Textos de Amizade de Cerveja
Durante minha infância, depois de uma brincadeira de barra bandeira, prometi a três amigos que os defenderia, que lutaria por eles.
Eles olharam pra mim cansados, porem seus olhos brilharam e o sorriso tomou conta dos seus rostos, me abraçaram e apertaram minha mão, confiantes, e em conjunto falaram confiamos em você.
E desde aquele dia luto e acredito no que há verdadeiro dentro da amizade. Literalmente dou o meu melhor, dou meu amor. Acredito na amizade especialmente quando o alicerce desse laço é a verdade. Tem que existir cordialidade e respeito. É necessário anular a mentira para que uma amizade seja forte, confiante.
SEM NÓ NEM PIEDADE
Todo o Ser Humano empreende os seus sonhos, que á vista dos menos despertos se tornam dispersos.
Aos mais Adormecidos restam apenas as vicissitudes da vida, aos mais Despertos a paz que tarda a chegar num constante diário de guerra com um acervo de folhagem infinita. São como românticos escribas em extinção todos aqueles que se deleitam dia e noite, ao escrever de forma finita, cada vez que o Sol se ergue e cada vez que Sol se põe.
Tal como a vida, as relações e as pessoas, a escrita tanto aproxima como afasta todo aquele que escreve ou todo aquele que lê, salvando-se momentaneamente os analfabetos que nos acompanham mas jamais impunes á justiça dos seus atos. Não esqueçamos nunca que, apesar de não saberem ler ou escrever, sabem perfeitamente ver, falar, ouvir e sentir.
Graças a um dia breve e inusitado, o Pequeno Príncipe conheceu a raposa e logo iniciaram um diálogo transformador, marcante pra ambos, pois não demorou muito pra ele conseguir cativá-la e certamente foi cativado por ela, gerando com isso, uma amizade rara comprovando a relatividade do tempo quando acontece uma forte afinidade com sentimentos verdadeiros.
Após serem reciprocamente cativados, não eram mais dois estranhos, um já era importante na vida do outro, mas o pequeno Príncipe precisava voltar para o seu mundo e reencontrar a sua Rosa amada, então, assim o fez, enquanto a raposa o observava ir embora, sem ficar chateada, compreendia que ele precisava partir e era chegada a hora.
A raposa seguiu em frente, mantendo a sua vida mais tranquila possível, apreciando a graça da simplicidade, focando no essencial a sua volta, até constitui família, entretanto, nunca esqueceu daquele dia, tanto que entre as suas muitas histórias, a que mais conta ao seu filho éa daquele encontro surpreendente e estando o contador e o ouvinte entusiasmados, sempre que podem, vão até um lugar alto na esperança de avistarem o pequeno Príncipe e a sua Rosa admirável .
Seres de Povos Distintos,
Alguns de lados Opostos,
Ignoraram suas diferenças,
suas Rivalidades
e Uniram-se num Único Propósito,
Combater uma Incansável Maldade,
Sangue, Lágrimas e Suor foram derramados
Juntos, um precioso Legado construíram, em meio aos perigos,
Com Coragem, Determinação,
Lealdade a uma Autêntica Amizade,
A Esperança foi Compensada,
O Mal foi derrotado,
De uma Inesperada Jornada,
Um grande Aprendizado.
Pra mim, o Grupo Aventureiros é oportunidade
para revisitar e conhece novos lugares, rever pessoas queridas e fazer novas amizades,
É um meio de sair da rotina, desfrutar de momentos agradáveis, esquecer um pouco das tristezas,
Receber os benefícios de uma boa caminhada no meio da natureza,
Às vezes, trajetos cansativos para o corpo,
mas para a alma, alívios,
Válidos motivos para fazer parte deste Grupo tão querido.
O forte sentimento de nostalgia é certamente inevitável quando vem na lembrança a alegria de um certo castelo mágico, que contribuiu bastante com uma parte empolgante, preciosa e passageira da minha inesquecível infância, sentado, em pé ou deitado no sofá da sala na frente da tv, foram de fato momentos significantes, que me permitiam esquecer um pouco das muitas dificuldades, de algumas fases tristes.
