Texto Sobre Silêncio
Sentir saudade é te guardar, no silêncio que o tempo quis levar
Mas teu sorriso, teu jeito, tua voz, ainda ecoam… nunca estamos a sós
Cada memória tem o teu sabor, teu perfume ainda está em mim
O vento sopra, mas não apagou… o que ficou é mais do que o tempo levou
Ficou o som, ficou o cheiro, o amor que fez meu mundo inteiro
Ficou em mim o teu olhar, um pedaço teu que nunca vai mudar
Ficou a dor, ficou a calma, tua presença gravada na alma
Porque o que ficou é mais do que o tempo levou… o teu amor gravado em meu coração
Te vejo em sonhos, ouço teu cantar, nas estrelas que o céu vem guardar
Cada detalhe, cada emoção, ainda pulsa forte no meu coração
Se o tempo insiste em nos afastar, eu insisto em te eternizar
Nada apaga o que você deixou… o que ficou é mais do que o tempo levou
Ficou o som, ficou o cheiro, o amor que fez meu mundo inteiro
Ficou em mim o teu olhar, um pedaço teu que nunca vai mudar
Ficou a dor, ficou a calma, tua presença gravada na alma
Porque o que ficou é mais do que o tempo levou… o teu amor gravado em meu coração
E se a vida me levar pra longe, ainda vou lembrar teu nome
No meu caminho, em cada estação… levo você dentro do coração
Ficou o som, ficou o cheiro, o amor que fez meu mundo inteiro
Ficou em mim o teu olhar, um pedaço teu que nunca vai mudar
Ficou a dor, ficou a calma, tua presença gravada na alma
Porque o que ficou é mais do que o tempo levou… o teu amor gravado em meu coração
O que ficou… é mais do que o tempo levou
Ficou em mim o que nunca vai partir
O que é amor?
Você pergunta o que é amor?
Fique em silencio, ouça uma canção
Ouça o vento, o coração!
Pergunte ao beija flor?
Que voa tão longe, por amor!
Amor, é voar sem sair do chão
Nas asas de uma paixão.
É sorrir, chorar, viver só para amar!
Ver jardim em todo universo.
Aprender cantar, fazer versos!
Sentir uma felicidade plena
Ler para quem ama, todo belo poema.
O que é o amor?
É o olhar com ternura, esquecer que é criatura
Pensar que é criador.
É viver só para falar de amor!
Me perder na noite escura
Me perder em seus braços fortes
Me perder em seu sussurro
No silêncio que me afaga
Sentir seu gosto molhado
Na penumbra do momento
Os beijos quentes que me excitam
Me perder em você
Esquecer o amanhã nessa loucura de sentir
Os versos soltos de uma voz embargada
Nesse prazer gostoso de sentir
Delicia de viver
Já não existe voz
Nesse gemido frenético
Só exaustão
Sou e você
Poesia de Islene Souza
No silêncio da noite a solidão me abraça.
Sussurra no meu ouvido respostas para perguntas que eu mesmo crio.
Me lembra que ser sozinho é desafio e
faz companhia quando me sinto só e vazio.
Essa noite não acaba? A sensação sempre volta e me desaba. Um dia vai passar. Vai sim, a luz retornará, o dia irá brilhar. O autor acordará. Tudo recomeçará.
Reflexão sincera de um tempo de silêncio. Escrevi pra mim, mas talvez seja pra alguém aí também
Se as raízes forem fortes e bem adubadas, elas não vão morrer facilmente, podem até ter sido cortadas, queimadas, pisadas, mas em solo fértil tudo cresce outra vez... mas tudo que nos fere, nos faz recuar. Ah, se hoje fosse o último dia, posso dizer que tive o privilégio de viver a vida na sua maior dimensão celestial. O hoje não resume a vida de um ser. Todos os passos dados projetam quem somos. O sentir, o ser... O resto é só uma capa que nem sempre nos vesti e se quer nos aquece...
Última Carta
Cansei de gritar no silêncio das noites,
De fingir sorrisos, de engolir açoites.
O mundo me pesa, afunda o meu pulmão,
E ninguém enxerga a minha aflição.
