Textos de Adolescente
Vi um garoto num canto chorando,era só "mãnha" de garoto mimado...
Vi um adolescente num canto ouvindo musicas de cunho nostágico,cabisbaixo...era só conflito de identidade e aborrecência...
Vi um homem ao volante de seu carro olhando pro banco do passageiro vazio e marcado...
Vi um senhor sentado á sua escrivaninha,rugas aparentes olhar distante...era só mais um moleque,adolescente,adulto e idoso relembrando seu passado e se questionando:Valeu a pena?
A cabeça de um adolescente é difícil de entender
Entrar na moda, curtir a vida pra valer
Muitos foram os pais tentar lhes entender
Poucos foram os que conseguiram compreender
Muitos não aceitam como seu filho é
Muitos tentam mudá-los
Mas o certo é aceitá-los
Por mais que doa
Do jeito que eles são.
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Vejo você menina mulher
Do tempo em que fostes adolescente
Se mim dizes que teu amor me quer
Sentirei.me feliz imediatamente
E teu querer deixo prevalecer
Pois não mando eu no teu coração
Queiras tu, meu amor receber
De todo carinho, minha devoção
Eu seja ao seu amor mais dedicado
E me apaixonas assim. todos os dias
Te seja também tanto apaixonado
Realizando sonhos e fantasias
E sob a luz de velas declare.te amor
Você sempre estando a mim inspirar
Seu amor tão inspirador
Nas luzes também façam me apaixonar
E dormirei com tu no meu pensamento
Contigo estarei no meu coração
Depois dormiremos sob as luzes do amor
Sonhando vivendo essas emoções.
Elvando
180618
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O 'x' da questão é que eu amo ser esse adolescente platonicamente apaixonado que acorda às 01:23 e não consegue mais dormir de tanto pensar em você.
Sei que você briga, que diz que não pode e tal, mas eu adoro ser assim por você.
Adoro ter essa paixãozinha escondida aqui dentro, esse negócio de amigo encantado.
Você que não sabe o quantové bom, senão me imitava rsrsrs...
E se me imitasse, ia ver o que é bom pra torce, pois perceberia e intenderia o porque, mesmo sem querer, assim que eu abro os olhos, meu pensamento está em você!
Ah bebê, você é linda demais! Loira demais! Perfeita demais!
Entre o Ser e Ler
Entre folhas de papel, a alma se perdia,
Uma adolescente sonhadora, entre linhas se escondia,
Nas páginas de um livro, um refúgio encontrava,
Realidades paralelas onde a vida desenhava.
Cada frase lida, um mundo repleto de cor,
Um portal para sonhos, para um outro fervor,
Histórias que a levavam para além do horizonte,
Onde as dores reais jamais eram fronte.
Mas ao fechar o livro, a verdade a cercava,
A vida cinzenta, dura, nela se entranhava,
Cada retorno ao real era um golpe profundo,
Como se a luz das histórias se apagasse no mundo.
Ela queria ser aquelas heroínas, viver aquelas paixões,
Mas em seu cotidiano, só haviam desilusões,
Os livros eram abrigo, mas também uma prisão,
Onde o desejo de ser mais trazia frustração.
Decidiu então fechar as páginas, deixar de fugir,
Encarar a realidade, tentar resistir,
Mas a família, alheia ao peso que ela carregava,
Não compreendia o porquê de sua paixão que se apagava.
Julgada por não mais mergulhar nas histórias,
Sem saberem das lágrimas, das noites sem glórias,
Ela calava a dor, em silêncio e solidão,
Buscando forças em sua própria razão.
Mas dentro dela, as palavras ainda viviam,
Os sonhos e esperanças, silenciosos, resistiam,
Talvez um dia, o equilíbrio encontraria,
Entre o real e a ficção, onde a felicidade emergiria.
E então, voltaria a ler, não para escapar,
Mas para se inspirar, para o mundo abraçar,
As histórias não seriam mais um refúgio distante,
Mas um complemento à vida, um toque constante.
Assim, a jovem sonhadora seguiria seu caminho,
Carregando em si a força, e um destino alinho,
Entre livros e vida, encontraria sua verdade,
Num abraço profundo, de eterna dualidade.
