Textos de Conquistas
Nunca mais aceitei gaiolas,
porque aprendi que liberdade
não se pede — se conquista.
Descobriu que algumas mulheres
carregam fogo nos olhos
e tempestades no coração,
não nasceram para esperar resgate
nem viver à sombra de alguém.
Vieram ao mundo para romper correntes,
atravessar os próprios abismos
e transformar cicatrizes em coroas.
Mulheres assim não imploram amor,
não diminuem sua intensidade,
não silenciam sua verdade
para caber em mãos pequenas.
Helaine machado
Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo
De querer conquistar
Uma coisa
Qualquer em você
O que será?
Como nunca se mostra
O outro lado da lua
Eu desejo viajar
Do outro lado da sua
Meu coração
Galinha de leão
Não quer mais
Amarrar frustração
O eclipse oculto
Na luz do verão...
[...] Se da beleza, altruísmo ou prudência viessem minhas conquistas o mérito seria da minha vaidade, bondade ou disciplina. Se mesmo no ápice da minha imperfeição ainda sou como a luz que não faz barulho, mas desfaz qualquer abismo o mérito é apenas daquilo que realmente sou. (...)"
— Cicero Faustino
É tempo de buscar a coragem,
preencher-se de fé e seguir
em busca das conquistas.
Suas bênçãos estão te esperando,
Você só precisa continuar caminhando,
Siga com DEUS no coração,
Pois suas bênçãos não é em vão.
DEUS entrega bênçãos para quem tem coragem de buscá-las.
Não Desista!
Um projeto seu, rende conquistas, vitórias e bênçãos quando você conversa com DEUS.
ELE não só abençoa, como acrescenta mais prosperidade na sua vida.
Tudo é uma questão de entregar seus projetos a ELE e confiar que ELE pode fazer muito mais por você.
Entrega! Confia e Agradeça!
Conquistar alguém, pra mim, é tentar manipular alguém, na qual terá que ficar conquistando sempre, por medo de perder aquela dúvida.
Já o amor não tem apenas conquista; tem conexão profunda, direta, sem nenhuma dúvida.
É como se um já nascesse para o outro, sem explicação nem porquê.
É algo raro, difícil de encontrar, porque, antes de encontrar, todo mundo tenta conquistar, manipular, para aliviar a própria carência de não ter encontrado a sua conexão.
A conquista é movida pelo medo: medo de não ser suficiente, medo de perder, medo de ficar só.
Já o amor é movido pela certeza: a certeza de que, mesmo sem esforço, aquela pessoa já é parte de você.
Enquanto a conquista exige provas constantes, o amor simplesmente existe.
Enquanto a conquista preenche vazios temporários, o amor desfaz a necessidade de preencher qualquer coisa.
Por isso, muitos confundem conquista com amor.
Mas o amor não se conquista; ele se reconhece.
Deixarei que se perca em mim e faça meu coração de morada, pois seus olhos me conquistam com um gesto suave e singelo.
Vou ponderar seus sentimentos e propagar sua beleza, sinto que meu coração é teu coração e meu amor é o seu amor.
Você surgiu em mim como a fé de um desesperado e te quero como meu orvalho em uma noite de brisa suave.
As lamentações se perderão com tua voz que se faz presente e sereníssima.
Algum tempo planejei te conquistar e adentrar em seu coração para bem lá no fundo eu finque meu amor certo que a faça feliz;
Eu quero você para me amar, me ouvir e me aceite como eu sou para enxugar minhas lágrimas que cai de meus olhos e rolam meu rosto;
Se eu desafinar ou esquecer-se de mim me faça me sentir novamente para então voltar a amá-la;
Tens um sorriso lindo, muito capaz de me conquistar... Isso é o brilho que carregas, e tens o poder de me fazer apaixonar!
Seu olhar é muito intenso e é infinito pra admirar
Eu estou hipnotizado, então eu preciso lhe perguntar...
Teu coração... Tem pretendente, eu posso me candidatar pra morar?
O QUE ENSINA O ESPIRITISMO.
