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A Felicidade Entre a Declaração e o Silêncio


Há vidas que se sustentam no brilho da superfície. São existências que proclamam, com voz firme, estar felizes, como se a repetição da palavra fosse capaz de transformar o vazio em plenitude. Mas a felicidade que precisa ser dita é, muitas vezes, apenas máscara: uma narrativa construída para convencer os outros — e a si mesmo — de que há sentido onde, na verdade, há apenas vertigem.
Essa felicidade declarada é feita de festas intermináveis, de aplausos que ecoam por instantes, de conquistas que se dissolvem tão rápido quanto surgem. É uma felicidade que depende do olhar externo, da plateia que valida cada gesto, da confirmação que nunca é suficiente. Quando as luzes se apagam e o silêncio retorna, resta apenas a solidão. A companhia efêmera se desfaz, os vínculos superficiais evaporam, e o afeto é substituído por euforia passageira. A narrativa de que se está só “por opção” é escudo contra a dor de não encontrar alguém que corresponda às exigências de uma lista impossível. O brilho fora compensa o vazio dentro, mas não o elimina.
A felicidade autêntica, ao contrário, não precisa ser proclamada. Ela não se sustenta em discursos, mas em presenças. É discreta, mas sólida. Não nasce da necessidade de ser vista, mas da profundidade dos vínculos, da intimidade preservada, da paz que não depende de testemunhas. É uma felicidade que resiste ao silêncio, que permanece quando não há plateia, que não se desfaz quando o mundo se recolhe.
Declarar-se feliz pode ser, paradoxalmente, sinal de fragilidade. É como repetir uma frase para convencer-se de sua veracidade. A felicidade verdadeira não precisa de palavras: ela se reconhece no olhar sereno, na tranquilidade dos gestos, na ausência de necessidade de afirmação. É uma felicidade que não teme a invisibilidade, porque encontra sua força no íntimo.
Assim, distinguem-se dois modos de viver: o da felicidade declarada, que brilha intensamente, mas se apaga quando a energia externa se esgota; e o da felicidade silenciosa, que não precisa de palco, porque encontra sua plenitude no silêncio. Entre o parecer e o ser, cada um escolhe o caminho que deseja trilhar. Mas é no silêncio, e não na proclamação, que a felicidade revela sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em dizer “sou feliz”, mas em não precisar dizê-lo.


Tatianne Ernesto S.Passaes

Vivemos projetando felicidade no futuro, como se a vida estivesse sempre na próxima conquista, no próximo objetivo ou na próxima oportunidade. Nessa busca constante, corremos o risco de transformar a existência em uma eterna espera, esquecendo que a vida acontece no presente.
A mente ansiosa habita aquilo que ainda não existe; a mente sábia reconhece a riqueza do que já foi construído. O ser humano frequentemente sofre não apenas pela falta de algo, mas pela incapacidade de perceber o valor do que já possui.
Gratidão não é conformismo, nem renúncia ao crescimento. Pelo contrário, é a capacidade de reconhecer significado antes de exigir mais da vida. Quem aprende a enxergar a abundância do presente deixa de ser refém da escassez imaginária do futuro.
A verdadeira prosperidade começa quando a consciência alcança aquilo que os olhos, acostumados à ausência, insistem em ignorar. Afinal, a vida não é feita apenas do que ainda queremos conquistar, mas também de tudo aquilo que já nos foi dado, construído e vivido. O futuro inspira, mas é o presente que sustenta a existência.

sorrir
pra não chorar de saudade
da felicidade
daquele seu olhar

quando eu chegava e batia palmas lá no seu portão
você atendia brava e perguntava

por onde eu andava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar

por onde eu andava você perguntava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar

eu vou sorrir
sorrir pra não chorar de saudade daquele seu olhar

que me perguntava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar

que me perguntava por onde eu andava
por onde eu andava? que não vem me visitar

" 'O dinheiro não TRAZ felicidade' , dizem. Mas, digo eu, o dinheiro LEVA você a lugares incríveis, que o farão muito feliz! (Isso se você for alguém que acha que merece e se o dinheiro for honesto, claro!)."
Texto Meu 0948, Criado em 2019

