Textos de Amor Engraçados
Para meu amor:
"Gui, te amo tanto que as estrelas 💫 do céu iluminam minha noite profundamente. Seguimos trilhando nossa jornada, a fim de encontrar nossa felicidade ✨, e ao amanhecer, vem um dia cheio de amor ❤️ e risos. A alegria está na intensidade do seu sorriso, que enxerga meu sorriso 😁. Eu sou porque nós somos". 🥰 Te amo, meu amor ❤️!
Para meu amor:
Gui, te amo tanto que as estrelas 💫 do céu iluminam minha noite profundamente. Seguimos trilhando nossa jornada, a fim de encontrar nossa felicidade ✨, e ao amanhecer, vem um dia cheio de amor ❤️ e risos. A alegria está na intensidade do seu sorriso, que enxerga meu sorriso 😁. Eu sou porque nós somos. 🥰 Te amo, meu amor ❤️!
Bom diaa!!!
Tenha uma segunda-feira abençoada 🙏 cheia de paz, amor e esperança!
Lhe desejo um dia cheio de chuvinha de amor!!! 😁🤗
Mesmo em dias nublados a mudança do tempo vem de Deus, mas quem faz o dia ser colorido somos nós.
- Eliana Batista
Vida me surpreenda 💋💋
Creio no Amor
Creio no Amor...
Quando seus olhos brilham,
Oh, creio sim!
Na noite iluminada
Por estrelas cadentes...
E o nosso coração acelerado
Creio no Amor...
Quando seu sorriso
Se abre para mim
Creio sim no Amor,
Quando as memórias
Me inundam de felicidade
E me sinto especial...
Por teu amor...
Creio no amor,
Ao olhar para o horizonte
E sentir a força do universo
Nas ondas que vem e vão...
Creio no amor!
E me sinto plena
E nunca me esquecerei
Que não estou só
Pois ao teu lado
Eu me encontrei
Meu eterno e inesquecível
Amor eterno Amor...
O mesmo amor que salva, mata. O mesmo amor que cura, destrói. Amores que não matam são carência escancarada. Amores fatais são aqueles de verdade, que nos bagunçam por inteiro, e não podem ser esquecidos. São parte essencial de quem somos. O veneno e o remédio. O que nos mostra que estamos vivos, mas também nos mata por dentro.
- Marcela Lobato
Talvez o verdadeiro amor seja amar para além do estar. Quando seu coração pertence a uma única pessoa, e nada faz isso mudar, você descubre a definição de um amor verdadeiro.
As vezes achamos saber tudo, até que vemos a verdade em um piscar. Não deixe o ego dominar aquilo que te faz sentir vivo. Amar dói sim, do contrário, não curaria a dor. Amar pode fazer chorar, ou então não faria sorrir. As vezes amar é apenas amar. É estar lá por alguém, mesmo que ela ainda não possa estar aí por você.
Amar é saber que aquela pessoa significa tudo no seu mundo, e que você iria até o inferno de Dante, o submundo de Hades, até cantaria como Orfeu, faria às Fúrias chorarem só para ver, ainda que por um segundo, um sorriso sincero no rosto de quem mais ama. É ansiar o encontro, mesmo sabendo que a partida destruirá seu coração. É imaginar a pessoa ao seu lado com os olhos brilhando e o coração acelerado, ainda que tenha ciência de que, ao sair dessa breve ilusão, lágrimas cairão em seu rosto e um aperto envolverá o teu peito ao perceber a falta de quem é tão presente dentro de ti.
Não negue o seu amor. Não lute contra. Não adianta. O amor é sorte, e se você tem a sorte de amar e ser amado, não deixe que isso se perca. E as vezes você pode achar que está só, mas o que se esconde nos sussuros do vento são muito mais do que lamentos. As vezes o amor apenas precisa de mais um tempo. Nem que seja na próxima vida, mas um amor sincero sempre se realiza.
- Marcela Lobato
Talvez o verdadeiro amor seja amar para além do estar. Quando seu coração pertence a uma única pessoa, e nada faz isso mudar, você descubre a definição de um amor verdadeiro.
As vezes achamos saber tudo, até que vemos a verdade em um piscar. Não deixe o ego dominar aquilo que te faz sentir vivo. Amar dói sim, do contrário, não curaria a dor. Amar pode fazer chorar, ou então não faria sorrir. As vezes amar é apenas amar. É estar lá por alguém, mesmo que ela ainda não possa estar aí por você.
- Marcela Lobato
A cada dia que passa, entendo melhor a ideia do Amor Fati, não que eu aceite tudo que vier, sem mudar o meu destino conforme a minha vontade, mas pelo que o passado me trouxe. Por mais dolorosas e destrutivas que certas situações sejam, são elas que nos forjam. Minhas escolhas me trouxeram até onde estou agora, a quem sou, e me orgulho de quem venho me tornando. Tenho milhões de defeitos, não sou e não pretendo ser perfeita, muito menos forjar isso, mas busco iluminar minhas sombras para aprender a lidar com elas, integrando cada uma das minhas faces.