Um adolescente vivendo no automático.
Viver no automático é como estar em um veículo sem condutor, seguindo uma rota pré-determinada, sem saber para onde se dirige ou por qual motivo. É como estar em um sonho, sem consciência, sem emoção, sem vontade. É como estar morto, mas ainda respirando.
Eu sei disso porque eu vivo no automático há muito tempo. Desde que eu era criança, eu sempre fiz o que me ordenava, sem questionar, sem protestar, sem escolher. Eu estudei o que me instruíram, trabalhei no que me propuseram. Eu nunca tive um sonho, um objetivo, um propósito. Eu nunca tive uma paixão, um amor, uma alegria. Eu nunca tive uma vida.
Eu não sei como eu cheguei a esse ponto. Talvez eu tenha sido influenciado pela sociedade, pela família, pelos amigos. Talvez eu tenha sido vítima de um sistema, de uma cultura, de uma ideologia. Talvez eu tenha sido covarde, conformista, medroso. Talvez eu tenha sido tudo isso e mais.
Mas eu sei que eu não quero continuar assim. Eu sei que eu preciso mudar. Eu sei que eu preciso realmente viver de verdade e não só existir.
Por isso, eu escrevo este texto como um desabafo, como um grito, como um apelo que faço a mim mesmo. Eu escrevo para me expressar, para me libertar, para me encontrar. Eu escrevo para me dar uma oportunidade de mudar.
Viver no automático não é viver. É apenas existir. E eu não quero mais existir. Eu quero viver.
Mas falar é fácil o difícil é eu criar coragem para tentar fazer essa mudança. O medo da mudança é algo assustador, só que isso é assunto para outro desabafo. Fiquem com Deus e cuidem da sua saúde mental.
Somos camadas.
Ninguém, um bebê, um adolescente briguento pelo que acha certo; vendo hoje que tudo é questão de onde... de que posição está vendo isso.
Possuímos o poder de guiar um, dois ou até mesmo uma multidão e fazemos o que com isso em mãos?
Está preparada para olhar para o outro com os olhos, que um dia desejou ser olhado quando errou?
Se poria no lugar de quem um dia você também foi?
Seja olhando para seu filho ou para um estranho no ponto do ônibus.
Ser adolescente, dói.
E dói porque ainda não se aprendeu a viver num mundo que exige respostas rápidas para perguntas que o coração ainda nem formulou.
A escola… ah, a escola!
Lugar onde tudo acontece: o primeiro amor, a primeira vergonha, o primeiro medo, o primeiro sonho.
Mas também o primeiro cansaço.
A escola deveria ser um jardim, onde flores crescem em tempos diferentes.
Mas muitas vezes se parece mais com um campo de provas — onde se mede a vida com régua, sem perceber que o que realmente importa não cabe em nota nenhuma.
Os professores ensinam matemática, gramática, fórmulas e regras.
Mas quase nunca ensinam o que fazer com a tristeza.
Não porque não queiram — é porque também esqueceram.
A escola os ensinou a ensinar, mas não os ensinou a escutar.
E os alunos?
Os alunos são como passarinhos em gaiolas douradas: têm asas, mas o medo de errar é maior do que a vontade de voar.
São cobrados a todo instante — para tirar notas boas, para ter um futuro brilhante, para ser alguém na vida.
Mas ninguém pergunta se eles estão bem agora.
Há uma pressa cruel dentro das escolas.
Uma urgência de produzir resultados, como se a alma tivesse prazo de validade.
E nesse corre-corre, perde-se o essencial: o encanto, o espanto, a curiosidade — aquilo que faz o aprender ser alegria, e não sofrimento.
A escola deveria ensinar o prazer de descobrir.
Mas o que muitos adolescentes sentem é medo.
Medo de decepcionar.
Medo de não ser suficiente.
Medo de existir fora do padrão.
É por isso que tantos se calam.
Falam pouco, riem menos, choram escondidos.
A ansiedade e a depressão passeiam pelos corredores, silenciosas como sombras que ninguém quer ver.
E os adultos, tão preocupados em ensinar o conteúdo, esquecem que antes de alunos, ali existem pessoas — pequenas almas em construção.
Falta empatia.
