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O PESO DE SUMIR.

Sumir não é desaparecer do mundo. É retirar-se do excesso. É calar onde o ruído se tornou moralmente insuportável. É um desejo que não nasce da covardia, mas do cansaço antigo de existir sem abrigo. Há quem deseje sumir não para morrer, mas para finalmente respirar fora da vigilância alheia.
Na vida a dois, o desejo de sumir assume outra densidade. Não se trata apenas de fugir de si, mas de ausentar-se do olhar que cobra constância, presença contínua, resposta imediata. Amar também cansa quando o amor é vivido como obrigação de permanência absoluta. O convívio diário pode transformar-se em tribunal silencioso onde cada gesto é julgado e cada silêncio interpretado como culpa.
Sumir, então, passa a ser um pensamento recorrente. Não como traição, mas como defesa. Um recolhimento íntimo onde a alma tenta reorganizar-se longe das expectativas. Há amores que não percebem quando o outro precisa recolher-se para não quebrar-se. E há silêncios que não são abandono, mas súplica por compreensão.
O peso de sumir é carregar a ambiguidade de querer ficar e, ao mesmo tempo, desejar não ser visto. É amar e sentir-se exausto. É desejar o colo e, simultaneamente, a solidão. Na vida a dois, esse peso se agrava porque o sumiço nunca é neutro. Ele sempre fere alguém, mesmo quando é necessário.
Entretanto, ignorar esse desejo é mais perigoso. Quem nunca pode sumir um pouco acaba desaparecendo por dentro. O afastamento consciente pode ser mais honesto que a presença vazia. Às vezes, amar exige a coragem de permitir que o outro se recolha, sem transformá-lo em réu, sem exigir explicações que nem ele mesmo possui.
Desejar sumir não é negar o amor. É tentar salvá-lo do desgaste. É compreender que a vida a dois só permanece digna quando respeita os intervalos da alma. Permanecer não é estar sempre. Permanecer é voltar inteiro.
E somente quem aceita o peso de sumir com lucidez descobre que o verdadeiro compromisso não é com a presença constante, mas com a verdade silenciosa que sustenta o vínculo mesmo quando o mundo exige máscaras.

Inserida por marcelo_monteiro_4

NO INTERIOR DA SOMBRA.
Há um quarto dentro de mim
onde a luz entra devagar
como quem pede licença ao sofrimento.
Ali guardo versões antigas de mim mesmo
rostos que sorriam por dever
silêncios que sangravam por dentro.
Carrego uma ternura exausta
que não aprendeu a abandonar
mesmo quando tudo já havia partido.
Existe um cansaço que não vem do corpo
mas da consciência.
É o peso de perceber-se falível
e ainda assim desejar ser digno.
Às vezes sinto que sou feito de ausências.
Caminho entre pessoas
como quem atravessa corredores de vidro
temendo quebrar-se ao menor toque.
O coração não grita.
Ele pensa.
E ao pensar
recorda cada gesto omitido
cada afeto não entregue
cada palavra que poderia ter salvado uma tarde.
Sou delicado demais para o ruído do mundo
e severo demais comigo mesmo.
Habito essa contradição
como quem aceita morar em ruínas elegantes.
Há beleza na tristeza
quando ela não se torna espetáculo
mas reflexão.
Ela ensina a ouvir o invisível
a reconhecer a fragilidade como matéria nobre.
Não quero aplausos
quero coerência.
Não desejo fuga
quero compreensão.
Se sou feito de sombras
que sejam sombras conscientes.
Se falhei
que o erro me eduque.
Se doeu
que a dor refine.
Porque a verdadeira grandeza não está em nunca cair
mas em transformar cada queda em consciência mais lúcida
e seguir.

