Texto sobre Pessoas
Responsabilidade Radical
Enquanto você culpa, você não muda.
Culpar o passado, as pessoas, as circunstâncias podem até fazer sentido — mas não resolve.
Porque tudo o que está fora de você foge do seu controle.
Responsabilidade radical não é assumir culpa por tudo. É assumir poder sobre o que você pode
fazer a partir de agora.
E isso muda completamente o jogo.
Ação do dia:
Hoje, diante de um problema, pergunte: “O que está sob meu controle aqui?”
Ninguém ama...
Muitas casais espalhadas pelo mundo sabem amar, muitas pessoas sabem dividir o seu coração com a outra que a olha e enxerga como um diamante, mas nenhuma delas chegará a amar, ou saberá amar do jeito que eu amo você,
a uma linha infinita que conecta as nossas almas, você é uma extensão das minhas loucuras é uma reviravolta do destino, você é o meu êxtase é minha euforia no salto de paraquedas,
eu entrei num trem com uma velocidade incrível e nessa viagem perfeita a reciprocidade subiu no mesmo vagão,
e assim, tenho cultivado e compartilhado desde as pequenas coisas do meu interior ao pôr do sol diário dessa jornada com os teus sorrisos únicos e olhares tão singelos pelos quais enxergo o espelho da minha felicidade.
364 dias
Foram trezentos, sessenta e quatro dias buscando pessoas, oportunidades e significados a troco de que?
Na quietude da noite, a luz simples da vela foi o suficiente para espalhar pensamentos e devolver valores,
Renovar as esperanças para poder habitar no presente com a contagem regressiva para ressignificar no futuro próximo.
Ando sozinho
Andei sozinho pelos lugares e entre multidões de pessoas e mesmo assim me senti só, me senti diferente, sejam nas ideias, sejam nas atitudes,
Olho para a minha esquerda e não vejo nada, olho para a minha direita e não sinto nada,
Continuo seguindo e olhando somente para frente na esperança de um dia poder olhar para trás e ver se deixei pelo menos um rastro de direção.
Milagre
As pessoas passam a vida procurando por milagres...
Esperam morrer para ver o milagre de voltar.
Imaginam potes de ouro no fim do arco-íris,
E até procuram o "fim" dele.
Mas não percebem que o maior milagre é o amor...
E a maioria passará a vida inteira sem senti-lo.
Não por falta de merecimento,
Mas por falta de humildade.
2021
Sonho artificial
As pessoas vivem aprisionadas a um padrão social, alimentando crenças limitantes e, em nome delas, se autodestroem. Vivem uma vida que não existe — um sonho artificial, distante da verdade. Tornam-se artistas impecáveis, encenando papéis que não lhes pertencem, enquanto renegam quem, por coragem ou necessidade, ousou sair do roteiro.
Isso não é poesia. É assustador. São pessoas que se colocam em pedestais frágeis, julgando, ferindo e apunhalando o outro, enquanto batem no peito para se autoproclamar honestas e dignas. Mas a verdade é dura: a maioria — talvez todos, não sei — são apenas covardes. Covardes demais para abandonar a zona de conforto, para lutar pelo que querem, para assumir o que amam.
No fim, essa omissão também vira crime. Crimes silenciosos ou explícitos, como os cometidos pelos pais dessa menina de 15 anos. Porque nem todo pai é pai de verdade. E, da mesma forma, nem todo humano é humano de verdade.
Final?
As pessoas estão pedindo um desfecho…
Imagino que este seja o fim:
um contrato onde ela voltaria,
pisaria novamente aquele solo —
e assim foi feito.
Não se trata de um filme de ficção,
com guerras e efeitos especiais.
Às vezes, só é preciso energia,
a frequência,
o brilho que emana da alma…
e isso basta.
Não com estrondo,
nem com sinais nos céus,
mas como a luz que atravessa frestas:
discreta, inevitável…
impossível de conter.
Não era luta,
não era espetáculo.
Era ajuste.
Pouco, talvez,
para um mundo sedento de ilusão —
mas suficiente para equilibrar uma situação.
Porque o verdadeiro embate
nunca foi visto,
nunca foi narrado.
Afinal, as maiores batalhas
não ocorrem neste plano…
E talvez — só talvez —
isso ainda esteja longe de acabar. 🌙
Umbral Park
As pessoas temem o umbral
como se fosse um abismo distante,
um território sombrio reservado
aos que “caíram”.
Mas caminham, distraídas,
por corredores de um mundo
onde a luz é fachada
e a sombra é norma.