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Quando a felicidade vacila e some,
E a tristeza invade, trazendo dores, fazendo um estrago nos meus dias, no peito um nó,
mas mesmo na sombra, uma luz pode brilhar,
Quando a escuridão aperta o cerco
E o silêncio é o único som.
Lento, o tempo passa, e a dor não cessa
contudo no fundo, uma faísca resiste, um pulsar.
E essa faísca, pequena e frágil é a chama da esperança, que não quer morrer.
Ela lateja, lateja, e aos poucos cresce e ilumina o caminho, e a dor começa a ceder.
(Saul Beleza)

⁠Você é Feliz?
Oque é a Felicidade?
Uma sensação de gratidão.
Um contentamento...
...mas, é isto que entendemos por ser Feliz?
Não sei, só sei, que me preenche e não me faz senti-se oco.
Então Felicidade é não se sentir vazio?
Acredito que Felicidade, é o não pensar se é ou não...
... é pode ser! Escolho está.
Escolhe?.
Sim! ...essa resposta.

⁠Observa se não é uma felicidade sofrer.
Passamos dias e horas em uma fila pra conseguir algo.
Um tempo irrecuperável fazendo uma tatuagem ou em pronuncias em formação de frases em cânticos e orações.
Submissão dolorosa no tempo com alguém imaginando ser amor.
Torcemos pro tempo passar e ficamos em claro num período noturno, com resistência em tomar algum analgésico pra se livrar de uma dor ou angústia.
Tudo isto pra termos oque contar ao outro no dia seguinte, reverberando nosso sofrimento e martírio.
Somos mesmo seres carentes até a raiz, uma espécie de masoquismo para ter satisfação de perceber no outro algo que há em todos da raça, que classifico de atenção regada na vitimização.

Estar com sentimentos de não controlar é o princípio da felicidade.


Não invejar é meio caminho andado.


Se contentar com o que tem e buscar mais do necessário com leveza é o auge.


Praticar o que gosta de bom, sem ir na ideia de outros, é firmar si próprio sem dúvidas com autenticidade.


Não se achar melhor ou pior que alguém já é morte do ego na vida da consciência.

Quando isso não precisou construir a felicidade, a manteve:

Cocriar
Manejar
Esquivar-se
Não controlar
Silenciar

Por isso, por vezes, os materiais desfocam e podem atrair alegrias passageiras e tristezas que não passam, pois felicidade é apenas consciência de um estado mentalmente acessível e ademais é invenção da mesma mente.

⁠Sonhar também faz parte da nossa felicidade.
Alcançar os sonhos que acreditamos, é uma forma de recompensar todo o esforço que dedicamos.
"Ser alguém" e realizar desejos exigem sacrifícios.
Tudo tem um preço!
A pergunta é: você está disposta a pagar o preço?
Quando chega o momento de contabilizar, entende-se que o maior valor é aquele que não tem preço.
O valor aqui não se refere ao tangível, mas sim às atitudes simples, embora louváveis,
que se evidenciam.

NÃO QUERO ADIAR A FELICIDADE.

Não sabemos quanto tempo teremos, nem se o amanhã nos será permitido. Por isso, escolho fazer de hoje o dia mais importante da minha vida.

O dia de me aceitar como sou, reconhecer o quanto já caminhei, valorizar minhas conquistas e agradecer por tudo o que tenho. O dia de deixar para trás as culpas, soltar os pesos desnecessários e compreender que nem tudo precisa ser resolvido, explicado ou levado comigo.

Quero seguir mais leve, em paz com minhas escolhas e consciente de que não preciso ter uma vida perfeita para reconhecer a beleza de estar vivo.

Aprendi que não vale a pena sacrificar a paz de hoje por mágoas de ontem, nem deixar de viver o presente esperando que o amanhã seja melhor. O passado já cumpriu seu papel, e o futuro ainda não nos pertence.

A vida não espera que tudo esteja no lugar para acontecer. Ela acontece enquanto aprendemos, recomeçamos, sorrimos e seguimos em frente.

Por isso, hoje escolho viver com mais gratidão, amar sem adiar, perdoar sem carregar correntes e valorizar aquilo que o tempo, um dia, poderá transformar em saudade.

Porque a vida não é uma promessa para amanhã, nem uma lembrança de ontem. É o presente que temos nas mãos — e desperdiçá-lo esperando o momento perfeito é esquecer que estar vivo já é uma oportunidade extraordinária.

Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, ao ponto de quebrar todas as agruras e preocupações.

Porque, no fundo, é disso que todos precisamos: de um abraço que não seja apenas físico, mas na alma.

Um abraço capaz de silenciar o barulho das inquietações, de aliviar o peso das responsabilidades e de lembrar que a vida é muito maior do que os problemas que insistem em ocupar nossos pensamentos.

Vivemos cercados por cobranças, expectativas e pela falsa necessidade de controlar tudo.

Esquecemos que algumas das principais conquistas não podem ser compradas, planejadas ou antecipadas.

A paz nasce quando aceitamos que nem tudo depende de nós.

A felicidade floresce quando aprendemos a enxergar beleza nas pequenas coisas que o cotidiano oferece.

Talvez a verdadeira riqueza esteja em terminar o dia com o coração leve, em cultivar bons encontros, em agradecer pelo que já temos e em seguir confiando que o amanhã trará novas oportunidades.

As dificuldades continuarão existindo, mas elas deixam de ser gigantes quando a serenidade ocupa o lugar do medo.

Que nunca nos falte a coragem de sorrir mesmo em dias nublados, a esperança para recomeçar sempre que necessário e a sabedoria para compreender que a paz não é a ausência de tempestades, mas a certeza de que nenhuma delas é eterna.

E que, quando a vida insistir em apertar, a Paz e a Felicidade consigam apertar ainda mais forte, até que todas as agruras e preocupações se desfaçam diante da força de um coração que escolheu viver com fé, gratidão e esperança.

⁠A Dor da Saudade que sentimos hoje é o recibo exato da Felicidade que tivemos a graça e a coragem de viver ontem.


Há dores que não nascem daquilo que nos faltou, mas daquilo que, um dia, tivemos por inteiro.


São dores que não denunciam apenas uma ausência; revelam a dimensão de uma presença que, em algum momento, fez morada em nós e transformou a nossa visão de mundo.


A Saudade é esse paradoxo da existência: dói porque foi bom, aperta porque foi verdadeiro, silencia porque certas experiências são tão profundas que nenhuma palavra consegue traduzi-las por completo.


É a vida nos lembrando de que algumas coisas não precisam permanecer para sempre em nossa companhia para permanecerem eternamente em nossa essência.


Talvez um dos maiores equívocos humanos seja acreditar que a felicidade só pode ser considerada plena quando dura indefinidamente.


Como se o valor de um abraço dependesse de nunca mais precisarmos soltá-lo.


Como se a beleza de um encontro estivesse condicionada à promessa de que nenhuma despedida viria.


Como se o amor só tivesse valido a pena quando o destino nos permitisse conservar, intacto, tudo aquilo que um dia nos fez felizes.


Mas a vida não nos oferece garantias de permanência.


Oferece instantes.


E, muitas vezes, são justamente os instantes que julgávamos comuns, aqueles que atravessávamos sem imaginar sua importância, que mais tarde se tornam os capítulos mais preciosos da nossa história.


Um café compartilhado, uma conversa sem pressa, uma risada espontânea, uma voz que já não podemos ouvir com a mesma frequência, um lugar que deixou de ser apenas um lugar porque alguém esteve ali conosco.


O tempo passa, as circunstâncias mudam, as pessoas seguem caminhos diferentes, vão embora, e aquilo que antes parecia parte natural dos nossos dias transforma-se em memória.


Só então compreendemos que, enquanto vivíamos, também estávamos construindo aquilo de que um dia sentiríamos saudade.


E há uma beleza quase cruel nessa descoberta: raramente reconhecemos a plenitude de um momento enquanto estamos dentro dele.


A felicidade costuma ser bem discreta enquanto acontece.


Não anuncia sua chegada, não assina contratos de permanência, não nos avisa que determinada tarde será lembrada por anos.


Ela simplesmente acontece, misturada à rotina, escondida nos pequenos gestos, sem exigir que percebamos sua grandeza.


É depois, quando a ausência redesenha os contornos daquilo que vivemos, que aprendemos a enxergar.


Por isso, a Saudade talvez seja muito mais do que a dor de não ter.


Talvez seja também a consciência tardia de ter tido.