Inserida por marcelo_monteiro_4

ONDE A PALAVRA SE EXTINGUE E O SER SE REVELA.
Há experiências humanas que ultrapassam a jurisdição da linguagem. O discurso organiza, delimita, conceitua. Contudo, certos afetos não cabem em definições. Eles irrompem na consciência como forças originárias, anteriores à própria formulação racional.
O amor, nesse horizonte, não é mera emoção episódica. Ele constitui uma modificação estrutural do ser. Quando alguém se reconhece transformado pela presença do outro, não está apenas vivenciando uma sensação agradável. Está experimentando uma reconfiguração delicada. A alteridade deixa de ser exterioridade. Torna se dimensão interna da própria identidade.
A linguagem falha porque opera por abstração. O afeto, porém, é experiência concreta e totalizante. Ele envolve corpo, memória, expectativa, imaginação e vontade. A palavra descreve fragmentos. O amor unifica. Por isso, diante da intensidade afetiva, o sujeito frequentemente declara sua impotência verbal. Não é pobreza intelectual. É excesso de realidade.
O encontro autêntico com o outro possui densidade metafísica. Ele suspende a trivialidade do cotidiano e inaugura uma nova percepção do tempo. O instante compartilhado pode adquirir qualidade de eternidade psicológica. Não porque o relógio pare, mas porque a consciência se dilata. A experiência torna se qualitativa, não apenas quantitativa.
O toque, o olhar, o sorriso, são gestos aparentemente simples. Contudo, encerram uma simbologia profunda. O corpo não é mero instrumento biológico. Ele é veículo de sentido. No gesto, o invisível torna se visível. A interioridade manifesta se sem necessidade de longos discursos. O silêncio entre duas pessoas que se compreendem pode possuir mais conteúdo do que tratados inteiros.
A separação, por sua vez, revela outra dimensão da experiência amorosa. A ausência não anula o vínculo. Pelo contrário, evidencia sua interiorização. Quando o outro não está fisicamente presente e ainda assim permanece ativo na consciência, percebe se que o amor não depende exclusivamente da proximidade espacial. Ele inscreveu se na memória, tornou se parte constitutiva da estrutura psíquica.
Do ponto de vista psicológico, tal fenômeno demonstra que o afeto genuíno reorganiza prioridades e valores. Ele desloca o centro do ego para uma dinâmica relacional. O sujeito deixa de existir apenas para si. Passa a existir também em função de um nós. Essa passagem do eu isolado ao eu partilhado representa uma maturação da personalidade.
Há ainda um aspecto decisivo. O reencontro. Toda vez que duas consciências se aproximam após a distância, ocorre uma espécie de renovação existencial. O amor autêntico possui a capacidade de recomeçar. Ele não se limita ao impulso inicial. Ele se confirma na constância, na decisão reiterada de permanecer.
Sob uma perspectiva mais ampla, pode se afirmar que o ser humano realiza sua plenitude não na autossuficiência, mas na comunhão. A experiência do amor revela a estrutura relacional da existência. Somos constituídos pela abertura ao outro. A solidão absoluta não é ideal de grandeza. É empobrecimento ontológico.
Assim, quando as palavras se mostram insuficientes, não se trata de fracasso. Trata se de reconhecimento. Há dimensões da vida que não se deixam circunscrever por definições. Elas exigem presença, entrega e silêncio reverente.
O amor, em sua forma mais elevada, não é espetáculo emocional. É uma escolha reiterada, uma disposição ética, uma decisão de permanecer e de elevar o outro consigo.
E quando o verbo já não alcança, resta o gesto. Quando o conceito se esgota, resta o olhar. E quando tudo parece silencioso, é precisamente ali que o ser fala com maior verdade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠"...Então, em ti me deixo como raiz estendida,
E teu corpo é meu chão revelando simétricas profundidades.
Assim, a cada instante vou me aprendendo afeto colhido.
Entrelaço-me dessa razão, que mesmo ao arder, consagra:
Amar, é uma alegria que ao também doer, nos ascende e nasce..."
Carlos Daniel Dojja
In Fragmento Poema Raiz Amadurecida

Inserida por carlosdanieldojja

⁠"....Fiz até uma promessa, que vivo a suplicar.