Vivem em um parque temático
de ilusões e crueldades sutis,
um Umbral Park
onde a dor é naturalizada,
a indiferença é entretenimento
e a consciência… opcional.
Aqui,
fantasmas vestem carne,
e muitos corpos
já não abrigam presença alguma.
Temem o pós-morte,
mas não percebem
a morte em vida
que respiram todos os dias.
E assim seguem,
comprando ingressos para o próprio esquecimento,
sorrindo nas filas do absurdo,
sem notar
que o verdadeiro umbral
não é para onde vão…
é onde já estão.
✍©️@MiriamDaCosta
Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.
Muitas pessoas se autodefinem como “intensas”, mas o que chamam de intensidade, na verdade, é uma mistura de insegurança, imaturidade e arrogância. A intensidade verdadeira é entrega, profundidade e conexão; não é metralhar palavras de ódio nem usar ofensas como escudo. O que vemos, muitas vezes, é um ego frágil disfarçado de força, uma incapacidade de lidar com frustrações transformada em ataques verbais. É curioso como alguns acreditam que ferir o outro é uma forma de se proteger, quando na realidade apenas revelam suas próprias deficiências emocionais.
Essa confusão cria um ciclo vicioso: a insegurança gera medo, o medo provoca agressividade, a agressividade afasta quem está por perto, e o afastamento aumenta ainda mais a insegurança. O resultado é uma solidão construída pela própria pessoa, que insiste em chamar de intensidade aquilo que nada mais é do que imaturidade. É polêmico dizer isso, porque muitos preferem romantizar o termo “intenso”, como se fosse uma virtude, quando na prática é apenas uma desculpa para não assumir responsabilidade sobre a própria falta de maturidade emocional.
O problema é que essa postura destrói vínculos e mina qualquer possibilidade de relação saudável. Quem confunde intensidade com arrogância não percebe que está sabotando a si mesmo. A intensidade genuína não precisa de ataques, não precisa de defesas inflamadas, não precisa humilhar o outro para se sentir forte. Ela se manifesta em vulnerabilidade, em coragem de se expor sem medo de ser inferiorizado. Mas para chegar a esse ponto é preciso autoconhecimento, é preciso reconhecer fragilidades, é preciso aceitar que maturidade não nasce do grito, mas da escuta.
Talvez o maior desafio seja admitir que não é o mundo que nos inferioriza, mas nós mesmos que nos recusamos a enxergar nossas limitações. Enquanto isso não acontece, a arrogância continuará sendo vendida como intensidade, e a imaturidade continuará afastando pessoas que poderiam ser fonte de crescimento e afeto. A verdadeira intensidade não é barulho, é profundidade. E quem não entende isso, continuará confundindo ego inflado com força, quando na verdade está apenas revelando sua própria fragilidade.
Fim dos tempos
São dias difíceis demais,
Os valores estão todos invertidos,
Pessoas não dizem a verdade jamais,
As coisas perderam seus sentidos.
São opostas ao que deveriam ser,
Uma verdade se torna mentira,
Uma mentira se faz com prazer.
O fim dos tempos é fato!
Um conceito do final da humanidade,
Está associado ao julgamento divino, Tribulações e guerras de verdade!
Após o julgamento e a destruição do mal, Deus estabelecerá novos céus e terra,
Um tempo de justiça e reconciliação real
É quando cessarão as doenças e guerras.
Dor não haverá jamais! Já pensou?
A eternidade no paraíso de harmonia.
E juntos daquele que nos criou
Transformados e com grande alegria.
Raimundo Nonato Ferreira
Abril/2026
Existem pessoas que carregam tamanha luz, compaixão e propósito, que até a morte precisa esperar. São corações que curam com palavras, mãos que semeiam esperança, vidas que refletem o caráter de Cristo.
Pessoas assim não vivem para si, mas vivem para abençoar. São como árvores plantadas junto ao ribeiro, que dão fruto no tempo certo , e às vezes, até fora de tempo, porque são regadas pelo céu.
VAMOS ESCULPIR NOSSA ALMA?
As pessoas hoje em dia estão dando tanta importância ao conteúdo externo…
e nem se tocam que o corpo é efêmero e em breve se desfaz…
virando cinzas e pó e no túmulo apenas uma frase:
- Aqui um corpo esculpido jaz, porque a alma e o cérebro já se foram há muito tempo atrás…
O que voce significa pra mim
( não vou explicar )
As pessoas me perguntaram o que você significa pra mim.
Eu sorri, disfarcei, mudei de assunto.
