Textos sobre conhecimento
Conhecer é se apodera das chaves que abrirão as portas do conhecimento em si próprio para encontrar os caminhos que levam a autocompreensão.
Do que adianta você estar em uma ilha perdida com uma grande fortuna?
O Conhecimento por si só não preenche o Homem por completo.
O grande problema é que confundimos o conhecimento dos hábitos externos e superficiais com autocompreensão.
Autocompreensão, é aí que terás que garimpar e encontrar as verdades que se encontram submersas, a pérola preciosa almejada por todos.
certamente que sim, todo conhecimento é contribuição para lançar-nos nos caminhos que conduzem o desenvolvimento da verdade. Digo desenvolvimento, porque a verdade já se encontra em nós só esperando que a mente ávida por querer saber a descubra. Eu? Ainda estou a caminho, tentando superar os diversos obstáculos que me impedem de fluir calmamente em direção a esse que UM estre nós. Os obstáculos não fora, mas dentro desse meu própria essência rebelde.
Eu sou o meu caminho e também os obstáculos, mas ter a consciência disso é para me um grande passo.
INTELIGÊNCIA, SABEDORIA E CONHECIMENTO.
Digamos que a inteligência possa ser comparada a uma lente de aumento.
Quanto maior é o seu poder de ampliação maior capacidade terá de interpretar um objeto.
O conhecimento é proporcional ao grau de inteligência do indivíduo.
Cada um enxergar o mundo através das lentes que possuí. Daí se origina as diversas interpretações sobre um mesmo assunto:
A vida e morte, o amor e ódio, os sentimentos e emoções, enfim, o mundo que nos cerca.
Ninguém está errado e nem totalmente certo, tudo é uma questão de perspectiva.
Já a sabedoria, transcende a inteligência e o conhecimento, não é algo que vem de fora para o homem, mas da " força que o espírito faz para se apoderar da verdade."
Adquirir a consciência e o conhecimento que a vida não se ceifa no padecimento do corpo, me dar mais liberdade, paciência, serenidade e equilíbrio diante dos infortúnios da vida. Porque nada é por um acaso!
Conhecer e perceber ainda na carne que a vida não se ceifa no túmulo. E o que ficou ali, nada mais é que uma vestimenta temporária de que o aprendiz da vida ( o espírito), fez uso durante a sua estada na escola terrena.
És que ressurge O Homem, de onde traças e nem o ferrugem corrói, e se fez mostrar para que todos pudessem testemunhar a grande notícia, a morte não é o fim.
Estás revestido temporariamente do tecido carnal aqui na terra para possa aprender as lições que lhe fará justo diante do reino das boas aventuranças.
CONHECIMENTO
O verdadeiro sábio quanto mais se aprofunda no saber conhecer se rende alegremente diante de tudo que ainda tem por aprender.
O alimento da Alma é o conhecimento, porém
saber de tudo não é a primeira questão, mas continua eternamente na estrada do saber, porque é isso que nos engrandece diante da vida.
Nem sempre a Luz é bondosa,
forte demais pode cegar,
e referindo-se a conhecimento,
com uma pessoa insensata
pode ser uma arma perigosa,
do mesmo modo, nem toda sombra
é sinal de ignorância ou maldade,
às vezes, até conforta, passa tranquilidade
a exemplo debaixo de uma árvore
durante um piquenique num fim de tarde,
portanto, não seja constamente taxativo,
algumas vezes depende da intensão
e pode ser positivamente surpreendido.
Usando sua sincera percepção
com muito ou pouco conhecimento
para satisfazer por alguns momentos
a inquietação da sua mente,
transforma seus pensamentos,
sonhos, pessoas, sentimentos
e muitas outras coisas
em versos,histórias, lições
que emocionam, envolvem,
ensinam e provocam sensações
numa riqueza de pormenores
que podem conquistar gerações,
assim o fazem os estimados
escritores e escritoras
que se expressam com a arte
de organizar as palavras
que instigam mentes,
tocam corações
e alimentam almas.
Tão bom quando encaras a vida com interioridade, sem buscar o conhecimento externo, ou adorando imagens ...tens tanta riqueza dentro de ti, esqueces constantemente que Deus está dentro, em ti !
Busca-Lo no céu, longe...pensa, por acaso o céu existe dentro de ti e à tua volta? Constrói o Céu interior, pois é nesse céu que Ele se sente bem e habita! Se vives num inferno, é claro que não O vês ou sentes, Ele encontra-se em tudo o que é belo!
