Texto Sobre Silêncio

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O Som do silêncio

Passava-se das quatro da manhã quando finalmente decidi deita e dormir.

Na cama ele deitado a minha esquerda nem se deu conta de que eu estava ali

Na televisão, os programas chatos de sempre, nessas horas não existem muitas opções, fechei os olhos e foi horrível.

Minha mente estava vazia, não conseguia pensar e nem fixar meus pensamentos em coisa alguma

O som do silêncio era aterrorizador,

Quantos sons surgem numa madrugada vazia

Enquanto as pessoas dormem, eu simplesmente prestava atenção em cada ruido,

O som do ar condicionado do vizinho,

as gotas d'água que caiam lentamente no telhado de aluminio tres andare abaixo,

o cacarejar do galo desvairado anunciando mais um amanhecer,

o som dos morcegos,

das corujas rasgando suas mortalhas,

o despertar dos passáros...

Poderia citar infinitos sons.

Sons que pertubam no silêncio da noite sombria,

sons de noites onde muitos dormem,

e eu apenas os escuto.

Inserida por annaschwantes

Vou escutar o seu silêncio
E entender o que os seus olhos querem dizer
Ler seus pensamentos enquanto seu coração divaga por caminhos que eu não conheço
Vou recolher suas aflições e dissolve-las

Trazer seu corpo para junto de mim
Para aquecer tua tristeza
Transformar em alegria
Só para te ver sorrir

Vou soprar em sua face
Uma brisa suave
Um vento cheio de amor

Quem sabe assim você fale
E então seus olhos digam
Que seu pensamento está em mim
Que seu coração bata
Pertinho do meu
E eu veja então
Um sorriso seu...

Inserida por vanessacony

Me perco nos desvaneios da vida buscando a minha feicidade.Não a encontro,por isso,vivo um silêncio eterno.Estou só com o meu EU,me pergunto se a felicidade realmente existe...Porque não a conheço?
Me encho de dúvidas,perguntas que nem eu sei porque as faço.
A VIDA É DURA NOS OLHOS DE QUEM VIVE!!!

Inserida por Joicynhams

Solidão é conversar em silêncio, não perguntar por não ter ninguém pra responder, já decorar essa resposta...

A melancolia da madrugada em versos simetricamente tristes, misteriosamente subsiste em ecoar nos meus ouvidos. Não há como correr do que vem de dentro. Qualquer canto não faz cessar o pranto se o choro é interior. Quem vai me dizer que o passado passou? Eu fiquei parado no tempo, disperso num instante, me perdi da vida.

Onde fica o lugar que posso voltar? E seria o futuro como se nunca te conhecesse ou fosse apenas mais uma. Destilo a agonia, insurreto, não sei se são rimas ou só um amontoado de palavras vazias. Posso descrever todos os problemas como posteriores a esse, e mais uma vez teu silêncio me ensurdece. Daria tudo pra adivinhar um pouco dos teus pensamentos agora ou nos momentos de solidão. Dentro de você eu não fui tanto assim, mas sei que tua vida impassível não fez esquecer-se de mim. Todos vagamos por aí à procura de um alguém, invejando os que podem falar e ouvir 'meu bem', é isso...

Desperdiçamos o amor, se esvaziou dos nossos corações e evaporou. Um vazio impreenchível, só o que restou. Quem pode me levar daqui? Me diz, se não for você, se não eu, eu vou fugir para o invisível além de mim. Parece inevitável...

Faz algum tempo que tudo é escuro por dentro e por fora.

Inserida por itarcio

Pensando em ti

Quando a noite cai e o silêncio vem me acalentar
Penso em ti
Quando procuro seu numero, seu nome, sua voz
Penso em ti
Quando fecho os olhos e imagino rostos e corpos
Penso em ti
Quando procuro imagens, sons e carícias
Penso em ti

Porque, pensar em ti é ter-te sem possuir-te
Porque pensar em ti é amar-te sem magoar-te
Porque pensar em ti é viver cada minuto
Saboreando a maior dádiva do mundo:
Exaltar a vida.
A vida que exala
de ti...


Cledpe – 31.07.2001

Inserida por cledpe

ESPELHO

Um absoluto silêncio íntimo a me calar
E me fazer ouvir o que não consigo ver.
Meus olhos, vendados por tantos véus
Destes que nascem com o homem,
E lhes obstruem a entrada ao céu.
Oh, sendo tão fácil ouvir o mundo
O silêncio e os gritos que dele brotam
Porque hei de cegar-me ao estar diante
De tudo que me algema, me sufoca, me desfigura,
Daquilo que imperfeiçoa a criatura?
Porque não escuto a tua voz,
E no fundo não quero ter a verdade ao alcance
Se tanto vivo de cegar a mim mesmo.
Frente a um espelho, de quem estou diante?
O que da minha boca, escapa como flecha,
Sobre o quê não ouvi, ou fingi não ver?
Onde se divide o egoísmo e a amizade?
Será dentro de mim, e dentro de você.