E, embora essa consciência venha acompanhada de lágrimas, ela carrega consigo uma verdade que merece ser acolhida: nem todos têm a oportunidade de viver aquilo cuja ausência hoje nos comove.


Nem todos encontram um amor que lhes transforme a alma, uma amizade que lhes ofereça abrigo, uma experiência que lhes modifique o olhar ou um instante tão luminoso que continue aquecendo os dias mais escuros.


Sentir Saudade é reconhecer que algo ultrapassou a superfície da nossa existência.


É admitir que fomos tocados, que nos permitimos sentir, que tivemos a coragem de nos vincular ao mundo mesmo sabendo, ainda que inconscientemente, que tudo o que é humano está sujeito à impermanência.


E talvez seja justamente aí que resida a coragem de viver: na disposição de amar sem possuir, de construir sem tentar controlar o futuro, de desfrutar sem exigir eternidade e de nos entregarmos aos encontros sem a ilusão de que podemos impedir todas as despedidas.


Porque viver verdadeiramente exige aceitar um risco inevitável: aquilo que hoje nos faz sorrir poderá, amanhã, fazer nossos olhos transbordarem.


Mas evitar a Dor a qualquer custo também pode significar renunciar à profundidade da experiência humana.


Quem nunca se permite amar para não sofrer, talvez preserve o coração de algumas feridas, mas corre o risco de privá-lo das marcas mais bonitas e profundas da existência.


Não se trata de romantizar o sofrimento, tampouco de fingir que toda ausência é suportável ou que toda perda encontra uma compensação.


Há Saudades que pesam, despedidas que nos desorganizam e vazios que não desaparecem nem com o tempo.


Algumas dores não pedem explicações; pedem acolhimento, paciência e o direito de serem sentidas.


Ainda assim, podemos aprender a olhar para elas sem enxergar apenas aquilo que nos foi retirado.


Podemos compreender que a Saudade não precisa ser uma prisão ao passado.


Ela pode ser uma ponte entre quem fomos e quem nos tornamos.


Pode nos ensinar a reconhecer, no presente, aquilo que um dia deixamos passar despercebido.


Pode nos tornar mais atentos aos abraços que ainda podemos oferecer, às palavras que ainda podemos dizer e às pessoas que ainda caminham ao nosso lado.


Afinal, se ontem tivemos a graça de viver algo que hoje nos faz falta, talvez a melhor maneira de honrar essa experiência não seja tentar reconstruí-la exatamente como era, mas permitir que sua existência continue produzindo sentido em nós.


Que o amor vivido nos ensine a amar melhor!


Que as alegrias recordadas nos tornem mais sensíveis às pequenas felicidades de agora!


Que as despedidas nos lembrem da importância de estar verdadeiramente presentes enquanto ainda há tempo!


E que as lágrimas da Saudade não nos façam esquecer a gratidão pelo privilégio de termos uma história que merece ser lembrada.


No fim, talvez a maturidade não consista em deixar de sentir Saudade, mas em aprender a conviver com ela sem permitir que a ausência apague a beleza daquilo que existiu.


Porque há coisas que o tempo leva da nossa convivência, mas não consegue apagar da nossa formação.


Há pessoas que deixam de estar ao alcance das nossas mãos, mas continuam presentes na maneira como pensamos, sentimos e escolhemos viver.


Há momentos que nunca mais se repetirão, mas que permanecem vivos naquilo que despertaram em nós.


E então compreendemos, com a delicadeza e a dureza que a vida nos cobra, que a Saudade é também uma forma de permanência.


Não a permanência daquilo que podemos tocar, mas daquela parte de nós que foi transformada pelo encontro.


Se hoje dói, talvez seja porque ontem houve algo que valeu a pena.


Se hoje os olhos se enchem de lágrimas, talvez seja porque, em algum momento, a vida nos ofereceu motivos sinceros para sorrir.


E se a Saudade é, de fato, o recibo da Felicidade que tivemos a graça e a coragem de viver, que saibamos recebê-lo sem revolta, ainda que com os olhos marejados.


Não como uma cobrança do passado, mas como a prova de que estivemos vivos, de que nos permitimos sentir e de que, por algum tempo — breve ou longo, simples ou extraordinário —, fomos verdadeiramente felizes.