Falta o olhar que escuta e o ouvido que acolhe.
Falta a coragem de parar a lição por um minuto e perguntar: “O que está doendo em você?”
Rubem Alves dizia que ensinar é um ato de amor, e que o amor só floresce onde há escuta.
Talvez devêssemos reaprender a ensinar — não com o giz, mas com o coração.
Porque no fundo, o que cura a dor de ser adolescente não é o sucesso, nem o diploma, mas o simples gesto de alguém que vê o invisível e diz:
“Você pode ser o que quiser. Inclusive, você mesmo.”
Cada caco carrega uma versão nossa: o adolescente cheio de sonhos, o adulto que errou feio, a pessoa que amamos demais e estar longe, mesmo assim não desistiu no meio do caminho. Eles não são bonitos. São irregulares, rachados, com bordas cortantes. Mas, mesmo quebrados, ainda refletem.
É estranho como um pedacinho de espelho consegue mostrar uma verdade inteira. Nele vemos o medo que tentamos esconder, a força que não sabíamos que tínhamos, a cicatriz que virou marca registrada. Não importa o quanto a gente tente varrer esses cacos para baixo do tapete, eles continuam ali, brilhando quando bate a luz certa.
Talvez o segredo não seja colar o espelho de volta para ficar perfeito. Talvez seja aprender a conviver com os pedaços. Reconhecer que cada fragmento faz parte de quem somos hoje. Porque, no fim das contas, os cacos de espelhos que ainda refletem não mostram só o que fomos ou o que perdemos. Eles mostram que, mesmo quebrados, ainda estamos vivos, ainda brilhamos e ainda conseguimos ver beleza no que sobrou.
O Sol, a Lua e Eu ☀️🌜
Já era adolescente.
Sabia exatamente o que desejava, embora talvez não soubesse o motivo...
Meu pai me perguntou o que eu queria e disse que me daria qualquer coisa.
Duvidei, é claro...
E, talvez por já carregar dentro de mim um certo fascínio pelo impossível, respondi sem pensar muito:
— Eu quero a Lua. 🌜
Como se aquilo fosse a coisa mais simples do mundo, respondeu:
— Tá bom. De hoje em diante, a Lua é sua.
Sorri.
Agradeci.
E, nesse momento, ele tentou me testar. Talvez a minha sanidade ou a dele, não sei, e completou:
— Vai lá pegar a sua Lua.🌜
Olhei para o céu e respondi:
— Não precisa. Gosto dela assim, exatamente como e onde está.
E, sabendo que ela é minha agora, ela se tornou ainda mais bonita.
Talvez porque as coisas não precisem nos pertencer para serem nossas.
Talvez porque o amor nunca tenha sido posse.
Talvez porque a beleza exista justamente na distância que nos permite admirá-la.
Sempre achei que tudo possui um lugar, um tempo e uma lógica.
Não preciso mexer nas obras de Deus. Elas são perfeitas. Até uma flor que se arranca precisa de um motivo, uma razão, uma circunstância; caso contrário, é matar em vão.
Desde então, sempre disse que a Lua era minha.
A minha Lua.🌜
Livre.
Inteira.
Brilhando para todos.
O que eu não sabia era que sempre fui a própria Lua.
Nasci Lua.
Cresci Lua.
Era a Lua da família...
Admirava-a através das grades da janela, como um segredo absoluto...
E, enquanto outras pessoas corriam em direção ao Sol, eu me recolhia.
O Sol queimava minha pele.☀️
Fazia meus olhos arderem.
Seu brilho intenso me incomodava.
E, sem perceber, passei boa parte da vida tentando me esconder.
O que não entendia era que precisava dele para viver.
Afinal, a Lua não existe sem o Sol.
Seu brilho não nasce dela.
É reflexo.
É encontro.
É dança silenciosa entre opostos que parecem distantes, mas que dependem um do outro.
Porque talvez, só talvez, sem a presença da Lua, o Sol também não tivesse motivo para existir.
Porque há luzes que brilham sozinhas.