Os dias são cinzas, sem cor nem sentido,
Um filme sem som, um rosto esquecido.
Eu visto a tristeza como um velho casaco,
Que aperta e me sufoca nesse frio opaco.
As palavras me ferem mais do que a dor,
E o espelho me nega até meu valor.
Não peço socorro até mesmo porque ninguém vai ouvir,
O tempo cansou de me distrair.
Mas se essa for mesmo a última linha,
Saibam: tentei, mas morri na minha.
Não é covardia, nem emoção
É só o silêncio... ganhando a razão.
Cebolinha
Um silêncio que gritava entre uma garfada e outra, um almoço que mais parecia um velório, uma despedida. Não como as outras que tiveram nascer do sol, abraços, beijos, mas uma despedida sem palavras.. era ali que eu te perdia. Sei que é para o nosso bem, você me disse mas custo a acreditar que não terei mais você só pra mim, entre as 2:30 até 5:40. Que não será mais meu neném, e que não vai mais chorar ao me ver entrar vestida de noiva no por do sol ao som de No fundo do coração.
Mas isso não é uma despedida, são palavras que eu não consegui e não pude te dizer pessoalmente, nessas horas eu me calo e retraio, igual uma ostra ou uma tartaruga, só queria ir para casa e fingir que nada aconteceu. Como dói não poder levantar e ir para o seu colo, sentir seu cheirinho e ouvir você dizer que vai ficar tudo bem, que vai passar.. eu queria tanto ter te conhecido 10 anos atrás, queria ter a oportunidade de fazer você se apaixonar por mim de novo, ah como eu queria viver novamente o nosso dia 08, acordar ao seu lado foi melhor do que ter aquela vista, uma manhã chuvosa, neblina, friozinho.. que dia perfeito, me senti sua, só sua!!!
Obrigada por fazer parte de mim e me lembrar o quanto eu posso ser feliz e o quanto eu posso ser amada, e principalmente obrigada por permitir que eu entrasse na sua vida em 10, 9,8, 7, 6, 5, 4.. Eu tenho tanta coisa a te dizer mas o tempo não permite, se fosse diferente não seria a gente né.. rsrs
Sempre serei a sua neném, a sua cebolinha.. obrigada por confiar em mim e ser quem você é ao meu lado.
Eu te amo 4ever
não esquece de beber agua pelo amor de Deus!!!
Vou fechar os olhos e te beijar
Em silêncio profundo...
Auscultando o pulsar do coração
(como se pulsasse dentro e mim)
Vou te dizer em voz baixa o quanto essa distância dói
Vou sussurrar nos seus ouvidos promessas de um amor impossível...
Dizer-te que a minha vida perdeu o sentido sem a sua voz
(como se você estivesse aqui, diante de mim)
Quero te amar e te beijar sem pudor ou reservas vãs
Quero teu olhar me iluminando...
Refletindo a exuberância deste desejo que se sacia apenas em você
(como se não houvesse lhe perdido para sempre)
Casthoro´C
Cada noite é tempo de silêncio, de oração, de nos conectarmos com Deus e deixar que Ele tome as rédeas da nossa vida, nos direcionando para o bem, a paz, a esperança e a alegria!
Que o seu sono seja leve e tranquilo, que você possa descansar e recuperar as energias para o novo dia que chega!
Agradeça por todas as bençãos que foram derramadas sobre você e aqueles com quem conviveu nesse dia!
Seja Grato! MUITO GRATO!
Pois Deus na Sua Eterna Grandeza transformará toda gratidão em conquistas, sucesso e realizações no novo dia que vai nos preparar como um “PRESENTE!”
Bendita seja da Tua Vida!
Bendito seja Deus!
Que Ele te Abençoe…
Boa Noite!
A noite chega, o silêncio, os pensamentos tomam conta. Que frio é esse? Está tão escuro, não consigo ver a luz, tento procurá-la, mas não a encontro.
Quando os pássaros começam a cantar, percebo que um novo dia está a chegar, mas a mente cansada de tanto pensar, já não consegue mais descansar, e tem q continuar a trabalhar . O corpo dói, os olhos pesam, o cansaço consome, mas é o cansaço físico ou mental? Acho que é os dois.