Diva Brito

Inserida por divabrito

Em dias de silêncio, de aparente solidão, surgem companhias inusitadas, desvalorizadas em função de tantas ocupações, e de tantos afazeres. As palavras, usadas costumeiramente, em aparelhos eletrônicos, em papéis chamados de documentos, em notas chamadas de dinheiro. Porém, não observadas por falta de tempo. Por isso, ditas apenas de acordo com as necessidades e interesses, e bem pouco ousadas no que se diz respeito ao ser.
O ser que é alguém, o ser que sou eu, o ser que apenas é um ser. Que não se relaciona apenas com o trabalho; que não fala apenas sobre dinheiro; que não existe apenas para cobranças; o ser que é alguém, que espera mais do que a formalidade, mais do que a educação por obrigação; que espera a resposta que puxe outra pergunta; o ser que quer dialogar acerca de algo que não esteja na moda; o ser que sente saudade dos vivos, quando fala-se tanto dos mortos.
Há o ser que espera encontrar-se com as palavras bonitas, e carregadas de algum sentimento ofuscado em função do tempo, e da doença que tomou conta dos olhos, da alma e do coração. Há quem queira as palavras. Elas ainda funcionam, e podem ser ditas de forma a acalmar um coração, e a curar uma alma.

Inserida por EvertonArieiro

⁠Que música é essa que ecoa em meus pensamentos, mesmo no silêncio?

A melodia é quente, eloquente e sedutora.

Minha mente inquieta se cala, e se confunde, alternando entre desconectar e conectar, camuflando as palavras sem sentido.

Os impulsos são irresistíveis...

Tudo se encaixa em um desencaixe perfeito, sem propósito ou objetivo, temporariamente por acaso. Estranhamente, tudo faz sentido quando, aparentemente não há algum sentido.

Inserida por Gleyciane

Os olhares suavemente se entreolham
e silenciosamente perdem-se nas desoras
no silêncio adormecido do penar.

E na procura do amor pela alma, em um só, já estavam lá.

Aos ventos que sopram nossos olhares, como a mão de uma mãe a afagar,
o beijo inevitável e sem sabor:
- A delicadeza virginal do amor.

Inserida por gnpoesia

As estrelas brilham de repente,
no silêncio das noites indormidas,
a solidão escorre lentamente,
nos acenos das despedidas.

Comoventemente, as estrelas brilham de repente,
no azulado céu escuro adornado de cachecol,
O sereno principia sua ausência lentamente,
Adormecendo com o nascer do sol.

Inserida por gnpoesia

O vento sopra frio nas montanhas e colinas alimenta do silencio e escuridão o eclipse da lua mescla a noite gelada
O vazio escolher para mim totalmente fora de controle a morte me beija em sorrisos lentos
As cinzas retalha meus olhos e um zumbido me desnotei-a seguro na olly mas e tudo descontrolado e não a sinto
meus dias se fundem com a noite e tudo se mistura no caos
Gostas entre as veias me alivia momentaneamente doses cavalares de red 101
Partículas se desprende do futuro e no reversor me alucina aparenta ter algo bom lá será que suportarei os dias para ver isso no presente
Meus troncos batidos ate o coração com um único golpe e o plasma vermelho corre nas fendas da alma embriagando meu ser
substância é a tua, que forma latente,
cedem milhares de sombras alheias reflexo somente,
sombras lastreias que revela rascunho malfeito de tua figura túnica negra viço da messe a primeira é de tua beleza um resumo,
O segundo com tua bondade parece
formas mais belas meus traços presumo graça visível
Ninguém tem, como eu, coração tão constante.

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

esperto nas cordas bambas da insônia insana...
O silencio não acalenta minha dor
Adormecer ao som de cantilenas já não é um privilegio mas chegar a si; tomar nos braço do próprio despertar
Caindo a madrugada neva em brasas o vazio desperta os vultos e as sombra primeiro anda sem direção dos e pelos corredores com sussurros e chiados microfonia
Me ergo e levanto em alta voz desassossegado o tempo caminha distante sem muita presa os vento fracos empurra o frio pela frestas da casa vazia
A chama azul na tela palavras desliza desloca diante dos meus olhos tento expressa meus anseios e desejos antes que morra
A dor flecha chama embalsamada dentro dos termos sem meus propósitos me consome da sua voracidade insaciável

por charlanes Oliviera Santos

Ando sobre o silencio e nas mãos fio o tempo com uma tenaz
Escuto os gritos e sussurros do escuro mesclado ao vento também canta sua canção em um sopro nas linhas se dobram em chiados
Posso vê mais interpreto algumas de forma erradas
Não a um poder nem um dom são defeitos da evolução?
Sobre-as estrelas há uma caminho; mas é aqui que estão os mais sinuosos
O amor e um tempo... nas folhas escrevo a dor de viver entre as sombras o vento arrastam cambaleando as gotas machadas que embola sufocando o ar
Aparta se as palavras e nas frases falta letras o timbre vicioso enferrujado e os acordes cansados soa na melancolia delirante
Os dias consumidos pelas noites confundo as viagens e as realidades me perturbam e perpetuam
Sua voz suave mãos e lábios me distrai bloqueando a passagens delas.