A mulher ou homem sábio é aquele que não precisa quase usar palavras para passar conhecimento, para chegar ao coração do outro!
Aquele que usa muitas palavras para tentar passar uma mensagem, é porque não está certo do que quer dizer, quer ainda sobressair, tem necessidade de dar nas vistas, alimentar a sua vaidade!
Tudo o que é sentido e vem da intuição ou inspiração Divina, não precisa de muitas explicações, o Amor está impregnado na pequena mensagem, e o objetivo dela é atingido com simplicidade.
O desejo de conhecimento nos faz erguer a cabeça para enxergar-mos aquilo que não vemos, por mais doloroso e cansativo que este procedimento o seja.
Precebi esta realidade ao observar minha filha de 4 meses se esforçando para ficar de cabeça erguida, e me vi na mesma situação que ela em relação ao trabalho que tenho com o meu mestrado.
A Tragédia da Desinformação
A desinformação, disseminada por pessoas sem o conhecimento adequado, cria um ambiente de confusão e polarização. A falta de discernimento e a crença em informações falsas minam a capacidade de tomar decisões racionais e justas. Essa tragédia se agrava quando a desinformação é usada como arma para manipular e controlar as massas, perpetuando a injustiça e o sofrimento.
Marco zero.
Nele estava escrito: expectativas per si, conhecimento...
(Não é desesperança, nem indiferença).
Não havia dúvidas.
Não há dúvidas.
– Obra do Imperativo Ide,
Presente no começo.
Sai-se do marco zero, mas onde se chega? Não é sobre onde se chega, é gerúndio, é enquanto vai...
(Tem muito mais).
Busquem, pois, em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a vocês (Mt 6,33, NVI).
(Um texto com Contexto).
... Vai sendo (valei-me, Deus! Estou a fazer uso correto das palavras?).
Uma emoção superou a razão.
A razão se surpreendeu com emoção!
E, com toda limitação sentida existente
Fez poesia,
Em versos e estrofes afirma-se: sai do marco zero e está a ir, em obediência. Aqui as palavras estão organizadas de forma corriqueira, quase a suprimir todo relevante Contexto, que, na extensão dessa sentença (das sentenças da vida), faz-se em omniatividade semper presente.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 627
CONHECIMENTO DA LEI NATURAL.
O item seiscentos e vinte e sete, inserido na Parte Terceira de O Livro dos Espíritos, trata da função esclarecedora da revelação espiritual na era moderna. A resposta dos Espíritos Superiores evidencia que, embora Jesus tenha apresentado as leis divinas em sua pureza, sua exposição recorria a parábolas e alegorias ajustadas ao contexto sociocultural do século I. Tais recursos pedagógicos, embora luminosos, exigiam interpretação. Por isso, na atualidade, torna-se imperioso que a verdade moral seja exposta de modo inteligível, universal e racionalmente aferível.
A missão dos Espíritos, portanto, não consiste em substituir o ensino do Cristo, mas em explicitá-lo, desenvolvê-lo e restituir-lhe a clareza primeira, afastando quaisquer leituras sujeitas ao orgulho, ao interesse ou à hipocrisia religiosa. Sua tarefa é abrir olhos e ouvidos, de modo a impedir que a lei divina seja usada como instrumento de dominação ou de justificativa das paixões humanas. É um trabalho de saneamento ético, depuração doutrinária e preparação da humanidade para o reino do bem anunciado pelo Cristo.
A revelação espírita, nessa perspectiva, é complementar e elucidativa: esclarece aquilo que permaneceu velado pelas circunstâncias históricas, restabelece o sentido moral da lei natural e reafirma que essa lei é amor, justiça e caridade em sua expressão mais elevada. Ao fazê-lo, devolve ao ser humano sua responsabilidade moral plena, pois não lhe resta o pretexto da ignorância.
O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.
A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.
Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.
Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.
Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.
Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.
Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.
John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.
Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.
Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.
Questões 624.
CAPÍTULO I - DA LEI DIVINA OU NATURAL - 1 - Origem e conhecimento da lei natural
624. Qual o caráter do verdadeiro profeta?
“O verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus. Podeis reconhecê-lo pelas suas palavras e pelos seus atos. Impossível é que Deus se sirva da boca do mentiroso para ensinar a verdade”.