Quando o termina o dia, e a luz começa a se apagar, mais um vez a noite chega e tudo se repete, como um ciclo sem fim.
O amor
O amor
Esse silêncio maduro da temperança
Do exagero na confiança
Do saltar vendado
Só para sentir
O amor
Esse velho desordeiro insone
Que arruma o que nos consome
Que nos paira acordados
Só para sorrir
O amor
Esse macio que até machuca
Sempre escolhe ser o nunca
Viver intenso eternizado
Só para suprir
O amor
Que tanto cala quanto prende
Quanto mais usado mais se estende
Ocorre de viver acorrentado
Só para sumir
Na solidão da noite, a alma a sofrer,
A depressão me faz gemer em segredo,
Grito em silêncio, ninguém pode entender,
A dor profunda que carrego, sem enredo.
No eco vazio, minhas lágrimas caem,
Como gotas perdidas, sem destino ou abrigo,
Ninguém ouve meu pranto, os sonhos se desfazem,
Na escuridão da alma, onde me perco e persigo.
Mas há luz na escuridão, ainda posso crer,
Que um dia, alguém irá me entender,
A depressão cederá, e o sorriso irá renascer,
E finalmente, a esperança florescerá no meu ser.
Hora absurda
O teu silêncio é uma nau com todas as velas pandas...
Brandas, as brisas brincam nas flâmulas, teu sorriso...
E o teu sorriso no teu silêncio é as escadas e as andas
Com que me finjo mais alto e ao pé de qualquer paraíso...
Meu coração é uma ânfora que cai e que se parte...
O teu silêncio recolhe-o e guarda-o, partido, a um canto...
Minha ideia de ti é um cadáver que o mar traz à praia..., e entanto
Tu és a tela irreal em que erro em cor a minha arte...
Abre todas as portas e que o vento varra a ideia
Que temos de que um fumo perfuma de ócio os salões...
Minha alma é uma caverna enchida pela maré cheia,
E a minha ideia de te sonhar uma caravana de histriões...
Chove ouro baço, mas não no lá-fora... É em mim... Sou a Hora,
E a Hora é de assombros e toda ela escombros dela...
Na minha atenção há uma viúva pobre que nunca chora...
No meu céu interior nunca houve uma única estrela...
Hoje o céu é pesado como a ideia de nunca chegar a um porto...
A chuva miúda é vazia... a Hora sabe a ter sido...
Não haver qualquer coisa como leitos para as naus!... Absorto
Em se alhear de si, teu olhar é uma praga sem sentido...
Todas as minhas horas são feitas de jaspe negro,
Minhas ânsias todas talhadas num mármore que não há,
Não é alegria nem dor esta dor com que me alegro,
E a minha bondade inversa não é nem boa nem má...
Os feixes dos lictores abriram-se à beira dos caminhos...
Os pendões das vitórias medievais nem chegaram às cruzadas...
Puseram in-fólios úteis entre as pedras das barricadas...
E a erva cresceu nas vias férreas com viços daninhos...
Ah, como esta hora é velha!... E todas as naus partiram!
Na praia só um cabo morto e uns restos de vela falam
De Longe, das horas do Sul, de onde os nossos sonhos tiram
Aquela angústia de sonhar mais que até para si calam...
O palácio está em ruínas... Dói ver no parque o abandono
Da fonte sem repuxo... Ninguém ergue o olhar da estrada
E sente saudades de si ante aquele lugar-Outono...
Esta paisagem é um manuscrito com a frase mais bela cortada...
A doida partiu todos os candelabros glabros,
Sujou de humano o lago com cartas rasgadas, muitas...
E a minha alma é aquela luz que não mais haverá nos candelabros...
E que querem ao lado aziago minhas ânsias, brisas fortuitas?...
Porque me aflijo e me enfermo?... Deitam-se nuas ao luar
Todas as ninfas... Veio o sol e já tinham partido...
O teu silêncio que me embala é a ideia de naufragar,
E a ideia de a tua voz soar a lira dum Apolo fingido...
Já não há caudas de pavões todas olhos nos jardins de outrora...