Que a Saudade não nos faça desejar ter vivido menos, mas nos ensine a viver de tal maneira que, no futuro, as nossas lembranças também tenham motivos para abraçar alguém.


Porque a vida não se mede apenas pelo tempo que conseguimos conservar as coisas, mas também pela profundidade com que elas nos atravessam.


E, talvez, a mais bonita reconciliação que possamos fazer com o tempo seja esta: aceitar que nem tudo o que é precioso permanece ao nosso lado, mas tudo aquilo que verdadeiramente nos transforma encontra uma maneira de continuar conosco.

"Pega de volta o que é teu!"
É hora de priorizar a própria paz e felicidade.
Que o bem seja fortalecido e o mal simplesmente esquecido. Em dobro tudo eu te devolvo 🥄
Não é proibido mudar, pelo contrário, é necessário evoluir, crescer e principalmente pensar em você.
Aprenda a priorizar quem te prioriza, a escolher quem te escolhe e a respeitar o desejo de quem decide ir.
Não é fraqueza se calar diante de discussões bobas, é uma virtude de quem aprendeu que nada vale mais que a sua paz.
A gente está aqui para ser feliz e não tem nada que incomode tanto quanto você sorrindo com seu próprio canto.
#Autoestima #PazInterior #Felicidade #Empoderamento #CrescimentoPessoal#amor

A Eterna Inquietude


"Toda satisfação, ou o que geralmente se chamade felicidade, é, na realidade e na sua essência, apenas negativa, e nunca positiva. Ela não é uma gratificação original que vem até nós por si mesma, mas deve ser sempre a satisfação de um desejo."


Arthur Schopenhauer

Ditadura da Felicidade

Foi esse o tema de uma da exibições do programa “Na Moral”, comandado por Pedro Bial, na Rede Globo. Atraída pelo assunto, fiz questão de ficar acordada até tarde para acompanhar e saborear a discussão.
Além de instigante, o título escolhido foi bastante pertinente. De fato, embora muitas vezes não tenhamos consciência disso, vivemos, sim, submetidos à ditadura da felicidade. Basta olhar ao redor. É ela (a felicidade) quem nos governa, quem dita as regras a serem seguidas. É ela, enfim, quem está no comando.
Dia desses, em meio a uma conversa descontraída com um amigo, fui surpreendida com a seguinte pergunta: “Qual é, pra você, o sentido da vida?”.
Ingenuamente, respondi que aqui estamos, todos nós, em busca de amadurecimento, na esperança e com o objetivo de crescermos e evoluirmos, tornando-nos seres humanos melhores.
Percebi que o amigo me olhou torto e a impressão que tive foi de que, lá no fundo, ele se sentira injuriado com a minha resposta. Penso mesmo que ele se segurou para não dizer que eu estava completamente enganada, que não era nada daquilo, que o sentido e a razão da vida eram a busca da felicidade. E foi assim que, quando lhe devolvi a pergunta, ele respondeu, com entusiasmo: “Estamos aqui para sermos felizes. Estamos todos em busca da felicidade”.
E aquele bate-papo me fez refletir sobre o quanto somos reféns dessa tal felicidade. Sim, porque tudo o que fazemos é em prol dela. Parece ser ela a finalidade de todos os nossos projetos, de todas as nossas atitudes, de todo o nosso esforço e até das nossas economias.
E onde estará ela, afinal? Alguém aí, por acaso, já a encontrou?
Na sociedade em que vivemos, é comum que a felicidade esteja associada à aquisição de algum bem de consumo. Fica-se feliz com a compra de um carro novo, com a troca do apartamento, com a tão sonhada viagem à Europa. Ou mesmo ao se ganhar um sapato novo, aquele vestido que vinha sendo paparicado na vitrine ou o CD da banda favorita.
Mas a felicidade vai bem além disso. É algo imaterial, que não pode ser tocado. É um estado de espírito, que precisa ser diariamente exercitado para ser mantido. Deveria ser encarada como consequência natural de nossas atitudes, e não como resultado necessário delas.
Em outras palavras, não se trata de correr atrás de um determinado sonho “para ser feliz” ou “com o objetivo de ser feliz”. Melhor é persegui-lo, com unhas e dentes, por crer que aquele é o melhor caminho a ser seguido. A felicidade é que venha, espontaneamente, se e quando puder, e não a qualquer preço, porque ela, na verdade, não tem preço.
Enquanto estivermos nessa busca incessante e desvairada pela felicidade, ela continuará nos dominando, controlando nossos passos e cerceando nossa liberdade. Continuaremos, sim, sob seu comando.
Encaremos a vida como uma excelente oportunidade de crescimento. Pratiquemos o bem, cultivemos o amor ao próximo. Sejamos honestos e humildes. Tomemos o caminho que nos pareça mais adequado. E deixemos que a felicidade venha naturalmente ao nosso encontro, sem cobranças, sem exigências, mas apenas como resultado das escolhas certas que fizemos.
​