E há luzes que só descobrem a própria grandeza quando encontram algo digno de iluminar.☀️🌜
Eu estava adolescente de novo, voltando da escola, o caminho que conheço tão bem, o chão de terra batida, as casas ainda sendo construídas, o terreno baldio que eu cortava para chegar em casa. Tudo exatamente como era, mas agora eu via com os olhos do sonho, que parecem ser mais vivos do que qualquer memória. Eu tinha medo, um medo que me apertava o peito, aquele tipo de medo que faz o corpo encolher antes de chegar perto de alguém que você ama e teme ao mesmo tempo. E lá estava ele, meu pai, sentado, cabisbaixo, triste, a tristeza transbordando do corpo dele e entrando pelo chão, pelas paredes, pelos poros do meu próprio corpo. Eu sabia o que poderia ter acontecido, não precisava que ele falasse nada. Ela havia fugido de novo, minha mãe, meus irmãos talvez nem estivessem mais lá, e o mundo parecia menor e mais pesado por isso.
Passei por ele com cuidado, cada passo pensado, cada olhar desviado, torcendo para que ele não falasse comigo, para que meu silêncio fosse suficiente para me proteger. Atrás da casa, pelo quintal, eu saí de mansinho, como quem tenta escapar de uma sombra que poderia me engolir. A sensação de perigo era familiar, algo que eu sentia há anos, mas que naquela idade parecia ainda maior, mais cruel, mais absoluto. Eu não podia ficar ali, não podia enfrentar aquilo sozinha, então aprendi a fugir, aprendi a cuidar de mim mesma mesmo quando não havia ninguém para me proteger.
O sonho me mostrou que essas cenas não eram apenas memórias, eram marcas, mas também eram força. A menina de 16 anos correndo pelos fundos da casa, cheia de medo, era a mesma que saiu de casa para se proteger, que aprendeu a se virar sozinha, que sobreviveu a tudo isso. Hoje, olhando de fora, vejo aquela garota como alguém incrivelmente corajosa, alguém que carrega não apenas medo, mas também uma resiliência que a faz sorrir diante do absurdo do mundo. Eu podia sentir o peso do passado, mas também sentia a leveza de quem se libertou dele, de quem aprendeu a caminhar em silêncio pelo quintal do medo e sair inteira do outro lado.
É engraçado como a memória volta com tanto detalhe, como se cada casa, cada pedra do terreno baldio, cada olhar do meu pai, estivesse esperando para ser revisitados. E ao mesmo tempo, é uma oportunidade de abraçar a menina que fui, de reconhecer a coragem que existia nela, de rir um pouco da própria vida que nos coloca em situações que parecem impossíveis. Eu saí de casa aos 16 anos, mas cada passo que dei depois, cada escolha, cada risco, cada fuga silenciosa, me trouxe até aqui. A menina de ontem e a mulher de hoje se encontram nesse sonho e percebem que o medo não é mais absoluto, que a dor foi sobrevivida e que a força acumulada nesses caminhos de terra é imensa, invisível, mas real.
E talvez seja isso que sonhos assim fazem, nos lembram do que fomos, do que sentimos, do que superamos, e nos mostram que mesmo na mais profunda escuridão, mesmo quando parece que não há saída, há sempre um caminho, mesmo que seja pelos fundos, silencioso, mas cheio de vida, cheio de coragem, cheio de sobrevivência.
Um sonho do dia 25/03/2026
UMA CARTA PARA O MEU EU ADOLESCENTE
Eu percebi isso num dia qualquer, desses em que a gente está lavando um copo e, de repente, descobre que estava carregando um cemitério inteiro dentro do peito… e ninguém avisou que já podia ir embora. Porque tem uma hora em que a dor fica sem CPF, sem rosto, sem história. Ela vira só um costume mal educado que senta na nossa mesa e come sem ser convidado.
E foi aí que me caiu a ficha, meio torta, meio debochada, como quase todas as verdades importantes da vida. Eu não o conheço mais. E pior, talvez nunca tenha conhecido de verdade. Porque a gente não sofre exatamente por alguém… a gente sofre pela ideia que inventou dessa pessoa, pelo personagem que escreveu com todo capricho, como se fosse autora de uma novela das nove, cheia de reviravolta, trilha sonora e final feliz que nunca foi aprovado pela realidade.
