Texto sobre Pessoas

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Parafraseando o poeta Cesar Vallejo, um dos que mais admiro, há pessoas tão boas na vida, eu não sei!? São pessoas que colocam afetos acima de ideologias, confiança além de resultados, admiração em lugar de colunas Excel, a poesia acima da prosa cinza das segundas-feiras, a alegria dos encontros casuais muito acima dos compromissos agendados no celular.

Atualmente, é crescente o número de pessoas que desconsideram a presença umas das outras; já não se cumprimentam e raramente se olham, parecendo ignorar totalmente o outro. É por essas razões que me interrogo se estamos realmente experimentando uma evolução ou uma involução na civilização.

Por que algumas pessoas são inúteis: Porque a moeda grande não empresta para guardar o valor humano que nunca resgatou ou rendeu, e precisa combater os males ou injustiças; ou apenas precisa ter direito de ser obedecido, ambicioso, dedicado, generoso e desenvolvido para valorizar, ajudar e merecer a gente.

⁠"As instituições sobrevivem às pessoas; os valores sobrevivem às instituições; mas é a virtude humana que decide se esses valores serão preservados. Por isso, a maior responsabilidade de um líder não é apenas gerir o poder recebido, mas transmitir, pelo exemplo, os alicerces que permitirão à instituição permanecer fiel à sua missão quando ele já tiver partido. O verdadeiro legado jamais será o poder exercido, mas os princípios que permanecem vivos."

Eu sempre falei para as pessoas que sofreram por amor, "não fica triste, porque algumas pessoas passam pelas nossas vidas, para deixar alguma lição, as vezes nos dar uma guinada na vida, ou abrir nossos olhos para uma visão mais real da vida, e simplesmente vão embora porque não são para permanecer" e hoje eu vejo que sempre fui a pessoa que passa para abrir os olhos de alguém, ou usar minhas experiências como exemplo, e devo aceitar meu destino de ajudar, servir como um exemplo, sabendo que jamais terei alguem que apareça e fique, e seja a minha mudança que tanto preciso.

As pessoas não têm aceso ao que se passa na nossa cabeça. Ufa, e que bom, né? Se ninguém tem acesso a individualidade do pensamento do outro, não vai saber o que o outro sente se ele não disser, mas a partir do momento que você diz, isso me magoa, isso me entristece e a pessoa continua a fazer é porque não respeita teus sentimentos e quem não respeita teus sentimentos não te ama, mesmo que diga o contrário. Deixa de ser ingênua moça, eu te amo até ursinho de pelúcia e papagaio dizem, amor, consideração e respeito é outra coisa.

Há pessoas que têm necessidade de validação. Pessoas vaidosas ficam cegas pelo orgulho. Elas perdem a noção do ridículo e do limite. Acham que estão impressionando, mas na verdade estão se desvalorizando. São carentes e dependem de aprovação. A vaidade custa pouco para ser ativada. A escuta é a moeda que paga a exposição do ego.

As dificuldades da vida exercitam as virtudes e fortalecem o ser. Pessoas virtuosas superam as pelejas, ordenam-se, organizam o corpo social e geram estabilidade para o mundo. No entanto, a estabilidade sem a disciplina favorece a decadência e a decadência no ser conduz os homens ao retorno das grandes dificuldades.

Às vezes, o destino nos ensina que nem todo amor é feito para ser vivido lado a lado. Há pessoas que habitam nossos corações com uma intensidade silenciosa, mas que não encontram lugar em nossa rotina, em nossos dias, em nossa vida. E é nesse espaço invisível — entre a lembrança e a ausência — que elas permanecem: como saudade, como aprendizado, como um amor que não coube no tempo, mas que jamais deixará de existir dentro de nós.

Senhor Deus, venho neste momento interceder através de ti, Pai, por pessoas que estejam a minha volta, como familiares, parentes, amigos e pessoas que não conheco, mas lhe peço em nome do Teu filho amado, Jesus Cristo, livre de todo mal. Senhor, só tu podes, Pai, fazer o que não podemos. Eu creio e tenho fé. Amém.

Nossa como o "amor" tem tido tão pouco valor, as pessoas não sabem amar de forma que se sintam amadas , amam pela metade e pela metade são amadas, cometem erros justificados com os erros alheios, se ame e ame a seu proximo por inteiro, é melhor uma sobrar amor do que a falta dele sentida pela dor.

