Textos Ausencia o Amor
Enquanto eu viver,
aqui farei com que meu amor
não esqueça o meu nome
Vou permanecer diariamente
em tuas lembranças
Acredito que o amor
verdadeiro não morre..
Vou cuidar,
adubar,
regar para que
fique para sempre
E quando estiver com ele
vou determinar ao tempo
que pare!
..
Ame-se, pois o amor-próprio é o caminho para o sucesso.
Se não nos amarmos, quem nos amará? Se não nos
cuidarmos, quem cuidará de nós? Se não formos pacientes conosco, quem será? Se não nos perdoarmos, como aprenderemos sobre o perdão que cura nossa alma e acalma nossos temores interiores? Se não formos humildes conosco, como conheceremos a paz, a calmaria e a mansidão que nos levam a viver em harmonia conosco? Por essa razão, devemos aprender a olhar para o nosso interior com a percepção e óptica do amor, da humildade e do perdão, se quisermos encontrar o sentido e a motivação que nos levam a viver cada momento.
O obstinado e incansável amor de Deus por nós
Deus nos ama tanto que nos concedeu o livre arbítrio para escolhermos viver guiados pelo poder transformador de Seu amor ou seguir nossa condição natural, pecaminosa e continuamente má. Ele jamais desiste de nós, amando-nos com um amor-perfeito, incondicional e imensurável. Sua graça infinita e repleta de misericórdia não conhece barreiras para nos abençoar, nos libertar de nossos temores e traumas internos, mostrando-nos o caminho perfeito para Sua redenção eterna. Ele nos ama de tal maneira que nos deu o privilégio de sermos chamados Seus filhos amados, por meio de nossa nova vida em união com Cristo.
Hoje completa exatos 150 dias, meu amor!
150 dias que você chegou pra completar a nossa família.
150 dias de um amor incondicional!
150 dias em que abdico de mim para cuidar de você — e se você quer saber, não me arrependo nem um pouco disso.
Um dia, eu pedi pra Deus alguém que eu amasse com todo o meu coração…
E Ele, com toda bondade, me enviou você.
Se eu tivesse mais 10 vidas, pediria somente para ser sua mãe em todas elas.
Eu amo você.
Amo ser sua mãe, amo cuidar de você, amo até as noites sem dormir, as madrugadas acordadas e os chorinhos que só uma mãe sabe decifrar…
Eu te amo, meu filho, minha dádiva.
era só um amor.
mas me fez esquecer
onde deixei minha dignidade.
não era fome.
mas parei de comer.
não era febre.
mas tremi quando ele disse que não sabia o que sentia.
eu, que sempre fui boa de ir embora,
fiquei.
como quem erra de propósito
só pra ver até onde aguenta.
abri mão do sono,
da lógica,
da escova de dente,
do aviso que dizia “não ultrapasse”.
troquei o arroz com feijão
por silêncios indigestos.
troquei o básico
por tudo que me fazia doer
mas que me fazia sentir.
e eu, no fundo, prefiro o que machuca
ao que não faz nada.
ninguém me avisou que
o amor que a gente aceita
diz mais sobre o nosso vazio
do que sobre o outro.
ele nunca prometeu.
mas também nunca foi embora.
e essa presença que não assume.
foi o que mais me corroeu.
me deixei amar como quem se deixa atropelar devagar:
primeiro a perna,
depois a vergonha,
por fim, a parte que ainda dizia
“isso não é amor”.
não é que eu não soubesse.
é que eu já tinha aceitado morrer bonita
na beira da estrada.
Juliana Umbelino
o amor que me tirou da categoria de sobrevivente
aconteceu sem anúncio.
um gesto despretensioso
e, de repente, eu estava rindo.
rindo de verdade!
sem o dente de trás doendo,
sem a pressa de acabar logo.
e eu que já tinha ensaiado tantas fugas,
fiquei.
não por esperança.
era por vergonha de não saber
como recusar um afeto
que não me pedia nada.
ele não me fez voar.
mas, pela primeira vez,
meus joelhos não tremiam por medo.
com ele, eu parei de ser
uma mulher que espera.
e comecei a ser uma mulher que respira.
em voz alta.
com respiração feia mesmo.
daquelas que ninguém edita
pra caber num story.
ele olhava pra mim como quem diz:
“é, você tem partes ruins.
que bom.”
e eu fui abrindo gavetas que nem lembrava ter.
fui pendurando as armaduras.
fui perdendo o medo
de ser tocada
sem que isso significasse
contrato ou colapso.
tudo nele era verdade que não doía.
e, por isso, doía um pouco.
porque eu aprendi a desconfiar
de qualquer lugar onde meu nome
não viesse com grito.
com ele, o amor não era destino,
era desvio.
uma linha torta
onde eu quis morar um tempo
sem precisar arrumar as malas.
e foi ali, entre um gesto idiota
e um silêncio sincero,
que eu entendi:
não era sobre me completar.
era sobre parar de me mutilar pra caber nos amores anteriores.
ele me quis inteira,
mesmo com os ossos fora do lugar.
e isso, pra mim,
foi o suficiente
pra nunca mais aceitar o suficiente.