Inserida por silviatibo

Para uma bailarina.

Não existe coisa mais bela
Talvez nem tamanha felicidade
De voltar o meus olhos e vê-la.
Como em uma dança, a sua complexidade,
Sua voz como música clássica,
Seu andar como ballet,
E você, um quadro da beleza da primeira mulher.

Fico triste em saber
Que você sofreu com o amor,
Uma bailarina sem soldado,
Que desperta em mim um clamor,
De guardá-la em uma caixinha com a mais bela canção,
Para evitar que sofra, e dance
E darei valor na sua mais insignificante ação.

Inserida por vitorap

A felicidade está em saber que existe alguém que nos ama na mesma medida que a amamos, senão maior.
A felicidade está em receber o amor, o carinho, a compreensão, o respeito e o afeto que as vezes nem merecemos.
A felicidade está em dividir nossos sonhos e desejos com alguém que se importa com eles. A felicidade está em ti... Meu sonho

Inserida por patriciafernanda

A FELICIDADE
Os seres humanos perguntam:
O que é a Felicidade?

A Felicidade muitas vezes,
torna-se um sentimento quase que abstrato
e impossível de realização.
Porque os momentos são muito curtos,
aparece e desaparece de forma sutil,
como num passe de mágica.

Essa busca é constante, mas não seria porque
nós é que somos inconstantes?
Como e onde será que encontraremos a verdadeira Felicidade?

Quando viemos a esse mundo, foi em missão de serviço.
O nosso pai cheio de amor nos presenteou com o dom da Vida e,
colocou em cada um de nós, um tesouro, a Felicidade!!!.

Sabemos que estamos aqui para evoluir,
em busca da sabedoria, do auto conhecimento, e da transformação.
Seja através do amor ou da dor.

Em nossas vidas aparecem anjos e demônios,
alegrias e tristezas.
Os desafios e os sacrifícios são constantes,
mas como diz o provérbio,
D'us dá o frio conforme o cobertor,
porque D'us é pai.

Somos nós os únicos responsáveis pelas nossas ações.

Somos energia pura,
temos o dom da materialização!!!
Se fizermos e seguirmos a corrente do bem,
receberemos amor.
Se semearmos vento, colheremos tempestade.

Vamos fazer o nosso auto conhecimento
sem julgar o nosso próximo.
Saber exatamente como somos,
conhecer nossos limites e a força de nossas energias.
Somente assim poderemos praticar ações em nome do amor
E ensinar ao próximo,
que é dando que se recebe.

Vamos seguir nosso caminho, numa estrada colorida
Transformando os pedregulhos em pedras preciosas.

Essas pedras preciosas, todas, sem exceção,
pertencem àquele tesouro!!!
Vamos tirar o cadeado e derramá-lo sobre nós!
Deixando que a Felicidade ilumine nossos caminhos
e deixar os rastros para os nossos seguidores.

Ser Feliz é aceitar o presente de Deus !!!

Inserida por Waldetes

Saber perdoar é saber amar, saber amar é saber ser feliz.
Querer a felicidade do próximo é querer sua próprio
felicidade.
Ser humilde é ser do bem.
Não temer em superar os obstáculos da vida, é ser capaz
de fazer o impossível.
Querer aprender cada dia mais é pensar no futuro.
Saber dizer "NÃO" é saber que aquele "NÃO" vai fazer bem
a de alguma maneira em sua vida.
Dizer "NÃO" pode ser o caminho da felicidade.

Inserida por larissacavalcantee