Textos de Amizade de Cerveja
A vida e seus diálogos ...
Iludo-me pensando que sei
e assim sei o que ainda não cabe
preencho-me de algo que é nada
pois, é isso... nada sei...
Quando penso que sei
ali há o outro que vai além
disso que pensei saber
ilusório, este não sei
e base desse tudo e nada...
Por isso há o senhor
você, tu, o outro
pois também dentro do nada
sabe e cabe dentro do que sei
cala quando vê que sabe
fala quando o não saber não cabe
E assim crescemos, fazemos o saber
na troca do que não sabemos
na partilha desse nada
vamos conhecendo, transformando
por fim sabendo...
... que saber é movimento
diálogo entre eu e você!
Assim mesmo, como um verbo, poesie-se. A poesia salva o dia, salva a alma, salva a vida. Mas olha só, poesia não é só falar de amor, poesia também é realidade, ativismo, poesia é liberdade. Poesia escancara, denuncia, fala da dura realidade. Poesia também é luta, é coragem, é força, mas também sensibilidade.
Poesia é a cura para uma sociedade doente que não sabe amar. Poesia é gritar, é cantar, é rimar, poesia é batalhar. Poesia é diálogo, é acordo, poesia é paz. Poesie-se.
Todo mundo já ouviu dizer que gentileza gera gentileza e é verdade. Às vezes não de primeira, mas sempre vão se render. Talvez no calor do momento, na raiva, na ansiedade, nem sempre tu consegue ser gentil, mas independente do estresse que tu tens enfrentado, não seja cruel. Ser gentil é tão chique e, olha só, nunca sai de moda.
Gentileza traz paz para o coração, gentileza gera amor. Paz e amor é tudo que precisamos.
A vida não deseja que a maturidade passe a te consumir. Sua mente terá sempre um campo magnético de fertilização, com aprendizados em todas as estações.
O fluxo é livre e os acontecimentos escapam qualquer projeção. Seja um ser humano mentalmente saudável, sabiamente maduro, digno e consciente, uma doce alma na vida de alguém.
Construa um mundo melhor, contribua com estímulo para evolução (sua e do próximo) Afaste a negatividade com ações afirmativas e pensamentos frequentemente positivos.
Busque as boas energias, contemple o bem, viva o amor. Faça isso todos os dias, dia e noite, noite e dia.
Em momentos de crise
Na vida não existe nada a temer
para quem tem fé e para quem,,, crê
A crença vem acompanhada do saber
E é atravésde problemas e de sofrimentos,
que o ser humano tende a crescer.
Viver implica muita responsabilidade
É importante conscientizar-nos de que,
estamos aqui de passagem
Por isso, não se desespere
pois, tudo tem sua hora e de que tudo
acontece sempre,na melhor idade
Façais a sua parte, ore, confie e aguarde com serenidade
E no tempo certo colherás os frutos de qualidade
Para isso, temos que sempre agir no bem
pois, ele vem para quem age com sinceridade.
Lá na roça
Na roça tem comida no fogão á lenha, gente boa e passeio de carroça.
Ah como gosto da vida no campo, que tem tudo e não esta prosa.
Como é bom ir para a roça, lá além de ter comida deliciosa e tudo fresquinho
feito com carinho e com amor e o que mais eu admiro, lá na roça
é a simplicidade de um povo acolhedor.
Por isso, que quando eu crescer ainda, vou comprar uma casinha, lá na roça.
Hoje eu sonhei com você, segurava e entrelaçava meu dedo na sua mão como se fosse meu ponto seguro no mundo, e nesse sonho você sorria pra mim, como se soubesse todos os meus pensamentos sobre você. Como se soubesse que eu tinha demorado horas pra me arrumar e que eu estava ansiosa pra você chegar, como se soubesse que aquele convite era uma desculpa boba, só pra te ver, mas o que eu mais estava mesmo, era feliz, e é isso que eu percebo agora. Como eu sou feliz com você, e isso me dá um medo enorme. Porque na verdade nunca foi nós, entretanto, agora eu preciso de você como nunca foi antes.