Então, melhorava muito os meus dias, motivando desde cedo a minha grande imaginação através de muitas curiosidades, diversas brincadeiras, diversão, lições e valores, que só depois pude compreender,o bem que a amizade é capaz de fazer, que nem toda família é de sangue, que nunca é tarde para se aprender, que a realidade felizmente pode ser adoçada enquanto a criança interior não vier a se perder.
Claro que foi um dos lugares lúdicos que gostaria de ter estado pessoalmente, convivido com aquelas pessoas queridas, personagens emblemáticos, brincar com o nino, a biba, o Pedro e o Zequinha, ouvi as histórias da tia Morgana, conversar sobre o universo com o Etevaldo, ver de perto o entusiasmo da excêntrica Caipora, as experiências do tio Victor, a Penélope toda charmosa, Bongô e o seu sorriso.
Contudo, no meu imaginário, eu estive com todos estes e com os outros neste lugar incrível, ouvi a musicalidade dos passarinhos, vi a parceria do Tíbio e do Perônio, ajudei a aprontar com o Dr. Abobrinha, até os esgotos eram divertidos, Godofredo atrapalhado e o Mau que só era rabugento, além da presença de um rato que gostava muito de banho, ainda conheci o guardião de uma linda biblioteca, o ser. Gato Pintado entre outras vivências.
Lembro gracas a Deus de tudo isso com muito carinho, nem parece que já se passaram tantos anos, tanto que continua vivo na minha mente com esta riqueza de detalhes, um reflexo bom do passado que permanece presente, envolvido pela simplicidade de uma criança alegre, que hoje sente saudades, uma consideração consistente, excelentes motivos que me fizeram fazer estes versos nostálgicos de um período que guardo na memória, pois outrora me foi dito "Porque sim não é resposta".
Significância inegável de um laço resistente, muito difícil de ser criado, que não se trata daqueles dos vínculos de sangue, sem escolhas, nem renúncias, porém, de um zelo recíproco, esperançoso, que muitas vezes chega a ser mais forte, cuja essência é feita de carne e osso, sendo fortemente verdadeiro, caloroso, desordeiro, saudável, imperfeito, profusamente valoroso, que não tem preço.
Firmado naturalmente no amor e no mútuo respeito, que não se enfraquece por maior que seja a distância, de alguma forma, permanece presente, tendo em vista que sempre que pode, arruma pelo menos um pouco de tempo, traz vários conselhos ao invés de muitas críticas, não inventa desculpas, uma empatia genuína, não foca apenas na agitação da vida adulta, uma relação que inspira.
Permite que gestos simples façam um grande efeito, secam as lágrimas de tristezas e provocam os choros de alegrias, fazem sentir um avivamento, seus sorrisos florescem como as flores de um lindo jardim, os seus abraços são abrigos, quando os seus corpos ou os seus íntimos se abraçam, uma afinidade inexplicável, imprescindível entre falas sensatas, afetos contínuos e muitas conversas engraçadas.
A atenção não precisa de cobranças, é prestada de bom grado, encorajando em cada fase, combatendo algumas inseguranças, apoiando nas situações amargas, mesmo que haja discordâncias, fazendo uma diferença e tanto numa reciprocidade rara, onde corações interagem com frequência e servem de morada, mentes guardam as lembranças de emoções e momentos partilhados, trocas de experiências, um tesouro de fato, uma amizade sincera.
A felicidade de uma reflete verdadeiramente como um lindo esplendor nos olhos da outra,
reflexos de uma amizade sincera, cujo zelo é recíproco, a atenção não precisa ser cobrada,
abençoada ricamente pelo Senhor entre as suas lágrimas e os seus risos, juntas na alegria e na dor,conversas sérias e as engraçadas,
um belo companheirismo, um laço fraterno, feito de amor, que faz de cada um de seus abraços ser um abrigo.
Os que estão contra você, são os que mais acreditam no seu poder...
Oh, quão curioso é o destino, que faz do antagonista o peregrino, guiado por temores, velado em ardor, a medir-te a força, a temer teu vigor.
Não é o amigo que te sonda a alma,
nem o amante que te rouba a calma,
mas o opositor, na sombra escondido,
que vê em ti o brilho não contido.
Se ergue o muro e te lança ao chão,
é porque teme tua ascensão.
Se trama no escuro e espalha a dor,
é porque anseia calar teu clamor.
O rival não odeia o vazio em teu ser,
mas o eco que faz o mundo tremer.