Há criaturas que perguntam quais são as conquistas novas que devemos ao Espiritismo. Pelo fato de ele não ter dotado o mundo com uma nova indústria produtiva, como o vapor, concluem que ele nada produziu. A maior parte dos que fazem tal pergunta, não se tendo dado ao trabalho de estudá-lo, só conhecem o Espiritismo de fantasia, criado para as necessidades da crítica, e que nada tem de comum com o Espiritismo sério. Não é, pois, de admirar que perguntem qual pode ser o seu lado útil e prático. Teriam tido que buscá-lo em sua fonte, e não nas caricaturas que dele fizeram os que só têm interesse em denegri-lo. Assim, desde o início, impõe-se uma distinção essencial entre o Espiritismo autêntico e as representações deformadas que dele fazem os espíritos apressados ou os críticos de ocasião.
Numa outra ordem de ideias, alguns acham, ao contrário, a marcha do Espiritismo muito lenta para o seu gosto. Admiram-se que ele não tenha ainda sondado todos os mistérios da Natureza, nem abordado todas as questões que parecem ser de sua alçada. Gostariam de vê-lo diariamente ensinar coisas novas, ou enriquecer-se com alguma descoberta espetacular. Como ele ainda não resolveu a questão da origem dos seres, do princípio e do fim de todas as coisas, da essência divina e de algumas outras do mesmo porte, concluem que não saiu do alfabeto, que ainda não entrou na verdadeira via filosófica e que se arrasta nos lugares comuns, porque prega incessantemente a humildade e a caridade. Dizem eles que nada de novo foi ensinado, pois a reencarnação, a negação das penas eternas, a sobrevivência da alma, a gradação do princípio inteligente e o perispírito não seriam descobertas propriamente espíritas. Contudo, tal objeção revela mais a incompreensão do método do que qualquer deficiência real do corpo doutrinário.
A tal respeito julgamos que devemos apresentar algumas observações, que também não serão novidades, mas há verdades que, pela sua importância, exigem repetição sob múltiplas formas, a fim de que penetrem mais profundamente no entendimento humano. A repetição, neste caso, não é redundância estéril, mas pedagogia da verdade.
É verdade que o Espiritismo nada inventou de tudo isso, pois não há verdades autênticas senão aquelas que são eternas e que, por isso mesmo, devem ter germinado em todas as épocas. Mas não é alguma coisa havê-las tirado do esquecimento, de um germe fazer uma planta vivaz, de uma ideia dispersa fazer uma convicção coletiva. Não é mérito haver provado o que estava apenas em estado de hipótese, demonstrado a existência de leis onde se via o acaso, transformado teorias vagas em aplicações práticas e fecundas. Nada é mais verdadeiro que o antigo provérbio que afirma não haver nada de novo sob o sol. Ainda assim, cada época tem o seu dever de redescobrir, organizar e aplicar o que antes estava disperso.
Além disso, é incontestável que o Espiritismo ainda tem muito a nos ensinar. Nunca pretendeu haver dito a última palavra. Mas reconhecer que há um vasto campo ainda a explorar não implica afirmar que nada foi feito. Seu alfabeto foram as manifestações iniciais, e desde então o progresso foi sensível e, em muitos aspectos, notável. Comparado com outras ciências, que levaram séculos para atingir certo grau de maturidade, o avanço em poucos anos é digno de consideração. Nenhuma ciência atinge o seu ápice de imediato. Todas avançam conforme as circunstâncias permitem, pois há uma ordem providencial que regula o ritmo das descobertas.
Em falta de novas descobertas espetaculares, cessaria o trabalho dos estudiosos. A Química deixaria de existir por não descobrir novos elementos diariamente. A Astronomia se tornaria inútil por não encontrar novos astros a cada observação. Em todas as áreas do saber, há um tempo de assimilação, aplicação e consolidação. A Providência, em sua sabedoria, estabelece intervalos para que o conhecimento seja assimilado e frutifique. Não há estagnação, mas maturação silenciosa.