E quando as pessoas mentem, quando fazem você acreditar em algo que parecia real, quando entram na sua vida justamente no momento em que você já não tem forças para continuar carregando sozinho o peso de tudo o que sente, quando elas encontram você sem as muralhas, sem as máscaras, sem as defesas que levou anos construindo para sobreviver, quando veem suas feridas abertas, seus medos mais profundos, sua fragilidade mais escondida e, mesmo assim, dizem que o amam, que se importam, que jamais o abandonarão, que sempre estarão ali para você, e por um breve instante você acredita, porque quer acreditar, porque está cansado de lutar sozinho, porque finalmente pensa que encontrou alguém diante de quem não precisa fingir ser forte o tempo todo, alguém para quem pode mostrar quem realmente é, alguém que faz nascer dentro do seu peito uma esperança que você julgava morta, a esperança de ter um amigo verdadeiro, um porto seguro, uma presença capaz de permanecer mesmo nos dias mais escuros, mas então, sem explicação, sem aviso, sem sequer olhar para trás, essa mesma pessoa desaparece, abandona você e leva embora tudo aquilo que ajudou a construir, arranca do seu peito a confiança que ela mesma plantou, destrói a esperança que ela mesma fez florescer e deixa apenas o vazio, um vazio ainda mais profundo do que aquele que existia antes dela chegar, porque antes havia solidão, mas agora existe a lembrança cruel do que parecia ser acolhimento, antes havia apenas a dor de estar sozinho, mas agora existe a dor de ter acreditado que não estaria mais, e então você começa a se perguntar se o problema sempre foi você, se realmente é tão difícil de amar, tão pesado, tão cansativo, tão insuficiente que até aqueles que prometem ficar acabam indo embora, e cada abandono passa a soar como uma confirmação dos seus piores pensamentos, como se todas as vozes que dizem que você é um fardo finalmente estivessem certas, como se a única forma de sobreviver fosse reconstruir as muralhas ainda mais altas, vestir máscaras ainda mais fortes, esconder cada sentimento, cada lágrima, cada fraqueza, e nunca mais permitir que alguém se aproxime o bastante para ter o poder de destruir o pouco que resta, porque quando a esperança morre pelas mãos de quem a criou a dor não é apenas tristeza, ela se transforma em algo muito mais profundo, um cansaço que invade a alma, uma sensação sufocante de não pertencer a lugar nenhum, de não ser importante para ninguém, de ocupar espaço demais e significar de menos, e então tudo o que resta é o desejo silencioso de desaparecer, não por falta de amor para dar, mas pelo medo de continuar existindo apenas para ser deixado para trás mais uma vez, carregando sozinho os pedaços de um coração que já não sabe quantas vezes ainda conseguirá se reconstruir.

As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.

As pessoas que julgam a sua jornada com o rigor de quem nunca calçou seus sapatos são apenas ecos vazios de uma realidade que não lhes pertence, vozes sem peso no palco da sua história, e o erro fatal é dar a essas opiniões o poder de ditar o ritmo ou a direção do seu próprio barco. Feche os ouvidos para o barulho da plateia desinteressada e ajuste as velas para o rumo que só você vê, pois a aprovação dos outros é um prêmio ilusório que se desfaz ao primeiro sinal de sua autêntica vitória, e a paz que importa é aquela que você encontra quando se deita, certo de ter sido fiel à sua essência.

Liberdade é não ter limites para se fazer tudo o que não prejudique outras pessoas. Liberdade é ter respeito pelo espaço alheio. Liberdade é estar nos braços do meu amor, ainda que presa pelo seu abraço aconchegante. Liberdade é poder fazer o que se quer, no momento em que quiser, nos lugares e com as pessoas que se pode. Enfim, liberdade não é viver sem regras ou limites. Liberdade é saber conviver e não ser esmagado por elas…

Atualmente, as pessoas camuflam suas inseguranças, medos e angústias com ego, vaidade, arrogância, orgulho. Procuram diminuir, desclassificar, inferiorizar o outro para suprir suas necessidades mentais, artificiais. Buscam estimular seus egos através da aprovação dos outros, procuram aceitação dos outros sem ao menos se aceitarem. Desistem de encontrar seu caminho e seguem o caminho dos outros. Dramatizam, se estressam, se entristecem com qualquer insulto, crítica, opinião, julgamento, porque abalam seu escudo ilusório feito de ego. São frágeis por um fator simples: colocam a razão em primeiro lugar e deixam o sentimento em segundo.

As pessoas têm medo de pensar, de questionar, de refletir, de tomar consciência do que acontece na sociedade, porque serão obrigadas a perceber a responsabilidade delas nesse estado de coisas. Mas, enquanto não querem tomar consciência do que acontece, a angústia fica ali dentro, gritando. E a cura para essa angústia é tomar consciência do que está acontecendo e fazer a sua parte, para que sua vida comece a ter sentido dentro do fluxo evolutivo da humanidade.

As pessoas têm dificuldade em enxergar o que é óbvio, porque enxergar o óbvio as faria pensar, e pensar criaria consciência, e criando consciência, as obrigaria a perceber sua responsabilidade dentro de todo esse caos. Preferem se convencer com as mentiras, pois as mentiras confortam a mente acomodada. Então, preferem uma mente acomodada e uma angústia interna, ao invés de uma consciência clara, sem angústias.

Quanto mais evitamos dizer para as pessoas sobre o que acontece na realidade da sociedade em que vivemos, menos chance temos de mudar alguma coisa. O conhecimento deve ser compartilhado, assim como o ar que respiramos, pois quanto mais se prende, guarda o conhecimento para que ninguém saiba, mais colaboramos para que o povo continue ignorante sobre a realidade da sociedade em que vive, e a mudança acaba ficando estacionada. É preciso alertar todos ao seu redor sobre o que acontece, espalhar conhecimento, o óbvio que muitos não enxergam, para não ser apenas mais um colaborador de um povo ignorante, refém de uma mente obediente, controlada indiretamente por dominantes que querem te manter calado sobre o que acontece, para continuar te manipulando e calando sua boca, para que possam roubar você e o seu povo, dividido e perdido do conhecimento ocultado da realidade.

Não faz sentido ser indiferente à vida, indiferente ao que acontece, indiferente às pessoas, indiferente ao mundo. A morte, por si só, já faz esse trabalho de indiferença. Ela não se importa com a sua existência, ela te leva sem se preocupar com o que você tem ou com o que você deseja. Ela não pergunta se você quer ir ou não. Então, por que não fazer a diferença enquanto está vivo? Por que não deixar para o mundo o que você tem de melhor dentro de si?