As próprias sombras estão mais tristes... Ainda
Há rastos de vestes de aias (parece) no chão, e ainda chora
Um como que eco de passos pela alameda que eis finda...
Todos os ocasos fundiram-se na minha alma...
As relvas de todos os prados foram frescas sob meus pés frios...
Secou em teu olhar a ideia de te julgares calma,
E eu ver isso em ti é um porto sem navios...
Ergueram-se a um tempo todos os remos... Pelo ouro das searas
Passou uma saudade de não serem o mar... Em frente
Ao meu trono de alheamento há gestos com pedras raras...
Minha alma é uma lâmpada que se apagou e ainda está quente...
Ah, e o teu silêncio é um perfil de píncaro ao sol!
Todas as princesas sentiram o seio oprimido...
Da última janela do castelo só um girassol
Se vê, e o sonhar que há outros põe brumas no nosso sentido...
Sermos, e não sermos mais!... Ó leões nascidos na jaula!...
Repique de sinos para além, no Outro Vale... Perto?...
Arde o colégio e uma criança ficou fechada na aula...
Porque não há-de ser o Norte o Sul?... O que está descoberto?...
E eu deliro... De repente pauso no que penso... Fito-te
E o teu silêncio é uma cegueira minha... Fito-te e sonho...
Há coisas rubras e cobras no modo como medito-te,
E a tua ideia sabe à lembrança de um sabor de medonho...
Para que não ter por ti desprezo? Porque não perdê-lo?...
Ah, deixa que eu te ignore... O teu silêncio é um leque —
Um leque fechado, um leque que aberto seria tão belo, tão belo,
Mas mais belo é não o abrir, para que a Hora não peque...
Gelaram todas as mãos cruzadas sobre todos os peitos...
Murcharam mais flores do que as que havia no jardim...
O meu amar-te é uma catedral de silêncios eleitos,
E os meus sonhos uma escada sem princípio mas com fim...
Alguém vai entrar pela porta... Sente-se o ar sorrir...
Tecedeiras viúvas gozam as mortalhas de virgens que tecem...
Ah, o teu tédio é uma estátua de uma mulher que há-de vir,
O perfume que os crisântemos teriam, se o tivessem...
É preciso destruir o propósito de todas as pontes,
Vestir de alheamento as paisagens de todas as terras,
Endireitar à força a curva dos horizontes,
E gemer por ter de viver, como um ruído brusco de serras...
Há tão pouca gente que ame as paisagens que não existem!...
Saber que continuará a haver o mesmo mundo amanhã — como nos desalegra!...
Que o meu ouvir o teu silêncio não seja nuvens que atristem
O teu sorriso, anjo exilado, e o teu tédio, auréola negra...
Suave. como ter mãe e irmãs, a tarde rica desce...
Não chove já, e o vasto céu é um grande sorriso imperfeito...
A minha consciência de ter consciência de ti é uma prece,
E o meu saber-te a sorrir uma flor murcha a meu peito...
Ah, se fôssemos duas figuras num longínquo vitral!...
Ah, se fôssemos as duas cores de uma bandeira de glória!...
Estátua acéfala posta a um canto, poeirenta pia baptismal,
Pendão de vencidos tendo escrito ao centro este lema — Vitória!
O que é que me tortura?... Se até a tua face calma
Só me enche de tédios e de ópios de ócios medonhos...
Não sei... Eu sou um doido que estranha a sua própria alma...
Eu fui amado em efígie num país para além dos sonhos...
E no silêncio da noite
O único barulho que escuto
É o barulho do meu choro
Talvez seja falta de amor
Talvez a falta de um namoro
Ah como eu gostaria de viver
Em um mundo composto por essência
Onde o importante seria o amor e não a aparência
Em um mundo que não tivesse tanto ego
E que um dia eu pudesse falar que o amor é cego
Acabei me apaixonando por uma mulher, uma mulher muito distante de mim
Era pro amor me deixar alegre
E não me matar assim
Me matar de tristeza e me matar de solidão
Mas o errado fui eu por ter caído no laço da louca paixão
Se eu pudesse eu voltaria no tempo e pensaria mais em mim
E apagaria o momento em que eu me apaixonei por ti
Nossos momentos foram só de amizade
Não pude ser seu amor, só restou a vontade
A vontade de te fazer feliz e me senti realizado
Mas infelizmente nada dura para sempre e um dia se torna passado.
