Textos Alegres
Somos instantes
Vivemos os momentos
Com intensidade
Com sabedoria e conhecimento
Somos instantes
Vivendo com amor e sendo amado
Como a bibliotecária ama a cada livro da estante
Como cuidado para não ser desmanchado
Momentos passam despercebidos
O tempo leva cada segundo
Do desconhecido
Como o submundo, profundo.
O tempo só para no instante
Em que o último grão de areia tiver no fundo da ampulheta.
No fundo do teu coração
Tira a sandália do medo.
Descalça todo o temor.
Apesar das nuvens escuras
A luz virá trazendo destemor.
Interpreta o tempo.
Não se constranja.
A vida é bela...
Tudo no fim se arranja.
Abre a fechadura emperrada.
Escancara as janelas
Deixa o sol entrar...
Dos cantos escondidos da sala tua vida bela hás de resgatar.
Derruba as paredes da incerteza.
Equilibra-te na linha do tempo.
Tira do fundo do mar a paz, a alegria e toda a sua beleza.
Equilibra-te a avança.
Dança a mais bela das danças.
Rodopia no salão.
Conforto encontrarás sempre no fundo do teu coração.
Minha paz
O sol nasce bem cedinho.
Meus olhos brilham e se encantam.
Pássaros cantam por todo canto...
Um novo dia começa a nascer...
Quanta coisa linda nos espera pra acontecer.
Meu coração se enternece.
Minha mente se despolui da escuridão da noite...
Não há mais fantasmas a me perseguir.
Um novo dia vem aí pra me fazer sorrir.
Minha alma paira em uma dimensão em que há só amor e paz... empatia e colaboração.
Sinto as mãos que me amparam.
Sinto quem quer tirar a dor do meu coração.
Minha esperança renasce.
Meus olhos percorrem todos os recantos.
Vejo a cidade mansamente acordar...
Minha paz quero com todos compartilhar.
Olá, dia comum
Com você o Sol chegou... ou foi você que com o Sol chegou?
Abro a janela... tudo tão igual a ontem, a anteontem... a trasanteontem...
Esvoaça a cortina... o perfume das rosas do jardim... o canto dos pássaros... tudo tão ordinário... tão banal... tão usual.
O passante solitário...
O barulho da água do chuveiro... do café o cheiro.
A porta que se abre... o rangido do portão... a multidão. O corre-corre diário... as batidas... tum-tum... tum-tum... do coração.
Dia comum: o Sol nasce e se põe quase sempre no mesmo horário... uma rotina tão rotineira...
... diariamente, dia comum, você acontece: aparece e desaparece... sempre da mesma maneira.
Tudo tão trivial... nada de especial... só mais um dia no meio de tantos outros dias... nada fora do comum... nada incomum... nada insólito... tudo tão corriqueiro... tudo tão normal... natural.
Viver sua chegada... viver sua saída: eterna lida.
“Dia comum, deixe-me perceber o tesouro que você é. Deixe-me aprender com você, amá-lo, abençoá-lo, antes da sua partida.” (Mary Jean Iron)
Dia comum, deixe-me perceber que você é excepcional.
Gosto de Shakespeare...
Autoajude-se, diz ele; não fique sentado esperando que lhe tragam o que seu coração deseja.
Se gosto de Shakespeare porque batemos longos papos? E ele sempre me ajuda a resolver meus problemas? É aquele amigo com quem posso contar o tempo todo?
Não, não o conheci pessoalmente... conheço alguns de seus textos... como o que acabei de citar, por exemplo.
Vejam que interessante: autoajude-se, diz ele... não fique sentado esperandoque lhe tragam o que seu coração deseja - nada contra em receber uns agradinhos de quando em quando... mas não faça disso sua rotina.
Ah! Pensamento doce: “Não é digno de saborear o mel, aquele que se afasta da colmeia com medo das picadas das abelhas”... diz nosso respeitado escritor.
O medo paralisa? Sim... e ainda bem... em certas situações - se não, haveria centenas de pessoas se jogando precipício abaixo unicamente em busca de adrenalina.
Mas que não seja o medo a impedir você de viver as doçuras que a vida oferece... saboreie, lambuze-se e viva!!! Viva a doce vida, dear friend!
Mas, pra mim, o suprassumo de Shakespeare é: “Seja como for o que penses, creio que é melhor dizê-lo com boas palavras”.
Autoajude-se, car@ amig@... Tome cuidado consigo mesmo... mas, lembre-se: são pessoinhas com coração as que ao seu lado estão.
Então:
a) Preste atenção.
b) Fale com o coração.
c) Cuidado com o tom.
d) E... por fim... se souber que suas palavras podem magoar - um tiquinho que seja -, ponha na sua boca sua própria mão... e não fale nada, não.
Ecos de você
Ainda ouço seus passos descendo lentamente as escadas de nossa casa.
Nas costas apenas uma mochila.
Você trouxe tão pouca coisa quando aqui chegou.
Agora se foi... e tudo levou.
Mas coisas são só coisas.
Não me importo de elas não estarem mais aqui.
Você se foi.
Levou o seu sorriso.