Juliana Umbelino
Sobre a Paz e o Amor ... 🕊♡
"♪
Isso me acalma, me acolhe a alma
Isso me ajuda a viver...." ♪🎧
(Marisa Monte)
...Que cada toque, acalme a alma.
E o encontro venha acalentar o coração,
unindo opostos e trazendo a chama que
transforma e alimenta as nossas vidas.
O Amor...♡
________
©Aline Hikelme
©Textos de autoria de Aline Hikelme
Direitos reservados conforme artigo (Lei 9610/98)
AlinneH / Ano 2022
Sobre um lugar...ツ
Cultura de um lugar.
Amor, força e trabalho árduo.
Suor,entrega,esperança
Como explicar tanta beleza?
O ser e o ter em uma sinergia.
O homem, a rede, o mar.
Penso na parceria.
Que sintonia linda de olhar.
________
©Aline Hikelme
©Textos de autoria de Aline Hikelme
Direitos reservados conforme artigo (Lei 9610/98)
AlinneH / Ano 2022
Mãe. Uma palavra tão pequena onde cabe um universo tão grande, um amor infinito.
Falando em amor, foi você, mãe, que me ensinou tudo sobre amor, sobre devoção. Foi com você que aprendi sobre amor incondicional. Sempre que via você trabalhando duro pra me dar a melhor educação. Sempre que você me dava atenção, mesmo quando estava muito cansada.
É um pouco desse amor que eu tento colocar em tudo o que faço. Se eu me esforço tanto, é para retribuir um pouco de tudo o que você já fez por mim. É para te dar orgulho, mãe. Para você olhar para trás e pensar que todo o trabalho valeu a pena. Tudo por você! Te amo infinito!
Mãe, como eu sou privilegiada por ter nascido sua filha!
Você me alimentou com todo o amor do mundo, passou muitas noites sem dormir pra acalmar meus choros, segurou minha mão quando comecei a dar os primeiros passos. Você foi minha primeira amiga verdadeira, aquela que sempre torceu por mim e me apoiou. E mais ainda, aquela capaz de abdicar tudo para me ver feliz e saudável.
Mãe, se eu um dia me tornar pelo menos um pedacinho da mulher que você é já estarei muito realizada. Obrigada por estar sempre presente. Obrigada por ser minha mãe. Eu te amo até o infinito!
O amor sendo amor
O amor quando é amor flui, se encaixa…
O amor quando amor não exige, não pede…
Ele acontece e tudo caminha em sentimentos e propósitos iguais.
O amor vai muito além do corpo que esquenta, ele está na paz que apascenta. Porque o calor se finda e quando você menos espera o relógio da vida correu depressa demais e o que resta é a sala fria de uma sala, com porta retratos que te fazem lembrar de estórias…histórias…, momentos que Deus te deu e você nem percebeu.
O amor é certeza, é a vontade de realizar os sonhos em união, comunhão, e compreender que a palavra ego não existe dentro do verbo amar.
Amar é ser o colo que apazigua todas as tormentas, é a segurança, o ato genuíno de confiar, zelar e não apenas de querer o bem, mas de fazer com que o bem se concretize em atitudes.
Amar não é reciprocidade, o amor é a sincronicidade das almas.
O amor é a paz, a leveza de realizações, o cuidado de um abraço inesperado, um beijo roubado, uma toalha perfumada ali no banheiro, o amor na sua grandeza são os detalhes…
O amor é paciência, o equilibro, um grau de intimidade que só o amor conhece, uma linhagem rara que poucos conhecem.
Mas por maior que este amor seja as vezes precisamos aceitar que existem amores que serão eternos mas não estarão mais a seu lado nesta vida.
Re Pinheiro
Teus caminhos
Se encontraram
em meus passos
Enquanto o Amor
nos acompanhar
Que não termine
Está carona
Viajo em seus olhos
Como um trem fantasma
Em busca de terminar
Como o único condutor
De seus, lábios
Ela Repousa em meu, peito
Porém Jamais poderei tê-la;
Como posse!
homens são apenas turistas
Relações afetivas
São construções
Não albergue
Uma menina que sonha em ser, amada
Deve ser, sempre sua própria casa.
É ano de copa e o que isso me lembra? É uma boa pergunta. Gosto de lembrar que meu amor, antes de ser vermelho, já foi verde e amarelo. Ao caminhar pelo centro da cidade e vislumbrar chuteiras penduras e camisas da seleção, lembro-me de uma antiga época que não me parece tão distante, em que podia viver de exageros.
Sempre gostei de circos, teatros e livros, por isso nunca perdia uma oportunidade de me fazer de palhaça, atriz e de Emília, boneca de pano tagarela. Saudades de ser menina outra vez, de me descabelar, chorar por dias pelo término de Britney e Justin ou de quando sonhava em ser a jade da novela “o clone”. Saudades de uma copa do mundo em que o Brasil foi o grande campeão, mas quem entrou em campo mesmo foi o amor.