Pois só quem enxerga no outro o infinito
ergue-se contra, num gesto aflito.
Que ironia amarga, que jogo sutil,
Quem te combate te vê como um farol febril.
Não desafia o fraco, nem teme o banal,
mas curva-se ao poder que soa imortal.
Então, segue em frente, sem hesitar,
Pois na resistência há de se revelar
Que o maior tributo à tua grandeza
É o temor que desperta tua fortaleza.
E assim, na luta, descobre-se a lição:
O verdadeiro inimigo é quem te dá razão.
Minha avó uma vez pediu-me para comprar uma tesoura, um escorredor de macarrão e um vidro de azeite no mercado, em Niterói, quando eu tinha 12 anos. A rua era Cel. Gomes Machado. Quando eu saí de casa, lembro que também ficaram aguardando duas tias, que ajudavam ela naquele sábado, na cozinha. Esse pedido caía do céu para mim que estava de castigo. A casa ficava na Rua Coronel Senador Vergueiro da Cruz, ao lado do escadão que sobe para o morro do Cavalão. A razão do castigo já não lembro. Lembro-me, sim, que só poderia sair para comprar as coisas e voltar. Fiquei feliz com a tarefa libertadora. E mais feliz fiquei quando, ao dobrar a esquina da Rua São Pedro com Visconde de Itaboraí, verifiquei que se tirava “par ou ímpar” para jogar uma “pelada”, no trecho compreendido entre a Rua de São Pedro e a Cel. Gomes Machado, justo no caminho do mercado. Entrei no páreo e fui escolhido para jogar em um dos times. A galera era sempre a mesma; os amigos da rua que moravam por ali. Só quando a partida acabou lembrei-me da encomenda e fui correndo para o mercado. Lá chegando peguei as coisas e, ao procurar o dinheiro que vovó tinha deixado comigo não o encontrei no bolso. O dono do mercado, Milton Duarte de Castro, percebendo o meu embaraço, perguntou onde eu morava e de qual família eu pertencia. Por minha sorte, dispensou-me do pagamento, não sem antes puxar a minha orelha, com bom humor, para que eu tivesse noção da responsabilidade que um menino deveria ter na execução de um mandado. E que o bom negociante além de ser amigo da família, percebera, também, que suado como estava e com os pés imundos, só podia ser em razão dos folguedos da própria idade. O dinheiro, certamente, caíra na rua.
Agora, a história avança vinte anos...
O mercado já não existe mais. Há agora, na Rua José Clemente, uma loja de instrumentos musicais. Lembrei desses momentos quando era garoto e resolvi entrar naquele lugar fazendo uma pauta para O GLOBO-NITERÓI que foi capa daquela edição de sábado, e que falava sobre a diversidade musical da cidade. Ao olhar para o balcão, fiquei surpreso: Já mais velho, “seu Duarte”, o responsável pela loja, era o mesmo bom homem que, há vinte anos atrás, me desembaraçara de uma dívida de poucos cruzeiros na época. Pedi licença e resolvi me apresentar novamente, depois dos vinte anos, para contar-lhe esta história da qual, como não poderia deixar de ser, ele já não se lembrava. Foi um encontro agradável e, da minha parte, muito comovente. Eis a razão desse texto relacionar-se à amizade. “Seu Duarte” só lembrou de mim depois que falei o nome do meu avô. Ao perguntar se eram amigos, ele ficou com os olhos cheios d´água e respondeu: “fomos grandes amigos”. Não entrei na questão, apenas retribuí o sorriso e lembrei que, há vinte anos, ele não me cobrou o dinheiro quando falei o nome do meu avô. Disso tudo ficou uma lição: o importante numa amizade não é reconhecer somente o amigo, mas também o que é parte dele.
De repente me bateu uma vontade do teu abraço...
aquele abraço em que o tempo pára..parece que o universo
todo cabe num só abraço...um abraço apertado, sincero,
amigo, que fala tantas coisas sem dizer uma só palavra..
não sei dizer quantas palavras cabem em um abraço..
até porque foi de repente que me bateu a saudade do teu abraço...dois sorrisos,
o aconchego, o carinho de um momento especial...
olha só...a lua brilha lá no céu..vejo o reflexo no mar...parece até
que o mar está agasalhando a lua...que estranho...de repente
bateu essa saudade...uma vontade do teu abraço...