Quando minha hora chegar,


Esperem a noite alta e me joguem inteiro no mar.

Vou virar mistura de lama, coberto de calcário, envolto de sal,


Para nascer como pedra, estendido a beira mar.

Então, nem queira saber, que alegria será,


Eu me vivendo banhado de ondas, a relembrar,

Toda a vida que viceja, quando se descobre um olhar...."


Fragmento Poema O QUE JOÃO ME CONTOU
- Em homenagem a João que já virou Pedra no Mar do Sul

Inserida por carlosdanieldojja

O mal do século não é a depressão, é a total falta de compaixão pelo próximo

O mal do século não é a depressão. A depressão é a consequência, não a raiz; ela é o fruto da total falta de compaixão pelo próximo. Seja o próximo um amigo, animal, desconhecido, um familiar. Cada dia mais sentimos a falta de emoção, a dificuldade em se emocionar, de enxergar o outro. Percebemos isso até mesmo nas crianças. As pessoas não se emocionam mais tão facilmente. É mais fácil ignorar. Não sobra tempo. E a compaixão vem dos sentimentos. É a forma mais expressiva do amor.

Compaixão não é razão, é emoção, são tripas e vísceras que se contorcem por dentro.

A compaixão vem do coração, do bem-querer. Não existe na compaixão uma rua de mão dupla. É doação.

Sentir compaixão não é sentir pena. Sentir compaixão não é ser politicamente correto. Sentir compaixão não é a gorjeta do garçom ou a esmola do mendigo. Sentir compaixão não é a caridade do dia.

A falta da compaixão traz julgamento, indiferença, depressão, vazio, maledicência, tragédia.

Sim, somos criaturas imperfeitas: erramos, julgamos, ofendemos, magoamos, matamos, mentimos, omitimos, traímos, somos desleais. Falamos muito em Deus, o amor de Jesus por nós, pregamos, ditamos... mas só ficamos na teoria, não praticamos absolutamente nada.

Não podemos exigir do outro aquilo que não somos, que não praticamos nós mesmos.

Eu sei, é difícil se controlar, dominar as palavras, a língua, o impulso. Dominar à si mesmo é a mais dura das missões. Levei boa parte da minha vida para admitir isso e me olhar no espelho e me questionar: "Quem sou eu para julgar? Com que direito eu tinha de ter feito ou dito aquilo?".

Quem é você para julgar? Quem é você para impor seus valores e suas idéias?

Quem somos nós para determinarmos o que é certo ou errado para aquela pessoa? Quem sou eu ou quem é você para apedrejar alguém por seus atos, mesmo sendo esses atos desleais? Quem somos nós, para ao menos, não tentarmos perdoar?

E quase sempre, temos aqueles mesmos defeitos que criticamos. E um dia, quem sabe, cometeremos os mesmos atos de quem apedrejamos. Senão nós, nossos filhos, netos...

Algumas pessoas se acham no direito de controlar nossos sentimentos, nossas vidas, nossos gestos. É mais conveniente ser bom moço, ser politicamente correto, aderir à massa, para sermos aceitos e respeitados. Usamos máscaras para podermos viver em harmonia e em sociedade. Tratamos o outro como mercadoria. Um vale mais do que o outro. Um importa mais do que outro. Eu ajudo um mais do que o outro. Pisamos e esmagamos no coração do outro. Levamos e trazemos informações. Ignoramos a tristeza do outro, dizemos que sua depressão é frescura, é preguiça, não nos importamos. Mas nos lamentamos diante de um caixão.

Se exercitássemos a compaixão, enxergaríamos a vida e veríamos o próximo com menos arrogância e mais afeto. Desceríamos de nosso castelo de cristal e não prejudicaríamos e nem sentiríamos o sádico prazer em fazer o mal, em prejudicar alguém. Nunca é tarde para recomeçarmos e estendermos nossas mãos. Oferecer nosso ombro. Algumas pessoas tomam as rédeas, outras, esperam. Tudo a seu tempo. Tudo se ajeita.