Levou a sua calma que me acalma.
Levou as cores do dia.
Levou a alegria que eu sentia quando acordava com você para viver mais um dia.
Levou o seu abraço que tanto bem me fazia.
Levou a minha alegria...
Alegria que há tanto tempo eu não sentia.
Agora você está tão distante.
Seus passos não ouço ecoar mais.
Desejo que vá em paz.
Não volte, por favor.
Não quero sentir o pavor de um dia mais uma despedida viver.
Prefiro dia a dia simplesmente sobreviver.
A minha fé
Estou com saudades dos dias de sol...
Estou com saudades do agora que trazia um depois com gosto de mel...
Estou com saudades do seu jeito contente...
Estou com saudades de respirar sem medo do ar que iria sorver...
Estou com saudades de andar por aí e tranquilamente pelo mundo me perder.
Estou com saudades da intensidade da vida.
Estou com saudades de não sentir ansiedade.
Estou com saudades daquele tempo das laranjeiras.
Estou com saudades do cheiro do café.
Estou com saudades do tempo em que o que mais me movia e me mantinha em pé era a minha fé.
Estou com saudades dos tempos em que não sentia saudades...
Estava tudo no lugar certo.
Estávamos todos tão pertos.
O amanhã sempre parecia tão certo.
Meu caminho
Um caminho tão conhecido...
Por tanto tempo trilhado...
Tudo por todo lado florido...
Borboletas, pássaros... tudo com seu espaço bem marcado.
Um velho moinho ao longe...
Não gira... não há vento.
Tudo parado.
Por um momento, sinto-me de tudo deslocado.
Perdido nas curvas da vida.
Achei a entrada com tanta facilidade.
Não encontro a saída...
Por mais que tento.
Não há mais felicidade.
Pergunto-me: ‘quem desejou para mim tanta maldade?’...
Sempre a todos tão bem tratei...
Por todo lugar flores sempre espalhei...
Por que razão hoje são espinhos o que recebo?
Espinhos a quem nunca desejei?
Eu me perdi de vez?
Ou se atrapalhou quem meu caminho fez?
Um novo dia
Amanhece lentamente
As brumas da noite pouco a pouco são engolidas pelos anêmicos raios de sol que surgem lá no horizonte...
Mais um dia em que o frio não será vencido pelo calor do sol...
É inverno.
O céu parece que irá se cobrir de nuvens no decorrer do dia...
Talvez chova.
E as memórias não há momento em que não aparecem.
As lembranças de nós dois estão sempre onde eu estou...
Recordações, sempre as mesmas – tudo o que de nós restou.
Mesmo estando tão longe, sinto-as tão perto.
Ah! Esse mundo deserto em que tu não estás por perto...
A solidão se aninha em meu coração...
Como ontem se aninhou...
É a única a me fazer companhia...
Como ontem me acompanhou...
Passa dia... passa dia... sem nenhuma alegria...
Total letargia...
O combinado era que fosse todo dia um novo dia...
... e que fossem cheios de alegria.
É frio.
Na noite as trevas são pura escuridão.
Triste bate meu coração.
Meu corpo treme.
Meu canto é triste.
A solidão insiste.
O vento geme.
É frio.
A noite brilha com o brilho das estrelas e do luar.
Meu corpo se aconchega no teu.
Tuas mãos a me acariciar.
Uma sinfonia nossa sintonia… o melhor som no ar a espalhar.
Tua companhia tudo encanta.
O vento canta.
Silêncios inexprimíveis
Eu escrevi silêncios inexprimíveis...
eu gritei, te sacudi, tua cabeça bati...
tudo isso só por amor a ti.
Tu te fizeste silêncio
e não me ouviste,
minha dor não sentiste
e partiste...
e me partiste.
Onde andas tu
hoje em dia?
O silêncio ainda é tua companhia?
Os gritos ecoam
desde aquele dia...
Se tu nunca tivesses sido
eu ainda saberia o que um dia foi alegria?
Vivo pra te amar
Eu sei, você sabe,
mas não custa reforçar...
este texto é só pra mais uma vez dizer
que vivo pra te amar.
Eu sei... você sabe,
mas uma vez mais vou falar.
decidi sempre te amar
antes mesmo de te conhecer.
Decidi... está decidido,
antes mesmo de você me querer,
só de você quero viver
nada fui antes de você ter acontecido.
Está tudo bem
Está tudo bem, meu bem...
Dinheiro sobrando na conta,
ou bem na conta...
inteligência, paciência...
capacidade, habilidade,
conhecimento por demais da conta...
isso tudo é o que conta.
Felicidade pela metade...
não dá pra entender
como isso pode acontecer.
Beleza põe a mesa,
que beleza!
E uma dor profunda na alma...
o que está acontecendo, afinal?
Privada de emoção
Às vezes sou mais forte que a tristeza...
Vejo no mundo todo a sua beleza.
Os sons musicais me fazem flutuar...
Me banho alegremente no luar.
O meu grito é de paz, amor e ternura
Sonho os mais belos sonhos que se pode sonhar...
Me encanto com as estrelas que iluminam minha noite escura...