Consigo me lembrar da pequena Carlinha, que viu seu ódio por futebol se transformar quando o primeiro amor esbravejou, inocente, balançando uma bandeira verde e amarela, nos gritos de um menino travesso. Parecia que um estádio inteiro gritava na boca do meu estomago. E só tinha uma grande certeza, o amor poderia ganhar de goleada naquela tarde.
Sinto saudades de como as coisas eram simples, enfeitávamos a rua com bandeirolas e parecia não haver diferenças entre nós. Os vizinhos pintavam suas casas com as cores do Brasil e lá estava eu, apaixonadinha pelo neto da vizinha, dona Maria. Ele se chamava Ronaldo, exatamente como o nome do jogador. Eu, menina, que não entendia nada, me fiz de sabida. O brasil foi campeão naquele ano, e eu ganhei um amor de copa do mundo.
Assistimos juntos a França passando vexame, a Turquia fazendo o gol mais rápido da historia. Quase tão rápido quanto o nascimento do amor, no coração de uma jovem menina de 12 anos. Ronaldo chorou no embate Brasil x Alemanha e eu, prestativa, segurei sua mão durante toda a partida e Jamais me esquecerei do abraço que ele me deu quando a vitória foi anunciada. Não sei o que a vida fez de Ronaldo, que se mudou com a avó logo depois, mas toda copa do mundo eu me lembro dele, e reascendo no peito a esperança de encontrar o meu amor balançando uma bandeira verde e amarela.
Decida perdoar, para que o amor de Deus possa te curar.
Em cada um de nós existe um vazio que só pode ser preenchido pelo amor de Deus. Quando permitimos que esse amor tome conta de nossas vidas, experimentamos uma transformação profunda em nossas vidas.
Por isso, é essencial perdoar aqueles que nos ferem. O perdão abre espaço para que o amor de Deus nos cure, aliviando as dores causadas por traições, rejeições e dificuldades. Amar com um amor imparcial, incondicional e gentil é o caminho para a cura da alma.
Jesus, a expressão viva de Deus, nos mostrou que amar como Ele amou não é fácil. Mas, a cada dia, o Espírito Santo nos revela que o amor é a única maneira de encontrar paz, alegria e contentamento genuíno, mesmo em meio às adversidades e conflitos internos e externos que enfrentamos.
Nada pode parar o amor de Deus
Não podemos compreender o amor imensurável e incondicional de Deus por nós. Ele, a cada momento, de uma maneira incessante e obstinada, busca nos levar de volta à santidade e ao primeiro amor por Ele.
Com isso, aprendemos que esse amor perfeito é a razão de não sermos consumidos pelos nossos próprios pecados e transgressões.
Mas, Ele, como um Pai amoroso que ama profundamente seus filhos, sempre busca nos conduzir, através da sua misericórdia, à compreensão de que Ele corrige aqueles que Ele tanto ama.
Redescobrindo a Vida: O Amor de Deus como Caminho
Deus nos ama de uma maneira imensurável, e Sua graça, amor e bondade nos convidam constantemente a retornar à santidade e ao primeiro amor por Ele. É nesse retorno que descobrimos que Seu amor é o único caminho para uma vida plena e abundante. Alicerçados nos princípios imutáveis e perfeitos de Sua Palavra, viva e eficaz, encontramos libertação das amarras e prisões espirituais do pecado.
O poder de valorizar-se
O amor não se compra, conquista-se. Deveríamos nos amar mais e julgar menos. Deveríamos permitir que tudo o que precisa sair de nossas vidas, vá embora de fato. Não impedir pessoas de seguirem seu caminho se não desejam mais a nossa companhia. Isso é uma questão de amor-próprio e de respeito à vontade alheia.
Nada deveis a ninguém, senão o amor.
Nunca, na história, o amor foi tão raro e escasso como na presente atualidade que vivemos. É o amor que tempera os relacionamentos, dá sentido à vida, ressignifica nossa história e nos capacita para vivermos de uma maneira totalmente nova todos os dias. É por meio dele que não adoecemos emocionalmente, espiritualmente e nos relacionamentos. Ele é o vínculo com a perfeição em tudo o que fazemos e, sem ele, nada tem valor, propósito e sentido.
quando estou contigo
tanto amor me invade
que dói o peito viver
tão doce realidade
mas quando te vais
invade-me a dor da saudade
a dor de tua ausência
com toda a sua crueldade
não hei de reclamá-la
pois sei em verdade
que é a forma de te ter
na minha soledade
cada instante
e em cada pensamento
a dor é também um jeito
de te ter por dentro
A Cruz de Cristo era para nós
Jamais testemunharemos na história um amor tão intenso, imensurável, verdadeiro e perfeito como o de Jesus por nós. Esse amor incondicional, que nos conduz à plena redenção e salvação, teve um preço altíssimo e impagável que somente Jesus poderia pagar.
Ele fez isso para nos libertar do cativeiro do pecado e da escravidão espiritual. A Sua Cruz era para cada um de nós, e Ele levou nela todas as nossas doenças e pecados. Deus fez Dele, e através Dele, a nossa justiça diante de Deus.