Em um mundo cheio de mistérios, o conhecimento é a luz que guia aqueles que se recusam a permanecer na escuridão da ignorância. Mergulhar nas profundezas do saber é um ato de coragem, uma jornada sem fim onde cada descoberta abre portas para novas perguntas. Quem se contenta com a superfície perde a riqueza dos detalhes, a beleza das conexões e a força do entendimento.
Por isso, aprofunde-se no oceano do conhecimento para não se perder nas águas rasas da ignorância. O saber transforma, expande horizontes e liberta a mente. Que a busca pelo aprendizado seja constante, para que jamais nos afoguemos na limitação do desconhecimento.
Conhecimento e sabedoria, Não são sinônimos, na teoria. Nos livros, não há respostas mil, A vida é um mistério sutil.
Nada na vida é trivial, Tudo tem propósito essencial. Ninguém está sempre correto, Não há certo, nem incorreto.
São escolhas: lamentar ou lutar, A alegria da vida, alguns deixam escapar. Outros, conhecendo o caminho, teorias elaboram, Mas na hora do confronto, se evaporam.
Há quem sucumba ao vício, entorpecido, Fugindo da realidade, tão perdido. Alguns na religião buscam proteção, Seguindo regras, buscando redenção.
Desistir de uma paixão por medo, É postergar a felicidade, é o enredo. Um guerreiro nunca desiste do que ama, A felicidade não está no fim, é na trama.
A morte mais triste é, em verdade, A daqueles que não desfrutam a vida com intensidade.
Não ignore o amor por falta de conhecimento
Talvez ele seja o seu caminho, só dependerá do seu discernimento
Por isso peste mais atenção
Não deixe que as loucuras da vida, te encha de ilusão
O amor que você espera desde o dia em que você nasceu
Pode ser um estranho ou até um amigo seu
Abra o seu coração e se encha de sagasidade
Quem espera sempre alcança para a própria felicidade;
Até que ponto?
Conhecimento é inato, até que ponto?
O empirismo tem suas razões e suas verdades, até que ponto?
As crenças, os valores, o certo e o errado, "a alegoria da Caverna de Platão", tem sentido até que ponto?
A tecnologia desafia a humanidade seguindo em duas cordas bambas paralelas, uma caminha velozmente rumo ao fracasso social e irracional da maioria, outra caminha dando saltos largos na corda bamba elevando o poder descontrolado dos grandes capitalistas, ao mesmo tempo cegando as mentes vazias de conhecimento, suportaremos como sociedade, até quando?
O PODER DOS LIVROS
Os livros são uma fonte poderosa de conhecimento, sabedoria e entretenimento. Desde a antiguidade, os livros têm sido uma das principais formas de transmitir informações e histórias, ajudando a preservar a cultura e a tradição ao longo do tempo.
O poder dos livros não se limita apenas ao conhecimento que eles fornecem, mas também à capacidade que têm de nos transportar para outros mundos e realidades, permitindo-nos explorar novas ideias e perspectivas. Um bom livro pode inspirar, educar e até mesmo transformar a vida de uma pessoa.
Ler livros pode expandir nossa compreensão do mundo, permitindo-nos aprender sobre diferentes culturas, povos e lugares. Além disso, os livros podem nos ajudar a desenvolver habilidades como a empatia e a compaixão, ao nos permitir ver o mundo através dos olhos de outras pessoas.
Outra maneira pela qual os livros exercem seu poder é ao nos fornecer um refúgio da realidade. Quando estamos lendo um livro, podemos nos transportar para outro lugar e tempo, permitindo-nos esquecer nossas preocupações e mergulhar em um mundo de imaginação e fantasia.
Mas o poder dos livros não se limita apenas à nossa vida pessoal. Os livros também têm o poder de mudar o mundo. Desde a literatura política até a autoajuda (que em minha opinião, ajuda a quem escreve esse gênero), os livros têm o potencial de inspirar mudanças sociais e políticas significativas. Além disso, os livros podem nos ajudar a desenvolver uma perspectiva crítica, permitindo-nos questionar o status quo e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.
Em resumo, o poder dos livros é inegável. Eles nos fornecem conhecimento, inspiração e entretenimento, permitindo-nos explorar novas ideias e perspectivas e transformar nossas vidas e o mundo ao nosso redor. Seja qual for o seu interesse ou paixão, há um livro lá fora que pode mudar sua vida.
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