil de ler quanto uma desgastada revista de consultório médico. Ela é rasa e grande; eu, profundo e pequeno.
O impacto do choque paradoxal causado por tal ser soltar uma frase tão profunda com tamanha naturalidade ressoa na minha cabeça, fazendo-a doer. Sinto-me atordoado; perdido, sem rumo. A vida é tão óbvia assim? Sou eu que estou usando os óculos com as lentes erradas?
“A vida é assim... se fosse fácil...”
Ela disse, ao se virar pra dormir. Poderia ter dito qualquer coisa.
Amanhã é segunda-feira.
Será difícil acordar cedo.
A semana será longa.
Ao invés das tradicionais aspas de domingo, ela escolheu martelar minha cabeça, que segue tonta até agora.
As pessoas soltam esta frase como se não soubessem do seu tamanho. De fato, absorver tudo o que ela significa é uma tarefa inútil. Não existe alma grande o suficiente para captar o real significado dela. É impossível percorrer todos os ramos de cenários que ela abre e entender exatamente as consequências de tomar estas palavras como verdade absoluta. As ondas desta afirmação com frequência ressoam nos ares e ouvidos de todo o mundo, como se estas tivessem uma validade curta e fosse necessário relembrar nossos cérebros e corações todo ano, todo mês ou todo dia.
São palavras que as pessoas transformaram em uma espécie de boia salva-vidas, a qual foi, em algum momento de suas jornadas, lançada por outro alguém; um objeto que foi repassado por todas as pessoas que já pisaram nesta Terra, mas que nunca foi guardado na história, por ninguém.
“Essa é a vida, é difícil”
Vejo impresso na boia que ela joga para mim, enquanto me afogo no universo de tudo o que significa existir.
Aceito-a, agarro-a, mas sem guardá-la; não cabe em mim. No mais, levá-la-ei comigo para, quem sabe um dia, jogar a algum banhista desesperado.
Com a caneta dela escrevo
Aos prantos o que é considerado o fundo
do
Poço aonde este sentimento ocupa a nossa
Mente
A nossa casa, e nos desencoraja fazendo
com que percamos a nossa crença e nossos valores
Mas isso é amor? Porque te digo, meu caro
Que estas lágrimas que escoam por meu rosto
Em um ritmo constante e lento
Não podem ser frutos do amor
Não, não podem. Meu palpite é que
Elas são frutos da impotência e da incapacidade, talvez
Nunca deveríamos escrever quando estamos assim
Porque a verdade é que isso passa, e provavelmente
Será lembrado como vergonhoso e desnecessário.
Mas vejam só como o amor é, vejam como
ele quebra o mais racional dos corações
Por um momento, esqueci que estou escrevendo isto com
A caneta dela, e isso aumenta ainda mais o
Crédito que ela tem por esta obra existir.
Me julguei entendedor de muita coisa, mas
Deus com seu senso de humor extremamente refinado
Faz com que um homem que tem tudo para ser
feliz ainda assim chora enquanto escreve com
esta maldita caneta. Mas você, meu caro
está sendo um bom companheiro.
As lágrimas secaram, e eu odeio
esta caneta menos do que já odiei
A verdade é que ela não quer saber de mim
A verdade é que não a terei. Mas o que será
Ter faltado em mim? Enfim não sei. Mas
Eu tenho toda uma vida para seguir
E o problema que me aflige, dentro da minha mente o criei
Então eu te convido moça, a se retirar da minha cabeça
e permitir que meus sonhos e meus desejos a mim retornem.
Quão ridículo devo estar eu, parecendo ao
Homem sensato que não entende o que é isso
A verdade, homem, é que ninguém é tão
sensato ao ponto de evitar que isso aconteça um dia
E, quando entender, lembre-se que
Estas palavras ecoam para sempre em um coração
do homem apaixonado, e eu sinceramente espero
Que isso nunca acabe, pois quando este romantismo
acabar, quando este sentimento já não mais existir
Quando frio for todos, e não sentirem o peso
destas lágrimas sutis, aí sim está o fim do mundo
No início eu disse que as lágrimas
la
gri
m
as
não eram frutos do amor. Mas
Vejam só! Me contradizi
O falso amor dos poetas
Aprendi a me forçar para engolir a dor
Quantas vezes já desejei a morte?
Não vivo a procura do amor
Pois nunca tive muita sorte
Minha mente insiste em me aprisionar
Não acho o mapa do meu corpo
Quando tudo isso vai acabar?
Será a morte o meu conforto?
Eu me perco muito rápido
E demoro pra me achar
Viver é quase que um delapido
Sem chorar, sem reclamar
Não sei se vivo pra morrer
Ou se me mato pra viver
Se digo o que eu queria dizer
Ou se me lembro de esquecer
Sei que não sou a melhor pessoa
Mas a pior também não sou
Minha mente vive muito atoa
Mas em paz sinto que estou
E você até tentou me amar
Vivia dizendo que sou linda
Que é fofo o meu jeito de andar
E que quando sorrio, fico mais linda ainda
Eu não posso te julgar
Na verdade, te compreendo
Não é fácil me amar
Nem eu mesma amar-me tento
E ai se eu pudesse...