Passei por abismos, desafíos intensos. Conheci as melhores e as piores pessoas. Virei pó, queimei e renasci das cinzas. Não foi fácil a caminhada, mas não mudaria nada. Ao morrer, pude renascer. Ao me cortar, pude ser mais forte. Ao cair, aprendi a levantar. Não, não romantizo o sofrimento, mas, de fato, a alquimia interna só pode acontecer através da dor. Até a borboleta, antes de ganhar asas, sofre um doloroso processo de transformação. Sigo em meu casulo e, logo, voarei por aí.
- Marcela Lobato
E o amor cristão se faz presente mais uma vez.
Os bonzinhos seguidores do deus de amor que despedaça crianças, parte mulheres grávidas ao meio, mata primogênitos, pede o sacrifício de um filho pra saber sobre o amor de um pai por esse mesmo deus "bondoso" (já que o onisciente não sabia, não é mesmo?), manda quem não o segue ou quem não segue suas regras ao inferno pra queimar e sofrer pela eternidade e manda duas ursas despedaçarem 42 crianças vivas até a morte, deixaram uma mulher morrer sangrando porque acharam que ela tivesse feito um aborto. Leiam novamente.
- Marcela Lobato sobre o caso do hospital que deixou uma mulher com endometriose falecer ao invés de ajudá-la por terem achado que a mesma teria cometido um aborto, o que não seria motivo para tratá-la dessa maneira.
Quero algo que me leve ao passado. Aos sentimentos explosivos, aquele amor que curava e matava. Quero algo que me leve ao passado. Aonde havia tanta ingenuidade, tanta inocência. Quero me sentir viva outra vez, com o vigor da juventude, e o meu velho estilo emo. Com a paixão que arrebatava e tirava o meu juízo, destruindo qualquer suspiro da razão.
Quero algo que seja como foi há tanto tempo. Antes de morrer ao ponto de perder o irrecuperável. Sinto falta de ser uma explosão de sentimentos, sonhos e ideias pro futuro. Sinto falta da melancolia e da alegria ao encontrá-la. Sinto falta de como cada acorde meu soava. Era o sentimento ganhando voz na canção.
- Marcela Lobato
Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor. Não há razão ou sentido. Tudo pelo que vivi, hoje são flores mortas em um jardim sem vida dentro de um cemitério abandonado, frio e amaldiçoado. Não resta nada pelo que viver.
- Marcela Lobato
A maioria das pessoas não faz ideia do que é amar realmente. É óbvio que o amor dói, afinal, se não doesse, não poderia curar. Hoje as relações são pura conveniência. Até diria que o amor respira por aparelhos na Era moderna, e logo deixará de existir. As pessoas são carentes, não querem aquela pessoa que amam, mas sim qualquer pessoa, e quando essa pessoa não é mais conveniente, simplesmente trocam como se o outro fosse uma peça de desmanche de automóveis.
O "amor gourmet" nunca foi e nunca será amor. Se você pode esquecer alguém em questão de dias, semanas ou meses, se pode descartar e seguir em frente com uma noite de choro pelo apego, nunca foi amor. Viver assim pode até ser mais seguro, afinal, por um lado, jamais terá seu coração quebrado, mas por outro, nunca vai conhecer o oposto de ter um coração partido, e nunca vai crescer ou saber o que é amar alguém tanto quanto a si mesmo. Nunca terá tido a coragem mais perigosa do mundo.
- Marcela Lobato
PERGUNTAS — PARTE 1
Quem...
1. Quem melhor compreenderia a ilusão do amor senão aquele que foi consumido pela dor e descobriu que amar é apenas vestir a carência com poesia?
2. Quem reconheceria a falsidade da paz senão aquele que sentiu a guerra pulsar nos ossos e percebeu que o conflito é a única constante da existência?
3. Quem enxergaria o fracasso da amizade senão aquele que atravessou a desilusão e concluiu que todo laço é interesse disfarçado de afeto?
4. Quem definiria a confiança senão aquele que sentiu a lâmina da traição cravada pelas mesmas mãos que antes o acolhiam?
5. Quem compreenderia o absurdo da companhia senão aquele que encontrou na solidão a forma mais lúcida de existir?
6. Quem entenderia o peso do desejo senão aquele que, ao renunciar, percebeu que a vontade é um ciclo inútil que se alimenta de si mesmo?
7. Quem interpretaria a verdade senão aquele que viveu da mentira e descobriu que o silêncio vale mais do que qualquer discurso?
8. Quem conheceria a fome senão aquele que foi ignorado até pelo pão mais simples?
9. Quem compreenderia o racismo senão aquele que o praticou e viu, no próprio ódio, o reflexo cru da condição humana?
Se fosse tão fácil, não seria amor.
Se fosse distante, faria saudade
e se não houvesse, seria indiferença.
Meu peito não doeria e nem sequer iria lembrar;
da sua voz, do seu cheiro
do teu rancor e egoísmo de corpo inteiro.
Então eu grito,
por não te conhecer, por tudo aquilo que está a doer
pelas vozes que estão a dizer
"me deixe, não suporto mais você".
Não sei amar sem me esgotar,
não sei te olhar sem me comparar,
não sei te dizer sem querer morrer,
E isso só mostra o quanto nós não devemos ser.