Tenho medo de você ir embora, e nunca existir algo além do que há em meus pensamentos. Tenho medo de você nunca enxerga, que eu amo só você. Tenho muito medo de tudo que está ao nosso redor possa nos impedir de ser mais do que apenas meu sonho.
Faça uma viagem, retorne ao começo onde tudo é, onde és só, sozinho mesmo, de malas vazias e nu ...
saiba-te, sinta-te, acolha-te ...
e agora, recomece com tudo aquilo que ali encontrou:
malas vazias, nu e você, tão somente, você.
E se os "por quês" e "não é assim" vos chegar, sinta: estes, estiveram lá com você? Se sim, não haverá perguntas. Se não, não há resposta. Sorria dos moldes, a nudez é para quem viaja por dentro e ver requer esse passaporte.
Permita-se!
No crepúsculo de um sorriso
o brilho de um olhar se faz presente
quando presente está a segurança
confiança dos passos em Verdade
vestida além das letras
afinal, são estas apenas reflexos
das noites acolhidas pelas manhãs
orvalhadas sintetizam a fluidez
sentimentos que são poesias
contornadas pelas sombras de um poema!
Na beleza de todos os trajetos
na ternura de jamais sermos sozinhos
na confiança que são, todos os passos,
adiante, precisos, e certos ...
o que lhe compreende a confiança de se estar certo?
A vida, tão imprecisa e incerta, mas ela é sem margem à qualquer dúvida: viva, certa... e nela, tudo é "certo"!
E lá vamos nós nesse barco, entre traços, linhas, letras, vagas, versos, além das entrelinhas e "entreversos". E talvez há tanto a se ampliar, "entretextos", "entresilêncios" e outros tantos "entres" nesse mar infinito. Mas, vamos... eu, você e eles, nós quem sabe ou ninguém, mas estamos indo ou ficando, sentindo e deixando o fluir acontecer ...
Que venham então, os ares que se abrem entre céus sem mais horizontes e algumas nuvens a dissipar-se!
SOBRE A CRUZ...
Na cultura católica, a cruz vive presente no hábito da irmandade; é um instrumento de fé na vida cotidiana desses irmãos. É usada por alguns, para exorcizar pessoas possuídas por entidades do mal. — Por líderes espirituais e religiosos que acreditam que os espíritos imundos encarnados, nas suas abordagens, corram da cruz.
Saudade da Minha Terra
Saudade sua é mato que não raleia… lembranças que não saem, centelhas que incendeia. — Me ponho a lembrar de tudo… do entardecer, do cantar do galo no amanhecer; das batidas da cancela no mourão, do som do chocalho e do mugido do gado na pastagem ou deitado a remoer. Saudade do luar do sertão, que à terra toda prateia, de um passado distante que o pensamento campeia... Meus pés ganharam o caminho, ao frescor da memória a impactar o meu sentir… Ruas, estradas, trilhos, atalhos, encruzilhadas… dão-me a esperança de seguir. A poeira que, converteu a cor dos meus calçados, num pó esbranquiçado (pelos passos do passado) é a prova do quanto andei.
Às vezes me pego pensando em todos os meus erros do passado, indescritíveis, absurdos e até insanos, coisas de um jovem em evolução...
Mas daí me lembro que tudo isso é normal, faz parte de nosso crescimento, algo que através do tempo, de alguma forma foi moldando o meu pensamento.
O importante é aprender e não cometer os mesmos erros de outrora, repetindo o mesmo argumento.
Talvez o aprendizado se realiza através da dor, da tristeza, da falta de domínio do problema, pois assim, de alguma forma, poderemos sair do estado de imaturidade para resolver o tal dilema.
Viver um dia de cada vez e tentar encontrar a solução, melhorar como pessoa, assim como um jovem aluno, que na escola, pouco a pouco vai aprendendo a lição...
Em tudo que faço e realizo, brinco e sorrio, é meu jeito de ser, de modo extrovertido, me divirto e faço piada, rio de mim mesmo e não estou nem aí para isso.