⁠Meus medos misturado com o silêncio da noite, escuto o vento,
sussurrando segredos que o tempo
Estrelas solitárias, borrifadas manto do céu tão atento a ti e cobra me você aqui
Aquele beijo dourado, da noite e que se estendia ate aurora e levava a brisa, um toque de saudade...
Agora em mim habita o espaço de uma inteira pausa na vida
e ecoa em um silêncio profundo...
Perdido no vazio, um grito derradeiro o medo costurado e se perder um segundo entre outro lamento
Solidão sem regra regrada com gotas desde quanto partiste,
Me conforto no som da caixa craniana que finjo a correção das palavras erradas...
A intimidade do tempo ergue se ao som do vento
que beijar estrelas solitárias que vagueiam tímidas
em minhas noites sem você
O meu amor ama te inteiro na imensidão do silêncio
que existe em mim agora lamenta em grito tive medo de ter perder e agora que você se foi só
Meus sonhos me perturba para te reencontrar e vela a fragilidade desta homem minuto que o amor - sem ti se perde no vaco

⁠O sol ouço-te, ferver quando vaga te e vence o penhasco rude; quando na floresta o silêncio e sua plenitude...
Eis-me contigo as sombras ainda distante tu não te evades
Posto o sol, com o céu cintilante amor em queda chora em declínio agonizando no horizonte
Sinto saudades do mosto molhado e entre a grama as flores na relva do campo embandeiradas flores no reflexo das gostas de orvalho...
E logo vem a tarde aquecida que é arrastada...
A tarde boreal vai campando os dias mas antes que a noite vem e eu adormeço sobreas folha de papel
As quedas das folhas amareladas filtrado os raios solares e no horizonte as nuvens vão se enferrujadas estrangulando os últimos dias de outono
Mas o que adianta se palavras voem mas não acha pouso
sozinhas sem destino clama em gritos assombradas
e eu sussurro no ouvidos dos ventos ame me e que eu seja o último...
Efêmero como a luz se vai no íntimo...

⁠Afrodite

Um quarto fechado, que tem:
Uma Afrodite,
Um silêncio perfeito,
Um abraço quente e trancado,
Um milagre, um tesouro que aconchego e venero
Enquanto o tempo desvairado, corre, sangra e chora
A agonia que vai e vem, como o amor que fazemos.
Cheiras a poesia e orquídeas.
Sabes a rubi doce e amargo!
E quando ainda estás, sinto saudade
Da Valquíria que vai e Afrodite que fica
No meu pensamento...

Valquíria, que me dóis onde a dor mais dói...
No coração que te entreguei.
Dóis-me porque amo as duas!
E as duas és tu.

Inserida por luismateus

⁠Quando a minha alma se agita e o meu corpo grita, o que me acalma é o silêncio escondido no amanhecer: é ouvir o vento, é sentir o sol, é saber que existe um novo começo mesmo quando tudo parece finito.
A vida se renova em meio às pedras da estrada, se refaz, se floresce de novo e de novo, até que tudo encontre o lugar de ser.
Nada é ao acaso, nem a dor, nem o sorrir, tudo na vida é para a gente crescer e evoluir.
Nildinha Freitas

Inserida por NildinhafreitasOfici

Hoje acordei antes do despertador...
A casa estava em silêncio, o sol entrava pelas janelas anunciando um novo dia.
Alimentei os gatos, falei com o cachorro, tomei meu café e fui trabalhar...
Nada incomum, as mesmas pessoas, os mesmos lugares, mesmo caminho...
A dia passou a noite chegou e nada mudou...
Tudo está no mesmo lugar, exceto eu...

Inserida por SullivanRodriguesC

⁠No silêncio da noite, um suspiro se liberta,
alívio do peso das horas,
onde o medo se dissolvem como nuvens.

Oiço a voz do outro lado da linha,
uma voz que tocou-me a alma,
meu coração acalma, dentro do meu ser,
no escuro breu da escuridão, na espera.

Deus se fez presente, na claridade, da paz,
deu lugar ao alívio, com a luz na voz de um
grande e generoso Policial,
acolhendo a noite que se despedia.

A luz da manhã entra nos raios do sol,
cada raio é um convite para recomeçar,
as flores despertam-se, vestidas de esperanças,
um novo dia a brilhar, como um sonho no ar.

Inserida por terreza_lima

Soneto da Noite Prateada

No silêncio da noite, a lua emana,
Seu véu de prata sobre a terra em pranto,
Enquanto as sombras , leve se esvai,
E o vento canta um canto leve e santo.

Estrelas tecem luz em teia fina,
Joias que adornam o manto do luar,
E a alma, que de saudade se ilumina,
Busca o abrigo onde possa descansar.

Em cada verso, um segredo suspira,
Sol de um tempo que já não voltou;
A dor se esvai, a paz no peito inspira.

E o coração, enfim, se redime,
Que a noite guarde este amor que não se apaga,
E a luz da lua cure a alma que estraçalha.⁠

Inserida por terreza_lima