Jogo pelo caminho sementes de magia...
Sigo escrevendo poesia.
Às vezes...
Pois em outras... sou a dor, o sofrimento, a agonia.
Sou os pés feridos... coração machucado.
Sou a escuridão das trevas que nunca se dissipam...
Sou uma vida privada de emoção.
Dor... quem já não a sentiu? Ela vem, é inevitável.
Ela aparece quando você espera, quando menos espera... quando não espera.
Chega devagarinho ou como uma tempestade... simplesmente chega.
Invade sua alma (pior) sem pedir licença, se apossa de todos os seus momentos.
Você suplica que ela vá embora... e ela surda toma conta de todos os cantos.
Transforma-o em caquinhos, às vezes tão minúsculos que você tem a impressão de que jamais poderá juntá-los.
O tempo passa e você nota que tem de continuar... e continua de qualquer jeito... cola aquilo em que você se transformou... porque em pedaços fica muito difícil continuar... você precisa estar inteiro.
Inteiro... de qualquer jeito, mas inteiro.
Por ser de qualquer jeito, alguma coisa não se encaixa, ou fica fora de lugar, ou fica faltando... (na pressa, você esqueceu algo por aí, em algum momento).
Como não quer lembrar de onde deixou... não volta.
E lá vai você... com as cicatrizes fazendo-o lembrar continuamente.
Eu e a dor
Sei que vem... não me importo que venha.
Pode vir... vivo-a, sinto-a, aceito-a.
Ela me derruba, me arrasa, me sufoca, me estraçalha... me transforma em pó.
E eu deixo...
Espero um pouquinho (ou um pouco mais... depende do dia, depende da dor).
Daí começo... lentamente... devagarinho... bem devagarinho... a colocar tudo no lugar.
Vou juntando, vou moldando (virei pó, remember?).
Tudo calmamente, com doçura... tranquilamente.
E o tempo passando... e eu me moldando.
Sem cicatrizes... estou diferente, mas sem cicatrizes... simplesmente eu mesma.
A mesma que era antes da dor, diferente da que era antes da dor.
Sigo adiante... pronta pra outras dores...
Ah! E já percebi que às vezes a felicidade é tão grande que dói também.
Há dias que é noite toda
Há dias em que
o sol teima em não aparecer
as lágrimas, a escorrer....
A dor... está lá só pra lembrar
que a felicidade brinca de se esconder.
Mas... sua vida tem de continuar...
E você, magoado, enganado, desesperançado,
sabe que não há saída
àquele dia que teima em ser noite tem de se acostumar... simplesmente aceitar,
nem adianta não querer acordar.
Sua vida não pode parar!
Palavras amenas,
palavras serenas.
Ou fortes como um furacão
as que destroem até o mais forte coração.
Palavras vazias... sem nenhuma serventia.
Palavras de consolo, de ajuda, repletas de emoção
transformam toda noite no mais lindo dia.
Palavras e mais palavras
o tempo todo... todo o tempo
palavras no exato momento.
Palavras... como são as suas?
Significam algo?
Trazem alegria...
ou quando ditas
apenas transmitem o mais negro tormento?
Palavras não significam nada por si...
mas quando ditas por ti...
quem diz é quem tem o poder de me fazer
feliz
ou
infeliz.
Estranhamente,
assustadoramente
tudo persiste,
então, existe...
o desejo,
o beijo,
a felicidade,
o sentir-se vivo,
'sem você não vivo'...
o perfume no ar
em todo lugar
na cidade
da liberdade...
sua consciente
sinceridade...
Cada palavra não dita
foi pura falta da verdade
que dos olhos grita.
Amore,
Venho por meio deste te dizer que mantenho nosso amor na poesia.
Nela corações nunca são quebrados,
como em photografias os sorrisos são congelados... 😀😀
Na poesia, nosso amor fica sempre como no primeiro dia.
Os beijos não perdem o sabor 💋
Os dias e as noites sempre a mesma cor 💕💝🎀💕💝
O amor nunca desfalece,
vive eternamente, e a cada dia mais e mais se fortalece...💪🏼
Nas brumas do tempo não desaparece.
Amore, por isso amo a poesia... ✍🏻❤️
Nela nosso amor está gravado
pra todo o sempre 🙏🏼
Exatamente como você queria 😉
Feliz Dia dos Namorados!
Da sempre sua,
Moi ❤️
O que tenho por perto?
O pensamento cheio de você... e só.
Não há suas mãos pras minhas segurar.
Não há seus braços pra me abraçar.
Não há seu riso lindo pra me alegrar.
Seus olhos a me olhar...
Como eu os queria aqui
pra neles ver todo o meu amor refletir.
Mas eu em mim mesma me aninho.
Fecho meus olhos devagarinho.
Espero o sono chegar...
Nele não estarei mais só
... eu sei...
... você nele sempre estar
... vai sorrir ao me ver chegar
.... vai me dar o abraço que estou a esperar
... vai segurar minhas mãos e...
... vai me dizer: jamais só vou te deixar.
Ah! A minha maior alegria, a minha melhor hora todo dia é sempre a hora do sono chegar ♡
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