Mais do que se solidarizar com o próximo, a compaixão transforma você, te faz uma pessoa mais humana, menos egoísta, desprendida de materialismo, de soberba, te afasta da ostentação fútil, e o principal, enche de VIDA, de paz e esperança os dias de alguém.

A compaixão tem poder. E o maior poder que ela tem é o de salvar vidas....


Autora: Aurilene Damaceno

Inserida por aurilene

Não podemos esperar que vamos encontrar a felicidade em se ter alguém ao nosso lado. Não podemos transferir a responsabilidade da nossa felicidade para mãos de outra pessoa. A felicidade só é conseguida quando entendermos que para sermos felizes, precisamos aprender a dar e a receber. Não podemos obrigar outra pessoa a nos dar o que não querem. Só poderemos ser felizes no momento em que nos reconhecermos como filhos de Deus e que estamos aqui em uma longa caminhada de aprendizado. No momento em que conseguirmos aceitar todas as pessoas como são, sem tentar muda-las, pois, cada um tem seu próprio tempo para as mudanças necessárias para sua evolução. No momento em que aprendermos a não exigir que alguém nos ame da mesma maneira que a amamos. No momento em que perdoamos a alguém que tenha nos ofendido, pois sabemos que muitas vezes também ofendemos e precisamos de perdão. Todos nós podemos ser felizes, basta somente não esperar que ela venha de fora, mas sim de dentro de cada um.

Busquei no horizonte uma forma nova de ser feliz... mas não encontrei! Busquei na meia-noite uma maneira suave de sonhar... não adormeci! Busquei, então, onde a razão não pode alcançar, fui dentro de mim, bem profundo e quase sem querer te descobri por entre letras mágicas e risos escondidos... te achei!

Não procure a pessoa mais linda, procure alguém que te faça feliz, que seja parceira, te faça rir, te acompanhe em uma festa, um passeio ao parque ou um cinema, alguém saia com os seus amigos mas que entenda que você as vezes precisa de um tempo só para eles e ela só para os dela, que saiba que não precisa ficar com você 100% do seu tempo mas que de valor ao tempo em que vocês passam juntos.. não digo que beleza não é importante, mas eu acho que fica em segundo plano quando se procura alguém que possa mudar a sua vida e fazer você perceber por que não deu certo com nenhuma antes...

Os verdadeiros cristãos são os mais felizes, porque não sofrem de vazio existencial. Pois tem no coração o firme fundamento, reconhecem quem os trouxe e para onde vão. Sendo assim; não vivem cheios de interrogações a procura do nada. Conseguem tirar mais proveito do tempo, sabem viver com intensidade e satisfação do amor e das demais coisas que Deus lhes proporcionou.

Estamos colaborando para um mundo melhor, quando vivemos melhor! Seja alegre e espalhe esta alegria sempre, e em qualquer lugar que você estiver. Mesmo diante das dificuldades que por acaso aparecerem, se lembre da sua imensa força interior. Contagiar o mundo com sua alegria interior, é uma excelente maneira de colaborar!

O mundo gira muito rápido e quase nos engole diariamente. Eu acho que vale tudo para ser feliz. Menos passar por cima dos outros (e afogar nossos valores). Não entendo quem se sente infeliz e se contenta com pouco. Eu, que sempre quis muito, não consigo acreditar em quem aceita viver uma vida medíocre, com um trabalho que não satisfaz, uma relação que não acrescenta e uma rotina que só dá desgosto.