O Espírito humano não pode absorver incessantemente ideias novas sem se desorganizar. Assim como a terra necessita de repouso para produzir, o entendimento necessita de tempo para integrar o que aprende. Ideias novas devem apoiar-se nas já adquiridas. Sem base consolidada, toda tentativa de avanço resulta em esterilidade intelectual.
Dá-se o mesmo com o Espiritismo. Seus adeptos já assimilaram plenamente suas lições. Já se tornaram inteiramente caridosos, humildes, desinteressados, benevolentes. Já dominaram o orgulho, a inveja, o ódio e o egoísmo. Se a resposta for negativa, então ainda há muito a fazer. As lições consideradas simples são, na verdade, as mais difíceis de viver. É por meio delas que o ser se eleva e se torna apto a compreender ensinamentos superiores.
O objetivo essencial do Espiritismo é a regeneração da Humanidade pelo aperfeiçoamento moral. Os conhecimentos metafísicos são acessórios diante da necessidade de transformação íntima. Não se trata apenas de saber, mas de ser. O valor do indivíduo não se mede pelo acúmulo de ideias, mas pelo bem que realiza e pelas inclinações que vence.
Vejamos, entretanto, os resultados práticos que ultrapassam o campo puramente moral.
1.º Inicialmente ele fornece a prova da existência e da sobrevivência da alma. Ao transformar hipótese em certeza, combate o materialismo e suas consequências desagregadoras, promovendo uma revolução silenciosa nas ideias humanas.
2.º Pela convicção que estabelece, exerce profunda influência moral. Consola nas dores, fortalece nas provas e desvia o pensamento do desespero.
3.º Corrige concepções errôneas acerca do destino da alma, eliminando concepções incompatíveis com a justiça divina e apresentando uma visão racional do futuro.
4.º Esclarece o fenômeno da morte, retirando-lhe o caráter de mistério absoluto e oferecendo compreensão sobre essa transição inevitável.
5.º Pela lei da pluralidade das existências, fornece chave interpretativa para as desigualdades humanas e estabelece bases racionais para a fraternidade e a justiça.
6.º Pela teoria dos fluidos perispirituais, explica fenômenos psíquicos antes incompreendidos, ampliando o campo de estudo da fisiologia e da psicologia.
7.º Demonstra a interação entre o mundo material e o espiritual, revelando uma dimensão ativa da natureza antes ignorada.
8.º Elucida a origem de diversas perturbações atribuídas exclusivamente a causas orgânicas, oferecendo novos caminhos de tratamento.
9.º Explica a natureza da prece e a interação entre encarnados e desencarnados, mostrando o poder moral como instrumento de auxílio e regeneração.
10.º Introduz o conceito de magnetização espiritual, ampliando o horizonte das práticas terapêuticas.
O mérito não está em criar princípios inéditos, mas em dar-lhes aplicação viva. Ideias como a reencarnação e o corpo espiritual existiam, mas permaneciam como conceitos inertes. O Espiritismo as transformou em elementos dinâmicos, integrando-as em um sistema coerente e operativo.
Esses princípios, outrora dispersos, tornaram-se base de uma nova filosofia que abrange a moral, a ciência e a religião em uma síntese harmônica. Longe de serem estéreis, produziram uma fecundidade intelectual e prática que continua a expandir-se.
Em resumo, um conjunto de verdades fundamentais, antes fragmentadas, foi organizado, demonstrado e aplicado, abrindo novos horizontes ao pensamento humano. Mesmo que se limitasse a isso, já representaria um avanço significativo. Contudo, trata-se apenas do início de uma obra muito mais vasta.
Esses pontos são centros irradiadores de novas compreensões que se desenvolvem progressivamente. Cabe aos adeptos aplicá-los antes de exigir novas revelações. O progresso não consiste apenas em adquirir conhecimento, mas em vivê-lo.
Dizem que os espíritas conhecem apenas o alfabeto. Se assim for, é preciso antes aprender a soletrar com exatidão. Há ainda muito a ensinar, a consolar, a esclarecer e a transformar. A tarefa está longe de concluída.
Saibamos, pois, estudar, assimilar e aplicar, antes de desejar avançar precipitadamente. O grande livro da Natureza se abre gradualmente àqueles que demonstram maturidade para compreendê-lo. O tempo não pode ser violentado sem prejuízo.