VOZES DA ALMA
Meditando no silêncio
De olhos fechados buscando acalma
Posso claramente escutar
A voz que vem da alma.
Um suspiro, essa magia
E tudo ao redor se cala
Emanando essa força
Apenas a alma fala.
Lá fora esqueço tudo
Aqui dentro- silencia
Esqueço a inquietude
O momento contagia.
Nessa relação de êxtase
Quero gritar- me calo
Ouvir o eco da minha voz
Desisto nada falo.
Esse silêncio de paz
Se instala na alma
Fecho todas as entradas
Só vozes que acalma.
Autoria- Irá Rodrigues
A ANGÚSTIA DO SILÊNCIO
Silêncio: Barulho, estou angustiado, por que você não me responde mais?
Barulho: Como vou te incomodar, se não sei como te encontrar? Onde está agora?
Silêncio: entre as galáxias.
Barulho: Sendo assim, como, se você vive alienado? Minhas ondas sonoras não conseguem se propagar no vácuo do teu espaço.
Autor: Alfredo Soares Moreira Filho
Data:11/08/2021
08:40h
Eu já ouvi muita coisa que eu não merecia ouvir e calei. O meu silêncio se deu para que eu não me tornasse semelhante a quem me ofendeu. Calei, mesmo sabendo que não sou o que o aquele julgamento dizia, mas dizer que não doeu, seria mentir tanto quanto mente quem de mim fez refém.
Nildinha Freitas
O teu silêncio ...
Me mata por dentro
Me rasga os pulsos
Me vira do avesso
Me dilacera a alma.
Faz mais...
Me adormece os sentidos
Me fere intensamente
Me faz perder a noção do tempo
Me faz desacreditar que ainda exista amor
Me faz chorar
Me faz me perder
Me faz enlouquecer
O teu silêncio ...
Me machuca profundamente.
Palavras sem sentimentos.
Os sofrimentos
São de horas.
O silêncio acostumou
Com as demoras.
Não adianta as conversas
Pois o sentimento nunca passa.
Vive as falsas promessas,
Como um pássaro que voa sem asas.
São horas que navego
Nos pensamentos.
E a carne sempre chora
Por longos e únicos momentos.
As palavras sempre foram
Direto ao coração.
Sempre citou os desejos,
Mas nunca ouviu a paixão.
Deixa, o silêncio não significa nada,
O pensamento nunca demora.
Deixa, o sentimento não fala,
E que as palavras com o tempo vão embora.
Veja, que uma pássaro
Voa com medo de um gavião.
Veja, que o amor
Não é igual a um coração.
Tem razão, revelar os segredos
Não é o mesmo
Que chorar
Assumindo os erros.
Palavras não são sentimentos.
Autor: Cássio Charles Borges
O silêncio num mundo sem som seria descrito como um sapo com cor verde vibrante e que produz uma droga chamada vacina do sapo, que causa delírios e alucinações.
Um rio correndo para o céu levaria consigo as margens que o contêm e chegaria até a lua para que um dia ela seja habitada.
Carta da solidão ao tempo:
"Prezado tempo, tu me fizestes sentimento e me abandonastes desolada para sempre de minha origem."
Um livro que apaga palavras do mundo seria um livro feito de átomos quânticos, em que todas as realidades são possíveis, como o pensamento puro é água cristalina.
O amor é a ausência da solitude. É um não se bastar projetado no outro. É um lírio sozinho entre margaridas à beira de um lago.
Se a morte fosse como uma estação de trem invisível, estariam esperando na estação todos os que creem, porque morrer é viver para a vida eterna.
A música de uma árvore durante um eclipse seria uma árvore confusa observando o eclipse do meio dia, ao som de uma sonata.
A esperança é o último jasmim que sobrou.
A sensação de tocar um sonho esquecido é tocar no impalpável ao som de uma melodia inaudível, como um mar dominado pelos peixes.