Felicidade. Cada um tem seu jeito para definir o que é. Muitos definem apenas a palavra, pois nunca sentiram realmente o sentimento. Mas o que é felicidade? É um sentimento almejado por todos, conseguido por poucos, às vezes chegamos a pensar que nunca iremos encontrar esse sentimento em sua forma pura. Dizemos que as crianças são felizes e não sabem, mas ser feliz não condiz com o que os outros dizem, a felicidade está para nós como algo inalcançável. Quando somos crianças, queremos ser mais velhos; quando crescemos queremos voltar a ser crianças; quando temos alguma coisa, pensamos em sempre melhorá-la, nunca nos satisfazemos com o que temos ou vivemos. Então por aí tiramos a conclusão de o que é felicidade. Felicidade é conseguir nas coisas mais simples, nas atitudes mais bobas, em todas as pessoas aquele curto momento em que esquecemos de tudo e apenas conseguimos sorrir.

“Tomara que quando eu morrer de verdade alguém tenha a feliz idéia de me atirar num rio ou coisa parecida. Tudo, menos me enfiar numa porcaria de cemitério. Gente vindo todo domingo botar um ramo de flores em cima da barriga do infeliz, e toda essa baboseira. Quem é que quer flores depois de morto? Ninguém.”

Posso não ser tudo pra você, mas prometo ser o melhor que puder, posso não saber te fazer 100% feliz, mas darei 100% de mim tentando e se ainda assim eu não conseguir, sairei da sua vida da mesma forma que entrei, você não estará mais feliz do que esta agora, mas JURO que não te deixarei sofrendo;

Aprendi que devemos ser feliz acima de tudo e todos, se alguém tenta te derruba não se incomode, por que quem cai levanta e levanta mais forte então viva a vida e não ligue pro que os outros vão dizer a final ninguém tem nada a ver com o que você faz ou deixa de fazer, seja você mesmo e não mude por ninguém.

Eu escolhi ser feliz, não olhando para as dificuldades como um fim para os meus sonhos, deixando de olhar os defeitos dos outros e encarando os meus de frente, parando de ter tanta desconfiança dos outros pois eu posso decepcionar também, tentando mudar minha imagem de dura e deixando aparecer meu coração mole, saindo do salto e olhando no olho dos outros, parando para pensar e esperando o tempo certo de tudo em minha vida, voltando a escrever o que eu sinto das coisas, pois isso vai me ajudar muito daqui a algum tempo, tendo o meu ministério como a coisa mais importante na minha vida pois esse foi o principal presente que Deus me deu, e finalmente tentando demonstrar o valor que cada pessoa que me rodeia tem pra mim, porque daqui a alguns segundos pode ser muito tarde.

E agora? Teu pedaço de céu desabou, tua alegria acabou, o sonho de amor terminou, passou da vida pra história... o que te resta é memória, esta que fere, que corta, corrompe, dilacera, transforma o mundo ao teu redor num quadro fúnebre, sem cores, cheio de amargura e dissabores... Por que o amor é tão ingrato assim? Sempre me faz gostar de quem não gosta de mim...

Chega a hora em que o homem precisa se perguntar se ele quer uma vida de felicidade ou uma vida de significado. Querer os dois não pode ser feito. São caminhos muito distintos. Para ser feliz o homem precisa viver completamente no presente, nenhum pensamento no que aconteceu e nem no que vai acontecer. Mas uma vida de significado, o homem precisa apodrecer no passado e ser obcecado pelo futuro.

O amor é do bem, o amor vem pra somar não pra diminuir, para trazer paz, alegria e sorrisos, o amor é algo inexplicável, é algo que deixa sem folego que te leva as alturas, amor é carinho, é CONFIANÇA, é AMIZADE, é ser cúmplice um do outro, é compartilhar segredos, é desejar, e perguntar como foi o dia, amar é contar cada segundo para estar junto, amar é quer o bem de si próprio e do companheiro. Amor é assunto infinito, é risada garantida, é ciúminho bobo que não afeta a relação, é provocaçãozinha barata, é morder, é fazer birra, é mandar a PQP e depois encher de beijos, é querer e não querer, é frio e calor, é quente e morno, frio e gelado, É TUDO! É amar é tudo e sentir milhões de sensações infinitas, e mesmo que tentemos explicar não cabe a palavras definir.