A árvore do conhecimento não se conquista por impaciência, mas por crescimento legítimo. Quem tenta elevar-se sem preparo arrisca-se à queda. Quem persevera no aperfeiçoamento moral, esse sim, gradualmente se torna digno de compreender as verdades mais elevadas.
E assim, entre a disciplina do espírito e a fidelidade ao bem, o Espiritismo não apenas ensina, mas forma consciências capazes de transformar o mundo a partir de si mesmas.
A humanidade evoluiu tanto que desaprendeu a ser humana.
Conquistamos o espaço, dominamos a matéria, aceleramos o tempo, multiplicamos as tecnologias. No entanto, permanecemos estrangeiros dentro de nós mesmos. Vivemos conectados com o mundo e desconectados de nós mesmos.
Nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento e, paradoxalmente, tão pouco compromisso com a sabedoria. Vivemos cercados de informação e sitiados pela ignorância. Afinal, a mente que não pensa aceita qualquer pensamento. O ser humano criou máquinas inteligentes e continua terceirizando a própria inteligência. A inteligência sem discernimento apenas acelera o desastre.
O algoritmo não cria alienados; apenas alimenta os já famintos por distração. A consciência não grita; por isso a sociedade aumentou o volume da distração. Quando tudo vira entretenimento, até a consciência entra no intervalo. Quem foge do silêncio acaba fazendo morada no ruído. A multidão faz barulho para não ouvir o próprio vazio, mas o vazio nunca foi o problema; o problema é o que fazemos para não senti-lo.
Quem terceiriza a consciência acaba alugando a própria vida. A alienação é a única prisão em que o preso defende as grades. O pior cárcere é aquele decorado com conforto. A liberdade morreu quando passamos a chamar dependência de escolha.
Nem toda evolução nos aproxima da verdade; algumas apenas sofisticam o engano. A sociedade não normalizou o absurdo; apenas desaprendeu a estranhá-lo. Há quem tenha opinião sobre tudo, porque nunca refletiu sobre nada. A verdade nunca precisou de plateia; a mentira vive de audiência.
O espelho revela o rosto; a consciência revela o disfarce. A mentira mais perigosa é aquela que você chama de personalidade. A pior cegueira não é não enxergar; é não querer ver quem está olhando pelos seus olhos. Quem coleciona aplausos costuma falir no tribunal da própria consciência.
O mundo ensina a conquistar espaço; a consciência ensina a ocupar o próprio lugar. A vida não pede velocidade; pede direção. A pressa só encurta o erro. A pressa é a forma moderna de fugir de si mesmo. O tempo não rouba vidas; apenas revela quem as desperdiçou. Há pessoas que envelhecem; outras apenas acumulam aniversários.
A consciência pesa menos que uma pena, mas há quem passe a vida inteira sem conseguir carregá-la. Talvez porque carregar a consciência exija abandonar as ilusões que sustentam o ego. E poucas pessoas suportam perder aquilo que nunca possuíram de verdade.
O maior sinal de decadência de uma civilização não é a falta de tecnologia, riqueza ou poder. É quando ela já não consegue distinguir liberdade de dependência, entretenimento de sentido, informação de sabedoria, inteligência de discernimento e progresso de evolução.
A tragédia da nossa época não é termos criado máquinas cada vez mais inteligentes.
É estarmos nos tornando humanos cada vez menos conscientes.
Carlos Eduardo Balcarse
11/06/2026
Eu achava que tinha conquistado tudo.
Não porque tudo estava perfeito, mas porque eu ainda acreditava.
E acreditar, pra mim, sempre foi metade do caminho.
Havia planos que eu já chamava de vida,
sonhos que eu defendia como verdades, um futuro que eu protegia
como quem protege um lar.
Até que um dia
eu percebi.
Não foi de repente.
Foi um entendimento lento, cruel,
que foi se impondo:
nunca mais será a mesma coisa.
E essa frase pesa mais
quando não vem do medo, mas da lucidez.
Doeu aceitar.