Mas eu amo,
amo o jeito que me olha
o jeito que me abraça
o jeito que sempre disfarça,
por favor, não esqueça de mim quando amanhecer. Eu grito.
“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”
- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma
Nem todo vínculo é amor, mesmo quando parece.
Se para manter alguém na sua vida você precisa se diminuir, ceder o tempo todo ou abrir mão de quem você é, isso não é troca. É ajuste unilateral.
Amor não exige que você se abandone para caber. Não pede silêncio onde deveria haver verdade. Não condiciona afeto à sua renúncia constante.
Quando o “ficar” depende sempre de você ceder, o que existe não é vínculo saudável. É dependência emocional com aparência de amor.
E dependência cobra. Cobra em forma de cansaço, perda de identidade, insegurança e vazio.
Amar não deveria custar a si mesmo.
Relacionamentos saudáveis têm espaço para dois inteiros, não para um que se molda e outro que apenas recebe.
No fim, não é sobre manter alguém a qualquer preço. É sobre não se perder no processo.
Me encontro em alto mar sem sequer saber nadar, quando o amor não cabe no peito e escorre pelos olhos, transformando cada lágrima em sal que se mistura às ondas. O vento rasga minha pele e a distância ecoa dentro de mim, mas ainda assim, me recuso a desistir. Entre altos e baixos, eu e ela nos perdemos e nos encontramos, como navios à deriva que insistem em cruzar o mesmo horizonte.
Há dias em que o céu se fecha e o mundo parece ruir, quando seu silêncio pesa mais do que qualquer tempestade. Mas então, basta um só olhar dela para que o sol volte a nascer dentro de mim, mesmo que por instantes. O amor que carregamos é feito de cicatrizes e promessas, de gritos e abraços tardios, e por mais que doa, é isso que nos mantém flutuando.
Eu sigo, com o peito cheio de água e esperança, sentindo na pele o peso da minha própria voz cansada, lutando para estar ali, lutando por ela. Porque no fim, mesmo que o mar tente me engolir, é por esse amor que eu escolho continuar respirando...
Amor de mãe - (Clay Werley)
Leve como uma brisa...
onda que quebra indomável,
lua que reluz inalcançável...
Tempestade que não me avisa.
Presença que cuida e realiza,
voz que ecoa incontestável,
constrói confiança inabalável,
sem ônus de contrapartida...
Da história és o começo...
Meu espelho de como ser,
dona de todo o meu apreço...
Consciência a resplandecer,
a me moldar desde meu berço!
Farol que guia o meu viver.
Ser mãe é viver uma história de amor e dificuldade ao mesmo tempo. No Dia das Mães, muita gente lembra dos presentes e das homenagens, mas nem sempre percebe tudo o que uma mãe enfrenta desde a gravidez até a vida adulta do filho.
Tudo começa na gravidez, quando surgem os medos, as dores e as preocupações. Mesmo cansada, ela continua firme, porque o amor pelo filho já existe antes mesmo do nascimento.
Depois que o filho nasce, chegam as noites sem dormir, o cansaço e a responsabilidade de cuidar de alguém tão pequeno e dependente. Mesmo exausta, a mãe sempre encontra forças para cuidar, proteger e dar carinho.
Com o tempo, vêm os desafios de educar. Ensinar o certo e o errado não é fácil. Muitas vezes o filho não entende as regras, responde mal ou acha que a mãe está exagerando, mas tudo isso faz parte do cuidado dela.
Na adolescência, as preocupações aumentam ainda mais. A mãe sente medo das escolhas do filho, das amizades e dos caminhos que ele pode seguir. Mesmo quando ele se afasta, ela continua ali, se preocupando em silêncio.
E quando o filho cresce, a mãe continua sendo mãe. Mesmo na fase adulta, ela ainda se preocupa, sente saudade e quer o melhor para o filho, mesmo sem demonstrar o tempo todo.
O Dia das Mães é mais do que uma simples comemoração. É um momento para reconhecer tudo o que uma mãe enfrenta por amor. Porque, apesar das dificuldades, ela nunca deixa de cuidar, apoiar e amar.
Uma vez me questionaram por que eu escrevo tanto sobre o amor, se eu já vivi alguma paixão ou se apenas invento as histórias que coloco no papel. Eu respondi que eu não escrevo sobre o amor por desejar ser amada como nos meus textos, mas sim por acreditar que o amor é a força mais poderosa e transformadora que existe. Eu escrevo sobre o amor porque ele me inspira, me desafia, me ensina e me faz crescer. É, escrevo sobre o amor porque ele é a essência da vida.
Eu nunca escrevi sobre como me apaixonei de verdade, mesmo que isso possa ter acontecido. Mas a verdade é que eu sinto o amor tão presente na minha vida, como se eu tivesse amado alguém de verdade. Eu sei que parece confuso, mas é que eu sempre fui fascinado pelos filmes de romance e pela obra de Shakespeare, a qual é a minha maior referência pessoal. É por isso que o romance é o meu tema preferido para escrever, mesmo que eu não tenha vivido um na realidade.
~Safira souza
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