E olha que curioso, eu ali, sofrendo com dedicação, quase pedindo um certificado de “melhor sofredora do ano”, enquanto o sujeito real já tinha ido embora há muito tempo… ou talvez nem tivesse existido daquele jeito. Era como chorar por um ator depois que a peça acaba, sendo que ele já tirou o figurino, já foi embora, já está comendo um pastel na esquina e eu aqui, abraçada no palco vazio, pedindo bis.
Não dá mais. Chega uma hora em que o sofrimento perde a lógica, perde a elegância, perde até a vergonha na cara. Porque sofrer por quem você não conhece mais é como mandar mensagem pra número errado e ficar esperando resposta com o coração na mão. Não vem. Não vai vir. E se vier, provavelmente é golpe.
E não é frieza, não. É lucidez com um leve tempero de amor próprio, coisa fina, coisa rara, quase artigo de luxo emocional. É entender que o que acabou não foi só a relação… foi também a versão dele que eu criei dentro de mim. E essa versão, coitada, nunca teve culpa de nada, sempre perfeita, sempre justificável… um verdadeiro santo canonizado pela minha carência.
Mas eu cansei de fazer milagre pra quem nunca foi santo.
Agora eu olho pra trás com aquela mistura de riso e vergonha, tipo quando a gente lembra de uma roupa horrível que jurava que era linda. E era isso… eu estava vestindo um sentimento que não me servia mais, apertado, desconfortável, mas insistindo porque um dia já tinha sido bonito.
Hoje não dói. E se dói, dói diferente, dói com dignidade, sem drama exagerado, sem trilha sonora triste. Dói como quem entende… e segue. Porque eu não consigo mais sofrer por quem eu não conheço. E sinceramente, isso é um alívio tão grande que chega a ser engraçado.
A vida continua, meio bagunçada, meio irônica, mas muito mais leve sem esse peso desnecessário no coração. E no fim das contas, talvez o maior ato de amor que eu poderia ter feito… foi parar de amar sozinha.
Agora me conta… você também já percebeu que estava sofrendo por um completo desconhecido?
E já que você chegou até aqui, aproveita e clica no link da descrição do meu perfil pra conhecer meus e-books… vai que você se encontra em alguma página e resolve, finalmente, parar de sofrer por quem nem merece ser personagem da sua HISTÓRIA.
Adolescente de Dúvidas
Helaine Machado
Ah, voltei a ser adolescente, cheio de espinhas de dúvidas no pensamento. Cada pergunta brota de repente, ocupando espaço, roubando o silêncio do momento.
São sonhos querendo nascer, medos tentando impedir. É a vontade de crescer, sem saber exatamente para onde ir.
A vida continua fazendo perguntas, e eu continuo tentando responder. Porque amadurecer talvez não seja ter certezas, mas aprender com aquilo que ainda não consigo entender.
E entre erros, acertos e caminhos sem placa,vou seguindo minha jornada sem pressa.Pois quem nunca teve dúvidas no coração,talvez nunca tenha buscado sua própria essência
Helaine Machado
Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
de tudo q fiz de tudo q penso da vida minha apesar de minha nossa vida bem vinda ao meu mundo
SOU MACHADO DE ASSIS
Sou menino, adolescente
Meio jovem, sou senhor
Sou um grito estrindente
Ou o silêncio do torpor
Sou sua carta resposta
A vitória de uma aposta
Sou o seu maior amor.
Sou assim não porque quero
Só falei de emoção
Joguei no vento o meu verso
Que acertou seu coração
Que andava desgarrado
Nesta cela aprisionado
Por algemas da paixão.
Sou aquele que na vida
Dor fictícia`inda trago
uma dor que nunca morre
Tão inimiga do afago
Sou o culpado do sorriso
Prometido e não cumprido
Pro Bentinho Santiago.
Sou poeta consagrado
Ou quem sabe um aprendiz
sou a letra no papiro
dita pra te ver feliz,
sou teu livro companheiro
cobertor, seu travesseiro,
sou Machado de Assis.
O que é isso que acontece dentro de nós?
Nessa fase de adolescente é tudo tão intenso.
Acreditamos sim que todas as apaixonites viram amor e de uma hora pra outra, ele se vai.
Achamos que tudo em nossa volta deve ser perfeito e que nunca corremos riscos,afinal nada vai nos atingir.