Doeu soltar.
Doeu admitir que, mesmo dando tudo,
não foi o suficiente.
Eu não perdi apenas uma conquista,
perdi a versão de mim
que acordava acreditando.
Que insistia.
Que esperava sinais.
Passei a conviver com um vazio estranho:
Derrota,
Encerramento,
Frustração
E o mais difícil
não foi ver o sonho morrer, foi continuar vivendo
sem ele me guiando.
Hoje eu caminho diferente.
Com menos ilusão.
Com menos pressa.
Mas com uma verdade nova:
Algumas coisas que se quebram te quebra junto.
Algumas coisas se tornaram impossíveis e preciso parar
de perder tempo tentando salvá-las.
E talvez
isso também seja
uma forma silenciosa
de sobrevivência
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Agora mesmo
AMAR COM LUCIDEZ: QUANDO O CORAÇÃO CAMINHA AO LADO DA RAZÃO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo."
— O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5. Tradução de José Herculano Pires.
A recomendação do Espírito de Verdade, dirigida especificamente aos espíritas, está longe de ser uma exortação meramente afetiva. Ela constitui uma síntese admirável da pedagogia espírita, revelando que a verdadeira transformação moral nasce da união entre o sentimento e a inteligência. Não se trata de escolher entre amar ou instruir-se, mas de compreender que ambos são inseparáveis.
Entretanto, é comum observarmos que esses dois imperativos são vividos de forma fragmentada. Há quem exalte o amor, mas relegue o estudo a um plano secundário; há também quem cultive o conhecimento, porém se esqueça da ternura, da humildade e da fraternidade. Em ambos os extremos, perde-se o equilíbrio proposto pela Codificação.
A conquista e o sucesso são consequências das nossas lutas e das nossas buscas incessantes; independente de qualquer situação: seja ela financeira ou não. O sucesso é alcançado pela persistência, pela luta, pela dignidade e principalmente pela humildade. Somos aquilo que escolhemos ser. Precisamos muitas vezes perder para ganhar.
Quando alcançamos um objetivo é sinal de que os reflexos de nossas ações foram aceitos pelo universo. Recebemos aquilo que emitimos. Para ter é preciso primeiro SER.
O Universo dá para quem estiver preparado para receber. Somos parte dele, portanto, ou o entendemos, ou ficaremos à mercê de pequenas atitudes.
Antes eu pensava que precisava de muito,
de conquistas, de bens, de aplausos do mundo.
Hoje percebo que o simples ato de acordar
já me faz inteira, já me faz profunda.
O vazio tentou me convencer do contrário,
mas descobri que até o silêncio tem valor.
Sou feliz por existir, por respirar,
e sei que muitos desejariam estar em meu lugar.
A autoestima, antes frágil, agora é sentença,
registrada em cartório, sem possibilidade de recurso.
Minha alegria é cláusula pétrea,
ninguém pode revogar o que é luz no meu curso.
O amor, em todas as formas, é meu advogado,
a esperança, meu juiz imparcial.
No tribunal da vida, fui absolvida,
por excesso de fé no essencial.
Hoje sou feliz sem precisar de muito,
sou feliz porque despertei outra vez.
E se a vida fosse contrato eterno,
minha assinatura seria: gratidão e paz.
Preenchendo as lacunas da vida
A vida é um dom de Deus. Um presente que ninguém conquista, apenas recebe.
Antes mesmo de respirarmos pela primeira vez, Deus nos viu entre milhões de sementinhas. Ele nos escolheu no ventre da nossa mãe e disse:
"VIVA."
E quando chegou o tempo, Ele nos tirou do ventre de nossa mãe e nos enviou ao mundo com uma missão:
"VÁ E DÊ FRUTOS."
Chegamos ao mundo sem títulos, sem riquezas, sem conquistas. Trouxemos apenas a vida, a inocência e páginas em branco para serem escritas.
Então o tempo começou a contar.
Aprendemos. Caímos. Levantamos. Conhecemos o amor e a dor, o bem e o mal. Fomos moldados pelas experiências, pelas pessoas, pelas perdas, pelas vitórias e, principalmente, pelas escolhas que fizemos.