Como é fácil gostar de você
Como é fácil gostar de você...
Não se pode negar ou sequer esconder
O sorriso do sorrir dos olhos teus
Que, teimosos, fazem luzir os meus
Como é fácil gostar de você...
Pois transpareces por rosto angelical
Pessoa alegre, divertida e calma
Do amor a semente plantada em minh´alma
Como é fácil gostar de você...
Moça que em desalinho balança o cabelo
Faz-me julgar pássaro ver tão fascinado
Bailando a cantar da vida a canção maravilhado!
Como é fácil gostar de você...
Cujo mais que luzente sorriso encanta
E o sol faz envergonhar-se...não minto!
Já que tamanho é o brilho nesse teu rostinho
Como é fácil gostar de você...
Assumo, seu jeito menina-mulher faz-me render
A esse teu existir que não cabe explicar
Nem com mil versos, estrelas ou luar.
Se você não existisse...
Se você não existisse
Nem posso imaginar
Ausente a cascata de amor
Reflexo sem luz da dor
Se você não existisse
Eu a teria inventado
Só para ficar todos os dias
Cada segundo ao seu lado
Se você não existisse
Não haveria paz, beleza
Alegria, carinho ou sorriso
Muito menos paraíso!
Se você não existisse
Qual razão de um desejo?
Bocas secas, anseio ardente
De um pecar tão quente
Se você não existisse
Para que poesia, estrela
Lua, sol, terra e mar
Sem a felicidade à visitar?
Se você não existisse
O mundo estaria vazio
Seria triste, apagado
Viveria sempre amargurado
Se você não existisse, quer saber?
Também queria não existir!
Pois só há vida enquanto se vive
Com alguém como você
Logo tu
Logo tu que eu nunca beijaste
Poderia fazer-me permutar
Qualquer instante mais íntimo
Por um só de seus abraços
Tormento que a cada minuto
Sufoca minh´alma ao visitar-me
Quando apenas estou latente
E desperto, fingindo-se ausente
Ao fazer-me sonhar acordado
Tu que assolas qualquer coração
Perturbando a paz de outrora
Sequer entende o nobre sentimento
Ultrajando quem tanto lhe adora
Pensando em você
É pensando em você
Que questiono as tristes horas
Transformando-se na alegria mais pura
Quando a saudade torna-se ínfima
É pensando em você
Que questiono porquê
Desesperar-se diante da profunda dor
Se a cada dia o sol surge com fervor
E nessas horas eu percebo
Que mais valioso que um abraço amigo
Ou, talvez, um sincero pesar
É saber a preciosidade
Das palavras que encontram-se
Nas respostas do teu olhar
A coragem é, a cima de tudo, a qualidade que permite uma pessoa “ser” mais “ser humano” do que religioso.
Sermões se dispersam com o vento e não sobrepõe “atitudes”!
Sentimentos e opiniões instáveis agem ao presente através de pensamentos, emoções e reações não resolvidas!
A leitura permite uma pessoa ser mais comprometida com seu próprio ser — a sabedoria e o conhecimento dão sentido à vida e permite fazer o melhor uso de sua liberdade com o universo.
Quando uma pessoa não lê, ela trava sua capacidade de ser tornar melhor, nutre seu achismo e seus julgamentos reflexos.
O autoconhecimento sempre irá nos levar a confrontar nossas mazelas com o objetivo de transformá-las em algo maior do que esperamos!
Leia em voz “alta”, como se fosse páginas de um livro uma ou duas atitudes e veja se sua “alma” irá silenciar e qual será o comportamento de seu pensamento!
Viver uma vida plena, moral e ter a ética como base.Significa integrar nossa natureza que são nossas “virtudes” e nossos desejos, as dimensões de nosso corpo com a afetividade que o presente nos beneficia.
Todos carregamos muita coisa do passado, mas é necessário maturidade para entendermos o quanto somos beneficiados com o presente!
Pessoas mal resolvidas, preenchem as outras com suas “imprecisões” além de acrescentarem outras mazelas.
É me "achando"! Que corrijo meus defeitos e imperfeições! É me “achando”, que consigo doar para as pessoas o que existe de “bom” em mim! É me “achando” que sou um colaborador para a construção de uma sociedade melhor!
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