Tentei responder com palavras simples,
mas nenhuma delas ousou dizer o que eu sinto.
A verdade é que você não cabe em respostas prontas.
Você é pensamento que me visita sem avisar,
é o motivo escondido por trás do meu sorriso,
é o silêncio que grita teu nome dentro de mim.
Eu não tive coragem de falar que você é mais.
Mais que carinho, mais que desejo, mais que saudade.
Você é o meu ponto de paz no meio do caos,
o lugar onde meu coração descansa.
Se um dia eu criar coragem,
não vou explicar — vou sentir junto com você.
Porque o que você significa pra mim
não se diz ao mundo… se confessa olhando nos seus olhos.
As pessoas vão,
como folhas levadas pelo vento,
algumas sem se despedir,
outras fingindo que nunca prometeram ficar.
Dói.
Dói fundo.
Mas eu aprendo que não é em todo peito
que cabe o tamanho da minha entrega.
Eu não sou quem abandona,
sou quem resiste,
quem carrega cicatrizes,
mas também flores na alma.
E se hoje me deixam, amanhã encontro quem fica, Quem entendi que presença é escolha e que amor é raiz, será por inteiro, não pela metade.
Aprendizado do dia: Pessoas realmente boas são raras. Quando alguém é bom pra você, isso não se explica em palavras, se demonstra. Muitas vezes até assusta, porque a gente não está acostumado a ser bem tratado. Esse cuidado é a forma mais simples e sincera de alguém dizer que se importa. E Deus coloca esse tipo de pessoa na nossa vida uma única vez. Se tiverem a oportunidade, guardem, cativem e cuidem, porque o mundo está cada vez mais sombrio, e uma luz faz diferença.
Gente assim não é perfeita, e nem precisa ser. Carrega uma graça, um tipo de brilho que impulsiona. Não é fácil reconhecer, mas existe uma semelhança divina nisso.
Cultivem o que é bom. Assim como todos passam pela nossa vida, um dia essa pessoa também pode ir, sem deixar rastros. Eu, sinceramente, ainda não encontrei alguém como eu descrevo, mas quando encontrar, não vou deixar ir até Deus levar.
Às vezes, deixamos o que é bom passar porque achamos que não merecemos ou porque perguntamos “por que eu?”. Esqueçam essas perguntas. Vivam o que Deus determinou e não deixem nada estragar isso. Uma luz, no meio da escuridão, salva.
06:52 da manhã de uma quinta-feira, dia 27 de novembro de 2025.
O arrependimento?
Algumas pessoas olham pra trás e sentem peso. Outras transformam tudo em narrativa conveniente pra dormir em paz. Não porque sejam monstros, mas porque encarar o próprio impacto dá trabalho emocional, e muita gente foge desse serviço como foge de imposto.
Você pode virar “uma história” na boca de uma pessoa. Pode virar silêncio. Pode virar culpa. Nada disso está sob seu controle. O que está é isto: você sabe o que viveu. E isso não pode ser reescrito por terceiros, nem diminuído por versões mal contadas.
Eu cansei das pessoas difíceis
não das profundas
das difíceis por ego, por pose, por medo mal disfarçado.
Cansei de provar quem sou
como se afeto fosse currículo
e presença precisasse de carimbo.
Hoje eu escolho o simples
não o raso.
O simples que fica
o simples que não some
o simples que não humilha para se sentir maior.
Se for para andar junto
que seja leve.
Se for para doer
que ao menos valha a verdade.
O resto
eu deixo para quem ainda confunde distância com valor.
As pessoas passam quando veem flores.
Param quando há festa, riso fácil, promessas leves.
Mas desviam o olhar diante da cadeira, do silêncio,
do corpo que pede cuidado e não encanto.
Fico.
Não por vocação ao sacrifício,
mas porque amor não negocia presença.
Ser só eu e ela pesa,
não pelo caminho em si,
mas pela constatação de que poucos sabem caminhar
quando o chão exige firmeza.
Aprendi a ser suave sem ser frágil,
a seguir sem plateia,
a entender que quem vai embora
não falhou comigo,
apenas revelou seus limites.
E sigo.
Com menos mãos ao redor,
mas com a consciência limpa
de quem não trocou amor por facilidade.
A cidade segue funcionando, as pessoas riem nos lugares errados, o tempo insiste em andar para frente.
Eu não acompanho.
Eu administro a falta. Em silêncio. Em turnos.
Não chamo de saudade porque saudade é doméstica demais para o que ficou.
Isso aqui é permanência forçada.
É carregar alguém mesmo quando a outra pessoa largou o peso.