Se eu pudesse pegar um machado, abrir minha cabeça e tirar você de dentro
Se eu pudesse estar no mesmo lugar que você e fingir não ter sentimento
Se eu pudesse não me matar, só matar o que está aqui dentro
Se eu pudesse virar pó e ser levada pelo vento
Mas quem sou eu para poder. Ou para tentar?
Quem fala de amor, raramente sabe amar.
Sempre foi por você;
Por seus olhos lindos e tristes como uma poesia de Castro Alves;
Por seu olhar aleatório para qualquer lugar, a fim de disfarçar sua timidez;
Por seu jeito doce de tratar as pessoas.
Por sua fé e sua paz que deixa qualquer lugar mais leve;
Por seu sorriso lindo que se mostra mais lindo quando está ao encontro do meu.
O Inominável
Sua existência absurda jaz no topo
Não pertencente a leis universais
Vive trancafiado, separado da graça que antes o pertencia
Construído abaixo sua montanha de olhos devassos
De pele áspera e sangrenta
Atinge-o na constante agonia
Solvendo-o na familiar melancolia
Abraçando-o nas puras gotículas rubras
Na desesperança de retorno a moradia
Ao seu antigo lar na imensidão
Amaldiçoou novo mundo em obscura selvageria
Servindo de banquete malicioso
Montou seu reino maléfico sob pontudas angustias
Como antes fizera seu antepassado Azmuth
Os obcecados na magnífica rubidez vociferam
“Malithet, Inominável Lorde Rubro
Conceda-nos a graça de seu sangue
E voltai ao teu cosmos pertencente”.
Não há saídas quando o resultado são as chances e circunstâncias mal aproveitadas, perdido dentro da dor...
Se tornar quem você não desejava, descartando pessoas e se despedindo de quem você ama.
Como poderia ter sido se Deus não tivesse me ajudado?
Só me resta grandes memórias e lembranças diárias.
Me deparo por um vazio tremendo e uma fadiga mental aonde estou preso sem poder olhar pra trás, tendo que seguir meu caminho preso dentro de mim, dentro da dor da tristeza.
Finalmente percebi que cada dia é um adeus, decisões, desespero, medo, lágrimas e salvação...
O passado foi esperto e agora não posso subestima- lo,
realmente isso é uma piada.
Acho que perguntar não mata se talvez estivesse disposto não iria parar num hospício, sou tão bom quanto um jogo de azar, imprevisível.
Tenho vivido tempos difíceis mas não sou louco, nunca fui um cara comum, um cara com grandes problemas e sempre caminhei sozinho meu amigo.
Não ser o que você estava pensando quando estamos no lugar do palhaço, chorando por dentro e rindo por fora, bancando o tolo, os sonhos não retornarão mais.
É muito provável que ninguém vai sentir por dentro a chama que corrói o coração de quem perde quem amamos...
Provavelmente ninguém...
Oi tudo bem com você? sim tudo ótimo.(É um blackout diário).
Uma quarta feira melancólica, um dia após outro rezando orando por dias melhores.
Quando o mundo realmente caiu em minhas costas,
a realidade foi mais difícil que se possa imaginar,
é incrível como é difícil olhar para si mesmo e entender que vc perdeu,
é uma espécie de caricatura e catástrofe,
um menino sem tempo pra retomar o caminho de volta,
"e vê o quanto está longe de casa
e se desesperado só de imaginar "
longe de casa...
Apenas o próprio homem é capaz de entender verdadeiramente a si mesmo
Nem uma máquina nunca vai compreender a Verdadeira e profunda essência humana
Mais talvez precisaremos de uma para nós mostra o que significa tudo isso que somos ,
O que é isso que existe e por si só apenas é !
Nos somos o cálculo de uma equação onde a resposta já temos só não achamos o X
Arthur Rios Tupã Eu memo !
Linda Livia...
desculpa por não ter,
te dado o devido valor,
no início era imaturo,
agora sofro no escuro.
Penso em ti todo dia,
manhã tarde e noite,
as vezes pouco... Ás vezes muito.
Agora sofro, e você, coerente,
não dá mais valor
para aquele jovem que achava
bonito e inteligente.
Penso em você tem 12 meses,
seu lindo rosto, calma,
me traz calma... Sua vontade
de se expressar e mostrar sua alma.
Dia 21 virei só mais um
dos(as) que não olharam, para o
grande amor, que estava ao lado
Uma noite irá
lembrar dos momentos
bobos que passamos,
uma noite qualquer,
mas não hoje.
Até tentei, mas a covardia...
Ah... A covardia... Me impediu
de ser feliz com você, Livia,
desculpa por ser um covarde
e esquisito.
Por vezes sinto-me uma mera espectadora.
Todos na peça sabem o seu papel, mas eu não.
Todos na peça interpretam as suas emoções, mas eu não.
Todos na peça têm as suas falas, mas eu não.
Nunca tive talento para encenar. Aliás, nunca tive talento para nada.
Todos têm um dom, dizem os outros.
Mas eu não sou como todos e ninguém é como eu.
É exaustivo tentar decorar tantas falas, tantos atos, tantos papéis.
Tudo se torna mais fácil quando me limito a observar.
Comtemplo e penso apenas e assim basta-me ser espectadora.