É uma fase conturbada,cheia de sonhos,descobertas,amores,amizades,colegagem.
E enquanto essa fase não passa, só tento imaginar como será meu futuro!
Será que essas confusões que remexem dentro de mim irá continuar?
Só sei que quando estiver lá na frente e olhar pra trás sentirei saudades disso.
Mãããee, eu quero
É tanta coisa que eu já quis, o que toda Criança quis, o que todo adolescente quis, o que todo jovem quis, o que todo adulto quis e o que todo idoso quer.
Vou explicar as fases da vida do que quer comparando com a sua idade:
-Uma Criança: Vem passeando com o pai e a mãe e vê um bonequinho do Max Steel e diz Mãããee, eu quero, vem a mãe e diz: Não Filho você já tem uma coleção desses, mas mãe desse ai eu não tenho, não e não, então o menino vem para casa dele com a bochecha maior do que a do Nhonho de tão enraivado que tava.
Um Adolescente: Está passeando na rua, nem é com pai nem a mãe, é com a galerinha dele, ele vê uma corrente de prata, e continua andando, mas quando chega em casa diz: - Mããe mim dá uma corrente de prata que eu vir ali, a mãe para não decepcionar o filho fala: - eu compro, mas só na próxima semana que eu vou tirar o dinheiro, o filho nem fica com cara boa nem ruim.
Um Jovem: Esse só quer coisas avançadas, já quer pedir um carro, se o pai for rico, ele fala: Claro que sim você já tem idade de ter um carro, mas primeiro faça sua carteira de habilitação, mas se o pai for pobre: Ele fala: Calma meu filho deixe papai ganhar na Mega-Sena.
Um Adulto: Esse nem precisa pedir mais, porque já tem o seu emprego, Compra o que quiser, mas se tiver emprego e se num tiver, ai meu filho você fique em casa com sua mulherzinha, porque claro que o pai deve ser pobre também.
Agora vou falar do final da vida, a Velhice: Ele pede é para o Filho, e nem é pedir mais já é um dever, ele quer carinho, aconchego, tratar ele muito bem. Mas é uma pena que tem muita gente que não valoriza.
Moral: Valorize os mais velhos, que você também vai ser valorizado!
Recordação... Recordação...
Traz à memória boas lembranças,
Daquele nosso tempo adolescente,
Eternas crianças,
Mas que por descuido da vida
Separaram-se,
ainda que a amizade não tenha sido em vão.
Recordação... Recordação...
Que o tempo não volta mais,
Que o tempo, impiedoso,
Deixou para trás,
Que os dias suplicam,
Só por mais um até breve,
Um adeus, momentâneo,
Que talvez nunca aconteça mais.
Recordação... Recordação...
Não sei se é sinônimo de nostalgia
Ou desse sentimento que agora
E mesmo outrora
Assaltou meu coração.
Simplesmente, recordação... recordação...
Me faz perder o juízo,
O sentido,
A razão.
Coração
Meu coração,
Parece um menino adolescente!
Sente fome de amor
Como se fosse a primeira vez...
Quanto mais ama
Mais fome sente de ti!
Anda perdido pensando em você
Dá até pena de ver...
Ingrato coração!
Não se acomoda,
Judia de mim o tempo todo
Vou abandoná-lo qualquer dia destes!
Não deveria ser assim...
Meu coração devia ser meu amigo
Talvez se divirta me vendo assim,
sofrendo por tua causa...
Acho que não tem jeito não!
Este coração vai ser sempre assim
Um menino apaixonado se divertindo
comigo sempre pedindo você!
E quando você chega,
ele parece um anjinho...
Bate descompassado e feliz
De amor por você.
Sei que estou à agir como um adolescente, mas não sei que magia é que tens sobre mim.
Não irei te dizer que amo-te, pois preciso provar a ti que meus sentimentos são fortes e verdadeiros, prometi a você de que não iria mais te incomodar com as minhas declarações, sou um romancista e não consigo ficar sem falar a minha amada o quanto eu amo, embora seja motivo de chacota, mesmo assim irei sempre dizer-te o quanto eu amo-te minha amada, meu anjo e minha vida!