A cada dia, um espaço vazio foi preenchido.
Com palavras ou silêncio.
Com coragem ou medo.
Com fé ou incredulidade.
Com amor ou egoísmo.
Com obediência ou rebeldia.
Ninguém passa pela vida sem preencher esses espaços. A única questão é: com o quê?
O tempo que recebemos, os dons que Deus nos confiou e as decisões que tomamos revelam quem realmente somos e determinam o legado que deixaremos.
As pessoas com quem caminhamos influenciam nossa jornada. Nossas atitudes aproximam ou afastam pessoas. Cada escolha abre uma porta e fecha outra. Toda semente lançada, cedo ou tarde, produz uma colheita.
E então chegará o dia em que tudo ficará em silêncio.
Não haverá mais oportunidades para recomeçar. Não haverá mais páginas em branco.
Restará apenas olhar para trás e responder às perguntas que realmente importam:
Minha vida foi frutífera?
Valeu a pena viver como vivi?
Usei bem o tempo que Deus me deu?
Honrei os dons que recebi?
Preenchi os espaços vazios com aquilo que tem valor eterno?
Porque, no fim, a vida não será medida pelo que acumulamos, mas pelo que cultivamos.
Não pelo que possuímos, mas pelo que nos tornamos.
Não pelos anos que vivemos, mas pelos frutos que deixamos.
A vida é a arte de preencher os espaços vazios.
E a colheita de amanhã será, inevitavelmente, o resultado das sementes que escolhemos plantar hoje.
Das minhas mãos jamais
sairão letras que provoquem
ou defendam caleidoscópios,
por conquistas de territórios
com base no emprego da força.
Os tempos não são mais
os mesmos porque onde
há a liberdade dos outros,
Não cabem guerras de aniquilação
e outros tipos de sufocos.
O Cedro do Líbano partido
por mim nunca foi defendido,
e jamais o será - custe o que custar;
Calar nunca será uma opção,
e tampouco o destino,
porque se o que é devido.
Seja pelo tempo, repetição
para causar normalização,
ou qualquer tipo de imposição,
Não haverá nenhum espaço
para tosco convencimento.
Tudo, do poema ao meu silêncio,
têm vida própria e aclamatória,
Não há quem de mim saia ileso,
porque entre pausas há comunicação;
que nem milhares de exércitos tombarão.
<< Do início, meio e ao final,
somente a paz estabelecerá reino,
quer queiram ou quer não. >>
Divina e dulcíssima aspiração
de querer conquistar o seu
fascinador e liberto coração,
Mania doce de insistir
em querer ser o seu amor.
Para nós o que nos cabe
é somente o pós-canônico,
Naufragar na delícia entregue
de ser o seu fadário irônico,
sensual e o mais romântico.
És o meu melhor enredo,
não somos uma aventura
e do amor não temos medo,
Porque este fogo-fátuo
é do interior brotado,
e amoroso indestrutível laço.
Para nós já está estabelecido
o neo-romantismo contemporâneo
do nosso amor latino-americano,
sem censura e sem nenhum engano.
Missão impossível é te conquistar,
com esse fogo no peito que não sabe esperar
Te vejo de longe e o mundo desacelera, como se o tempo respeitasse o que eu sinto por você, mas teu silêncio me ensina a sofrer quieto, guardando no olhar
tudo que eu não consigo dizer.
E mesmo sem saber se um dia vou te ter, eu continuo,te querendo em cada detalhe do meu dia, porque tem amores que não pedem permissão pra nascer…
só chegam,
queimam,
e viram poesia.
-
Não sou um conquistador,
Sou somente um pensador,
Que acredita em um amor,
Que possa existir sem a dor.
Nada é perfeito,
Nem tudo é perfeito,
Mas tudo pode ser melhor,
Se for apenas do nosso jeito.
Eu & Você,
Você & Eu,
Então você me pergunta,
E o resto?
Bom ai eu digo:
Ai é o resto,
Nada irá atrapalhar nesse amor que Deus nos prometeu.
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