Assim já são mais de 45 anos de vida, sempre com a presença de Deus me abençoando, em tempos de estrada, em tempos mundanos, criando e aprendendo, até mesmo com o pior dos seres humanos, escrevendo a minha história, somente por querer mostrar como eu estava andando.
É só um pouquinho de minha particularidade, parece que nada está me incomodando, pois, em tempos estradeiros, também sorria em público, mas sozinho, já estive chorando, não é vergonha, é um sentimento que para muitos não é estranho.
Eu sempre fiz tudo de forma alegre, com um enorme sorriso, mas a fórmula mágica, que fez com que tudo tivesse um sucesso contínuo, é sempre ter muita seriedade em tudo que realizo!
Cachaça.
O possível se faz tão presente, se sente e às vezes mente.
A beleza já não é rara, nem cara, esvai-se da cara.
O amor se torna tão simples, declara, declama e ama.
O Dinheiro desaparecido, já nem faz sentido, o pouco contido o torna enriquecido.
O amigo do peito, todo sujeito, trata com jeito o gargalho ao esquentar seu peito.
O tempo presente é o que se sente, sem lembranças do ontem, tudo insano, porém sem dano.
Aquilo nunca mais, a dor latejante o leva dizer somente a si: Foi a ultima vez!
Um doce engano, nem bem esqueceu, já volta a ilusão que essa mesma ação, tem toda razão.
Desperta pra vida em meio as dores e volta dizer: nunca mais vou beber!
Onde Ela Mora
Vou embora pra Bahia
Porque lá é onde ela mora
num cortiço do Pelourin
Beco estreito, um botequim
Onde rola um samba arretado
cerveja, acarajé e a manga rosa tarpeado
aquele gingado da danada
E o sorriso de mão beijada
enfeitiçou meu coração
flexada exata, mexeu cá minha emoção
seu rebolado d'arerê
combina com o dendê
que apimenta nossa relação
quero de volta essa preta
deitada em meu colchão
seu perfume é brisa
essencia de rosas brancas e artemisia
o Nag Champa pode até tá rolando
Mas devido a sua presença
é só teu cheiro exalando
em extrema conexão
nossos olhares mesmo distantes
se atraem
deixando assim meu coração
saudoso e ansioso
acelerado quase parado
na subida da ladeira
que ela tá me esperando.
Só mais este cigarro
para eu decidir
entre o desejo de ficar
e a vontade de partir.
Uma última cerveja
para pensar com clareza
se seguro todas as cartas
ou as coloco sobre a mesa
Só mais esse baseado
para eu entender melhor
se o que me tornei me afeta
ou poderia ser pior
Um último suspiro
uma última lágrima
um grito de súplica,
quem sou eu?
quem eu vou me tornar agora?
ou será que só me resta o esquecimento?
Não posso decidir sem ao menos,
um último...
Entorpecimento.
Cantinho da Sol
Lá na cidade
Em frente ao farol
Vejo a mocidade
No bar da Sol
Clima de Tanquinho
Faça-me o favor
Uma cerveja
Tá muito calor
Cachaça da boa
Flor de girassol
Tô rindo à toa
Carne-de-sol
Mais um freguês
Chama um torresmo
Quem foi que fez?
Fui eu mesmo
A tarde tá linda
Tem pôr-do-sol
Música boa
Canta o rouxinol
Que vida boa
Doce igual mel
Prá matar fome
Sarapatel
Na TV futebol
Ouvi um grito
Gol do Bahia!
Era Marisol
Saiu o peixe frito
#TARDE
Secretamente, entre a sombra e a alma...
O ocaso da vida...
Uma conversa entre recordações...
E cerveja gelada...
Separando o ontem do amanhã...
Pode ser o tempo de nossa felicidade...
Vivo entre formas luminosas e vagas...
Aqui estou eu...
Minha temporaridade...
Sempre em minha vida foram demasiadas as coisas...
Caminhos foram ecos e passos...
Deleite meu...
Acho que tenho tudo que quero...
À sombra de coqueiros...
Sandro Paschoal Nogueira
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